Notas iniciais
Trazendo mais um capítulo pra vocês. Esse capítulo está em minha opinião bom, mas escrevi um melhor amanhã que deve ser postado daqui dois ou três capítulos (alguém pode acabar chorando). Queria dizer que cometi um pequeno erro de parentesco que ja fora arrumado. Eu tinha colocado que a Calliz era prima da Pansy e Astoria, mas na verdade é da Daphnee e Astoria. Como sempre queria agradecer pelos comentários, mensagens privadas e no watsapp. É muito bom ter o apoio de vocês e receber seus comentários. LEIAM AS NOTAS FINAIS É IMPORTANTE!

Acordei cedo sentindo meu corpo pesado. A noite anterior fora cansativa, mas muito bem utilizada. Fiz os meus exercícios e absorvi um pouco da energia de meus colegas. Tomei algumas gotas de minha poção vital pra controlar minha ”Fome” e restaurar o meu vigor físico. Sai para correr encontrando Lilith se aquecendo na entrada do castelo.

– Acordou cedo – disse sorrindo correndo no mesmo lugar.

– Você disse que acordaria cedo pra correr – dissera ela com simplicidade parecendo um pouco sonolenta.

– Tudo bem. Vamos fazer um trajeto curto antes de voltar – disse sorrindo. Eu não via problema em apenas hoje correr um pouco menos que o normal.

– Não vai comer poeira – dissera Lilith correndo na minha frente. Comecei a correr, mas deixando ela ir na frente.

– “Como se eu fosse querer perder essa vista”— pensei apreciando a “passagem” (ainda sou um garoto apesar de tudo).

Voltamos depois de um tempo rindo com Lilith parecendo exausta tendo que se escorar em mim. Pra alguém que parece cuidar de sua forma como ela eu esperava que ela aguentasse um pouco mais... na verdade a expressão dela era de quem estava com dor, mas ela negava e sorria dizendo ser cansaço. Eu não acreditei naquilo nem por um segundo, mas não iria pressioná-la. Se ela queria bancar a forte eu iria respeitar sua vontade. Por enquanto.

Depois de tomar devidamente meu banho e me trocar sai de meu quarto indo para o salão comunal encontrando Lilith e Calliz quase se engalfinhando – dão trabalho essas duas. Separei as duas e segui com elas para o salão principal nos sentando em um lugar especial que desse para ver todos que entravam. Como ainda estava cedo não tinha ninguém, mas pelos gritos vindos do castelo os outros alunos já tinham despertado. Olhei na direção da mesa dos professores que pareciam preocupados com os gritos, mas logo entenderam o motivo. Vários alunos de diferentes casas de Hogwarts entraram correndo desesperados. Muitos garotos estavam tentando esconder os cabelos da mesma forma que as garotas, mas tiveram que mostrar para os professores os fazendo se assustarem ao verem os garotos estando com cabelos rosa com bolinhas amarelas e as garotas com os cabelos azuis claros com bolinhas laranja. O salão principal se enchera de alunos vitimas dos cabelos coloridos, mas nem todos estavam daquele jeito. Muitos alunos da Sonserina e alguns alunos de outras casas também estavam normais – assim não teria como suspeitarem dos responsáveis.

Eu e as meninas riamos muito junto com os alunos que não foram vitimas dos que foram. Muitos deles estavam tão envergonhados que suas faces estavam vermelhas dando mais uma cor para seus shows, mas ainda não tinha acabado. O Ferrugem adentrara o salão principal sendo puxado por uma Hermione (normal) e um Harry com cabelos rosa com bolinhas amarelas. O ferrugem estava com um cabelo blackpower rosa enorme, seus rosto estava pintado de branco, seu nariz vermelho como sua boca, tinha olheiras roxas com grandes cílios e um pouco de vermelho em cada bochecha como um palhaço. Em seguida adentrara Hagrid que tinha o mesmo blackpower e pinturas do Weasley, mas sua barba estava multicolorida parecendo um arco-íris. Eu não conseguia segurar meu riso mais passando a gargalhar alto e as meninas também riam – e como seus risos eram gostosos de se ouvir.

Os professores tentavam acalmar os alunos desesperados sem obter sucesso algum. Olhei para o tio... diretor que me olhava dando um leve sorriso discreto antes de fazer todos se acalmarem.

– Estaremos investigando o que causara toda essa situação. Por hora me vejo obrigado a pedir que tomem seus cafés da manhã e sigam para suas aulas. Estaremos chamando grupos para solucionar o problema então peço sua paciência e colaboração – dissera o diretor com seriedade.

Quero ver descobrirem o que fizemos. Nós não deixamos nenhum rasto e quem foi de dormitório em dormitório fora Raijuu em sua forma de rato pelos buracos nas paredes. Ele aplicara apenas uma gotinha em cada pessoa de uma poção que demos para ele que causara toda aquela loucura – no ferrugem e em Hagrid fora mais de uma. Terminei meu café da manhã e já estava me levantando quando vi Flint se aproximando tendo um grande blackpower rosa e o rosto pintado parecendo um palhaço. Ele vinha na minha direção furioso.

