He Doesn't Like The Lights

23 #23 - Eu me odiaria se você dissesse não


Notas iniciais
CHEGUEI NESSA TERÇA CHUVOSA, quer dizer, aqui no RS tá chovendo ueheuehuehe Queria dedicar essa capítulo à Baahh, que recomendou a fic, me deixou sorrindo feito uma idiota e me fez ligar o computador para terminar o capítulo e postá-lo. Obrigada pela recomendação, obrigada de verdade ♥ Espero que goste ♥ Quem mais quiser seguir o exemplo, não me importo ueheuheeh E quem quiser deixa um comentário, também não me importo kkkkkk Boa leitura! ♥

#23

Eu me odiaria se você dissesse não

Tamanho foi o desespero misturado de alegria que atingiu Blaine naquele momento. Ainda sem soltar a mão do castanho, o Anderson levantou o seu olhar e viu Kurt com os olhos entreabertos.

O moreno apertou o botão que fazia o médico ir até o quarto e levantou da poltrona, ficando paralisado ao ver um mini sorriso brotar nos lábios de Kurt.

— Você consegue me ouvir? – Perguntou um pouco baixo, mas quase que gritou, estava feliz demais por ver o seu amor ali acordado.

O castanho assentiu lentamente, passando a acariciar levemente a mão de Blaine, que retribuiu o gesto. A emoção era tão grande, que o moreno derrubou algumas lágrimas.

— Não chora, B... – Pediu o castanho, com aquela sua doce e linda voz.

— Eu senti sua falta. – Confessou o moreno e, nesse momento, o castanho apenas sorriu. Os médicos entraram no quarto e começaram a examinar Kurt, apenas para ter certeza de que tudo estava bem.

Após tudo isso, três dias se passaram e finalmente Kurt estava em casa. Quer dizer, em casa não, mas na casa de Blaine. O moreno não queria que Kurt tivesse realizado aquela viagem, mas ele insistiu, quase implorou para voltar para New York, então Blaine aceitou.

Blaine instalou Kurt em seu quarto, por ser o mais espaçoso da casa e também o mais confortável. Ele arrumou o Hummel na cama e o encheu de travesseiros, o dando também um chá calmante, para que o castanho tivesse uma ótima noite de sono.

— Agora você está em boas mãos. – Burt disse, recebendo um sorriso do filho, logo depositando um beijo na testa dele, um na de Blaine e saindo do quarto.

— É bom ter você de volta. – Gabriela disse, dando um beijo na bochecha de Kurt.

O que mais assustava Blaine, é que Kurt disse poucas palavras desde que acordou e em nenhuma vez foi citado as palavras que um havia trocado com o outro. Por um momento Blaine se perguntou se realmente tinha ouvido Kurt dizer que o amava, ou se era apenas um sonho.

— Durma bem, K. – Sebastian disse e também se retirou do quarto.

Agora sim o silêncio era ensurdecedor ali dentro. Blaine não tinha muito o que dizer e esperava que Kurt quebrasse o silêncio, mas ele não o fez. Então Blaine tomou uma atitude.

— Está confortável? – Kurt apenas assentiu. – Acho que vou indo, então...

Blaine levantou da cama e foi devagar indo até a porta, mas antes que pudesse alcançá-la, foi interrompido por Kurt, que disse ainda na cama:

— Por que vai sair daqui? Você não vai dormir comigo? – Blaine sentiu seu corpo inteiro se arrepiar e uma dúvida brotar em sua mente.

O que Kurt queria, afinal? Aquilo tudo estava tão confuso, ele não conseguia entender, não conseguia distinguir o que realmente estava acontecendo. Mas preferiu não ir atrás da resposta, simplesmente deu meia volta e andou de volta para a cama, logo tirando seu calçado e deitando-se ao lado de Kurt.

Kurt largou a xícara já vazia no criado-mudo e se virou de lado para Blaine, que também estava de lado para ele. Os dois se encararam e deixaram um sorriso bobo estampar seus rostos. Não podiam negar que estavam felizes, principalmente porque estavam ali, juntos.

— B... – Começou Kurt, segurando a mão do moreno. – O que você disse... é verdade? Sobre o que você sente por mim...

— Sim, é verdade. – Confessou o moreno. – Acho que nunca falei tão sério na minha vida.

— E o que isso significa? – Kurt parecia ter medo da resposta, mas se arriscou mesmo assim.

