He Doesn't Like The Lights

30 #30 - Agora somos só nós dois


Notas iniciais
OIII GENTE! Eu ia postar apenas amanhã, mas como hoje é o aniversário de 7 meses da fic, resolvi postar hoje o/ Espero que gostem da lua de mel dos nossos queridos ♥

#30

Agora somos só nós dois

Após a maravilhosa festa em comemoração ao casamento de Kurt e Blaine, todos os casais voltaram para suas casas e terminaram de arrumar suas malas para suas viagens de lua de mel.

Kurt e Blaine se despediram de seus pais e avisaram Quinn que qualquer coisa que ela precisasse poderia ligar para eles, eles retornariam no mesmo momento para New York, não importando o quão longe dali eles estariam.

GABRIELA & JOHN

— Como eu te amo... – Disse John, entrando no hotel com a esposa em seus braços. – E sempre quis fazer isso.

— É um bobo mesmo. – Brincou ela, o beijando ainda em seu colo. – E eu também te amo, meu amor.

— Você se arrepende de termos casado de qualquer jeito em Vegas?

— Claro que não. Eu fiquei um pouco irritada, pois estávamos planejando um casamento enorme, mas o que importa é que casei com o homem que eu amo.

Um silêncio pairou entre eles e Gabriela sentiu que aquele era o momento certo para contar da grande novidade para seu marido, ela sorriu e se abraçou mais a ele.

— Amor, e-eu... eu não queria estragar o clima da lua de mel nem nada, mas... eu preciso te contar uma coisa.

— Conta! – Ele disse, abrindo um pequeno sorriso.

— Eu estou grávida! – Ela gritou animada, o vendo sorrir mais ainda, porém parecendo paralisado.

— Eu vou ser papai? – Ele perguntou e a viu assentir. – Eu vou ser papai!

AYSHA & COOPER

O casal estava deitado, de lado um para o outro, se olhando serenamente naquela noite. Ambos tinham um sorriso em seus lábios. Estavam felizes por estarem juntos, não pensavam que se apaixonariam tão rápido um pelo outro da maneira que se apaixonaram e estavam alegres por tal conquista em suas vidas.

— Foi algo tão de repente... – Comentou Cooper. – Mas eu estou feliz.

— Também estou feliz e estou com você. Só isso importa. – Ela disse sorrindo.

ELLIOT & SEBASTIAN

O voo dos meninos foi demorado e cansativo e eles se odiaram por não poderem aproveitar sua lua de mel já na primeira noite, mas, eles teriam duas semanas inteiras para se aproveitarem. Não precisavam correr, não é mesmo?

Ao invés de fazerem as loucuras que todos os casais provavelmente fariam, eles ficaram deitados um com o outro, trocando beijos e carícias como se fossem o casal mais fofo do mundo, coisa que estavam longe de ser. O que importava é que aquilo era bom para os dois e era bom estarem bem descansados para as próximas noites.

KURT & BLAINE

Ao chegarem na Irlanda, mais especificamente em Cork, um frio intenso os atingiu e, por sorte, eles já estavam preparados para tal frio. Foram para a pousada onde ficariam hospedados e Kurt sentiu seus olhos brilharem pela beleza que era aquele lugar. Era incrível, parecia um hotel cinco estrelas.

— Isso é lindo, amor. – Disse Kurt, sentindo Blaine o abraçar pelas costas. – Por que você gasta tanto seu dinheiro com coisas desnecessárias?

— Nossa lua de mel não é uma coisa desnecessária, ok? – Blaine virou Kurt para si. – Eu procurei vários hotéis na internet, mas a maioria era em Dublin, Belfast, Galway ou Bray e eu queria que viéssemos para um lugar diferente. Vai dizer, essa cidade parece uma cidade feita para um filme, Kurt. Esqueça o dinheiro, pense apenas em nós.

— Você é incrível. – Disse Kurt, entrelaçando suas mãos no pescoço do, agora, marido. – E eu te amo, sabia?

— Eu também te amo, marido. – Riu o moreno, puxando mais Kurt e o beijando. – Amanhã nós desfazemos as malas, tudo bem? Vamos tomar um banho quentinho, porque eu peguei a melhor pousada daqui, que tem uma banheira enorme para nós dois. Vem comigo.

Blaine disse rindo, puxando Kurt com ele para o banheiro. O castanho também sorria, mas não era só por estarem ali e sim por todas as coisas boas que finalmente estavam acontecendo com eles. Era a realização de um grande sonho.

Os dois entraram e fecharam a porta, ainda que ninguém mais fosse entrar ali, sempre era bom garantir. Blaine novamente puxou Kurt para si e o beijou, de uma maneira tão calma e apaixonada, que fez o castanho sorrir.