– Foi você não foi? Você que fez isso comigo! – dissera furioso.

– Já disse que não entendo o que trasgos dizem, mas parece que está me acusando de algo. Tem alguma prova? – perguntei arqueando uma sobrancelha.

– É muita coincidência isso tudo acontecer logo quando um warlock veio pra Hogwarts! – dissera Flint em voz alta fazendo o salão ficar em silencio.

– Fique quieto enquanto pode... – disse entre dentes.

– O que foi? Tem medo que todos saibam que você era um aborto? Ou talvez que a única forma de um aborto obter poderes mágicos é os roubando de alguém que os possua o matando? – perguntara Flint dando um sorriso grotesco com aqueles dentes nojentos dele.

– Matei um dementador não por poder e sim pra salvar minha mãe, cretino – disse irritado fazendo varias jarras explodirem.

– Sua mãe? A que chacinou a própria família? – perguntara Flint maldosamente.

– Acaba de cometer seu pior erro, trasgo – disse estreitando os olhos fazendo eles ficarem totalmente negros. Os alunos mais próximos que viram aquilo se afastaram assustados e o trago tentara pegar sua varinha, mas já era tarde ele estava sendo arremessado pelo salão principal por uma força invisível.

Vi que os outros warlocks já vinham se aproximando, mas disse mentalmente para pararem. Não tinha porque revelar a identidade deles e fazer de suas vidas um inferno junto comigo. Esse era o jeito Sonserina de fazer as coisas. Sacrificar o individuo pelo grupo não o grupo se sacrificar pelo individuo. Se alguém teria que sofrer que fosse eu sozinho.

O trago se erguera cambaleando apontando sua varinha na minha direção e eu ergui a minha na direção dele. Eu esperava realmente que ele estivesse pronto para aceitar o inimigo que conquistara.

– Vocês dois parem agora mesmo – dissera a professora McGonagall se aproximando – sinceramente não esperava esse tipo de atitude de dois alunos em pleno salão principal. Menos vinte pontos para cada um.

– Mas professora esse warlock... – dizia Flin até ser interrompido pela professora.

– Tem o mesmo direito de estudar aqui que o senhor. Se vocês trouxessem vergonha para minha casa da forma que fizeram eu iria... – dizia a professora McGonagall parecendo muito possessa.

– Mas não trouxeram para a sua. Fora para minha casa – dissera uma voz atrás de mim fazendo eu gelar na hora. Me virei vendo o professor Snape e ele não parecia muito feliz.

– Os dois terão detenções severas isso eu posso garantir. Começando hoje as seis horas em meu escritório– dissera o professor com um olhar de puro desprezo para nós dois – agora se já terminaram seu show sugiro que vão para suas salas de aula antes que prejudiquem mais ainda a Sonserina.

Olhei ao redor vendo rosto de aluno ainda me olhando assustados. Se para as crianças trouxas o bicho-papão era seu pior pesadelo para os bruxos eram os warlocks. Olhei para Calliz e Lilith que me olhavam com expressões de choque e surpresa, depois para Hermione que estava com os olhos arregalados. Peguei meu material e sai de cabeça erguida fazendo meus olhos voltarem ao normal.

A primeira aula do dia fora um tanto... silenciosa. Os demais alunos estavam mais quietos que o normal me olhando apavorados como se eu fosse ataca-los a qualquer momento. Tentei aproveitar a aula de historia da magia para recuperar alguns pontos já que o resto dos alunos estavam em silencio. A pessoa que estava ao meu lado era a Lilith, mas ela estava em silencio a aula inteira. Não sei se a reação dela era por medo ou por estar atrapalhada com os livros e idioma.

A aula seguinte fora herbologia o qual fiz dupla com Calliz que fazia anotações e tirava duvidas com a professora parecendo muito concentrada. Aproveitei novamente para tentar conseguir alguns pontos e até consegui, mas percebi que herbologia não era minha matéria preferida. Pelo menos comparado com as outras matérias herbologia deixava a desejar.

Quando sai da estufa de herbologia vi Daphne e Astoria Greengrass levando Calliz pelas mãos com pressa, mas nem tive tempo de assimilar aquilo porque bati de frente com uma enorme parede de carne com barba multicolorida, cabelos blackpower rosa e o rosto pintado como o de um palhaço. Olhei para o enorme Hagrid na minha frente e só tinha uma coisa que passava pela minha cabeça “To morto, to morto, to morto...”.

– Eu... queria falar com você... Anthony – dizia Hagrid parecendo nervoso, não faço ideia com o rosto dele todo pintado.

– Ham... olha sobre isso... eu... – comecei a dizer procurando uma forma de me desculpar sem ele quebrar meu pescoço pela brincadeira.

