Notas iniciais
O que está havendo, gente? Caramba, nos ultimos dois capítulos não tive quase comentários. Sei que o Nyah deu uma atrapalhada com a manutenção, mas também não é para ler e desvalorizar. Parece que todo mundo tem uma desculpa perfeita para apenas ler e não comentar. Sério, isso é muito desestimulante. Eu não consigo nem postar os atrasados porque sei que vocês vão comentar apenas no último ou deixar qualquer coisa nos anteriores. Simplesmente não vou ter o trabalho de postar para isso aqui ficar vazio. São 196 leitoras, caramba! Se "esqueceram" de comentar? Desculpem a grosseria, desculpem até mesmo a forma com que estou falando Quem me acompanha sabe que não trato ninguém assim, mas estou realmente chateada. Eu poderia ter sido uma autora qualquer e postado o capítulo quando o Nyah voltou apenas. Mas não, eu fiz questão de me esforçar para escrever os que ficaram pendentes, para não deixá-las desatualizadas e ai não recebo nada?! Eu faço isso por amor, porque gosto, mas não é por isso que sou trouxa =x Enfim, os dois atrasados que restam vão vir durante a semana, se eu continuar. Por enquanto to considerando sériamente em colocar isso em Hiatus.

– E então ele realmente foi embora? — James questionou beijando-me o topo da cabeça. Eu estava aninhada em seus braços sentindo suas carícias logo após fazermos amor. Seus dedos subiam e desciam pelas minhas costas tão delicadamente que eu ficava arrepiada.
– Não, ele não foi embora. Quero dizer, não de Nova York. Mehmet preferiu ficar em um hotel até conseguir voltar para o Libano. — Respondi prestando atenção em suas expressões
– Não sabe o alívio que isso é para mim. Tê-lo por perto, apesar de apenas amigavelmente, era o tipo de coisa que eu não saberia como lidar.
– Jay, você vai ter que aprender a confiar em mim. — Proferi virando-me de barriga para baixo para apoiar-me sobre a cama.
– Eu confio em você, mas aquele aspecto de "sou o senhor perfeito e educado" não cola comigo.
– Você é o noivo mais implicante e ciumento que existe, sabia? — Cheguei mais perto beijando-lhe com suavidade os lábios
– Desculpe-me, mas a senhorita agora é minha prioridade — Ele piscou flertando comigo enquanto um sorriso maroto brindou seus lábios
– Sua propriedade? Isso é muito arcaico, sr. Diamond. — FIz biquinho fingindo-me de ofendida
– Desde que esse anel foi colocado em seu dedo, não tem como voltar mais atrás.
Voltei o olhar para minha mão direita onde o anel de noivado estava. Eu havia decidido surpreender James levando até sua casa o anel que ele me dera tempos atrás quando, fatidicamente, acabamos tendo uma briga por causa de Mehmert. Agora, graças ao destino, Jay teve a oportunidade de colocá-lo em mim e de me fazer sua mulher de uma maneira terna e delicada. Não que eu me preocupasse em ter um anel ou algo de valor, eu estava pouco me lixando para isso. Mas para ele significava muito que eu andasse desfilando por ai com uma marca registrada de que agora nosso amor estava oficializado e, para mim, se ele estava feliz eu também estava.
– Então quer dizer que não posso mesmo sair correndo agora e escapar?
– Não senhora, a não ser que queira sair correndo nua pela rua.
– Hm, não me parece uma boa maneira de fugir — Fiz uma carinha pensativa
– Me parece uma boa maneira de permanecer aqui. — Ele mordeu o canto da própria boca
– Ah é? Aqui onde? — Coqueteei
– Aqui. Perto de mim, com seu corpo junto ao meu.
– Acho que eu preferia se estivesse dentro de mim. — Sussurrei em seu ouvido de forma extremamente baixa enquanto meus lábios roçaram devagar sua orelha. James apertou sua mão em meu quadril e eu aproveitei sua resposta positiva para mordiscar o lóbulo devagar.
– Não me provoca, Mandy. — Ele me alertara
– Por que não? — Fingi não ter entendido
– Porque há grandes chances de que eu não responda por mim.
– Então não responda.
Instiguei subindo devagar sobre seu corpo. Apoiei minhas mãos sobre seu peitoral sentando-me em suas coxas, mas Jay fora mais rápido invertendo as posições, o que deixou minhas pernas ao redor do seu quadril.
– Te falei para não me provocar — Meu noivo disse seriamente olhando em meus olhos. Suas palavras eram pausadas, lentas e ainda assim sedutoras.
– E agora que eu já o fiz? Vai me punir?
– É uma excelente ideia.

