Heartbeat - I wanna be yours

13 Let your guard down and let somebody in


Notas iniciais
eu sou uma linda então ja to aqui com cap novo, hoje eu to inspirada haha espero que gostem e comentem, sinto sdds dos comentarios de vcs :3 Nome do capítulo: Baixe sua guarda e deixe alguém entrar beeijos

mEla saiu do banho e colocou um short de malha e a blusa dele, descendo para preparar alguma comida. Era de madrugada e nenhum deles tinham sequer jantado. Montou uma salada para si própria e fritou um bife pra ele, fazendo batatas fritas também. Montou um pote com ketchup e colocou tudo em uma bandeja, pegando duas cervejas e subindo pro quarto. Depois de transarem sobre a seda vermelha pelo menos mais 2 vezes, eles acabaram indo pra cama dela, onde era mais confortável.

Ele ainda cochilava quando ela entrou devagar, se sentando na cama e colocando a bandeja ao seu lado. Se inclinou na direção dele e faz carinho em seu cabelo, lhe dando um selinho. Ele sorriu e gemeu, acordando

— Eu cochilei, desculpe. – Ele disse rouco, esfregando os olhos e se sentando na cama, fazendo-a sorrir como boba.

— Tudo bem, eu fiz algo pra você comer. – Ela disse e ele sorriu, beijando a cabeça dela, que se arrumou na cama e sentou de frente pra ele, colocando a bandeja entre eles. – Me diz, como foram as provas? Eu fiquei nervosa aqui. – Ela disse franzindo o nariz. Edward pegou uma batata e começou a comer.

— Eu acho que eu fui bem, as notas só saem daqui a 10 dias. – Ele bufou. – Mas a maioria foi sobre casos clínicos e você me ajudou muito estudando comigo, obrigado. – Ele disse sorridente e ele retribuiu.

— E como você fica? – Ela perguntou interessada, comendo sua salada.

— Se eu for bem nessas provas eu me formo até o fim do semestre. – Ele disse simplesmente e ela sorriu como uma criança.

— Isso é maravilhoso, Edward! Eu espero que dê tudo certo, você sabe que eu sou sua maior incentivadora na faculdade. – Ela deu de ombros e ele sorriu.

— É, tomara que dê tudo certo. Eu pelo menos vou poder ter meu apartamento de volta. – Ele disse aliviado e o sorriso dela morreu um pouco. Ela sabia da fama dele e sabia o que ele fazia naquele apartamento. E além de ter medo de como ele lidaria com sua liberdade novamente, ela tinha medo que ele voltasse pra Cambridge definitivamente. Ele percebeu que ela ficou tensa, então se inclinou na direção dela, tocando sua perna. – O que foi, Bella? – Ele perguntou doce e ela suspirou.

Vamos Bella, não seja uma covarde.

— Você ter seu apartamento de volta, significa toda a sua vida de volta, não é? – Ela perguntou cautelosa e ele suspirou pesadamente, entendendo o caminho que ela queria seguir ali.

— Eu sei que você esta insegura, mas quantas vezes eu já te disse que eu mudei? – Ele bufou. – Não significa ter minha vida de volta, eu espero que você possa ver isso em algum momento. Eu gosto de você e eu estou fazendo de tudo pra ter a sua confiança, mas você apenas fica relutante, atrás desse seu muro emocional que insiste em ficar entre nós. – Ele suspirou, segurando o lençol nos quadris. – Eu vou tomar um banho. – Ele disse frio, se levantando e indo até o banheiro, fechando a porta e a trancando. Ele nunca trancava a porta, então o recado de que ele estava incrivelmente puto estava dado, e ela sabia que tinha agido como uma idiota. Deitou na cama e bufou consigo mesma.

Ela estava tão errada, sinceramente?

O conhecia a dois meses e eles estavam em um relacionamento doido, ok. A pessoa que ele tinha se tornado a agradava mais do que ela gostaria, mas ao mesmo tempo era impossível pra ela alguém mudar tão rápido.

Ás vezes ele sempre foi assim, só precisava de alguém que resgatasse esse lado.