– Então... eu tinha bebido demais. Sinto muito pela forma como lhe tratei... você se parece muito com seu pai quando mais jovem – dissera Hagrid parecendo pouco a vontade. Então finalmente entendi o que ele queria e pude respirar aliviado.

– Pareço, mas sou mais bonito – disse sorrindo.

– Isso eu já não sei. Sobre o que acontecera no salão principal... de tempo ao tempo. As coisas iram se acertar – dissera Hagrid dando um leve sorriso.

– Talvez. Bom tenho que ir almoçar agora – disse me virando pra ir embora , mas um pensamento passara pela minha cabeça – Hagrid foi mal pela brincadeira você não fica bem de blackpower rosa. Quem sabe azul na próxima vez – e sai correndo rindo.

– O que? Como assi... BLAAAAAACK!

Entrei na sala precisa vendo os outros warlocks já me esperando sentados em sofás. Eles não pareciam muito felizes. Me sentei em uma poltrona vaga e olhei para eles. Olhei demoradamente para eles e virei os olhos já imaginando o que viria pela frente.

– “Nem comecem. Se foi pra isso que me incomodaram pra nos reunirmos antes do almoço esqueçam”— disse mentalmente fazendo Izzy cruzar os braços mal humorada.

– “Na Grifinoria todo mundo está com medo e falando mal de você” – dissera Izzy mentalmente.

– “Por que não deixou a gente fazer algo?”— perguntara Dougg com seriedade olhando para mim.

– “Não tem porque vocês passarem por isso. Eu sou o líder. Então devo suportar esses tipo de coisa uma hora ou outra”— disse com tranquilidade.

– “Não é justo você passar por isso sozinho”— dissera Ric irritado ficando com os cabelos vermelhos.

– “Não, injusto seria fazer vocês sofrerem se pode ser evitado. Eu prefiro me sacrificar pelo grupo e passar por isso sozinho do que arrastar vocês comigo”— disse olhando com seriedade para os demais.

– “Mas... todos estão falando mal de você... passar por isso sozinho... parece triste”— dissera Matthew Romanne. Matt cabelos ruivos (as vezes desconfiava que ele era um Weasley) ondulados e curtos, olhos castanho-esverdeado, pele levemente bronzeada, lábios rosados naturalmente, o superior um pouco mais fino que o inferior, nariz reto e pequeno, sardas no nariz e bochechas, sobrancelhas medianas (não muito grossa nem fina) e arqueadas, usa óculos de leitura o tempo todo por gosto, não necessidade e era um pouco atlético pra sua idade. Ele era um bom garoto sendo o mais novo do grupo tendo apenas dez anos. Ele fora órfão até ser adotado pela diretora do orfanado que vivia. Ele era muito ligado as outras crianças do orfanato por isso eu já imaginava pra qual casa ele iria antes mesmo do chapéu seletor dizer. Sorri para ele.

– “Como o esperado de um lufano você é muito leal, Matt. Mas minha opinião não ira mudar. Esse é um fardo que irei carregar sozinho”— disse com seriedade olhando para todos mostrando que eu não mudaria de ideia – “Fico feliz que tenha ido pra casa certa”.

– “E você na casa errada...”— resmungara Matt.

– “Tudo bem, Tony. Você é o chefe, mas deixo claro que também sou contra. Você... você é nosso irmão, cara”— dissera Thomas Jackson (Tom) mostrando sinceridade em suas palavras. Ele tinha pele clara, olhos azuis, cabelos pretos, estatura mediana. Ele era americano por isso tinha um pouco de sotaque. Eu sei um pouco sobre o passado dele sendo que ele fora criado a vida toda pela mãe, mas ainda tenho um pouco de descrença sobre o pai dele. Apesar de tudo ele era um cara legal serio, estudioso e observador como todo Corvinal.

– “Eu sei. Deixando meus problemas de lado e já sabendo que todos estão muito bem em suas casas vamos falar sobre o que temos para o Halloweem afinal essa é uma festividade muito importante para os warlocks”— disse sorrindo vendo Matt e Izzy sorrirem. Não tinha porque falar disso antes porque ainda tem tempo até o Hallowem, mas era bom ter algo com o que distrair a cabeça deles.

– “Serio!?”— perguntaram os dois animados.

– “Pra nós é tanto quanto o natal. Eu tenho que conversar com o diretor pra ele permitir que saiamos do castelo antes da meia noite pra comemorar a data e nos reunir com nossos antecessores, recebermos e compartilharmos presentes”— disse sorrindo vendo os demais começando a ficarem animais.

– “Se o diretor não deixar a gente sair vai ser muito legal ver um monte de fantasmas warlocks assustando os alunos”— dissera Ric parecendo se divertir com a ideia.

– “Mas Tony... eu não tenho onde comprar presente e muito menos pra todo mundo”— dissera Matt abaixando a cabeça.

