Notas iniciais
Oieeeeeeee Gente, eu sei que falei que ia postar segunda, mas a inspiração sumiu, do nada kkkkk Mas ontem a noite, ela voltou com tudo, então eu escrevi esse capitulo , eu não sei se ele ficou bom, mas espero que vocês gostem... Hoje, terá esse capitulo e o 17 também, o 18 se eu conseguir escrever hoje, já posto amanha, se não, acho que só domingo , eu sai de perto da minha mãe pra poder postar op 16, já que tem um monte de gente aqui e to tendo que ajudar ela kkkkkkk O 17 posto de noite, porque vou descer pra minha vó daqui a pouco e fico lá até mais tarde, mas prometo não demora muito... E gente, como eu disse, nesse volta o drama... :))) Chega de enrolar, boa leitura!!!!

Finn acordou por conta da claridade, abriu os olhos e os fechou rapidamente ao sentir uma forte dor na cabeça, voltou a abri-los devagar e sentiu tudo rodar, olhou para o lado sentindo um peso em seu braço e conseguiu dar um pequeno sorriso ao ver Rachel dormindo profundamente, se levantou com cuidado para não acorda-la, colocou sua cueca e se sentou na cama, colocou a mão na cabeça por conta da dor, as afastou fitando suas mão tremerem.

– Eu te amo Rachel e fui umidiotapordescobririsso apenas agora — ele disse segurando seu rosto entre as mãos.

– Eu... Também te amo — ela disse e selou seus lábios.

Começou a ficar ofegante, e se levantou, fitou Rachel que se moveu na cama porém ainda dormia, fechou os olhos novamente sentindo a cabeça pulsar.

– Mãe você conhece aquela garota? — ele perguntou enquanto sua mãe o levava para dar um passeio nohospital, uma garota, saia totalmente desesperada do prédio, ele viu Carole ficar pálida.

– Ela sofreu umacidente como namorado e ele... Perdeu a memória — Ela disse parecendo desconfortável e ele sentiu uma dor no peito ao vê-la naquele estado.

Soltou um gemido de dor e abriu os olhos puxando ar, pressionou a mão com força na testa, por isso ele teve a impressão de que a conhecia quando a encontrou na escola.

– Tudo bem, ele não morreu mesmo, uma parte da memória dele morreu, ele não se lembra de mim — ela disse sentindo um peso maior em seu peito e a dor aumentou mais quando ele a olhou com pena.

– Nossa, e você continua usando? — ele perguntou e ela só assentiu — é muito bonito da sua parte, tenho certeza que ele vai se lembrar de você, eu não esqueceria — ele disse e colocou a mão sobre a dela, ela então começou a chorar.

A dor ficou mais forte e ele começou a respirar com dificuldade, os gemidos de dor ficavam mais altos, o que despertou Rachel, ela abriu os olhos devagar e o viu de pé com a mão na cabeça, se sentou rapidamente e colocou o vestido que havia sido esquecido na noite passada, foi até ele e colocou a mão em seu braço.

– Finn? O que foi? O que você está sentindo? — ela perguntou nervosa e ele se curvou de dor.

You were right here all along Que você estava aqui o tempo todo

It's like you're my mirror É como se você fosse meu espelho

Ele continuou cantando, e ela gargalhava com a cena, Finn começou a cantar mais alto enquanto olhava para frente, e então ele pegou sua mão e virou um pouco o rosto beijando a mão dela, eles estavam em um cruzamento.

– FINN — Rachel gritou desesperado e só foi o tempo de ele conseguir virar um pouco a cabeça, antes de sentir o impacto do caminhão, que empurrou o carro até a parede.

Ele abriu os olhos e fitou o nada, olhou Rachel e seus olhos se encheram de lágrimas.

– Você mentiu pra mim? — ele perguntou e ela ficou confusa.

– O que? — ela perguntou e ele se virou para olhá-la melhor.

– Você mentiu pra mim, você estava lá — ele disse já com algumas lágrimas escorrendo.

– Lá aonde? — ela perguntou ainda sem entender.

