House Of Night To Twilight
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Esse é dedicado à liliana22, obrigada por acompanhar!!!
Hei gente, apareçam, deixem reviews... recomendações também são bem vindas.
Vamos lá para o capitulo, enjoy!
A primeira vista meu padrasto-perdedor, Phill Sawyer, parece ser um cara ok, até
mesmo normal. (Sim, esse é realmente seu sobrenome –e, infelizmente, também é agora o sobrenome da minha mãe. Ela é a Sra. Sawyer. Dá pra acreditar nisso?).
Quando ele e minha mãe começaram a sair eu ouvi alguns dos meus amigos da minha mãe chamar ele de “bonito” e “charmoso.” No começo. É claro que a mãe agora tem todo um novo grupo de amigos agora, um que o Sr. Bonito e Charmoso acha mais apropriado que o grupo de divertidas mulheres solteiras que ela costumava sair.
Eu nunca gostei dele. De verdade. Eu não estou dizendo isso agora só porque eu não o suporto agora. Desde o primeiro dia que eu o conheci eu vi apenas uma coisa – falsidade. Ele finge ser um cara legal. Ele finge ser um bom marido. Finge até mesmo ser um bom pai.
Ele parecia como qualquer pai. Ele tem cabelo escuro, pernas magras, e está ficando mais magro. Os olhos dele são como a alma dele, um limpo, frio de cor marrom.
Eu fui a sala de estar e o encontrei parado perto do sofá. Minha mãe estava parada perto do fim dele, segurando as mãos dele. Os olhos dela já estavam vermelhos e marejados. Ótimo. Ela ia bancar a machucada e histeria mãe. É uma atuação que ela faz bem.
Phill tinha começado a tentar me espetar com seus olhos, mas minha Marca o distraiu. O rosto dele se virou em desgosto.
“Fica atrás de mim, Satã!” ele citou no que eu gostava de pensar que era a sua voz de sermão.
Eu suspirei. “Não é o Satã. É apenas eu.”
“Agora não é hora para sarcasmo, Bella,” disse minha mãe.
“Eu cuido disso, querida,” disse o padrasto-perdedor, dando tapinhas no ombro dela antes de virar sua atenção de volta para mim. “Eu disse a você que seu mal comportamento e sua atitude problemática iriam ter conseqüências. Eu não estou nem surpreso que isso aconteceu tão cedo.”
Eu balancei a cabeça. Eu esperava isso. Eu realmente esperava isso, e ainda sim era um choque. O mundo inteiro sabia que não havia nada que alguém pudesse fazer para trazer a Mudança. Todo o “se você é mordida por um vampiro você vai morrer e virar um” era estritamente fictício. Os cientistas estavam tentando entender o que causa a seqüência de efeitos físicos que leva ao vampirismo por anos, se eles descobrissem poderiam conseguir uma cura, ou pelo menos inventar uma vacina. Até agora, não tiveram sorte. Mas agora meu padrasto-perdedor, Phill Sawyer, tinha de repente descoberto que comportamento adolescente ruim – especificamente o meu mal comportamento, o que consistia principalmente numa mentira ocasional, alguns pensamentos irritados e comentários espertinhos dirigidos principalmente aos meus parentes, e talvez alguma semi luxuria por Ashton Kutcher (é triste dizer que ele gosta de mulheres mais velhas) – traziam esse tipo de mudança física no meu corpo. Bem, bem! Quem diria?
“Isso não é algo que eu causei,” eu finalmente consegui dizer. “Isso não foi feito por minha culpa. Foi feito comigo. Todos os cientistas do planeta concordam com isso.”
“Os cientistas não sabem de tudo. Eles não são homens de Deus.”
Eu apenas o encarei. Ele era um Ancião das Pessoas de Fé, uma posição que ele era oh, tão orgulhoso. Era uma das razões do porque mamãe se sentia atraída por ele, e em um sentido estritamente lógico eu podia entender por que. Ser um Ancião significava que o homem tinha sucesso. Ele tinha o trabalho certo. Uma boa casa. A família perfeita. Ele deveria fazer as coisas certas e acreditar no caminho certo. No papel ele deveria ser uma ótima escolha para ser o novo marido e pai. Pena que o papel não mostra a história toda.
