Heroes Of Sand

10 9 - It's Your Fucking Nightmare Baby


Notas iniciais
Gente,gente *--* cheguei kkkkk Só quero agradecer á TODOS que leem essa coisa tá? Espero estar fazendo uma continuação digna de See a Little Light *--* Agradeço muito a quem deixa reviews e a quem não deixa tbm, mas podem deixar tá? Eu não mordo (só se vocês pedirem ALOKAAAA) kkkk Bom, vamos agitar essa coisa aqui e começar a história de fato certo? Bjs mil avengers e não avengers.. meus leitores e irmãos do twitter, obrigada por tudo ♥ Boa leitura

9 – It’s Your Fucking Nightmare Baby

POV Mário Sullivan

Meus olhos estavam pesados, acordei com muita dor de cabeça e meu estômago revirava. Logo escutei algumas vozes alteradas, eram meus pais brigando de novo. Você nunca ouviria um James e uma Beatriz quererem se matar como agora. De fato a culpa toda era minha. Escutei alguém subir as escadas.

- Que bom que acordou, pode arrumar suas coisas e ir embora! – meu pai gritava e minha mãe estava nervosa

- Ele não vai sair daqui James! Não é expulsando Mário que as coisas vão melhorar!

- Você quer sustentar vagabundo? Ótimo eu não! Dei de tudo pra ele e olha o que eu ganho!

- Para de gritar com ela pai! – eu me levantei e o enfrentei. Ele se aproximou de mim com uma fúria no olhar que nunca tinha visto, pronunciou as palavras mais dolorosas de se ouvir

- Eu não tenho mais filho entendeu? – foi a gota d’água. Peguei uma mochila qualquer e fui colocando todas as minhas coisas dentro. Eu estava com raiva dele, raiva do mundo. Não sei pra onde iria depois, mas naquela casa eu não ficava de jeito nenhum.

- Filho por favor, não escute seu pai. Nós vamos te ajudar querido, confie em nós! – vê-la chorar era mais do que mortal pra mim, era um pesadelo.

- Nessa casa eu não fico! – me aproximei dele – Eu odeio essa sua arrogância, eu odeio você The Rev – eu disse olhando nos olhos azuis de meu pai. Desci as escadas, saí de casa correndo.

Andei pelas ruas com minha mochila pesada nas costas, andei até chegar numa praça. Eu estava perdido e sinceramente, onde eu iria morar? Meu coração estava ferido, meu orgulho também. Ele disse que não tinha filho certo? Pois ele nunca mais vai me ver, eu estava odiando aquele cara.

A única solução foi ligar para Caio e Leana quem sabe eles me ajudariam. Disquei o número deles.

- Alô?

- Caio? Sou eu Mário, preciso de ajuda cara...

POV Jimmy

Meu coração estava no mínimo destruído, não sabia mais como suportar. Uma vida inteira estava prestes a ser destruída.

- Você acha que expulsando Mário de casa as coisas vão melhorar? Ele vai ficar nas ruas como um marginal? Já pensou no que pode acontecer com ele? – Bia chorava. Tentei abraçá-la, mas ela recuou

- Por favor eu...

- Você realmente conseguiu ter o ódio do seu filho! Eu não vou ficar aqui parada enquanto o mundo engole o Mário por ai!

- Onde você vai?

- Não fico nessa casa nenhum minuto – Bia foi até nosso quarto e começou a arrumar as malas

- Você vai embora? – as lágrimas vieram sem que eu percebesse

- Vou pedir para ficar na casa da Rô até que eu consiga trazer meu filho de volta e sabe por quê? Porque eu não desisto de quem eu amo. Ele errou sim, mas eu vou lutar pra ajudá-lo, fazer o que você não fez! – ela gritou, eu segurei seu braço impedindo que ela fosse

- Você vai jogar tudo fora por causa daquele moleque? Ele não é mais nosso filho Bia, será que não entende? Eu te amo e sem você eu não vou conseguir... – ela tocou meu rosto

- Só Deus sabe o tamanho do meu amor por você Jimmy, mas é como uma missão, não posso deixar Mário sozinho! Nós prometemos que iríamos protegê-lo... – ela me abraçou e beijou meus lábios – Eu te amo e... – recuei.

- Se me amasse não iria me deixar aqui, mas se você quer ir atrás dele, vai em frente! Só não conte comigo pra nada – eu disse amargurado, virei de costas pra ela

- Claro James, eu não estava esperando nada de você mesmo... – ela desceu as escadas e saiu. Acho que ela levou no mínimo toda minha alegria. Sentei na ponta da cama e comecei a chorar. O retrato com ela e Mário olhavam pra mim, a tristeza tomava conta de mim, eu sabia que agora estava sozinho, sem a mulher que eu amo e sem meu filho.

- Oi Rev... – Brian entrou no quarto

- Oi... – tentei esconder meu rosto inchado, mas era em vão

- Fica tranqüilo que vamos trazê-los de volta. Bia tem razão cara, você errou em expulsar o mini Rev, agora o garoto vai procurar aquele viado e aquela puta da Leana sabia?

- Eu... Não tinha pensado nisso

- Claro, você nunca pensa! Rev, você não pode perder sua mulher e seu filho pra eles entendeu? Vai precisar da nossa ajuda mais uma vez – Brian sentou-se ao meu lado, logo todos subiram para meu quarto.

- E nós vamos te ajudar quer queira ou não – Lorena disse

- Se aquela Leana acha que depois de 17 anos vai ganhar de nós ela tá muito enganada! Eu vou matar aquela puta

- Calma Diego! – Kamily disse – Rev precisa de nós e o Mário também!

- Eu não conheço essa aí, mas to com uma vontade danada de socar ela! Por onde começamos? – Paloma ficou á minha frente

- Começamos? O que? – perguntei

- Ah seu burro, por onde começamos com o plano? Plano de trazer sua família de volta né – Carol respondeu.

Sorri, era isso mesmo? Depois de 17 anos eu teria que voltar a me meter em encrencas?

- Na boa, eu estou um pouco velho pra isso – respondi

- Está no auge dos 37 anos amigo! Nós estamos – Brian me animou – Não vamos deixar aqueles vermes pegarem o mini Rev certo? – Logo lembrei- me daqueles pensamentos que tive, de que a história nunca termina, ela se repete. E parece que se repetira mais rápido do que eu gostaria.

- Certo, vocês querem um plano né?

- Sim! – eles responderam juntos. Enxuguei minhas lágrimas, prometi que não choraria mais, agora seria uma guerra, uma guerra que eu não iria perder. Iria conquistar a vitória, reconquistar minha mulher e salvar meu filho, nem que eu morresse por isso.

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- Entre Mário! – a mulher sorria com satisfação enquanto conduzia sua caça para dentro – Fique a vontade querido

- Meu pai me expulsou de casa e não tenho pra onde ir

- Não se preocupe Mário, iremos ajudar você tá? Pode confiar em nós! – Não, ele não podia confiar neles. Mas como mostrar á uma criança a quem deve seguir? Ele realmente confiou e sua vida mudou daquele dia em diante, abandonara seus amigos, sua escola, sua família. Mário Sullivan começara uma nova etapa em sua vida, a etapa da rebeldia, das drogas, dos assaltos, das orgias e de tudo que pode ser condenável.

Seu pesadelo começara agora, mas para ele ainda era o paraíso, por enquanto.

Notas finais
Gostaram pessoal? espero que sim *--* me digam se tiver bom ou se tive ruma droga kkkk bjão gente