Blaine tirou seu próprio casaco e então tirou o de Kurt, o beijando novamente em seguida. Enquanto desabotoava os botões da camisa dele e ia abrindo-a, foi distribuindo beijos por seu peito agora nu. Kurt também tirou a camisa de Blaine e o beijou, descendo os beijos conforme ia se abaixando, logo abrindo a calça do moreno para tirá-la fora, lentamente a puxando.

Quando estavam totalmente despidos, entraram na banheira enorme e já cheia, com uma água tão morna e agradável que os fazia ter vontade de nunca mais sair de dentro dela.

Kurt estava sentado entre as pernas do marido, de costas para ele. Os dois estavam ali, apenas trocando carinhosos agradáveis.

— E pensar que tudo isso começou por um teste... – Riu Blaine, depositando um beijo no ombro de Kurt. – Agradeço tanto por ser tão impulsivo como sou.

— E eu agradeço tanto por estar usando uma roupa tão apertada naquele dia. – Kurt disse, gargalhando. – Confessa que foi só por isso que você me chamou. Pode confessar, sei que foi.

— Está querendo dizer que eu só te contratei para transar com você? – Blaine perguntou e viu o marido se virar por ele.

— Sim, é isso que estou dizendo. Você só viu que meu trabalho valia a pena depois. – Kurt disse convencido, vendo o moreno corar. – Eu sabia!

— Isso é porque você não se vê da maneira que eu vejo, ok? Se você visse o quão irresistível você fica usando aquelas roupas você não me julgaria. – Se defendeu o moreno. – Mas você fica melhor sem nada.

— Idiota! – Kurt deu um tapa nele de brincadeira. – Só te perdoo porque você provou que não me queria só para sexo. Por que se não, nem estaríamos aqui agora, ainda que estejamos a ponto justamente de fazer isso.

— A partir do momento em que eu percebi te amar, deixou de ser sexo, Kurt. Essa noite eu não vou simplesmente transar com o meu marido na nossa lua de mel. Vou fazer amor com você. – Kurt sorriu com as palavras do moreno e o beijou. Um ano atrás Blaine nem pensaria em dizer uma coisa daquelas.

Kurt subiu no colo de Blaine e ficou com uma perna de cada lado das pernas do moreno, o permitindo aprofundar mais o beijo e o puxar mais para si. Blaine mantinha suas mãos fixas nas costas de Kurt, o apertando como se fosse perde-lo caso não fizesse aquilo. O moreno passou a beijar o pescoço do castanho, que brincava sem parar com os seus cabelos.

O castanho subiu mais ainda no colo de Blaine, sentando-se sobre o membro do moreno e soltando um suspiro alto demais, fazendo Blaine sorrir para ele. Os dois permaneceram naquela posição provocativa se olhando ternamente, até que Kurt começou a subir e descer no membro do moreno enquanto ainda o beijava, logo passando a beijar o pescoço do moreno tentando abafar seus gemidos.

Blaine passou a “acariciar” o membro de Kurt, tentando se manter controlado com a maravilha que lhe era proporcionada pelo castanho.

— E-eu te a-amo... – Kurt sussurrou no ouvido de Blaine, com as mãos nos cabelos dele.

— Hmm, eu também te... amo... – O moreno disse com um pouco de dificuldade.

Os dois continuaram os movimentos por mais alguns segundos, logo se derretendo nos braços um do outro. Permaneceram próximos um ao outro, se beijando novamente e, depois disso, tomando um banho agradável, com alguns toques mais ousados por parte dos dois.

Sem vestir nenhuma roupa, os dois vestiram um roupão branco felpudo e andaram até o quarto. Quando estavam próximos a cama, Kurt se sentou e Blaine sorriu de uma maneira um pouco provocante para o castanho, soltando o nó que amarrava seu roupão e o tirando fora.

— Eu quero você. – O moreno disse praticamente como um sussurro, fazendo Kurt o puxar pela cintura para mais perto ainda, logo começando a distribuir beijos pela cintura do moreno.

Ele foi levantando da cama na mesma medida em que subia os beijos, até que chegou na boca do moreno e sentiu o mesmo tirar o seu roupão e jogá-lo no chão com o seu próprio. Kurt virou-se com Blaine e atirou o moreno na cama, subindo por cima dele em seguida.

O castanho se encaixou por entre as pernas do moreno, o estimulando com o joelho no membro dele, beijando o seu pescoço e, logo, sua boca. Deu um sorriso para o moreno e encaixou o seu membro na entrada dele, o penetrando lenta e provocantemente, o fazendo soltar um alto gemido.