E agora, previsivelmente, ele iria bancar o Ancião e jogar Deus na minha cara. Eu aposto que minhas novas botas Steve Madden não iriam irritar Deus tanto quanto ele me irritava.
Eu tentei de novo. “Estudamos isso na aula de biologia. É uma reação física que
acontece com alguns dos corpos dos adolescentes enquanto o níveis de hormônios
aumentam.” Eu parei, pensando bastante e totalmente orgulhosa de mim mesma por lembrar de algo que aprendi no semestre passado. “Em certas pessoas os hormônios dispara algum tipo de ou algo a... a...” eu pensei mais e lembrei: “um DNA viciado se sobressai, o que começa a Mudança.” Eu sorri, não para Phill, mas porque estava feliz pela minha habilidade de lembrar coisas de uma unidade que tínhamos acabado a meses.
Eu sabia que o sorriso era um era quando eu vi a mandíbula dele se apertando de maneira familiar.
“O conhecimento de Deus ultrapassa o da ciência, e é uma blasfêmia você dizer ao
contrario, mocinha.”
“Eu nunca disse que cientistas eram mais espertos que Deus!” eu joguei minhas mãos para cima e tentei segurar uma tosse. “Só estou tentando explicar essa coisa pra você.”
“Eu não preciso ter nada explicado para mim por uma adolescente de 16 anos.”
Bem, ele estava usando uma daquelas calças muito ruins e uma camisa horrível.
Claramente ele precisava que algumas coisas fossem explicadas por uma adolescente, mas eu não achei que fosse a hora certa para mencionar esse infeliz e obvio acidente de moda.
“Mas Phill, querido, o que vamos fazer sobre ela? O que os vizinhos vão dizer?” O
rosto dela ficou ainda mais pálido mais do que quando ela tinha dado um pequeno soluço.
“O que as pessoas vão dizer na Reunião no domingo?”
Ele cerrou os olhos quando abri minha boca para responder, e me interrompeu antes que eu pudesse falar.
“Vamos fazer o que uma família de Deus deveria fazer. Vamos deixar isso na mão de Deus.”
Eles iam me mandar para um converto? Infelizmente, eu tive que lidar com outra
rodada de tosse, então ele continuou falando.
“Também vamos ligar para o Dr. Asher. Ele vai saber o que fazer para acalmar essa situação.”
Maravilhoso. Fabuloso. Ele ia chamar nosso psicólogo de família, o Cara
Inacreditavelmente sem Expressão. Perfeito.
“Heidi, ligue para o numero de emergência do Dr. Asher, e eu acho que seria sábio
ativar a árvore de telefone de oração. Se certifique que os outros Anciões saibam que tem que se reunir aqui.”
Minha mãe acenou e começou a levantar, mas as palavras que saíram da minha boca a fizeram voltar para o sofá.
“O que! Sua resposta é ligar para um psicólogo que não tem idéia de como lidar com adolescentes e chamar todos aqueles estúpidos Anciões para virem aqui?
Como se eles fossem sequer tentar entender? Não! Você não entende? Eu tenho que ir embora. Hoje a noite.” Eu tossi, de um jeito que fez meu peito doer. “Vê! Isso só vai piorar se eu não ficar perto dos...” eu hesitei. Porque é tão difícil dizer “vampiros?” Porque soava tão estranho-e finalmente, — parte de mim admitiu, tão fantástico. “Eu tenho que ir para a Casa da Noite.”
Mamãe pulou, e por um segundo eu achei que ela fosse me salvar. Então Phill pôs
seus braços ao redor dos ombros dela de forma possessiva. Ela olhou para ele e quando olhou de volta para mim seus olhos pareciam quase pedir desculpas, mas as palavras dela, tipicamente, refletiam apenas o que Phill iria querer que ela] dissesse.