— Eu tenho uma surpresa para você. – Disse sorrindo. – Você vai jantar comigo, na sexta-feira. Sei que você ainda não está completamente bem, que ainda está todo dolorido por ter passado mais de um mês deitado na mesma posição, mas eu realmente queria que você aceitasse.

— Como eu aceitaria? Você já chegou dizendo que eu vou. Nem me deu chance de escolher. – Kurt riu. – Mas eu iria de qualquer maneira.

Os dois riram e se aconchegaram melhor nos braços um do outro, mas, após vários minutos, eles ainda estavam acordados.

— B, você precisa dormir. Meu pai disse que você não saía do meu lado no hospital, agora eu estou bem e estou aqui com você. Você realmente precisa descansar. – Kurt passeava com suas mãos pelo rosto de Blaine, acariciando-o tranquilamente.

— Eu só... tenho medo de dormir e perceber que tudo isso foi um sonho, que quando eu acordar você ainda estará naquela cama, sofrendo, quase sem respiração ou batimentos. – Blaine disse cabisbaixo, fazendo Kurt sorrir para ele.

— Não vai acontecer nada disso, ok? Eu vou continuar aqui com você, estarei aqui quando você acordar.

Blaine apenas assentiu e abraçou Kurt, logo se entregando ao sono, se sentindo seguro por estar nos braços daquele que ele tanto amava.

[...]

Quando a sexta-feira chegou, após uns dois ou três dias que se arrastaram, Blaine se sentia nervoso. Ele não sabia se estava preparado para fazer o que faria, muito menos se estava preparado para saber o que Kurt acharia e responderia para ele.

Seu coração só faltou pular para fora de sua boca quando ele viu Kurt parado na porta o esperando. O castanho já era lindo normalmente, mas havia algo nele que estava diferente e logo Blaine percebeu porque estava enxergando o castanho diferente: ele estava o enxergando com amor, não só com desejo.

Os dois se juntaram e foram para o carro de Blaine, o qual o moreno abriu a porta para Kurt entrar, depois foi para o banco do motorista e se botou a dirigir.

Blaine usava uma roupa toda preta, calça jeans e camisa com botões duplos de tal cor, já o casaco era vermelho e contrastava perfeitamente com o restante de suas vestes. Já Kurt, estava com uma calça azul de um tom bem escuro, uma camisa branca e um casaco preto, usava também um lenço em seu pescoço, que o ajudava a esconder um de seus machucados, o qual havia sido feito no hospital, no meio de tantos fios e pequenos canos que estavam enfiados em seu corpo.

O caminho foi tranquilo, apesar de ser um pouco longo. Blaine, algumas vezes, quando trocava a marcha do carro aproveitava para depositar sua mão na coxa de Kurt, o acarinhando e o fazendo sorrir. Ambos eram feitos de apenas sorrisos naquela noite.

— Não vai mesmo me dizer onde vamos? – Perguntou Kurt, olhando para Blaine, que o observava de canto, negando com a cabeça.

— Já chegamos. – Avisou o moreno, estacionando o carro.

Ele novamente desceu, fez a volta e abriu a porta para Kurt. Os dois entraram de mãos dadas no restaurante, foram guiados até suas mesas e sentaram-se, logo fazendo os seus pedidos.

Os pedidos não demoraram a chegar e rapidamente eles já estavam comendo, enquanto desenvolviam uma conversa tranquila e agradável. Quando terminaram de jantar, Blaine pagou a conta e saiu ainda de mãos dadas com Kurt e os dois voltaram para o carro.

Blaine dirigiu um pouco, enquanto o silêncio permanecia entre eles. O moreno levou Kurt até o centro da cidade, onde as luzes iluminavam o grande rio e forneciam uma bela paisagem para os olhos deles.

Eles andaram – ainda de mãos dadas – pelos arredores dali, até que pararam próximos ao rio.

— Kurt, eu... – Blaine se virou de frente para o castanho e sentiu que todo o seu r havia se esvaído de seus pulmões. – Eu sou péssimo com palavras, acho que por isso que me dou bem cantando, porque cantar é uma maneira muito melhor de me expressar, mas acho que você já está cansado de declarações em forma de música e é por esse motivo que eu vou desafiar a mim mesmo e tentar falar algo que preste.