– “Não é esse tipo de presentes. Vamos compartilhar conhecimentos e magias. Cada warlock tem um poder próprio que é compartilhado com a comunidade. O poder recebido pelos demais não é tão forte quanto do portador original, mas é um símbolo de igualdade entre os membros do grupo até mesmo eu”— disse sorrindo.

– “Incrível. Quer dizer que eu vou poder me transformar no que quiser como o Ric?”— perguntara Izzy animada.

– “Eu não me transformo a vontade”— resmungara Ric.

– “Não isso vai levar tempo. Você terá que cultivar o presente que recebera e o fortalecer. Alem disso não são todos que vão poder compartilhar algum poder é preciso domina-lo primeiro. Mas também vamos ouvir historias dos antigos, dançar ao redor da fogueira e beber uma bebida especial que eu vou preparar substituindo o hidromel já que ainda somos menores”— disse vendo os garotos ficarem desapontados.

– “Tão chato. Tinha que ser hidromel como se deve” — dissera Ric recebendo um beliscão de Izzy.

– “Não com a Izzy e o Matt junto” — disse sorrindo vendo os dois fechando a cara.

– “Ah esses mascotes são muito novos mesmo”— dissera Ric em tom de deboche recebendo mais um beliscão de Izzy.

– “Você é muito novo pra beber também!”— dissera ela rindo da expressão dele esfregando o local beliscado.

– “Bom eu vou providenciar as bebidas, oferendas e roupas, mas vou precisar de ajuda de vocês três para preparar o local”— disse apontando pra Ric, Dougg e Tom que assentiram.

– “Hei e nós?”— se queixara Matt.

– “Vocês vão garantir que os elfos domésticos da cozinha fação coisas especiais pra gente” — disse sorrindo vendo os dois assentirem. Era algo mais leve, mas o esperado pros mais novos fazerem (não é como se eles fossem carregar a comida).

– “O bom que por sermos um grupo pequeno todos poderão receber pelo menos uma magia. Antigamente, séculos atrás apenas na comemoração do dia de todos os santos o ritual de compartilhamento era permitido. Fora dessa época era preciso que um warlock...”— dizia até me tocar de uma coisa muito importante passando a ouvir uma risada em minha mente. O Void era um babaca.

– “Um warlock?”— perguntara Izzy arqueando uma sobrancelha.

– “Um warlock especial ajudasse no compartilhamento. Os warlocks compartilhavam magias com a ajuda desse warlock de graça ou as vendiam. Claro que até pro ritual de compartilhamento tem um numero limite de pessoas por compartilhamento. Por isso esse warlock especial era necessário quando alguém queria uma habilidade que não conseguira nas festividades. Os bruxos normais tinham grande medo dos warlocks por causa do ritual de compartilhamento. Mesmo que tivesse um limite de quantas habilidades pudéssemos receber durante nossa vida elas nos tornavam muito poderosos. Penas que com a caça aos warlocks muitas magias incríveis se perderam” — disse com pesar conhecendo apenas as historias das magias que Void dissera que meu eu monstruoso do futuro conseguira recriar.

– “Não tem nenhum jeito de recuperá-las?”— perguntara Matt parecendo desapontado. Para warlocks poder era algo precioso perdendo apenas para a própria família.

– “Quem sabe um de nossos antecessores não nos da algumas magias perdidas de presentes?”— perguntei piscando Matt e Izzy os fazendo sorrirem.

– “Certo... mas você ira conseguir convencer o diretor?”— perguntara Tom com seriedade.

– “Claro ou trago os fantasmas warlocks para cá!”— disse dando um sorriso de canto fazendo Tom balançar a cabeça em desaprovação sorrindo – “Certo temos algum tempo até o Hallowem então não se preocupem, estudem muito, não absorvam energia demais de ninguém e comportem-se. Vamos sair com alguns minutos de diferença. Saiam em duplas já que temos dois lufanos e dois corvinais. Izzy saia depois de mim, mas espere um pouco”— disse me levantando.

Quando cheguei ao salão principal vi um grupinho de garotos e garotas da Sonserina ao redor de Lilith. Eles olhavam pra mim como se eu fosse um inimigo que estavam dispostos a enfrentar para protegê-la. Calliz estava sentada junto da chata de sua prima enquanto massageava as têmporas – eu também ficaria com dor de cabeça se ouvisse aquela voz irritante por tempo demais. Me sentei um pouco afastado pegando um livro de historia sobre magias pelo mundo. Eu estava atualmente interessado sobre as magias marciais, mas infelizmente Hogwarts não a ensina. O local mais perto para aprender magia marcial seria em Durmstrang, mas por hora eu tinha que me contentar com o que Hogwarts podia me oferecer – o que podia ser bem mais.