E ela até poderia acreditar nisso se já não tivesse tido boas experiências com os caras. E merda, por mais que ela quisesse, confiar em algumas coisas que ele dizia ainda era muito difícil. No fim das contas, ele tinha vindo para Seattle para recuperar o seu apartamento em primeiro lugar, pra recuperar o lugar onde ele podia transar a vontade com qualquer uma. Ela torceu o nariz com esse pensamento. Quantas mulheres ele já tinha tido? O número deveria ser assustador.

Ela não era nenhuma beata, mas tinha selecionado os homens em sua vida. E apesar dele dizer que estava diferente e que gostava dela, o que a garantia que ele não iria enjoar em algum momento? Ele tinha maturidade para um relacionamento sério com ela?

Relacionamento sério uma ova, Bella. Você sabe que não quer isso.

É, talvez ela não quisesse. Mas as pessoas mudam, né? Ela podia querer agora. Sua briga interior era diária. Uma grande parte dela a dizia que ele era um completo problema, e que o melhor a se fazer era se manter o mais longe possível, e essa era a parte racional e calculista dela. Mas a parte emocional, o que pesava mais, infelizmente, dizia que ela era uma completa imbecil e que ele realmente gostava dela.

Porra, o que eu faço?

Ela bufou de novo quando ouviu o chuveiro ser aberto. Merda, merda e merda. Ela estava com saudade dele, e na primeira oportunidade os colocava distantes de novo. Que porcaria ela estava fazendo? Bufou de novo antes de levantar da cama. Ela foi até a porta do banheiro e a encarou por um momento, socando a mesma em seguida.

— Edward, abra a porra dessa porta agora mesmo! – Ela disse impaciente, socando a madeira a sua frente. Ela não obteve nenhuma resposta então bufou novamente. – Seu desgraçado, abra logo! Escuta aqui, quando você sair desse banheiro eu vou... – Ela parou de falar quando a porta abriu subitamente e ele a encarava. E ele estava... sorrindo? Ela bufou, pronta pra voltar a falar, mas ele a puxou pela cintura e colou os corpos dos dois.

— Você é tão marrenta, mas eu apenas não consigo brigar com você. – Ele disse baixo, passando o nariz pelo pescoço dela.

— Nós precisamos conversar, Cullen. Você não pode fugir na primeira briga. – Ela disse brava mas sua voz estava embargada pelos toques dele.

— Nós nem chegamos a brigar. – Ele sussurrou de novo, apertando a cintura dela e colando mais o corpo dos dois, lambendo o chupão que ele tinha deixado na noite anterior, deixando-a arrepiada.

— Esse é o ponto! Casais brigam. – Ela disse mole e ele sorriu, respirando fundo no pescoço dela e lambendo sua mandíbula.

— Somos um casal? – Ele perguntou divertido e ela bufou, o abraçando pelo ombros e passando a mão em sua nuca.

— Não. – Ela disse firme e ele riu, beijando o queixo dela e selando os lábios no dela rapidamente, segurando seu rosto na curva do pescoço enquanto sua outra mão se mantinha firme na cintura dela. E porra, ele estava só com uma toalha na cintura.

— Sobre o que quer brigar, amor? – Ele perguntou sorrindo e ela bufou de novo, revirando os olhos e acariciando as costas dele.

— Você é um idiota, Edward. Eu sou uma fodida insegura e você precisa me dizer que esta tudo bem, que nada vai mudar quando você voltar pra Cambridge e que eu posso confiar em você. – Ela disse rápido, o encarando.

— Eu nem pensei em voltar pra Cambridge, Bella. Só disse que era bom ter o apartamento de volta, porque isso significaria que eu consegui, sabe? Que eu finalmente peguei um rumo na faculdade e que eu me esforcei. Eu nunca voltaria pra lá, eu sou uma pessoa diferente agora. E além do que, nenhuma lembrança daquele apartamento me agrada. – Ele suspirou. – Mas o que quer que eu faça? Eu gosto de você mas é impossível ficar tentando te convencer o tempo todo, isso é cansativo, querida. – Ele disse carinhoso, acariciando o rosto dela. – Você precisa se organizar, Bella. E eu te disse que eu estaria aqui pra te ajudar nisso, então seria bom se você se esforçasse como eu. As vezes eu sinto que isso é unilateral...