“Bella, certamente não iria doer nada se você passasse a noite em casa?”
“É claro que não iria,” Phill disse para ela. “Tenho certeza que o Dr. Asher vai ver a
necessidade de uma consulta em casa. Com ele aqui ela ficara perfeita.” Ele bateu
levemente no ombro dela, fingindo ser atencioso, mas ao invés de doce ele soou fingido.
Eu olhei para ele e para minha mãe. Eles não iam me deixar ir embora. Não hoje a noite, e talvez nunca, pelo menos até eu ter que ser atendida pelos paramédicos.
Eu de repente entendi que não era só sobre essa Marca ou o fato que a minha vida tinha mudado completamente. Era sobre controle. Se eles me deixassem ir, de algum jeito eles iriam perder. No caso da minha mãe, eu gostava de pensar que ela tinha medo de me perder.
Eu sabia que Phill não queria perder. Ele não gostava de perder sua preciosa autoridade e a ilusão de que éramos todos uma família feliz. Como mamãe já tinha dito, o que os vizinhos iam pensar – o que as pessoas iriam pensar na Reunião no domingo? Phill tinha que preservar a ilusão, e se isso significasse me deixar muito, muito doente, bem então, esse era um preço que ele estava disposto a pagar.
Mas eu não estava disposta a pagar isso.
Eu acho que era hora de colocar as coisas nas minhas próprias mãos (afinal de
conta, elas eram bem tratadas).
“Ótimo,” eu disse. “Chame o Dr. Asher. Comece a árvore de ligações pelo telefone.
Mas você se importa que eu vá deitar até todos chegarem aqui?” Eu tossi de novo para fazer média.
“É claro que não, querida,” disse mamãe, parecendo obviamente aliviada. “Um
pequeno descanso provavelmente vai fazer você se sentir melhor.” Então ela se afastou do braço possessivo de Phill. Ela sorriu e então me abraçou. “Você gostaria que eu pegasse pra você um pouco de remédio pra tosse?”
“Não, estou bem,” eu disse, me agarrando a ela só por um segundo desejando com tanta força que voltássemos a 3 anos atrás e ela ainda fosse minha – ainda estivesse do meu lado. Então eu respirei fundo e me afastei. “Estou bem,” eu repeti.
Ela olhou para mim e acenou, me dizendo que ela sentia muito do único jeito que
podia, com os olhos.
Eu me afastei dela e comecei a voltar para o quaro. Para as minhas costas o meu
padrasto-perdedor disse, “e porque você não faz um favor a todos nós e vê se consegue achar alguma maquiagem para esconder essa coisa na sua testa?”
Eu nem parei. Eu só continuei andando. E eu não ia chorar.
Eu vou lembrar disso, eu falei a mim mesma com firmeza. Eu vou lembrar do quão horrível eles fizeram eu me sentir hoje. Então quando eu estiver assustada e sozinha e o que mais for acontecer comigo, eu vou lembrar que nada poderia ser tão pior quanto ficar presa aqui. Nada.
Então eu sentei na cama e tossi enquanto ouvia minha mãe fazer uma frenética ligação para a linha de emergência do nosso psicólogo, seguida por outra igualmente histérica ligação que iria ativar a árvore de rezas das Pessoas de Fé.
Em 30 minutos nossa casa começou a se encher com mulheres gordas e seus maridos pedófilos de olhos pequenos. Eles me chamaram para a sala. Minha Marca seria considerada um Problema Realmente Grande e Embaraçoso, então eles provavelmente me ungiriam com alguma merda que com certeza ia entupir meus poros e uma espinha enorme antes deles colocarem suas mãos em mim para rezar. Eles pediram a Deus para me ajudar a parar de ser uma adolescente tão problemática e um problema para os meus pais. Oh, e o pequeno problema da minha Marca tinha que ser resolvido também.
Se fosse tão simples. Eu com prazer faria um trato com Deus para ser uma boa garota versus mudar de escola e espécie. Eu até faria o teste de geometria. Bem, ok.