— B, não precisa fazer isso. – Kurt disse calmo, sorrindo lindamente como sempre.

— Eu realmente não preciso, mas eu quero. De verdade. – Afirmou o moreno, pegando as mãos de Kurt para si. – Pedir desculpas agora não muda o que aconteceu. Não vou poder mudar o fato de que você foi parar no hospital e ficou lá por quarenta dias, nem mudar o fato de que fiz você sofrer incontáveis vezes. Mas eu me arrependo e acho que pelo menos isso significa alguma coisa. Desde que te conheci eu senti algo diferente, até um pouco estranho. No início eu pensei que fosse apenas desejo, mas eu nunca quis tanto alguém como eu te queria, e ainda quero, eu só não conseguia me entender. Até pensei que estivesse enlouquecendo, então parei de negar para mim mesmo aquilo que já era óbvio: eu estava apaixonado por você. Não demorou para essa paixão se tornar amor, mas eu era tão idiota e desprezível para saber demonstrar isso, fora que eu fiquei assustado com o que poderia acontecer. Eu tinha medo de não ser bom o suficiente para você, de não fazer você ser feliz da maneira que deveria, entende? Todos esses medos só se triplicaram no momento em que eu vi aquele carro te atingir. Eu paralisei de ver aquela cena e quando corri até você e vi que você estava desacordado, foi como se eu começasse a viver dentro de um filme de terror. Era horrível. Eu passei todos os dias ao seu lado, apenas para ter certeza de que nada mais fosse acontecer. Eu discuti com Gabriela, discuti com Sebastian, discuti comigo mesmo. Eu só estava cansado de ouvir todos dizendo que você não ia sobreviver e que eu precisava seguir em frente, como se fosse a coisa mais normal do mundo. – Blaine fez uma pequena pausa. – Seu pai me acalmou, sabe? Ele fez com que eu me sentisse melhor perante o que estava acontecendo, ele conseguiu aliviar a minha dor. Mesmo que eu tivesse medo de te perder e isso me aterrorizasse, eu consegui derrubar essa barreira de dentro de mim e comecei a pensar em você antes de pensar em mim. Mas claro que eu era mais egoísta do que sei lá o que e isso fez com que eu quisesse com todas as minhas forças te prender aqui para sempre. Eu cantei para você, li para você, cuidei de você. Eu só... eu só estava com medo do que podia acontecer. Eu mal pude acreditar quando você acordou, acho que foi o momento mais feliz da minha vida e eu estou pronto para receber outro momento mais feliz da minha vida. Eu não estou mais com medo. Não tendo você ao meu lado. Você tem tudo que eu preciso, você é tudo que eu preciso. O meu tudo, lembra? Você significa tudo para mim. E é por isso, que eu tenho um presente para você, um presente que se você aceitar, quem mais sai ganhando ainda sou eu. – Blaine riu e pegou uma caixinha preta de veludo do bolso. O coração de Kurt simplesmente parou naquele momento. Ele viu Blaine se ajoelhar e viu também a quantidade enorme de fotógrafos que agora rondavam eles, mas ele realmente não se preocupava. Nem ligava para aquelas luzes. – Kurt Hummel, meu estilista, meu amigo, meu amante, meu tudo, você aceita se casar comigo e tornar todos os meus dias mais completos e felizes por ter você ao meu lado?

Todas as emoções possíveis atingiram Kurt em cheio. Ele sabia exatamente o que queria e iria responder, sabia bem o que sentia e sabia que aquilo era tudo que ele queria.

— Eu aceito, B, é claro que eu aceito. – Kurt só faltava pular de alegria.

Blaine levantou, colocou a aliança no dedo de Kurt, fazendo o castanho botar a outra nele e o beijou, sem se preocupar com todas as câmeras que os cercavam. Ele estava feliz e era isso que importava.

Os dois voltaram para casa rindo até para as estrelas, para a estrada, para os outros carros, para tudo. Ambos estavam mito felizes, não conseguiam nem disfarçar.

Quando chegaram em casa, foram direto para o quarto de Blaine. Kurt sentou na beirada da cama e Blaine sentou ao seu lado, com o celular em mãos.

— É... – Blaine coçou a nuca, parecendo nervoso. – Tira uma foto comigo? Eu queria muito mostrar para o mundo que agora eu tenho você... digo...

— Você me disse uma vez que sempre quis exibir um namorado para o mundo. – Lembrou Kurt. – Mesmo se negando a admitir que queria um namorado.

