Hankei no Gifuto - 半径のギフト
6 Nieprzewidziane
Notas iniciais
Quem tá se perguntando por que eu coloquei um título assim?
Seria a hora de revelar a dona do cadern ? Han, han? O.O
O título tem algo a ver com esse espaço em branco que deixei na história do caderno. Logo vocês descobrirão o que há por trás desse idioma.
O título se pronuncia "Niépchervidian-né", meio complicado. Eu achei perfeito pra iniciar um assunto tão extenso. O livro "O Dragão de Wawel" me inspirou a introduzir essa mitologia na história, claro que vou explicar de pouco em pouco.
Ali estava tudo o que Nekomura precisava para começar seu plano de usar o caderno para algo que seja útil. Só a coragem era escassa, nada que Nekomura não desse um jeito, claro.
– Tenho o horário, endereço e informações. Tomara que dê tudo certo.
"4:27pm — Assalto a mão armada — 2 mortos e 1 ferido"
Ele observava aquela frase e imaginava como iria evitar que aquela calamidade acontecesse. Tentava ver de vários métodos:
"Pego uma arma, arranjo um taxi e atiro nos assaltantes antes que entrem no banco... Mas vou atirar com o quê, se eu nem arma tenho?
Consigo um carro e atropelo o carro deles... Que ideia idiota!
Ligo de um telefone público, aviso a polícia o que vai acontecer e pronto... Parece ser uma ideia realista agora. Sem riscos, sem confronto e sem armas. Parece perfeito."
Ele sai do quarto, com um casaco preto, capuz caído e um óculos escuro.
– Nekomura, aonde você vai? Espere a sua visita chegar.
– VI-VI-VISITA???
– Eu esqueci de te avisar? Me desculpe, filho. A Mira e o Kotatsu virão hoje de tarde pra te dar um oi.
– Mãe, você vem me avisar isso logo agora?!
– Eu tinha esquecido, filho. Eles que quiseram vir por vontade própria, já vou avisando.
Não era "vontade própria" nem nada. A sra. Natsuyama adorava o tempo em que eles vinham visitar Nekomura. Por isso ela trouxe os dois para dar um oi ao Nekomura, mesmo que sejam obrigados a vir, típico da mãe de Nekomura.
A campainha toca. Nekomura vê pelo olho mágico quem acabou de chegar.
– OOOOOIII!!! -gritavam Kotatsu e Mira, em um tom uníssono.
Nekomura abre a porta e logo dá de cara com um berro.
– Sra. Natsuyamaaaa! Há quanto tempo eu não te visito! Eu estava com tanta saudade desse cheiro nostálgico que sinto aqui toda vez que piso aqui! -falava Mira, abraçando e beijando a mãe de Nekomura.
– O cheiro da cera? Hahahahaha, eu também sentia saudades. -dizia Kotatsu tirando os sapatos na porta.
Nekomura se sentia um peixe fora d'água diante de tanta bajulação.
– Nemui-san, você tem que nos trazer aqui mais vezes, hein?
– É mesmo, Kotatsu? -dizia Nekomura com uma cara de "Você está drogado ou o quê?".
Kotatsu respondeu com uma risada diabólica.
– Aonde você vai vestido assim? -dizia Mira ao olhar que Nekomura estava de casaco preto e óculos escuros em pleno dia nublado. — Parece um ... um trombadinha.
– Mwahahahahahaha, Nemui-san desistiu da escola e vai bater carteira no centro agora? -gargalhava Kotatsu.
– Palmas! Palmas! Vocês merecem um oscar de "Melhor comediante". -olhando com sarcasmo para Mira e Kotatsu.
– Sentem-se. Eu fiz um bolo de cenoura e um suco de abacaxi pra vocês, para esse dia especial que relembra os velhos tempos.
Enquanto a sra. Natsuyama espalhava os pratos e talheres, e servia os dois, Nekomura pensava em como iria fugir daquilo.
– Duas pessoas estão em risco de morte e eu aqui relembrando memórias da infância. -pensou consigo mesmo.
– Desculpa, gente, me desculpem mesmo! Eu tenho que ir, o assunto que eu tenho que tratar é sério, e eu não posso atrasar.
– Mas você nem cutucou o bolo ainda! Fique mais um pouco, fi- EU NÃO POSSO, MÃE! -interrompeu-a com rigidez.
Kotatsu e Mira olhavam espantados para Nekomura, enquanto a mãe dele estava atônita, com uma lágrima escorrendo nos olhos.
Enquanto Nekomura corria para o banco com o intuito de evitar o assalto, pensou:
– Eu vou me arrepender tanto de ter feito isso... Me desculpe, mãe. Mas é o necessário.
No trajeto, Nekomura olha para trás e vê sua casa.
– DROOOOOOOOOOGAAAAAAAAAAAAAAA!!!
Chegando nas imediações do banco, ele põe o capuz e os óculos escuros e procura os ângulos das câmeras de segurança.
Ele acha um telefone público e liga para a polícia, buscando uma atitude.
– Alô. Eu aviso agora que todos os policiais vão para o banco, pois um assalto irá acontecer. Terá um tiroteio e algumas pessoas irão morrer. -quando bate o telefone no gancho e espera apreensivo alguma atitude.
Minutos se passam e nada acontece.
Notas finais
Próximo capítulo eu prometo que irei apresentar a dona do caderno, de uma forma bem "Cheguei!!!" haushuashuas.
Obrigado a Mira Okumura, A Sonhadora, por comentarem e me darem opiniões sobre a fanfic. Me ajudou muito ^.^
Vou adiantar o nome do próximo episódio:
"Dolja, fonte de meu fardo"
Ja nee o/
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