Hinata
1 Hinata - Editado
Notas iniciais
A bela jovem fitava seu reflexo no espelho de seu quarto, enquanto passava gloss em seus carnudos lábios. O espelho refletia Hinata, corpo escultural,dona de longas madeixas na cor distinta, preto-azulado, a pele alva, os olhos de um perolado único, estes tinham um brilho de determinação, sim, seu mais novo plano, para sair desta vida medíocre, na qual se encontrava, era conquistar o solteiro mais cobiçado de todo o Japão, Uchiha Itachi. Este além de lindo e másculo, era podre de rico, o mais cotado para assumir as Industrias Uchiha.
Como Hinata o conquistaria? Simples, por meio de sua melhor amiga, Haruno Sakura, namorada do irmão mais novo de Itachi, Sasuke.
– Linda — diz Hinata, após terminar de se maquiar. Dá mais uma conferida em seu look, que consistia em, uma saia jeans, evidenciando suas pernas torneadas. Blusa com manga 3/4 de botões branca, destacando os seios fartos da morena.
Sim, Hinata sabia do seu poder de sedução, tinha plena consciência de sua beleza, e os usava como armas para atingir seus objetivos. Isso fazia de Hinata uma vilã? Não. Ela sabia que a vida era feita de oportunidade e estava pronta para agarrá-las, com unhas e dentes.
E mesmo que alguns a julgassem ou a considerassem, vilã. Pouco se importava. Nunca fez questão de ser boazinha. Até mesmo, quando lia livros de romance, se sentia irritada com a fragilidade e Inocência das mocinhas. Sempre preferiu a capacidade de arquitetar planos, e a complexa personalidade dos odiados vilões. Um "bom" vilão e personagens complexos, eram cruciais para uma boa história.
....
O apartamento era modesto, apesar disso era aconchegante. Tinha aquele "ar" de feminino. Haviam dois quartos, um banheiro simples, uma pequena área de serviço, cozinha no estilo americano, fazendo divisa com a sala de estar, o exato lugar onde Kurenai se encontrava.
A Yuuhi, era uma boa mulher. Sempre gentil e solicita. Amava sua filha mais do que tudo. Talvez por isso, fosse tão covarde e medrosa. Preferia o silêncio do que o som da verdade. Mas, o que Kurenai poderia fazer? A morena temia que sua filha a odiasse.
A mulher estava sentada no sofá, concentrada, fitava o anel adornado com uma legítima pérola. Aquela jóia era tão importante, não pelo valor que deveria ter, mas pelo que representava. Estava ligado diretamente ao seu passado e a origem de sua filha.
– Mamãe? — o chamado de sua filha a desperta e Kurenai, guarda rapidamende, o anel.
– Sim, querida! — responde, tentando se recompor.
– Eu vou para faculdade...- Hinata olha para sua mãe e percebe algo diferente — Aconteceu alguma coisa?
– Nada querida, eu só estou um pouco cansada.- era impressionante, Hinata sempre foi muito sensível a este tipo de coisa.
– Hum, sei...- diz totalmente descrente.
Ela tinha certeza que Kurenai escondia algo, mas não iria debater ou perguntar, pois sabia que sua mãe não diria nada... isso não seria impencilho para a morena, descobrir a verdade. Ou não se chamava Yuuhi Hinata.
– Hina, você não vai tomar café da manhã? — Pergunta Kurenai tentando mudar de assunto e, ao mesmo tempo preocupada com a filha. Pois a mais velha, sempre foi uma mãe zelosa.
– Só um suco — a Yuuhi mais velha se levanta e toma a mão da filha, levando-a de frente para o balcão, onde Hinata se senta em um dos bancos.
A perolada olha para seu celular, que tira de dentro da bolsa, falta apenas uma hora, para chegar na faculdade, e lá ela colocará seus planos em prática. Um sorriso maldoso surge em seus lábios.
Kurenai serve a filha e percebe seu sorriso. Seu coração de mãe se aperta, por pensar que sua filha está tramando algo nada bom. Tudo que ela queria era sua menininha de volta. Mas parece ser impossível, depois daquilo...
– Hinata o quê você está pensando?
– Nada demais, apenas pensando que logo logo, nós duas sairemos deste lugarzinho nojento — Hinata responde com a maior naturalidade possível e bebe um pouco do suco.
Hinata não se fazia de rogada e também não era hipócrita, tetestava a pobresa, sim. Qual o problema em querer melhorar de vida? Que mal há, em preferi o dinheiro e todo luxo e conforto, que ele pode proporcionar. Do que se fazer de boazinha e aceitar tudo sempre calada, como a "eterna vítima da situação" ?
– Filha, eu pensei que você tivesse desistido dessa ideia sem cabimento.
O grande problema da relação entre mãe e filha, se resumia ao segredo que Kurenai escondia da filha, além, é claro, da Yuuhi mais velha discordar das intenções de Hinata.
– Sem cabimento...- arqueou uma de suas sobrancelhas perfeitas — sem cabimento é viver nessa pobreza e ter de contar as moedinhas para tudo, mamãe — sua voz saiu amargurada — você pensa que com o salário miserável que você ganha como professora dá para ter uma vida boa — suspirou e continuou um pouco mais branda — E eu não penso só em mim, mas na senhora também... você tem apenas 37 anos e parece mais velha , de tanto trabalhar...