Os dois tiraram a foto sorrindo e Blaine postou a mesma em suas redes sociais, com a melhor legenda possível:

“Agora sim eu posso dizer que estou completo, e noivo. É bom saber que tenho alguém com quem compartilhar novos momentos em minha vida. Eu amo esse menino.”

Kurt leu o que ele havia escrito e o beijou calmamente. O beijo dos dois se intensificou, com direito a mãos bobas passeando pelos corpos um do outro.

— Espera! – Pediu Kurt, se ajeitando melhor na frente de Blaine.

— Desculpa, eu não deveria, eu... você ainda não está completamente bem e eu... ah, eu sempre estrago tudo... – Blaine foi interrompido por um Kurt sentando em seu colo e sorrindo.

— Não é isso, eu só queria pedir para você ir com calma, ok? Finja que essa é a nossa primeira vez, só isso. – Blaine então assentiu, também sorrindo e logo tendo seus lábios sendo levemente atacados por Kurt. – Tem mais uma coisa...

— Que seria? – Blaine perguntou sem entender direito.

— Música. – Sorriu travesso. – Não me olhe com essa cara confusa, você sabe que muita música dá o maior clima para isso.

— Tudo bem. – Blaine levantou e andou até o rádio, botando a música em seu iPod para tocar.

Yeah, yeah

It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

Blaine voltou para a cama desabotoando o seu casaco, encarando Kurt o olhar com aquele doce olhar que só ele tinha. Ele se aproximou do castanho, engatinhando por cima da cama até prendê-lo entre seus braços e sussurrou em seu ouvido:

— É, não faz sentido se não for com você... – Ele estava citando a música e aquilo fez o corpo inteiro de Kurt se arrepiar. – Eu te amo.

— Fala de novo? – Kurt sorria feito um idiota, o que fez Blaine também sorrir.

— Eu te amo. – Blaine beijou os lábios de Kurt. – Eu te amo. – Beijou levemente seu pescoço. – Eu te amo. – Beijou seu peito, conforme ia abrindo a camisa do castanho e foi falando a mesma frase enquanto fazia todo o percurso. – Eu te amo, amo, amo e amo muito.

— Eu também te amo. – Kurt disse com um sorriso maior ainda, puxando Blaine para beijá-lo de novo.

Kurt abria a camisa de Blaine com o moreno em cima de si e continuava a beijá-lo. Tudo estava indo de maneira muito calma, como se realmente fosse a primeira vez deles, o que nem de longe era. Mas não deixava de ser especial, agora eles estavam mesmo juntos, noivos, com ambos sabendo que se amavam. Era só isso que importava.

The sun don't set the same

As you're watching it go down with me

And I won't sleep the same

Unless you're waking up in here with me

Oh, my heart I'ts vacant house

When you're gone away, oh it's so empty

And love don't make no sense when it's empty (oh no)

Blaine se ajoelhou e puxou a calça de Kurt para fora dele, logo abrindo lentamente o zíper da própria calça, também a tirando fora. Ele voltou para cima de Kurt e, enquanto o estimulava com o joelho em seu membro, beijava castamente seus lábios e segurava com carinho sua cintura.

— Você tem certeza que está bem para isso? Você não precisa fazer nada, se não quiser... agora eu sou só seu e vou continuar sendo por todo o tempo que me for permitido. – Declarou Blaine, vendo Kurt o encarar em dúvida.

— Eu quero, B. – Afirmou o castanho, novamente beijando Blaine.

Em poucos minutos eles já estavam totalmente sem roupa, mas Blaine queria que fosse tudo perfeito, queria agradar ao máximo Kurt, queria fazê-lo se sentir especial, queria amar cada pedacinho daquele corpo e até deixar algumas marquinhas pelo caminho, para assim poder mostrar para todo mundo que aquele garoto perfeito tinha um dono. E o dono era ele. E só ele.

I've driven almost every car

It ain't the same when I'm without you, boo

Been around a million stars

None of them shine brighter than you

The sky be so dark now without you

Yeah, ooh, baby

The sky be so dark now without you, yeah, ooh, baby… – Blaine cantou junto com a música, fazendo Kurt sorrir para ele.