Entrei na sala de transfiguração um pouco depois do que eu queria. Meus planos era entrar a tempo de escolher onde sentar, mas o livro me distraiu. Se ele pudesse falar tenho certeza que pediria para eu ficar mais e ver onde ia dar, mas infelizmente não podia. Quando olhei pela sala vi que Lilith estava sentada com um cara que parecia babar em cima dela. Calliz com sua prima chata – a com voz de vitrola não a Astoria (até que essa é bonita). Procurei um lugar pra sentar e fui para o único lugar vago que pra minha infelicidade era logo com o Ric – se ele falar da minha prima eu não respondo por mim.

– “Não me cumprimente” — disse mentalmente antes que ele fizesse – “olhe para frente e finja não querer conversar comigo”.

– “É serio isso? Tony você não é só o senhor de nossa geração é meu irmão” — dissera Ric mentalmente parecendo magoado abaixando a cabeça. O laço que unia os warlocks era parecido com o de sangue. Nós sentíamos como irmãos mais até do que se fossemos filhos dos mesmo pais.

– “É minha escolha. A respeite. E também não é como se não pudéssemos conversar, não é? “— perguntei dando um sorriso de canto olhando para meu livro fingindo ler.

– “Não parece a mesma coisa. Parece que estamos nos escondendo. Não gosto de usar nossa ligação pra conversar as escondidas, parece um desrespeito a ela” — dissera Ric olhando para frente com uma expressão seria o que era raro nele. Na verdade ele geralmente da mesma forma que eu era bom em vestir mascaras para esconder o que sentia.

– “Eu sei, irmão. Eu sei. Apenas aceite isso por enquanto. Não quero arranjar problemas pra vocês. Vocês, minha mãe e a Tonks são minha família e apenas estou querendo protege-los”— disse com seriedade.

– “Tudo bem. Mas pode deixar que a Tonks eu protejo quando a gente... “— dizia Ric dando um sorriso zombeteiro recebendo um pisão no pé pra largar mão de ser idiota.

– Mala...— resmunguei o fazendo sorrir enquanto segurava o pé por de baixo da carteira.

– Boa tarde aluno – dissera a professora McGonagall entrando na sala – hoje iniciaremos nosso ano letivo falando sobre metamorfomagos e animagos. Alguém pode falar sobre esses dois? – perguntara a professora o que fizera eu e mais alguns levantarmos as mão. A professora me olhara com curiosidade por um momento antes de sinalizar para que eu respondesse. Por algum motivo os professores tendem a acreditar que eu não sei responder suas perguntas.

– Um metamorfomago nasce com o poder de transformar seu corpo sem o uso de varinhas, feitiços ou poções. Já um animago é alguém que desenvolvera o poder de se transformar em um único determinado animal através de um processo perigoso. Por ser muito perigoso o ministério costuma monitorar o experimento para garantir que o bruxo não morra. Mesmo assim são pouco os animagos nos dias de hoje – disse vendo a professora dar um leve sorriso.

– Muito bem. Aqui em nossa sala temos o Sr. Fudge que tem habilidades como metamorfomago e eu que sou uma animaga – dissera a professora de pé ao lado de sua mesa se transformando em uma gata em cima de sua mesa fazendo todos baterem palmas antes dela voltar ao normal apontando sua varinha para o quatro fazendo o giz escrever sobre o que havia dito, o numero da pagina do livro que deveríamos abrir e mais informações.

A aula de transfiguração se encerrara de forma tranquila. Como o esperado teve pouca pratica e muito texto eu preferia isso a herbologia. Segui para a próxima aula que seria de DCAT (Defesa Contra Arte das Trevas) com o professor Lupin. Entrei na sala e me sentei conferindo se meus livros estavam todos certo. Estava sendo incomodo andar com tantos livros ao mesmo tempo. Eu teria que praticar o feitiço indetectável de expansão. Ele era muito, muito complicado, mas me ajudaria a levar quantos livros eu quisesse de um lado para o outro sem me preocupar com o peso. Peguei meu livro “Teorias magicas numéricas e suas aplicações” e comecei a lê lo. Seria incrível se aquelas teorias fossem usadas para inovar a magia. Quero dizer a tanto que poderia se fazer pra melhorar a vida dos bruxos e modernizar as ferramentas bruxas. Os bruxos eram tão antiquados que ainda tinham foto em preto e branco e os meios de comunicação mais avançados são jornal (preto e branco) e rádios.

– Sr. Black. Você está me ouvindo? – perguntara o professor abaixando meu livro com a mão esquerda sorrindo gentilmente pra mim.

– Desculpe, professor. Acabei me distraindo um pouco – disse vendo o professor pegar o livro e olhar o titulo na capa.

– Leitura um tanto pesada para um aluno do terceiro ano não acha? – perguntara o professor abrindo o livro na pagina que deixei marcada e vendo o conteúdo.

– Nem tanto. Como eu já domino um pouco a aritmancia e eu tive aulas em uma turma avançada de cálculos fica um pouco mais fácil entender o que o livro quer dizer – disse recebendo meu livro de volta.

