Notas iniciais
Olá gente!Primeiro, quero me desculpar por não ter postado ontem. Segundo, vim dizer que foi por conta do meu aniversário :D Fiz 13 anos ontem.Terceiro, deixem comentários e recomendações como presente!!!BOA LEITURA!!!

– Você tem que jantar, Selena. – insistiu Hermione, mais uma vez.

As garotas estavam na sala comunal da Grifinória deserta. Selena, tentava fazer seu dever de Transfiguração, mas a risada de Cronos e a imagem dele, a perturbavam.

Logo que o céu escureceu e Selena havia desaparecido depois da aula de Defesa Contra As Artes das Trevas, Hermione decidira ir atrás da melhor amiga para ver o que havia acontecido. Selena explicou o que pensava e o medo que tinha. Porém, Hermione não ajudava muito, embora a intenção da castanha fosse a das melhores.

– Eu não vou jantar, Mione. Não estou com fome. – disse Selena, conseguindo terminar mais uma linha de seu dever e encarando a amiga. – Vou ficar bem. Foi só um momento de fraqueza e só.

– Você é quem sabe. – disse Hermione, desistindo. A castanha levantou e encarou a amiga. – Tem certeza mesmo?

– Tenho. – disse Selena, dando um leve sorriso. – Vou ficar bem.

Hermione acabou concordando e saiu da sala comunal da Grifinória, deixando Selena com seu dever de Transfiguração.

O.O

– Ela não quis jantar? – perguntou Harry, preocupado.

Hermione negou, enquanto se servia.

– Não. Ela disse que precisa ficar sozinha. – explicou Hermione.

– Estranho ela ter ficado assim, não acham? – perguntou Milena.

– Depois de ter visto o... quero dizer, depois de ter visto aquela coisa.

Harry notou, que Milena pretendia dizer algo, mas ela mesma parou sob o olhar de Sebastian e Livia.

– Vou falar com ela. – decidiu Harry, levantando e deixando sua comida, intacta.

– Espera ai! Você nem comeu alguma coisa. – disse Livia, preocupada.

– Eu estou sem fome. Até depois. – disse Harry, saindo apressado, em direção às escadarias de mármore.

– Esses dois... – comentou Rony, balançando a cabeça.

Hermione notou, que Tiago e Alison, se entreolharam e riram.

O.O

Selena terminara seu dever de Transfiguração e guardava o material na mochila. Verificava se não havia mais nenhuma lição de casa pendente e viu que havia uma incompleta, de Feitiços. Suspirou e voltou a escrever.

Estava fazendo aquilo fazia cinco minutos, quando o buraco do retrato se abriu e Harry passou.

– O que faz aqui? – perguntou Selena, certa de que Hermione tinha dito algo ao moreno, que fitava Selena preocupado.

– Que eu saiba a sala comunal da Grifinória, é aberta para todos os grifinórios. – disse Harry.

– Haha. – ironizou Selena, embora esboçasse um pequeno sorriso. – Hermione te contou não foi?

– Não precisava que alguém me contasse. – disse o moreno, se sentando de frente para Selena, na mesa ao fundo da sala comunal.

– Foi horrível. – disse Selena, balançando a cabeça. – Me senti péssima. Desculpe por ter parecido fraca e...

– Você nunca, jamais, em hipótese alguma, será fraca. – interrompeu-a Harry, segurando a mão de Selena e sentindo novamente, as borboletas no estômago e a quentura na mão. – Você é a garota mais corajosa e incrível que já tive o prazer de conhecer e conviver.

Selena sorriu, com os olhos brilhando. Levantou e puxou Harry pela mão. Então, o abraçou forte.

Harry tinha pensado em conversar com Selena e lhe contar sobre o que Draco Malfoy, contara a ele na aula de Poções, mas após receber aquele abraço, resolveu deixar para depois.

Selena se sentiu muito bem depois do que Harry lhe disse. Ele era um grande amigo. Mas por alguma razão, ela sentia algo estranho, que não parecia ser relacionado à amizade. Ou será que era?

O.O

Draco não perdera a chance de falar mal do professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Para ele, Remo Lupin era ridículo e era um pobretão.