– Hina...- deu a volta no balcão, pôs as mãos nos ombros da filha — eu sei que nós não temos uma vida luxuosa, porém, temos o necessário e o principal, temos uma a outra. E você é tudo para mim, eu te amo.
Kurenai esperava ter colocado um pouco de juízo em sua filha e tinha uma pequena chama de esperança em seu interior, que a sua filhinha voltasse a ser como antes.
– Eu também te amo mamãe... eu tenho que ir.
Hinata amava sua mãe, isso era algo inquestionável, porém, se irritava facilmente com os discursos "politicamente corretos" de Kurenai. Por isso, preferia ir embora.
....
A Universidade Senju, completaria 100 anos em breve. Era muito prestigiada, considerada a melhor de Tóquio, apenas os melhores estudavam ali. E Hinata integrava o quadro de alunos, cursava administração. Era uma das melhores alunas de sua classe, e disso fazia questão, porque se ela queria melhorar de vida tinha de ser muito intelegente e para isso nada melhor do que exercitar sua massa cinzenta, era o que pensava Hinata.
– Hinata-san? — Hinata foi tirada de seus devaneios por Kakashi, o grisalho era um ótimo professor, um pouco exigente e sempre chegava atrasado em suas aulas, entretanto, a característica que mais chamava atenção era seu charme aos 30 anos de idade
– Você fez o trabalho? — A morena tinha se esquecido completamente, esteve tão compenetrada em seus planos. Quando se deu conta a sala estava completamente vazia.
– Não — responde simplesmente.Kakashi fica surpreso, pois Hinata era uma das melhores alunas da classe.
– Talvez você possa abrir uma exceção, não é Kakashi-sensei? Hinata pisca um pouco travessa e maliciosa.
A azulada se levanta ficando próxima ao homem. Passa a ponta de seus dedos pelos braços de Kakashi.
O Hatake engole seco:
– Hinata-san, o que você quer? — ele pergunta, mas sabia exatamente o que iria acontecer.
– Você acha que eu não noto a forma que me olha? — a perolada indaga provocativa. Se aproxima mais do homem, acabando com a distância.
O que a azulada disse, é a mais pura verdade. O professor, olhava Hinata de forma diferente. A olhava com desejo, mesmo sendo "errado" e antiético, ou para alguma pessoas, imoral, o Hatake se sentia atraído por sua bela aluna. Que culpa ele tinha, por não ser imune ao encanto e sedução da Yuuhi?
A jovem o olhava, o olhar sempre era importante, era através dele, que a conquista se iniciava. E o olhar de Hinata, refletia uma leoa pronta para atacar sua presa.
A perolada continua passando suas mãos pelo peitoral do homem até empurrá-lo, para que se sentasse na cadeira ao lado:
Hinata se inclina sobre o Hatake, dando um bela visão de seu decote, o membro do homem já tomava vida dentro da calça. A jovem começa a distribuir beijinhos molhados, em torno do pescoço.
– Por favor, pare! — o professor diz com o último fiapo de consciência.
A risada de Hinata é ouvida por ele:
– Você não me convenceu.
Dito isso, a Yuuhi se ajoelha em frente ao Hatake, abre as pernas do homem e se posiciona ali e abre o zíper da calça que ele usava:
– Alguem pode nos ver — o grisalho diz, entretanto, queria que sua aluna continuasse.
– O perigo sempre torna as coisas mais excitantes — a jovem responde maliciosa.
A azulada enfim, puxa a cueca, expondo o membro ereto e já molhado pela excitação. Começa a masturbá-lo sem dó nem piedade.
Kakashi gemia rouco.
A aluna adiciona sua língua ao trabalho. Sem parar de movimentar suas mãos em torno da circunferência, passa a língua, repetidas vezes na glande, adicionando sua saliva ao líquido do pré-gozo.
O professor via estrelas, este com certeza, foi o melhor boquete que já recebeu na vida.
– Não se faça de durão, eu sei que você quer gozar. Goza logo!!! — a jovem ordena.
– Haaa!!! — e como se estivesse atendendo a ordem da aluna, o grisalho geme alto e libera seu prazer, que é prontamente engolido pela perolada.
A azulada o masturba mais um pouco e passa sua língua atrevida, se certificando de que o pênis do homem, foi totalmente limpo. E ainda guarda dentro da cueca, o mastro do Hatake, que nesse momento, já havia voltado ao normal.
Hinata se levanta:
– Não se preocupe, nada aconteceu.
Realmente, para a Yuuhi, nada havia acontecido. Ela era alguém bem resolvida e sabia o que queria e quando queria. Sentiu-se atraída pelo belo grisalho e viu a oportunidade perfeita de saciar esta "curiosidade".
Com a maior naturalidade do mundo, pega sua bolsa e sai de sala, com apenas o nome de Sakura na cabeça. Já estava na hora de por em prática seus planos.
Deixou um Hatake atorduado para trás. Ele não teve nem tempo de assimilar as coisas.
E era este tipo de sentimento que Hinata causava as suas pessoas. Ela deixava a todos encantados com sua beleza e impressionados com sua personalidade única. Complexa e misteriosa, ninguém sabia realmente quem era Hinata.
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