Notas iniciais
-Sweet Hooligans, mahalo nui loa por seus reviews super interativos e dinamicos. >.<'
Hoje explicarei o titulo de minha fanfic. Primeiramente a história veio a minha cabeça baseada em uma frase:"Aloha Au Ia O'e", a qual da o titulo ao capitulo passado. E baseando-se nesta frase eu pensei em na seguinte; "How Do You Say I Love You?" que dá o titulo a fanfic. Elas são relacionadas, eu estava escrevendo os primeiros capitulos quando me veio uma ideia inspirada nessas frases, e então eu comecei a escrever... Um trecho em que vocês entenderão o titulo e essas frases. Um capitulo que se aproxima a cada dia, no climax numero 2 da história. (o numero um imagino que vocês saibam qual é xD)
A Jasmin mencionou "Eu nunca disse 'eu te amo'. Porque nunca senti isso..." Lembram-se? (:
Bom, ela vive um Sonho Havaiano, com o HawaiianLion - nosso Bruno.
Por enquanto é só, tirem suas conclusões e espero que tenham compreendido algumas coisas. ^^' (comentem por reviews?)
Muitos honis havaianas! :**
Yasmine

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Agitação abriu meu dia pela manhã seguinte; Bruno, Ryan; Phil e Tiahiti foram buscar-me no hotel. Eu estava debruçada na sacada de minha suíte quando os vi chegando na Ferrari preta de Bruno, eles falavam e riam agitados. Bruno parou do outro lado da rua e sorriu olhando pra cima, ele usava boné verde-escuro e óculos wayfarer, ele pegou o celular, discou e o pôs na orelha, ouvi meu celular tocar e corri pra dentro do quarto, o celular estava encima da mesa-de-cabeceira.

Bru?

Hey, anjo! Vamos dar uma volta?

Dei uma risadinha já tô descendo.

Te espero na porta.

Uhum -Desliguei.

Eu já tomara meu banho matinal e também meu café da manhã, como Bruno e eu ficamos até tarde na praia e o dia anterior fora cheio dormi até tarde e já era 10h37min da manhã. De shortsjeans cor salmão e camiseta branca a qual eu comprei aqui no Hawaii na feira de Waikiki no dia do desembarque — chapéu e sandálias de dedo peguei minha bolsa e abri a porta. Bruno estava encostado na parede oposta com ambas as mãos nos bolsos da bermuda caqui, ele fitava o quadro na parede a direita de minha porta. Ele sorriu; Oi, linda aproximou-se, envolveu minha cintura e beijou-me com fervor, como sempre fiquei tonta.

Aonde vamos? de mãos dadas andamos alegremente pelo corredor até o elevador.

Vamos a casa de meus pais ele sorriu.

Arregalei os olhos Bruno riu Ah, nossa! eu disse com alegria nervosa. Peter abraçou-me no elevador e beijou o alto de minha cabeça, o que me acalmou extraordinariamente.

Percorremos o saguão e a escadaria do hotel andando a passos largos e alegres quem visse de longe diria que éramos duas crianças saltitantes. A luz do sol brilhava em seu esplendor e o céu de azul aço, da calçada de pedra subia o calor de 40 graus. Subimos na Ferrai, eu no banco da frente e Bruno em seu posto atrás do volante; saímos pelas ruas de Honolulu. Com o teto solar aberto sentamos nos encostos dos bancos, meus cabelos chicoteavam a minhas costas, Bruno trocara de chapéu comigo meu era azul marinho com estampa de flores vintage, e eu fiquei com seu boné tive de segura-lo para não voar, em alta velocidade Bruno pilotou pelas estradas ladeadas de palmeiras. O som estava ligado e cantando com as mãos pro ar, Phil, Ryan, Tiahiti faziam palhaçadas no banco traseiro eu os acompanhava e Bruno dançava balançando a cabeça e os ombros. Em direção a oeste, pegamos a S Beretania St e seguimos a leste até nos afastarmos da cidade seguindo por uma estrada cujo a esquerda havia o litoral, de ponta a ponta.

Peter estacionou a frente da casa Hernandez, uma fachada completamente praiana; um imenso portão de madeira, com cerca envernizada, uma trilha de pedritas no gramado até a porta de entrada, ao lado uma varanda grande com piso e pilares de madeira escura, serpenteando a varanda pequenos vasos de flores em tons de amarelo, rosa e roxo. Tiahiti saltou do carro e foi abrir o portão, Ryan e Phil seguiram-na e foram na frente conversando. Bruno e eu ficamos no carro, ele entrou e estacionou no gramado, saltou e ajudou-me a descer.