Entretanto, ninguém dava créditos ao Malfoy, já que Lupin era um ótimo professor.

Suas aulas seguintes tinham sido tão interessantes quanto a primeira. Depois dos bichos-papões, eles estudaram os "barretes vermelhos", criaturinhas malvadas que lembravam duendes e rondavam os lugares onde houvera derramamento de sangue, masmorras de castelos e valas dos campos de batalha desertos à espera de abater a porrete os que se perdiam. Dos barretes vermelhos eles passaram aos kappas, seres rastejantes das águas, que lembravam macacos com escamas, palmípedes cujas mãos comichavam para estrangular os banhistas desavisados que penetravam seus domínios.

Selena se sentia feliz por estar se dando bem nessa matéria, afinal. Conseguira esquecer a trágica aula de DCAT e conseguiu focar em melhorar seu desempenho. Felizmente, ela conseguia atingir seus objetivos com essa matéria.

Na aula de Feitiços, Transfiguração e Poções, a morena estava conseguindo desempenhos cada vez melhores e suas notas continuavam perfeitas. Livia, Hermione e Rose, estavam conseguindo desempenhos cada vez melhores nessas matérias.

Milena, Alice, Dominique, Laays e Rebeca conseguiam notas médias e por vezes, pediam ajuda para as amigas. Logo, elas tinham um desempenho bom e estavam seguindo o caminho certo para melhorarem cada vez mais.

Sebastian, Tomas, Renato e Tiago, tinham talento com Transfiguração, embora fossem muito bons em outras matérias. Transfiguração parecia ser a matéria na qual os garotos tinham melhor desempenho e maiores elogios, já que Minerva Mc.Gonagall os elogiava constantemente em suas aulas.

Harry, Rony, Alison, Hugo e Scórpius tinham um desempenho ótimo na aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, embora Harry tivesse notas cada vez melhores e os amigos, ficassem com notas um pouco menores, os garotos tinham ótimos desempenhos e o professor os elogiava e concedia pontos para a Grifinória e por vezes, para a Sonserina, graças a Scórpius.

Os treinos de quadribol se iniciaram com o início de outubro. Olívio Wood, tinha a confiança expressa em seu olhar e confiava plenamente no time. Era o último ano do garoto em Hogwarts e ele queria encerrar os seus estudos, ganhando a taça de quadribol, tão sonhada, para a Grifinória.

O tempo ficava mais frio e chuvoso, mas o time concordava que não haveria raios, trovões, lama, neve ou qualquer outro fenômeno da natureza, que os impedisse de ganhar a Taça de Quadribol.

Uma noite, enquanto Harry treinava com o time e Selena e os amigos, o esperavam na Sala Comunal da Grifinória, Rony anunciou a primeira visita a Hogsmeade. Selena ficara um pouco chateada, mas Tomas, dissera que nem ele e nem os amigos, iriam já que não tinham autorização para tal.

Harry chegou do treino e depois de ficar sabendo da visita ao povoado, pareceu chateado por um momento, mas como explicara a Selena, Tomas disse que ele nem os amigos poderiam ir ao povoado.

– Nossos pais não deixaram. – acrescentou Sebastian.

Harry parecia pensativo e Selena ia perguntar o porque, quando Bichento pulou na mochila de Rony e começou a perfurá-la com suas unhas afiadas. Perebas, o rato de Rony, que estava escondido na mochila saiu rapidamente e o ruivo correu atrás.

Logo, Rony e Hermione discutiram. O garoto pegou Perebas e o colocou na mochila novamente, enquanto alegava que o rato estava doente e que era para Bichento ficar longe dele. Rony saiu irritado dali, enquanto deixava uma Hermione tristonha para trás.

Na manhã seguinte, Rony continuou sem falar com Hermione na aula de Herbologia. Selena e Harry estavam com os amigos na mesma tarefa e viram quando Hermione tentou puxar assunto com Rony, perguntando como Perebas estava.

— Está escondido no fundo da minha cama tremendo — respondeu Rony com raiva, errando o balde e espalhando feijões pelo chão da estufa.