– Igual a Marlene — resmungara o professor Lupin antes de voltar para a frente da sala e se voltar para a turma – Como já tinha dito. Por favor guardem todos os livros de volta nas mochilas. Hoje teremos uma aula prática. Os senhores só vão precisar das varinhas.

Seguimos o professor até a sala dos professore, uma sala ampla, revestida com painéis de madeira e mobilada com moveis de escritório velhos amontoados em um canto. Tendo apenas como destaque um armário estranho que parecia ter alguma coisa dentro parecendo muito revoltada.

– Fiquem calmos é apenas um simples bicho-papão dissera o professor se colocando ao lado do armário – metade da turma era de Sonserinos, mas nem assim o comentário do professor os deixara calmos. Já os alunos da Lufa-lufa estavam quase tendo um treco – Bichos-papões gostam de lugares escuros e fechados. Guarda-roupas, o vão embaixo das camas, os armários sob as pias... Eu já encontrei um alojado dentro de um relógio de parede antigo. Agora alguém pode me responder o que é um bicho-papão? Black?

– Um transmorfo, senhor. Ele pode assumir a aparência do maior medo de sua vitima usando esse medo para atacá-la – disse vendo o professor assentir.

– Exatamente. Então o bicho-papão está preso ai dentro e ainda não sabe qual é o nosso medo. Nesse momento temos uma enorme vantagem sobre o bicho-papão para começar. Você já sabe qual é, Black? – perguntara o professor e olhando com expectativa.

– Que estamos em maior numero. Assim ele não consegue assumir a forma de nossos medos – disse vendo o professor assentir.

– Muito bem, Black. É sempre melhor estarmos acompanhados quando enfrentamos um bicho-papão. Assim, ele se confunde. No que deverá se transformar, num corpo sem cabeça ou numa lesma carnívora? Uma vez vi um bicho-papão cometer exatamente este erro, tentou assustar duas pessoas e se transformou em meia lesma. O que, nem de longe, pode assustar alguém dizia o professor parando na frente do armário.

“O feitiço que repele um bicho-papão é simples, mas exige concentração. Vejam, a coisa que realmente acaba com um bicho-papão é o riso. Então o que precisam fazer é forçá-lo a assumir uma forma que vocês achem engraçada. Vamos praticar o feitiço com as varinhas primeiro. Repitam comigo, por favor... riddikulus!”

– Riddikulus! – repetiu a turma.

– Ótimo! Agora irei precisar de um voluntário ou voluntaria – dissera o professor vendo vários alunos levantarem as mãos – você Srta. Valentine – dissera o professor apontando para Marie Claire Valentine. Eu não tinha percebido ela até o momento. Na verdade eu não sabia que ela era da Corvinal.

Mari se aproximara um pouco hesitante e não a culpo. Se o professor solta-se o bicho-papão ele assumiria a forma do maior medo dela e isso não parecia muito legal.

– Srta. Valentine eu quero que imagine o seu maior medo, Consegue imagina-lo? – perguntara o professor olhando para Mari que parecera não gostar da ideia – Agora eu quero que imagine essa coisa da qual tem medo se transformando em algo engraçado. Consegue fazer isso?

– Sim – dissera Marie respirando fundo.

– Tudo bem quando eu soltar o bicho-papão ele vai assumir a forma do seu medo. O que eu quero que faça é apontar sua varinha, se concentrar em algo engraçado e dizer “riddikulus”. Certo? – perguntara o professor com a mão na maçaneta da porta do armário.

– C-Certo – dissera Mari segurando sua varinha.

Não consegui evitar pensar no que eu mais tinha medo. Não tinha como eu pensar no famoso você-sabe-quem porque nunca o vi de verdade nem nada do gênero. Então pensei em perder minha mãe, Tonks e meus warlocks. Esse pensamento realmente mexera comigo, mas eu ainda temia algo muito pior...

– Todos prontos? – perguntara Vendo todos recuarem exceto Marie que não parecia nada, nada feliz de frente para aquele armário estando separado dele apenas três metros dele.

O professor Lupin abrira a porta do armário de dele sairá um fantasma... uma fantasma azulada com longos cabelos claros, uma expressão sofrida, usando um longo vestido machado provavelmente de sangue.

– EU MENTI PRA VOCÊ, MARIE! EU MENTI PRA VOCÊ, MARIE! EU MENTI PRA VOCÊ, MARIE! – gritava o fantasma avançando na direção de Marie que mesmo tremendo muito erguera sua varinha na direção do fantasma.

– R-Riddikulus- dissera Marie fazendo a mulher fantasma se tornar uma fantasia de fantasma com o formado de um lençol com buracos para os olhos e para a boca. Ele dança colocando a língua pra fora dizendo “Era verdade, Era verdade”.