Esta foi a casa em que eu vivi dos 14 aos 17 anos disse ele.

Até você se mudar pra Los Angeles.

É e ele pegou minha mão, quando um menino de cabelos alourados surgiu da porta e veio correndo até a varanda; Mamãe, o tio Bruno chegou! Tio Bruno chegou! Gritou ele para dentro da casa. E veio correndo descalço e jogou-se nos braços de Peter.

E ai cara? Bruno abraçou-o, ergueu-o no colo e o menino gargalhou gostosamente. Bruno pousou-o no chão com um cafuné nos cabelos.

Beleza! respondeu ele.

Essa é a Jasmin, Marley. Minha garota.

Oi Marley! acenei.

Oi Marley sorriu tímido, chamou Bruno que se abaixou e ouvi Marley sussurrar em seu ouvido Ela é a sua namorada tio?

É, pode crer cara Bruno disse risonho.

Ah, então você é a minha tia agora, não é? ele apontou o dedinho pra mim.

Olhei pra Bruno, trocamos um sorriso É, sou.

Ah! Vem, vem! A mamãe tá lá dentro! Tá todo mundo lá dentro! ele segurou em nossas mãos e nos arrastou pra dentro de casa.

A sala era extensa, de pintura clara, mobiliada com moveis de carvalho e havia muitos quadros de pinturas nas paredes, fotos de família e nos cantos do cômodo, vasos de coqueiros. O ambiente era caseiro e aconchegante, o tapete oriental tomava a maior parte do assoalho de linóleo. Marley levou-nos a cozinha, o som estava tocando Blue Sued Shoes do Elvis Presley; as irmãs de Bruno estavam em volta da mesa descascando ou icando legumes. Ryan levava tapas na mão por querer meter o dedo na mistura de doce que a Dona Bernadette preparava. Phil, Erick e Pete conversavam com mais dois homens enquanto brincavam com duas criancinhas. Ao perceberem nossa presença pararam seus afazeres; Oi, Jasmin! eu ouvi em vozes diferentes.

Olá, seja bem-vinda! Dona Bernadette hesitou em apertar minha mão Estou toda melada então eu dei um abraço nela. Ela sorriu docemente e abraçou-me afetuosa. Fui cumprimentar os rapazes da família enquanto isso Bruno abraçou a mãe calorosamente.

Hey, mom! e encheu-a de beijos, ela riu e apertou-o em um abraço de urso.

As crianças sobrinhos de Peter ficaram brincando na varanda ao lado da cozinha. Os homens conversavam enquanto armavam a mesa no quintal para o almoço. Eu juntei-me as mulheres na cozinha no preparo da comida e sobremesas. Teve o prato especial de lagostas da D. Bernadette, uma variedade de moluscos frescos e frutas, saladas e frango havaiano, salmão cozido com abacaxi. Coquetéis alcoólicos e sucos de frutas. Juntamos todos no quintal gramado dos fundos e comemos; Peter é impossível, ele Phil e Ryan pareciam três moleques, fazendo graças e tirando as moças da família pra dançar. Pete, Peter e as crianças fizeram o cover do Elvis, nós rimos muito com as caras e bocas que eles faziam e o tremelique da dança Elvis! Contando piadas, cantando, dançando Elvis e Reggae, passamos o dia em família. Acabando todos preguiçosos, sonolentos e satisfeitos sentados ou deitados na varanda com vista para a praia.

Anjo... Peter sussurrou ao meu lado. Estávamos abraçados na rede, que balançava preguiçosa.

BRUNO;

Tê-la em meus braços, e sentir o cheiro de seu cabelo... Eu não podia acreditar que aquela mulher tão doce era minha. Nunca acreditei que as coisas acontecessem por uma razão e nunca imaginei que pudesse acontecer comigo, mas eu sabia, eu não podia deixar oque estava diante de mim.

Bruno? ela respondeu com a voz sonolenta.

Você é a minha namorada... eu precisava ouvir isso em voz alta.

Toda sua pude ouvir o sorriso em sua voz, uma satisfação tomou-me por inteiro, ela tinha que saber.

E eu sou seu disse baixinho ao seu ouvido, minha voz soou rouca. Acariciei seu braço e envolvi-a afetuosamente, ali era quente. O sol se punha, escondia-se, fundindo no oceano, o céu estava rajado de laranja e azul. E o balanço da rede engolfou-nos no sono.