Talvez não a prova de geometria – mas, ainda sim, não é como se eu tivesse pedido para ser uma aberração. Essa coisa toda significava que eu iria ter que ir embora. O começo da vida onde, em algum lugar, eu seria a novata. Algum lugar onde eu não tinha amigos. Eu pisquei com força, me forçando a não chorar. A escola era o único lugar onde eu me sentia em casa; meus amigos eram minha família. Eu apertei os pulsos e ergui a cabeça para não chorar. Um passo de cada vez – vou lidar com isso um passo de cada vez.
Não tinha jeito deu lidar com clones do padrasto-perdedor além do tudo mais. E, como se as Pessoas da Fé já não fossem ruim o suficiente, a terrível sessão de reza iria ser seguida por uma igualmente irritante sessão com o Dr. Asher. Ele fazia muitas perguntas sobre como isso e aquilo me faziam sentir. Então ele falava sobre raiva adolescente e angustia e sobre como eram normal, mas que eu podia escolher como elas teriam um impacto na minha vida... blá... blá... e já que isso era uma “emergência” ele provavelmente iria querer que eu desenhasse algo que representasse minha criança interior ou qualquer coisa assim.
Eu definitivamente tinha que sair daqui.
Que bom que eu sempre fui a “criança má” e sempre estive preparada para situações como essa. Ok, eu não estava exatamente pensando sobre fugir de casa para me juntar aos vampiros quando pus uma chave extra do meu carro de baixo do vaso de flor do lado de fora da minha janela. Eu só estava considerando que eu poderia querer escapar e ir para a casa de Leah. Ou, se eu realmente quisesse ser má eu poderia me encontrar com Jacob no parque e me agarrar com ele. Mas então Jacob começou a beber e eu comecei a me transformar em uma vampira. Às vezes a vida não faz sentido nenhum.
Eu peguei minha mochila, abri a janela, e mais fácil que os sermões chatos do meu
padrastotário, eu sai pela janela. Eu pus meus óculos de sol e olhei ao redor. Era
apenas 4:30, e não estava escuro ainda, então eu estava feliz que a nossa cerca me escondia dos nossos vizinhos. Desse lado da casa a outra única janela era do quarto da minha irmã, e ela estava no treino das lideres de torcida. (O inferno deveria estar congelando porque pela primeira vez na vida eu estava feliz por minha irmã estar envolvida no que ela chamava de “esporte de torcer.”) Eu derrubei minha mochila primeiro e então devagar desci pela janela, tomando cuidado para não fazer barulho quando cheguei ao chão. Eu parei ali por vários minutos, enterrando meu rosto nos braços para abafar o som da terrível tosse. Então me curvei em direção ao pote onde havia uma planta de lavanda que a Vovó Reneé Redbird me deu, e deixei meus dedos encontrarem a chave de metal que estava na grama.
O portão nem rangeu quando eu o abri um centímetro a la As panteras. Meu Fusca
fofo estava onde sempre ficava – bem enfrente a nossa garagem. O padrastotário não me deixava estacionar dentro porque ele disse que seu cortador de grama era mais importante. (Mais importante que uma vintage VW? Como? Isso nem fazia sentido, droga, eu acabei de soar como um garoto. Desde quando em importava com a vintage do meu Fusca? Eu devo mesmo estar Mudando.) Eu olhei para os dois lados. Nada. Eu fui para o meu Fusca, entrei, coloquei em ponto morto, e fiquei verdadeiramente agradecida por nossa entrada ser ridiculamente longe quando meu maravilhoso carro andou silenciosamente e suavemente pela rua. Dali eu fui para oeste e logo sai da rua das casas grandes e caras.
Eu nem olhei pelo espelho retrovisor.
Eu nem liguei meu telefone celular. Eu não queria falar com ninguém.
Não, isso não era exatamente verdade. Tinha uma pessoa que eu realmente queria falar. Ela era a única pessoa no mundo que eu tive certeza que não ia olhar para minha Marca e pensar que eu era um monstro ou uma aberração ou uma pessoa horrível.