O Hummel se movia lentamente e então acelerava os movimentos, olhando fixamente para Blaine, vendo o moreno se perder em seus olhos, se perder de tanto prazer, claro. Era boa demais a sensação de ver Blaine se contorcer de prazer ali, em sua frente, sabendo que ele estava fazendo aquilo com o moreno. Aquela era a melhor sensação, seu maior prazer estava sendo proporcionar isso para Blaine. Era bom demais.

— Está gostando, amor? – Kurt sussurrou no ouvido de Blaine, passeando com usa língua por ali e a arrastando até o pescoço do moreno, que apenas murmurou algo indecifrável. – Hum? Eu não ouvi o que você disse... pode repetir?

— S-sim... muito... – Blaine disse entre seus gemidos, fazendo Kurt sorrir e voltar a beijar e mordiscar o pescoço de moreno.

Ambos chegaram aos seus ápices praticamente juntos e caíram cansados na cama, sem vontade alguma de levantarem para vestir algo, mesmo que estivesse frio. Apenas puxaram as grossas cobertas para cima deles e ficaram abraçados enquanto ainda tentavam normalizar suas respirações.

— Posso confessar uma coisa? – Perguntou Blaine, segurando a mão de Kurt.

— Claro que pode. Pode me contar qualquer coisa. – Afirmou o castanho.

— Eu só me entreguei dessa maneira para alguém uma vez... – Confessou ele.

— Como assim? Você não era o famoso pegador das festas, não? – Kurt perguntou confuso.

— Não me referi dessa maneira... eu quis dizer... eu sempre sou o ativo... entende? E eu só confiei o suficiente em duas pessoas para fazer diferente. Uma delas é você.

— Oh, isso. Desculpa, eu não tinha entendido. – Riu o castanho. – Eu só me entreguei para dois caras, não importa de que maneira. Um deles foi o idiota do Daniel e o outro é você. Espero que continue sendo apenas dois.

Kurt se virou para Blaine e o beijou carinhosamente, logo sentindo o moreno acariciar seu rosto amorosamente.

— O outro foi o idiota da sua escola? Você nunca me contou exatamente o que aconteceu.

— Quer mesmo saber? – O castanho afirmou. – Basicamente o mesmo que com você. A única diferença é que você ainda por cima podia ser chamado de namorado dele, ainda que ele não merecesse. Já eu e Thomas éramos diferentes. Ele não era nada meu. Ele era só o cara que tirou minha virgindade no banco de trás do carro dele durante o baile da escola e depois saiu agarrando a primeira garota que encontrou. Eu tentei conversar com ele e ele disse que não tinha que me dar nenhuma satisfação, pois não éramos nada. Eu era apaixonado por ele, me entreguei por ser tão idiota e isso causou anos da minha vida tentando superar algo que inventei na minha cabeça.

— Ele nunca procurou você?

— Por que ele procuraria? Eu fui apenas o sexo fácil daquela noite. Ele era um maldito idiota que eu demorei muito tempo para esquecer.

— E ao que parece você ainda não o superou. Você ainda fala dele com raiva. – Kurt disse enquanto mexia no cabelo de Blaine. – É diferente da maneira que eu falo de Daniel, porque para mim Daniel é apenas alguém do meu passado que não me faz mais nenhuma diferença.

— Está insinuando que eu ainda gosto dele? – Blaine perguntou incrédulo.

— Claro que não. Apenas acho que você ainda não superou.

— Eu sinto raiva dele, Kurt, porque foi por culpa dele que eu virei um pegador idiota e sem coração.

— Então eu agradeço a ele, porque se ele não tivesse feito isso nós nunca teríamos ficado juntos, muito menos nos casado. – Kurt disse e sorriu. – Sei que você perdeu anos da sua vida sendo o cara que queria apenas diversão e sei que por muito tempo eu fui para você o que você foi para esse tal de Thomas, mas olha onde estamos agora... deitados juntos, na nossa lua de mel.

— E por que estamos falando de outra pessoa mesmo?

— Porque eu acho que faz bem sabermos dos segredos um do outro. Já passamos por tanta coisa que somos mais do que apenas um casal. Eu só queria entender essa história, ok? Podemos mudar de assunto.

Um silêncio se instalou entre eles e Kurt se escorou no peito de Blaine, com os dois ainda deitados de frente um para o outro e com o moreno abraçando seu marido.

— Você tem razão. Se ele não tivesse feito aquilo, eu não estaria agora com você.

— Que bom que resolvemos mais um trauma do passado. – Kurt riu com a cabeça quase enfiada em Blaine. – E o que importa agora é eu e você.

— E agora somos só eu e você... eu te amo.

— Não tanto quanto eu te amo, meu tudo....

Notas finais
Awwn, que amor esse final... E agora o tal idiota da escola do Blaine tem nome. Será que isso significa algo? Uh? O que vocês acham? Bjo ♥