— Cuidado, Weasley, cuidado! — exclamou a Profª. Sprout quando os feijões desabrocharam diante dos olhos de todos.

Antes da aula de Transfiguração, Harry estava decidido a perguntar a professora Mc.Gonagall se não poderia ir a Hogsmeade. Selena porém, tinha certeza de que o amigo não conseguiria nada, mas mesmo assim, seguiu o amigo até a fila para entrar na sala de aula.

Entretanto, havia uma confusão na fila e depois, Selena descobriu que fora porque o coelho de Lilá, havia morrido. Hermione defendeu, que a professora Trelawney não tinha previsto isso corretamente e Rose, defendeu a castanha, alegando que provavelmente o coelho já havia morrido faz dias.

Rony, provavelmente ainda aborrecido com Hermione, defendeu Lilá, o que deixou Hermione bastante chateada.

Depois de ter seu pedido negado, Harry ficou um pouco melhor quando Selena começou a consolá-lo.

– Ei, relaxe ok? Estarei no castelo também como Tomas, Alison, Sebastian, Scórpius, Milena e os outros. Estaremos todos aqui e vamos nos divertir muito mais do que nos divertiríamos se estivéssemos em Hogwarts. – ela passou os braços pelos ombros de Harry, o tranqüilizando. O garoto se sentiu estranhamente bem.

O.O

Na manhã do Dia das Bruxas, Selena imaginava o que faria naquele dia com os amigos. Levantou e foi tomar café com os amigos. Rony e Hermione tinham feito as pazes e combinavam de ir juntos a Dedosdemel.

– Não se preocupem. Traremos vários doces. – garantiu Hermione sorrindo, quando Hugo e Sebastian começaram a ficarem tristes com o fato de não poderem ir até o povoado, comprar doces. Com a promessa de Hermione, eles pareceram bem melhores.

O grupo acompanhou os amigos até o Saguão de Entrada, onde Filch revistava os alunos que saiam. Rebeca, que estava ao lado de Draco, sorriu e acenou para os amigos.

— Vai ficar na escola, Potter? — gritou Malfoy, que não perderia a chance de zoar com Harry. — Medinho de passar pelos dementadores?

– Vá para o Tártaro, Malfoy! – gritou Selena, aborrecida, enquanto virava às costas, para o primo.

Por alguma razão, mesmo sem saber o que significava o que a prima dissera, Draco tinha ficado extremamente chateado por ver ela lhe dar as costas e junto com Harry, seguir para as escadarias de mármore.

O.O

Selena nunca se divertira tanto. Ela e os amigos jogavam quadribol no campo e a garota, ficou feliz por não receber nenhum raio de Zeus na cabeça.

O time estava dividido:

Time 1

Tomas – apanhador

Renato – artilheiro

Sebastian – artilheiro

Alice – artilheira

Milena – batedora

Scórpius – batedor

Hugo – goleiro

Time 2

Harry – apanhador

Alison – artilheiro

Livia – artilheira

Tiago – artilheiro

Selena – batedora

Drika – batedora

Rose – goleira.

Dominique assistia a partida junto com Laays, nas arquibancadas e ambas comemoravam quando algum time fazia pontos.

Selena, rebatia os balaços com grande força e quase, por pouco, não tirou Tomas do jogo.

– EI! NÃO É PARA ME MATAR NÃO! – gritou o apanhador, escapando de outro balaço por um triz.

O Time 2 acabou ganhando quando Harry apanhou o pomo, passando de Tomas na perseguição à bolinha dourada.

Mais tarde, eles estavam na Sala Comunal da Grifinória, e quando Rony e Hermione chegaram, se divertiram saboreando os doces que os amigos trouxeram.

Em seguida, aconteceu a festa do Dia das Bruxas, onde eles se divertiram ainda mais e Selena estava realmente feliz, quando seguiu com os amigos em direção a Sala Comunal da Grifinória. Nem com as provocações de Malfoy, Selena se abalou.

Harry contou, sobre quando Lupin o chamou em sua sala, logo depois que ele e os amigos, tinham jogado quadribol. Selena achou estranho, o fato de que, de acordo com Harry, Lupin tivesse bebido uma poção fumegante que Snape preparara.