Ele disse subindo suas mãos grandes e bem desenhadas pela minha cintura. O fato de estarmos nus aumentava a expectativa já que a qualquer momento ele poderia penetrar-me ou, caso fosse sedutor o bastante, tornaria todo o processo mais lento para deixar-me mais excitada. James abaixou o rosto respirando fortemente em meu busto. Distribuindo cheirinhos e beijinhos úmidos, ele fez uma trilha devagar até meu pescoço sorrindo maliciosamente quando alcançou a base. Eu levei uma das minhas mãos ao seu couro cabeludo enroscando meus dedos em seus fios para puxá-los lentamente. Jay seguiu com sua lingua lambendo-o em uma linha vertical e desceu realizando pequenas sucções. Eu apertei meu quadril contra o seu esfregando-me sensualmente em seu pênis sentindo-me ficar deliciosamente úmida por tê-lo ereto contra meu corpo. James deixou um baixo gemido escapar ao sentir-me lambusada contra seu sexo e voltou a ordenar-me: "Não me provoque". Ele continuou a explorar meu pescoço arrastando seus dentes devagar pela minha pele em mordidas que eu sabia que deixariam marcas. A tortura continuou até meus seios onde ele segurou um dos mesmos levando-o com urgência à sua boca. Eu arfei arqueando meu corpo em uma curva sentindo-o percorrer sua boca quente e gostosa sobre mim. James demorava um pouco mais ao chegar em meu mamilo brincando, mordendo, sugando e até mesmo balançando aquela porra daquela lingua sobre o mesmo. Caralho! Puxei seu cabelo com mais força tendo certeza que aquilo o machucaria e ele pareceu gostar. Seguindo o rastro de beijos, ele percorreu minha barriga mordiscando com suavidade meu umbigo. Contorci-me devagar já prevendo o que aconteceria e o bater acelerado do meu coração denunciava meu estado de êxtase. Apoiei-me sobre meus cotovelos observando-o criar toda uma atmosfera erótica entre nós. Jay roçou sua boca com lentidão pela minha virilha respirando fundo próximo à minha intimidade. Eu passei minha lingua pelos meus lábios sentindo o ar correr por entre os mesmos conforme minha respiração ficava mais forte. Ele continuou roçando-a lentamente por toda a extensão subindo e descendo, esfregando tão devagar que me fazia empurrá-la contra sua boca oferecendo-me sem pudores. James mordiscou a lateral com suavidade e subiu lambendo para amenizar a dor. Porra! Sua lingua tão molhada e macia misturava-se com minha própria umidade suplicante pelo êxtase. Ele continuou umidecendo-me com sua boca e quando percebeu que eu já estava excitada o bastante tornou sua lingua um pouco mais endurecida empurrando-a com vontade em minha vulva e arrastando-a até meu clitóris. Gemi um pouco alto tamanha a intensidade e ele sorriu ainda com os lábios contra meu corpo. James encaixou sua boca em meu clitóris sugando-o com vontade e sua saliva aumentava ainda mais a sensibilidade dessa área tão erógena. Seus dedos, agora mais saidinhos, esfregavam-me a entrada enquanto sua boca brincava habilidosamente. Aos poucos, seu indicador foi sendo deslizado para dentro de mim ganhando espaço para que mais um dedo fosse inserido. Jay começou a movê-los vagarosamente em meu corpo e, mantendo os olhos nos meus, levo sua mão esquerda ao próprio pênis e começou a masturbar-se. Eu queria tocá-lo, cacete, como eu queria! Mas, obviamente, isso não estava sendo permitido no nosso joguinho. Meu noivo girou os dedos devagar aumentando o ritmo de ambas as mãos. Eu me permiti cerrar os olhos e viajar na quantidade de sensações que meu corpo estava recebendo. A experiência estava sendo muito prazerosa e Jay sabia exatamente como explorar minha anatomia. Quando ele os empurrou um pouco mais fundo músculos contrairam-se de tanto prazer. As fricções feitas estavam se tornando quase insuportáveis de tão deliciosas e aos poucos eu pude sentir algo explodir dentro de mim. Em que momento nesses seis anos fazer sexo com James havia se tornado imensamente melhor do que já era? Ele definitivamente conhecia cada parte do meu corpo superando toda e qualquer restrição que pudesse existir. Não havia melhor maneira de sentir-me sua além de estar em seus braços, de senti-lo preenchendo-me, de ouvi-lo dizer todo o tipo de besteira em meu ouvido até deixar-me molhada. Em todos esses anos, ao menos no início, seu dominio sobre meu corpo sempre fora algo que nos mantinha unidos. Eu, inocente, desabrochava sob seus olhares e suas investidas desvendando o sexo em sua ótica sexy e vulgar. Agora, ainda juntos, conseguiamos aproveitá-lo sabendo que não era apenas sexo gostoso como também fazer amor. Eu me sentia dele e ele me fazia sua.