– Muito bem Valentine. Quem quer ser o próximo? – perguntara Lupin vendo todos erguerem as mãos. O professor sorrira para a turma de forma satisfeita – Muito bem formem um fila. Jackson. Avante

Tom tomara a frente e o bicho papão se transformara em areia movediça. Tom respirara fundo e dissera “Riddikulus” fazendo a areia movediça tomar a forma de um grande boneco risonho. A risada era tão estranha e tão engraçada que todos acabaram rindo junto.

Em seguida um por um os alunos foram indo sobrando na fila apenas Dougg, Lilith, Caliz e eu. Quando vi que Dougg seria o próximo fiquei um pouco apreensivo. Eu conhecia o passado dele bem demais pra ficar tranquilo. O bicho-papão então tomara a forma do próprio Dougg de joelho chorando em frente a uma varinha quebrada repetindo interminavelmente “Não consigo fazer magia. Não devia estar aqui. Sou indigno”. Aquelas palavras ditas pelo bicho-papão transformado no Dougg devem ter sido como um soco no estomago do rapaz. Ele tinha medo de perder os poderes que conseguira depois de tanto tempo e voltar a sofrer o que sofria nas mãos de seus pais. Mesmo parecendo muito pálido Dougg conseguira usar o feitiço fazendo o bicho-papão assumir a forma de Hagrid com blackpower rosa e barba multicolorida.

A próxima fora Lilith que não parecia nada feliz em ser sua vez. Quando o bicho-papão se transformara eu entendi o porque. O bicho-papão assumira a forma da própria Lilith usando uma camisa de força com correntes pelo corpo a acorrentando ao chão. Ela se debatia e gritava parecendo completamente insana. Lilith parecera prestes a desmaiar vendo aquela cena, mas logo se recuperara apontando sua varinha para sua copia insana a fazendo tomar a forma de uma dançarina atrapalhada que caia, rasgava o próprio vestido por acidente e só falava asneiras.

Depois fora a vez Calliz que se posicionara e quase gritara de horror ao ver no que o bicho-papão se transformara. Primeiro tinha um rapaz parecido com Calliz com a garganta estraçalhada e sem os olhos. Abraçado ao rapaz tinha um garotinho com os olhos embranquecidos tendo um buco nada bonito em suas costas. Calliz erguera sua varinha tremendo e fizera o feitiço fazendo o bicho-papão assumir a forma dos dois que estavam caídos mortos, mas dessa fez vestidos de Elvis cantando e dançando ridiculamente.

Então chegara a minha vez. Infelizmente me posicionei na frente do bicho-papão que ainda tinha a forma daqueles dois cantando e dançando. Eles pararam olhando de uma forma muito assustadora para mim e se transformaram. Inicialmente a forma que eles tomaram era exatamente a minha segurando a mesma varinha, mas sorrindo maldosamente tendo um olhar assustador. Nunca pensei que eu pudesse ter um olhar como aquele quando meus olhos ficavam negros. Do corpo da minha copia começara a brotar uma nevoa negra o cobrindo enquanto flutuava. As luzes da sala enfraqueceram enquanto ele flutuava. As janelas começaram a bater e sussurros eram ouvidos por todos os lados como se fossem suas vitimas pedindo misericórdia. A nevoa dera lugar a um manto completamente negro, mas minha copia estava fisicamente diferente. Minha copia era mais velhos, alto, esquelético tendo uma pele tão fina que parecia ser plástico cobrindo um esqueleto. Seu rosto era totalmente branco, seus lábios quase não existiam, seus dentes eram afiados e amarelados, sua cabeça era completamente careca tendo em sua testa uma dezena de estrelas negras tatuadas formando uma linha dando a volta em sua cabeça como uma coroa feita de estrelas de seis pontos negras. O mais assustador eram os olhos tendo chamas negras e roxas no lugar. Ele tinha uma olhar de pura maldade. Ele erguera sua mão direita em minha direção.

Antes que o professor tivesse tempo de reagir eu já tinha sido tirado do chão sendo segurado pelo pescoço pelas mãos esqueléticas daquela coisa. Sombras começaram a se mexer por toda a sala fazendo as alunas gritarem.

– Isso é o que se tornara! Quando aceitar as trevas! Entregue-se as trevas e domine esse mundo!— sibilava o monstro com uma voz fria e sobrenatural.

– E-Eu... nunca vou me tornar isso! – disse fazendo a única coisa que sabia fazer naquele tipo de situação quando sentia medo e raiva. Soquei o maxilar do bicho-papão com toda minha força fazendo nos dois cairmos. Olhei para ele que estava caído de bunda no chão segurando seu queixo parecendo surpreso e apontei minha varinha para ele — “Riddikulus” – o bicho-papão girara no mesmo lugar tomando a forma do ferrugem com seu blackpower rosa, vestindo roupas coloridas de palhaço pra combinar com a pintura de seu rosto. Ele começara fazer um show circense entendo com inchado em seu rosto no local que soquei, mas ninguém estava rindo. Olhei ao meu redor vendo a maioria dos alunos encolhidos em um canto assustados enquanto outros me olhavam boquiaberto.