— Claro que não é! – Ela quase gritou. – Eu... Merda, eu gosto de você também, da sua companhia. E você é o primeiro cara que eu fico mais de um mês depois do meu noivado fracassado, e isso é assustador pra mim. E eu te disse desde o começo que eu era danificada e cheia de merdas, não foi como se você não soubesse. – Ela bufou e ele suspirou cansado, se afastando um pouco.

— Porra, o seu pai esta no hospital e você nem foi vê-lo ainda. Não acha que já adiou essa história tempo demais? Você nunca vai conseguir seguir em frente desse jeito. – Ele disse nervoso e ela revirou os olhos, se soltando dele e cruzando os braços.

— Isso é um problema meu! – Ela esbravejou.

— Não, não é. E sabe porque? Porque não consegue se relacionar comigo por causa disso, porque você se sente culpada e insegura, porque o seu pai te abandonou quando precisou dele. Por que o seu noivo te abandonou. Você tem medo de ser abandonada de novo. – Ele acusou e o ar faltou pra ela por um momento. Ele suspirou de novo e passou a mão nos cabelos, voltando a se aproximar e a segurando pelos ombros. – Mas eu não sou o seu pai, Bella. Muito menos aquele canalha que deixou você. Eu sou um cara que esta fazendo tudo pra te ter, mas você não deixa. – Ele suspirou de novo, acariciando o braço dela. – Eu não vou te abandonar como as outras pessoas, só se você me mandar embora. Não precisa ter medo comigo. Por favor, eu quero que isso dê certo. E além de tudo, eu sou seu amigo, eu nunca deixaria você, amor. – Ele disse doce novamente e ela soltou a respiração, seus olhos ficaram marejados e ela segurou o choro.

— Você não entende. – Ela disse exausta, suspirando. – Eu não me sinto preparada pra isso, preparada pra arriscar de novo, pra arriscar quebrar a cara de novo. Tudo isso que você me disse é lindo, mas eu ouvi a mesma coisa do Matthew quando ele estava comigo, eu não tenho como saber se você fala a verdade. E não me julgue por isso, é apenas a vida como ela é, Edward. Essa é a realidade de um relacionamento, as pessoas tem problemas, e falar é a coisa mais fácil do mundo, mas na prática a história é outra. Eu quero acreditar em você, eu quero te dar uma brecha, mas eu estou bloqueada pra isso. Eu... – Ela suspirou, fechando os olhos pesadamente. – Gostar de você me assusta, por que todas as pessoas que eu amei muito me deixaram pra trás. Minha mãe, meu pai, o meu irmão, e isso dói muito. E depois toda a minha fragilidade serviu pro idiota se aproveitar e me largar de novo. A minha vida toda eu fui abandonada, Edward. E eu tenho medo de você me abandonar também, por que é isso que as pessoas fazem. Elas dizem que nunca vão te magoar e logo depois esmagam o seu coração. E eu não tenho mais nada pra ser esmagado aqui. – Ela suspirou de novo. Os olhos dele estavam tão presos nela, e ver aquela mulher tão segura de si e mandona se tornar frágil daquele jeito era assustador. – Eu entendo que é difícil lidar comigo, mas ainda é muito cedo pra qualquer coisa. Nós estamos nisso á 2 meses, e esse tempo é tão curto... E mesmo assim eu já me sinto meio dependente e isso é horrível. – Ela suspirou de novo, limpando uma lágrima que escorreu por sua bochecha.