Como se meu Fusca pudesse ler minha mente ele pareceu virar sozinho na estrada que levava para Muskogee Turnpike e, eventualmente, para o lugar mais maravilhoso do mundo – a fazenda de lavandas da minha Vovó Reneé Redbird.
Diferente do caminho da escola para casa, a viagem de uma hora e meia para a casa da Vovó Reneé Redbird pareceu levar uma eternidade. Quando eu finalmente sai da estrada e entrei na estrada de terra que levava para a casa da Vovó, meu corpo doía ainda mais do que aquela vez que eles contrataram aquele professor maluco de Ed. Física que pensou que deveríamos fazer oito circuitos enquanto ela balançava seu chicote para nós e ria. Ok, então talvez ela não tivesse um chicote, mas ainda sim. Meus músculos doíam pra caramba. Era quase seis horas e o sol finalmente estava começando a se por, mas meus olhos ainda doíam. Na verdade, até mesmo a luz do sol fraca fazia minha pele formigar e ficar estranha. O que me fez ficar feliz foi que era final de Outubro e finalmente tinha ficado frio o suficiente para eu usar meu casaco da Borg Invason 4D (claro, é um Star Trek: Next Generation que eu comprei numa viagem a Vegas, e eu ocasionalmente na época era uma grande fã), o que graças a Deus, cobria quase toda a minha pele. Antes de eu sair do meu Fusca eu procurei no banco traseiro meu velho boné para que ele cobrisse meu rosto do sol.
A casa da minha avó ficava entre campos de flores e era protegido por grandes carvalhos. Foi construída em 1942 pela pedra crua de Oklahoma, com uma confortável varanda e janelas muito grandes. Eu amava essa casa. Só em subir os degraus que levavam para a varanda me fez sentir melhor... segura. Então eu vi o bilhete no lado de fora da porta. Era fácil reconhecer a letra bonita da Vovó Reneé Redbird: Estou no penhasco pegando flores.
Eu toquei o papel com o suave cheiro de lavanda. Ela sempre sabia quando eu iria visitar. Quando eu era criança eu achava isso estranho, mas quando fiquei mais velha eu comecei a apreciar o senso extra que ela tinha. Toda minha vida eu soube que, não importasse o que, eu poderia contar com a Vovó Reneé Redbird.
Durante aqueles primeiros meses horríveis quando mamãe casou com Phill eu acho que eu teria murchado e morrido se não fosse para as escapas todo final de semana para a casa da vovó.
Por um segundo eu considerei entrar (Vovó nunca trancava a porta) e esperar por ela, mas eu precisava ver ela, ter ela me abraçando e me dizer o que minha mãe deveria dizer.
Não fique com medo... vai ficar tudo bem... eu vou fazer tudo ficar bem. Então ao invés de entrar eu encontrei o pequeno caminho por entre o penhasco que me permitiria achar ela e eu o segui, deixando a ponta dos meus dedos passar por entre as plantas mais perto para que enquanto eu andasse elas liberassem um doce cheiro no ar ao meu redor como se estivessem me dando boas vindas.
Parecia que fazia anos desde que eu estive aqui, embora eu soubesse que só faziam 4 semanas. Phill não gostava da vovó. Ele achava que ela era estranha. Eu até o ouvi dizer a mamãe que a vovó era “uma bruxa que iria ser um problema.”
Então um pensamento incrível veio na minha mente enquanto eu parei completamente. Meus pais não controlavam mais o que eu fazia. Eu nunca mais iria viver com eles. Phill não podia mais me dizer o que fazer.
Whoa! Que incrível!
Tão incrível que tive um espasmo de tosse que me fez enrolar os braços ao meu redor, como se eu estivesse tentando segurar meu peito. Eu precisava encontrar Vovó Reneé Redbird, e eu precisava encontrar ela agora.
Notas finais
Esta valendo a pena continuar???
xoxo
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