– Cara... você socou o bicho-papão... – dissera Doug com os olhos arregalados.

– Ham... muito bem Blakc... mas na próxima tente não socar mais o coitado – dissera Lupin parecendo tão chocado quando os outros.

O ocorrido com o bicho-papão com certeza seria mais um delito para meu currículo, mas tenho que admitir que me tornar aquele monstro era o meu maior medo. Por fim depois de um belo período de descanso a tarde eu fui para minha detenção. Adentrei o escritório do professor Snape pela primeira vez vendo um ambiente mal iluminado animais mortos e órgãos em conserva. Olhei para as caixas empoeiradas e com teias em cima da mesa temendo o pior.

– Bem vindo, Black. Sua tarefa será transcrever o conteúdo desses cartões para esse fichário de registro. Os cartões são referentes a outros transgressores e baderneiros de Hogwarts. O Sr. Filch prefere ainda usar os cartões, mas acredito que seja adequado ter mais um registro caso algo aconteça com os cartões – dissera o professor abrindo uma das caixas revelando milhares de cartões. Ele em seguida colocara um pilha de papel em branco, um tinteiro e uma pena (prefiro canetas) – você deve realizar sua tarefa sem o uso de magia.

– Sim, professor – disse desanimado. Que tarefa chata.

– Achei que podia começar – disse Snape, com um sorriso malicioso nos lábios – com as caixas que vão de mil e doze a mil e cinquenta e seis. Encontrará aí alguns nomes conhecidos, o que deve emprestar interesse à sua tarefa. Veja aqui...

O professor retirou um cartão de uma das caixas e leu:

— Sirius Black. Detido pelo uso ilegal de azaração em Evan Rosier. Evan se encontra na ala hospitalar sofrendo de alucinações. Um mês de detenção— dissera Snape com um sorriso desdenhoso – realmente um aluno modelo.

A como eu queria falar umas boas para ele, mas a verdade era uma só. Eu não conhecia meu pai. Eu sabia o que minha mãe dizia e o que todos diziam. Eu preferia acreditar na versão de minha mãe, mas nem por isso achava que ele fosse um santo.

Passei mais de duas horas fazendo aquela tarefa tediosa e ingrata. Pra piorar o nome de meu pai aparecera muito e não era só coisas pequenas. Tinha algumas coisas que era de ficar de cabelo em pé. Mais de uma vez me perguntei como ele não fora mandado embora. Então lembrei de um pequeno fato que lê sobre Hogwarts. Um de meus antepassados fora um diretor importante e com certeza a família Black deve ter garantido junto ao conselho que ele não fosse mandado embora. Notei que as vezes os delitos de meu pai eram acompanhados por outros nomes dos quais eu reconheci apenas um Remo Lupin. Ele conhecera meu pai e saberia me dizer como aquele... delinquente juvenil fora. Serio espero não ser tão parecido com ele quanto dizem.

Quando estava prestes a sair do escritório do professor Snape vi uma folha no mural de sua sala. Mesmo eu já tendo sido dispensado parei para olhar o que era.

Lista para o teste do time de quadribol da Sonserina.

Vagas disponíveis:

Batedor (2).

Artilheiros (2).

Goleiro (1).

Apanhador (1).

Todos os alunos interessados devem possuir vassouras de alta qualidade (Ex: Nimbus 2000, Nimbus 2001...).

O teste ocorrera no penúltimo sábado do mês no campo de quadribol de Hogwarts, com inicio as 14h00min. Serão selecionados aqueles que obterem mais pontos em cada posição.

Obs: Teste apenas para membros masculinos da Sonserina.

Eu ainda não tinha praticado nem um vez com minha vassoura, mas com as memorias que eu podia obter dos melhores jogadores atuais de cada casa de Hogwarts não deveria ser um problema. Assinei meu nome para a vaga de apanhador. Eu não tive muito interesse por aquele esporte até aquele momento, mas agora eu tinha uma motivação. Eu iria superar aquele maldito trasgo que me causara tantos problemas e tomar sua posição de capitão.

Notas finais
O que acharam do capítulo? Gostei de aumentar um pouco mais o sofrimento de nosso warlock. Descobri recentemente alguns fatos interessantes. Primeiro não teve nenhuma mulher no time de quadribol da sonserina nos livros. E não existe mulheres comensais apenas seguidoras no maximo. Deixando isso de lado tenho uma pergunta muito interessante e quero só ver que tipo de respostas vou receber. E espero uma resposta muito bem elaborada e detalhada kkkkkkk. Por que os bruxos tem que continuar a viver na clandestinidade? Devem mesmo esconder o que são? Pense em como eles se sentem, nos problemas que sofrerem por essa separação entre trouxas, bruxos; Pense cuidadosamente em tudo relacionado ao assunto antes de ar sua resposta imaginando como seria pra você fazer parte dessa questão.