— O que eu preciso fazer pra te mostrar que eu falo sério? Que isso não é uma brincadeira e que eu estou... – Ele se deteve, respirando fundo. – E que eu gosto de você. – Ele disse simplesmente. Apaixonado? Claro que ele estava, mas dizer isso a assustaria ainda mais. – Me diga por onde eu devo seguir pra te provar isso, pra te mostrar que nem todas as pessoas falam coisas em vão, e eu falo muito sério quando eu te digo que não vou abandonar você. E mesmo que um dia não exista mais nós dois, mesmo que isso me mate por dentro e mesmo eu ficando tão mal de ter que te ver sem que esteja comigo, eu nunca abandonaria você. Mesmo que você me odiasse e me quisesse longe, eu nunca abandonaria você. E você deve me achar doido, mas é apenas o que eu sinto, Bella. Eu me tornei outra pessoa e isso foi tão bom, e o mérito disso é seu. Me diga, como eu poderia deixar alguém tão importante pra mim? Chega a ser ridículo o jeito que eu gosto de você, mas é apenas a verdade. – Ele disse o mais honesto que podia. Os olhos dela não tiraram o seu por um segundo sequer. – O que eu preciso fazer, amor? – Ele perguntou de novo e ela tinha os olhos arregalados sobre ele e sua respiração estava acelerada.

— Eu não sei, Edward. – Ela sussurrou, dando de ombros. Ela sentia o choro vindo mas era orgulhosa demais pra isso. Ele a encarou de novo e passou a língua nos lábios, então ele fez a única coisa que pareceu certa. Colocou a mão na nuca dela e a beijou.

O começo foi calmo, e esse era apenas o primeiro passo. A segurou firme na cintura e colou o corpo dos dois, andando de costas e a puxando junto, até que eles chegaram no box. Ele entrou com ela ali e soltou a mão da nuca dela, tirando a toalha do seu corpo e a pendurando, tateando a parede em seguida até achar o registro, o abrindo. A água gelada caiu sobre eles e ambos se arrepiaram. Ela suspirou e tremeu pelo gelado, mas o que acontecia entre eles era tão quente que nem o banho gelado amenizava. A camisola dela já estava molhada e pesada em seu corpo. Ele separou a boca da dela quando não conseguia mais respirar, descendo pelo seu pescoço com beijos e lambendo sua clavícula. Ela enganchou os dedos no cabelo molhado dele e os puxou levemente, gemendo baixo. Ele subiu as mãos pelos braços dela até chegar na alça da sua camisola, lentamente a abaixando. Enquanto ele abaixava a roupa pelo corpo dela, ia depositando beijos e lambidas na pele molhada que ficava exposta. O meio dos seios, o alto do seu estômago, seu quadril e seu baixo ventre. A peça de roupa caiu no chão e ele beijou uma das coxas dela, apertando a outra e subindo com beijos até a lateral do quadril, onde a língua dele escorregou até o monte dela, a encarando antes de colocar a cara ali. Ela gemeu alto e apoiou uma das mãos na parede fria do box, a outra segurando firmemente nos cabelos dele. Ela abriu as pernas instintivamente quando ele começou a lambê-la. E porra, o homem sabia usar aquela maldita língua.

As pernas dela começaram a tremer e ele a segurou pela bunda, a lambendo mais fundo. Bella arfou antes de gemer alto, lamuriando por ele. Ela puxou seus cabelos com força, o fazendo sair dali. Ele a encarou sorridente, lambendo os lábios. A água caia sobre o ombro dela e escorria pela sua barriga. E por um momento ela ficou completamente tonta por ele, e antes que ela pudesse protestar e exigir qualquer coisa, ele começou a lamber a água da barriga, subindo novamente pelo seu corpo até chegar nos seus seios. Ela fincou as unhas no ombro dele e apertou seu braço em desespero quando ele colocou a boca nela. Começou a chupá-la e rodear o bico do seu seio com a língua, fazendo ela choramingar e gemer de novo.

— Edward... Eu preciso agora... – Ela disse rouca, meio sem conseguir falar firmemente. Ele parou de chupá-la e a encarou. Os olhos dele estavam tão intensos e escuros que tudo ficou mais quente de repente. Ele se afastou um pouco e levou a mão até a saboneteira, pegando um preservativo ali. Ela o olhou desacreditada. – Mas como... – Ela começou a questionar e ele riu, abrindo o pacote e colocando a camisinha no seu membro duro, a segurando pela cintura e a prensando na parede fria do banheiro, colando os corpos dos dois.