O moreno foi beijando todo o pedaço de pele que podia, dando algumas mordidinhas, sugando alguns pontos e beijando todo o restante, fazendo uma enorme trilha de beijos e carícias. Quando ele se deparou com o membro de Kurt tão próximo de si, não se aguentou e precisou novamente prová-lo, como se nunca tivesse feito isso antes.

Antes que o castanho pudesse ver o que Blaine estava fazendo, ele sentiu os lábios quentes e macios do moreno envolvendo o seu membro, logo começando a subir e descer com sua boca no mesmo, usando sua mão direita para auxiliar o seu trabalho. As mãos de Kurt apertavam o lençol com força, queria reprimir de si mesmo um gemido, não queria mostrar o quão entregue estava. Mas agora não fazia mais diferença, ele tinha Blaine e o moreno o tinha. Eles pertenciam um ao outro. Simples assim.

It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

Oh been around the world ain't the same without you

It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

Não demorou muito para Kurt se desmoronar nas mãos de Blaine, que sorriu satisfeito com o seu trabalho, se encaixando no meio das pernas do castanho enquanto o beijava.

— Amor, eu quero você... – Kurt disse praticamente em forma de um sussurro.

— Certeza, amor? Podemos parar agora mesmo... – Blaine disse cauteloso, não queria provocar nenhum tipo de dor no noivo.

— B, para com isso, já falei que estou bem. – Reclamou o castanho, beijando Blaine mais uma vez.

O beijo começou calmo, mas logo já era com um desejo enorme e mais uma grande pitada de luxúria, eles queriam um ao outro mais do que qualquer outra vez que já tiveram.

Focus ain't the same if the picture ain't got you in it

In every limelight

Emotions ain't the same

If it ain't about you, I don't get it

Ever since the beginning now

You had that effect on me

All I wanna do is you, oh

I mean that so literally

Don't nobody go harder than you

All of the angels must be lonely now, without you, woah

Blaine, por estar já posicionado no meio das pernas de Kurt, se ajeitou melhor e se encaixou na entrada dele, entrando lentamente na mesma, todos os seus movimentos eram cheios de carinho e ternura, não apenas desejo, eram com amor.

— Você está bem? – Blaine perguntou, olhando de perto o rosto de Kurt, que apenas assentiu com a cabeça.

O moreno começou a se movimentar lentamente, mas Kurt queria mais. Ele se sentia bem, não precisava se preocupar. Ele entrelaçou as pernas em torno da cintura de Blaine e o puxou para mais perto, beijando-o para tentar abafar os seus gemidos.

Mas ele tentando se controlar não durou muito tempo, logo era impossível.

It don't make sense, no
It don't make no sense
Unless I'm doing it with you
(Cause I'm doing it with you, baby)
It don't make no sense
Unless I'm doing it with you

Se tornou mais impossível ainda qualquer tipo de controle sobre o próprio corpo, quando Blaine levou a mão até o membro do castanho e começou a estimulá-lo. Ele perdeu o ar quase com aquela sensação, era bom demais. Era prazeroso demais. Mas como dizia a música, nada daquilo faria sentido se não estivessem fazendo aquilo um com o outro. Um completava o sentido da existência do outro.

Não demorou mais muito para que ambos atingissem os seus ápices e caíssem cansados na cama.

I only want to hear your voice, yeah
Oh, been around the world, ain't the same without you
Had to find out the hard way
It don't make no sense
Unless I'm doing it with you
(Going way up, way up)
It don't make no sense
Unless I'm doing it with you
(Way up, way up, way up)
(Yeah, slow down stay up, stay up, stay up)
It don't make no sense

Unless I'm doing it with you

Blaine levantou e desligou a música, logo voltando e pegando Kurt no colo e indo com ele até o banheiro. Ele quase caiu no meio do caminho, porque o castanho não parava de rir.

Eles tomaram um banho juntinhos, vestiram uma roupa confortável para dormir e foram para a cama. Deitaram-se de conchinha, se aconchegaram nos braços um do outro e ficaram aguardando a chegada do sono.

— Eu te amo, noivo. – Brincou Blaine.

— Eu também te amo, meu noivo.

Notas finais
Música: https://open.spotify.com/user/onemoreklainer/playlist/6L3CWuWhukZYiQhCswO0pk O que acharam? NOIVOS O/ Se chegaram até o final, deixem um comentário pra mim, vou adorar ler e responder ♥ Bjo ♥ P.S.: Volto no sábado u.u