Jasmin;

Abri meus olhos e o céu já estava azul-marinho, as estrelas eram incontáveis. Senti os braços de Bruno ainda envolvendo-me e permaneci ali, até que ouvi movimentos no quintal e cuidadosamente levantei-me. Peter continuou dormindo como eu adoro vê-lo dormir, suas pálpebras fechadas, o rosto sereno, os cachos lindos de seu cabelo e a boca entreaberta, mais lindo que qualquer crepúsculo havaiano!

Ergui o olhar e vi que a D. Bernadette observava-me. Enrubesci, mas ela sorriu, e eu me senti uma boba apaixonada. Fui até ela que recolhia os pratos da mesa.

Todos já foram?

Sim, amanhã trabalham. Só os meninos da banda ficaram, foram pro quarto ela sorriu.

Eu sorri e sem dizer mais nada, comecei a recolher a mesa, guardamos as sobras e juntamos o lixo. Dona Bernadette lavou a louça, eu as enxuguei e guardei perguntando-a os respectivos lugares de cada item. Quando repentinamente; Jasmin, fico muito satisfeita que Bruno esteja namorando com você. Ele tem trabalhado tanto, sempre ocupado e correndo por ai em turnês. Espero que você possa cuidar dele enquanto eu não estiver perto. Eu não quero que ele perca essa coisa de família, confio na criação que eu e o Pete o demos, mas ainda assim, ele lá em Los Angeles...

Eu senti meu coração acelerar e meu rosto corar que droga de pele muito branca que enrubesce com facilidade eu me demorei mais um pouco com a cabeça dentro do armário de panelas.

Eu... Não sei nem oque dizer Dona Bernadette. Agradeço por sua aprovação, fico muito feliz por isso... Fiquei sem palavras. Ela sorriu afetuosamente, aproximou-se de mim; Me chame de Berny ela piscou. Sorri e voltamos aos afazeres; Berny contou-me sobre como viajou pelo mundo cantando e dançando, até conhecer Pete e fixar no Hawai. Eu ri com as histórias da infância de Bruno, e quando a cozinha e o quintal estavam limpos, ela convidou-me pra ver algumas fotos da família; contou-me sobre os inúmeros shows que fizeram pelo Hawai, em família, de Bruno como cover do Elvis e na adolescência. Fiquei apaixonada e fascinada ao ver as fotos do fofo e bochechudo Peter Hernandez, o Little Elvis. Ouvi da própria Senhora Hernandez a história do apelido de Bruno e suas tatuagens; vi também as fotos de sua adolescência, usando Black Power e fazendo cara de galã nas fotos, e o sorriso de covinhas sempre presente. >.

Eu estava sentada na varanda da frente com Berny quando Bruno pareceu na porta, de cabelos bagunçados e carinha de sono. Ele encostou-se no portal de madeira, Berny sorriu para nós e retirou-se deixando-nos a sós. Ao passar por Bruno na porta, ele a cutucou nas costelas, ela riu contra gosto e deu-lhe um tapa, Bruno riu e veio sentar-se ao meu lado. Acho que somos amigas agora. Hm, sabia que sim. Ele sorriu.

Ficamos sentados ali no banco de madeira estofado, na varanda olhando a noite. E uns turbilhões de pensamentos bombardearam minha mente e fazendo meu estomago revirar. Bruno me trouxera a casa de seus pais para um almoço em família, conheci sua banda e amigos. Acima de tudo; meu coração estava em suas mãos. E como eu iria lhe dar com o fato de que... (!) esse sonho havaiano... Oh, uma hora eu teria que acordar, voltar ao Brasil! Isso me assusta! Não quero pensar nisso agora! Ar... Afastei esses pensamentos da cabeça e chamei Bruno pra dar uma volta na praia.

Soltei gritos agudos e risonhos com Bruno e suas brincadeiras, ele pegou-me no colo q rodou-me, caímos na onda que quebrada no momento e fomos levados pra mais longe. A água refletia a lua crescente que tingia a noite de prateado. Como descrever a noite mais linda, o lugar mais lindo, com a pessoas mais perfeita? Como quantificar um amor tão lindo? Senti-me criança aquela noite como eu me sentia sempre ao lado de Bruno uma menina descalça, correndo na praia com os cabelos molhados! Eu era livre e natural, com Bruno, simplesmente feliz!

Notas finais
*Continua! ^^
oque acharam? coments?