Renato também parecera perturbado como Tomas e Sebastian. Entretanto, Livia e Hermione defendiam uma outra teoria.

– Snape jamais teria feito isso na frente de Harry. – afirmou Livia e Tomas, revirou os olhos.

– Livia tem razão. – disse Hermione, com um suspiro. – Ele não seria burro o suficiente.

– Ainda acho que Lupin foi maluco. – disse Rony.

Laays, Rebeca e Dominique, se despediram dos amigos e seguiram para a Sala Comunal da Corvinal. Scórpius, também se despediu dos amigos e seguiu com os alunos da Sonserina, para a sala comunal deles.

Os outros continuaram o caminho, seguindo o irmão de Rony, Percy, que guiava os alunos. Mas Selena notou não tão tarde, que algo estava errado. Quando chegaram ao corredor que terminava no retrato da Mulher Gorda, encontraram-no, engarrafado pelos alunos.

— Por que ninguém está entrando? — perguntou Rony, curioso. Harry espiou por cima das cabeças à sua frente e Selena fez o mesmo.

Aparentemente o retrato estava fechado.

— Me deixem passar — ouviu-se a voz de Percy, que passou cheio de importância e eficiência pelo ajuntamento. — Qual é o motivo da retenção aqui? Não é possível que todos tenham esquecido a senha, com licença, sou o monitor-chefe...

E então foi baixando um silêncio sobre os alunos a começar pelos que estavam na frente, dando a impressão de que uma friagem se espalhava pelo corredor.

Eles ouviram Percy dizer, numa voz repentinamente alta e esganiçada:

— Alguém vai chamar o Profº. Dumbledore. Depressa.

As cabeças dos alunos se viraram; os que estavam atrás se esticaram nas pontas dos pés.

— Que é que está acontecendo? — perguntou Gina, que acabara de chegar.

Instantes depois, o Profº. Dumbledore chegou deslizando, imponente, em direção ao retrato; os alunos da Grifínória se comprimiram para deixá-lo passar, e Harry, Selena e seus amigos, se aproximaram para ver qual era o problema.

— Essa, não... — Selena agarrou o braço de Harry.

A Mulher Gorda desaparecera do retrato, que fora cortado com tanta violência que as tiras de tela se amontoavam no chão; grandes pedaços do retrato haviam sido completamente arrancados.

Dumbledore deu uma olhada rápida no retrato destruído, virou-se, o olhar sombrio e viu os professores McGonagoall, Lupin e Snape que vinham apressados ao seu encontro.

— Precisamos encontrá-la — disse Dumbledore. — Profª. McGonagall, por favor localize o Sr. Filch imediatamente e diga-lhe que procure a Mulher Gorda em todos os quadros do castelo.

— Vai precisar de sorte! — disse uma voz gargalhante.

Era Pirraça, o poltergeist, sobrevoando professores e alunos, encantado, como sempre, à vista de desastres e preocupações.

— Que é que você quer dizer com isso, Pirraça? — perguntou Dumbledore calmamente e o sorriso do poltergeist empalideceu um pouco. Ele não se atrevia a atormentar o diretor. Em vez disso, adotou uma voz untuosa que não era nada melhor do que a sua gargalhada escandalosa.

— Vergonha, Sr. Diretor. Não quer ser vista. Está horrorosa. Eu a vi correndo por uma paisagem no quarto andar, Sr. Diretor, se escondendo entre as árvores. Chorando de cortar o coração — informou ele, satisfeito. — Coitada — acrescentou em tom pouco convincente.

— Ela disse quem foi que fez isso? — perguntou Dumbledore em voz baixa.

— Ah, disse, Sr. Diretor — respondeu Pirraça com ar de quem carrega uma grande bomba nos braços. — Ele ficou furioso porque ela não quis deixá-lo entrar, entende. — Pirraça deu uma cambalhota no ar e sorriu para Dumbledore entre as próprias pernas. — Tem um gênio danado, esse tal de Sirius Black.

Selena sentiu um arrepio de repente e ao encarar Harry, viu que ele também deveria estar sentindo o mesmo que a amiga.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Deixem comentários ;)