– NO CARRO — ele gritou se afastando — você estava lá comigo, você estava lá quando eu sofri o acidente — ele disse chorando mais e os olhos dela se encheram de lágrimas.

– Finn... — ela tentou dizer mas nada saia — eu tentei... — ela voltou a começar a frase e mais uma vez não terminou, ele foi até o pé da cama e colocou a calça, pegou o tênis e a camisa e se levantou, lágrimas ainda escorriam por seu rosto.

– Eu vou embora, não quero te ver mais Rachel, você mentiu pra mim... — ele disse chorando, e começou a sair de seu quarto, ela saiu correndo e tentou puxa-lo.

– Finn, não — ela pedia porém ele se soltou de seus braços e saiu da casa, ainda chovia, pelo jeito não havia parado de chover — Finn, volta, aqui, onde você vai? — ela gritou saindo da casa e se molhando igual a ele.

– Eu não sei, mas não quero mais ficar aqui — ele disse e entrou no carro, deu partida no mesmo.

– FINN — ela gritou e ele arrancou com o carro — FINN — chamou mas uma vez chorando mais ainda, porém já era tarde demais, ele já estava longe.

...

– Kurt, onde o Finn está? — Carole perguntou, tinha acabado de acordar, um pouco mais tarde que o normal, abriu a porta do quarto do filho e nem se assustou ao ver Blaine ali, já tinha se acostumado com isso.

– Eu não sei mãe, ele saiu ontem de tarde — Kurt disse tentando esconder o real motivo.

– Ele não está em casa — ela disse preocupada, Kurt se levantou e foi até o quarto de irmão, abriu o guarda roupa e sentiu o coração disparar — mãe, as roupas não estão todas aqui — ele disse e Carole se desesperou.

– Onde ele pode estar? — Ela perguntou desesperada.

– Eu não tenho ideia — ele disse e a campainha tocou, Kurt desceu correndo e levou um susto ao ver Rachel encharcada ali, e com os olhos vermelhos, a chuva só ficava pior — Rachel? O que você está fazendo aqui? — ele perguntou.

– Kurt... — ela só disse isso e se jogou em seus braços chorando mais, ele nem se importou se ela estava toda molhada e isso iria fazer seu roupão ficar molhado também.

– O que houve? — ele perguntou e Carole apareceu.

– Ele foi lá... Na fazenda... Ele lembrou do acidente... Lembrou que eu estava lá... — ela disse entre os soluços se agarrando mais a Kurt.

– Ah meu deus — Carole disse com os olhos arregalados, Kurt olhou pra ela como se pedisse ajuda e ela se aproximou — venha meu amor, venha tomar um banho e vestir roupas secas — ela disse e Rachel a abraçou, as duas foram para o andar de cima, enquanto Kurt pegava o celular e tentava ligar para o irmão, que infelizmente não atendia.

...

Finn adentrou o estacionamento do pequeno hotel, pegou a chave que tinha recebido na recepção e desceu do carro com sua pequena mala, que havia conseguido pegar em casa antes que alguém acordasse, pegou o celular e viu mais de vinte mensagens e ligações, tanto de Kurt, quanto de Rachel, respirou fundo e subiu as escadas do prédio, adentrou o pequeno quarto e jogou a mala no chão, se deitou na cama e olhou o teto, lá havia uma pequena frase.

"O amor é tão profundo, que uma pessoa é capaz de qualquer coisa para ter aquela que ama, mesmo que isso possa comprometer tudo."

Ficou pensativo ao ler aquela frase, não sabia porque ela estava ali, as vezes era destino, ou só o hotel colocando frases baratas no teto de cada quarto, era uma frase barata, porém muito profunda para o rapaz. A palavra amor, para Finn, tinha virado uma tortura, era como uma facada em seu coração cada vez que alguém há falava, ou até mesmo quando ele pensava, não podia acreditar em tudo que estava acontecendo, como ele havia conhecido Rachel? Como ele havia sofrido um acidente com ela e não se lembrar? Como poderia não se lembrar dela? Sua cabeça parecia que iria explodir, ele precisava pensar, e era isso que ia fazer, pensar.