— Eu já entrei nesse banheiro pensando na possibilidade de te foder aqui, querida. – Ele disse rouco, prensando a ereção na barriga dela.

— Você se trancou aqui de propósito? – Ela disse irritada e ele forçou o quadril na direção dela, fazendo-a arfar.

— O que você acha? Eu não ia discutir por um motivo idiota. – Ele disse simplesmente e ela bufou, desacreditada.

— Eu não acredito nisso, Cullen. Você é um fodido descarado, e eu não... – Ela parou de falar quando ele enfiou nela profundamente. Edward sempre fazia isso, a calava com sexo. E era deliciosamente irritante.

Ele segurou as coxas dela e as colocou na própria cintura, deixando o ângulo perfeito pra eles. As costas dela bateram na parede fria e úmida quando ele se afundou de novo fortemente. Os movimentos eram precisos e firmes, e ela sentia como se fosse desfalecer a cada estocada dele. Ela cruzou as pernas no quadril dele, arranhando suas costas enquanto ele lambia seu pescoço. A água que caia no meio deles deixava tudo mais escorregadio, e ninguém estava realmente se importando com a preservação dos rios e mares ali. Ela forçava ele em sua direção com as pernas enquanto ele a beijava de novo. As mãos de ambos corriam pelos corpos um do outro e Bella gemeu na boca dele quando ele tocou seu clitóris, a masturbando enquanto entrava e saia dela. Sua cabeça girou e a terra pareceu sair do seu eixo. O que ele conseguia fazer com ela apenas com um toque era muito insano e surreal. Ele a beijava de maneira lasciva e erótica, apertando sua bunda enquanto entrava nela. Eles se separaram quando precisaram de ar, e ela desceu a língua pela mandíbula dele, o segurando pela nuca e chupando seu pescoço com força, fazendo ele gemer.

Meu.

— Bella... – Ele gemeu na curva do pescoço dela, colando mais o corpo deles, querendo mais contato. A segurou pela cintura e saiu quase completamente dela, voltando de repente, quase rudemente. Ela gritou gemendo quando seu corpo todo se contraiu. Suas pernas se fecharam mais firmemente ao redor dele e sua cabeça caiu pra trás. O seu ventre se fechou completamente e ela contraiu o períneo, prendendo o membro dele dentro de si. Ela contraia e relaxava o músculo vaginal, fazendo uma sucção no membro dele, que sussurrava o nome dela em prazer. As respirações eram ofegantes e entrecortadas e ela não se importava em estar gemendo como uma atriz pornô, ele apenas fazia isso com a sanidade dela. As pernas dela tremeram quando ela teve seu orgasmo, mordendo o lábio inferior e fechando os olhos com força. Ele a segurou pelo queixo e a fez olhar pra ele, a encarando nos olhos enquanto ele forçava nela firme e fundo. Os olhos dele ficaram embaçados quando sua boca ficou seca, e ele sabia que estava próximo. Ela o beijou rapidamente, apertando seus ombros.

— Vem Edward, goza pra mim... – Ela sussurrou no ouvido dele e foi o seu fim. Ele fechou os olhos com força e apertou o seu quadril quando entrou nela uma última vez, finalmente se sentindo liberto. O seu peito, que parecia que ia explodir a qualquer momento, se acalmou de repente mas sua respiração ainda era ofegante, assim como a dela. As pernas dela ainda estavam ao seu redor, então ele apoiou a testa no ombro dela, procurando normalizar a respiração. As mãos de Bella acariciavam a nuca dele, também tentando normalizar o próprio coração. O barulho da água era a única coisa audível além da respiração acelerada dos dois. Então ela sorriu.

— Você não pode me comprar com sexo, sabe disso não é? – Ela disse ainda com a voz fraca e ele riu.

— Um homem pode tentar. – Ela sorriu de novo, negando com a cabeça enquanto ele beijava o seu ombro. – O sexo depois de uma discussão é algo maravilhoso, você não acha? – Ele perguntou divertido e ela rolou os olhos.