...

– Você está bem? — Carole perguntou, Rachel tinha a cabeça em seu colo, a mulher acariciava seu cabelo, ela já tinha tomado banho e estava com uma roupa seca, que no caso tinha no quarto de Kurt, as duas estavam na cama do rapaz, já que ele e o namorado tomavam café.

– Não... Ele me odeia, o Kurt me odeio e você também — ela disse com algumas lágrimas nos olhos.

– Minha querida, eu não te odeio, nem o Kurt... — ela disse e não falou de Finn.

– Mas ele me odeia — ela disse.

– Não, ele não odeia, ele precisa de um tempo, nenhum de nós esperava isso, ninguém imaginou que ele pudesse se lembrar — Carole disse.

– Eu nunca deveria ter voltado a me aproximar dele, mas... — ela começou porém não conseguiu terminar.

– Mas? — Carole incentivou a continuar.

– Mas sempre vai ser assim, meu amor por ele, é como um ima, ele chega perto de mim, e eu sempre me aproximo, seja rapidamente ou lentamente, sempre aproximo — ela disse triste.

– Minha querida, o Finn também te ama, pode acreditar, ainda mais depois de tudo que você me falou que aconteceu na noite passada, mas, ele não se lembra das coisas, ele não sabe o que aconteceu nesse acidente, por isso essa revolta repentina — ela disse — e vocês podem não ficar juntos agora, mas eu tenho certeza, que se você se amam, e o destino quer que vocês fiquem juntos, não importa, onde, quando ou como vocês estiverem, vocês vão ficar juntos — ela disse e Rachel se sentou na cama.

– Chegou a hora de seguir em frente, já havia chegado há muito tempo, mas não tive coragem de admitir a mim mesma, porém já está passando do tempo de seguir em frente — ela disse e Carole sorriu.

– Vamos tomar um café? Você não deve ter comido nada — ela disse se levantando.

– Pode ir, eu já desço — ela disse a Carole lhe deu um beijo na testa antes de sair, Rachel esperou que ela já estivesse na escada e se levantou, foi até o último quarto do corredor e parou em frente a porta, abriu a mesma e adentrou o quarto, os mesmo pôsteres, a mesma bagunça, o quarto de Finn não mudava, ela foi até a cama se sentando na mesma, ficou olhando tudo a sua volta quando lembrou de algo, colocou a mão em baixo da cama e puxou um papel.

"Para o garoto mais lindo do mundo, eu te amo meu amor, você é a pessoa mais importante da minha vida.

Beijos de sua namorada, Rachel Berry."

12 de setembro de 2013

Alguns dias antes do acidente, sentiu as lágrima brotarem nos olhos, ele nem devia saber que aquilo estava lá, e provavelmente não saberia, Rachel colocou o papel de volta e se levantou, foi até a porte e colocou a mão no interruptor, mas antes deu uma ultima olhada no quarto.

– Você quer ter filhos? — ela perguntou.

– Só com a mulher que amo, no caso você, eu quero ter filhos com você, quero me casar com você, e envelhecer ao seu lado — ele disse e se aproximou começando um beijo calmo.

Sim, ela penso que eles fossem envelhecer juntos, do jeito que ele havia falado, mas isso não iria acontecer. Apagou a luz do quarto e fechou a porta, encostou-se na mesma e respirou fundo. Nem tudo que achamos que vai acontecer, pode acontecer.

Notas finais
Gostaram? Não gostaram? Acho que ficaram com um pouco de raiva da minha pessoa nessa capitulo kkkkk Eu esqueci de postar spoiler do 16 no twitter, mas pra quem segue lá, já tem spoiler do 17, quem não segue, siga para ver os spoiler, o user é @StoryOfFinchel Gente, depois de um seculo, eu atualizei WFL, pra quem, acompanha e ainda não leu... E quem ainda não acompanha, ta ai o link http://fanfiction.com.br/historia/420812/We_Found_Love/ Beijos e até mais tarde...