— Eu não tenho uma opinião concreta sobre isso, todas as nossas transas são boas, Edward. – Ela deu de ombros e ele riu.

— Você tem um ponto. – Ele disse divertido e ela riu. – Mas se lembra quando transamos na sua sala? Aquilo foi meio desastroso. – Ele fez uma careta, a encarando e fazendo-a rir.

— Você ainda tem um galo em sua cabeça? A minha mesinha de centro conseguiu sair inteira. – Ela disse debochada e ele riu mais alto.

— Ficou doendo por bastante tempo. – Ele reclamou com um bico e ela sorriu, o beijando e mordendo seu lábio inferior.

— Só falta a minha lavanderia, nós ainda não a batizamos. – Ela disse séria e ele riu de novo.

— Deus me ama muito mesmo. – Ele disse olhando para o teto e agradecendo silenciosamente. Ela riu e o encarou de novo.

— Precisamos de um banho, Cullen. A água do mundo vai acabar. – Ela disse mandona e ele sorriu de canto, afastando-a da parede e a colocando no chão. Os corpos dele se desconectaram e ela gemeu em protesto, torcendo os cabelos. Ele fechou o chuveiro e ela encarou sem entender. A porta do box foi aberta e ele jogou a camisinha no lixo. Se voltou para ela e pegou outro paco te de camisinha na saboneteira, a colocando entre os dentes. Ela ia perguntar o que ele pretendia, mas qualquer palavra saiu da boca dela quando ele a pegou pela bunda e a encaixou em seus quadris novamente. Ele saiu com ela do banheiro e desceu as escadas, indo até a lavanderia. A essa hora ela já havia tirado a camisinha da boca dele e o beijava como se ele fosse sumir a qualquer momento. Edward a colocou sentada sobre a máquina de lavar e a ligou, a encarando novamente. Ela franziu o cenho mas logo entendeu o que ele pretendia. A máquina começou a balançar em baixo dela e Bella colocou a mão sobre o membro dele, o deixando pronto pra ela. Ele colocou a camisinha e a máquina balançou mais forte em baixo dela quando ele a penetrou novamente. As estocadas dele estavam mais urgentes e o balançar embaixo dela era delicioso, fazendo com que ele tocasse lugares dentro dela que a fizeram arfar. E porra, eles com certeza iriam transar na lavanderia mais vezes.

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Por volta das 15h eles acordaram. As rodadas de sexo tinham terminado as 10h da manhã. Ambos estavam exaustos, mas depois de 14 dias sem nenhum contato, um não parecia ter o suficiente do outro.

Eles estavam deitados no tapete da sala, mas dessa vez a mesinha de centro tinha sido afastada dali. Bella se agarrou nele e deixou se aquecer com o seu corpo, encostando a cabeça no peito dele e respirando fundo, enquanto ouvia o seu coração. Ele acariciou as costas dela e gemeu, bocejando em seguida. Tê-la ali devia ser natural, mas ele realmente se espantou ao limpar os olhos e a encontrar encolhida nele embaixo do lençol.

— Dormiu aqui? – Ele perguntou com a voz rouca, sorrindo.

— Uhum. – Ela disse simplesmente, suspirando e fechando os olhos, passando o dedo indicador pela barriga dele.

— Você sempre foge. – Ele franziu o cenho e ela suspirou de novo.

— Hoje não. – Ela sussurrou, apoiando o corpo em um dos seus braços, o encarando. – Eu sou uma vadia controlada, não sou? Me desculpe, Edward. – Ela suspirou e ele sorriu, acariciando sua bochecha.

— Sim, é. – Ela franziu o nariz e ele sorriu, tocando seu lábio inferior com o polegar. – Mas eu me apaixonei por você assim. — Era isso, ele tinha falado e ele estava fodido. Ela arregalou os olhos e ele soltou um palavrão.

Notas finais
espero que gostemmm e comentemmmmmmmmm Música do capítulo: Let somebody in - Son of a bad man beeijos