Hankei no Gifuto - 半径のギフト
7 Dolja, fonte de meu fardo
Notas iniciais
Peço desculpas pela mudança do nome da fic, pois o nome tinha que ser traduzido para Aquele caderno, e não sei de onde surgiu Korera no Noto. O Google Tradutor é um lixo mesmo quando se trata de japonês.
O título do cap. Passado foi Nieprzewidziane, que significa Imprevisto em polonês.
Todo filme, livro, série ou fanfic sempre rodeia as mesmas mitologias de sempre: Grega, nórdica, romana... Mas decidi complementar o motivo desse caderno tão misterioso que pretendo explicar, com mitologia eslava (precisamente do povo eslavo), que tem a Polônia como foco.
Esse título está correto, já que eu mesmo traduzi. Significa Presente do Raio, já que o caderno veio de um raio.
Está aí mais um presente pra vocês o
Hajime !
- Era de se esperar que não iria levar uma denúncia a sério, ainda mais se tratando de imediato! Droga!
Uma van preta chega em frente ao banco. Isso desperta a atenção de Nekomura, já que só tinham homens, e pelas características como força, altura e várias tatuagens, ele tinha uma certeza. Eram eles.
O primeiro chega sem nada nas mãos enquanto os outros preparam um tipo de pacote para ele.
Eles arremessam o pacote fino, com a grossura de um pneu de bicicleta, rente ao chão. De certo isso era pra evitar o sensor de metais.
Enquanto isso uma mulher e um menino de aparentemente cinco anos, entravam no banco.
- Mamãe, você vai fazer o quê nesse lugar?
- Eu preciso de dinheiro pra fazer a sua festa de aniversário, esqueceu?
- Ah, sei. Quero um bolo maior do que a senhora! –dizia o jovenzinho todo cheio de alegria ao imaginar sua festa.
Nekomura observava da esquina e cada minuto em que a presença dos policiais não era possível, mais ele se enfurecia.
- E se essa mulher e o seu filho forem as próximas vítimas?
O homem suspeito abre o pacote e guarda o objeto dentro do sobretudo. Ele se dirige ao caixa com um olhar nervoso, era de se perceber que ele era inexperiente nesse ramo.
Acontece um surto de adrenalina naquele homem.
- Isso é um assalto! Quem ousar se mexer ou bancar o herói aqui vai morrer na mesma hora!
Todos entram em euforia e se escondem nas bancadas e caixas eletrônicos.
- Aconteceu! Os resquícios de duvida que eu tinha não existem mais.
A mulher de antes corre até o portão, desesperada, segurando o filho pelo pulso violentamente.
- Pare aí agora! Está me ouvindo? Pare agora!
Prevendo o pior, Nekomura corre até o portão do banco sem saber o que acontecer, querendo ajudar a mulher.
O homem pega o revólver do casaco e prepara a mira para acertar a mulher, quando algo inesperado acontece.
Uma explosão de luz acontece quando um raio acerta o portão de vidro, e uma garota de cabelos negros e olhos violeta surge do nada daquele raio. Estava com um capuz e um sobretudo negro.
Ela pulou agilmente em direção à bala e a rebateu com uma espada longa, do tamanho da sua perna. Com um golpe, o fio da lâmina reflete a bala, fazendo-a sair do caminho da mulher e da criança, evitando assim uma possível morte.
- Mas o que foi aquilo? –dizia atônito o assaltante.
- Irei dar-te um fim, mesmo que isto me custe. –falava a jovem enquanto corria com sua espada em direção ao assaltante.
Novamente, em um golpe, ela corta a arma que o assaltante tinha em mãos como se fosse papel.
Nekomura estava impressionado com o que acabara de acontecer. Uma total estranha surgiu e assim conseguiu fazer em questão de segundos o que ele planejava fazer de alguma forma.
Sirenes da polícia já podiam se ouvir da esquina, quando a garota olha para Nekomura e rapidamente cora.
- Ela me conhece? -pensou Nekomura enquanto tentava entender aquilo. – E ainda corou. –dizia consigo mesmo enquanto criava um sutil sorriso no canto da boca.
Sem entender muito o que aconteceu, Nekomura voltou para casa. Os policiais já estavam averiguando o que aconteceu, prenderam o grupo de assaltantes e ajudaram aquela mulher e o seu filho.
- Agora aquele menino vai ter uma festa de aniversário. -disse Nekomura, feliz ao ver que tudo ocorreu bem. — Mas não por minha causa, se não fosse aquela garota o caderno ia cumprir o que dizia.
Chegando na rua da sua casa, Nekomura leva um susto ao ver a mesma garota do banco, encostada no muro da sua casa.
- O-o-o que ela veio fazer aqui?! –pensou assustado.
Ela estava entediada, chacoalhava os pés em meio a grama e tinha um olhar de preocupação, talvez com o tempo.
Ela viu Nekomura chegar e não conseguiu dizer nada para chamá-lo. Só quando ele a viu, que ela corou novamente e tentava dizer.
- Oi...
Não havia um assunto para conversar, a não ser sobre o banco.
- Eu vi o que você fez lá, você sabe, no banco. –disse Nekomura. — E eu também sei que não é todo dia que se vê uma garota surgir de um raio.
- Não ficaria tão feliz se soubesse quem eu sou. –disse ela em resposta àquele elogio.
- E... Quem você é?
- Mas meu nome aqui é Kin.
- Aqui como?
- Aqui em Yav’.
- E... Por que eu não iria ficar tão feliz com a sua presença?
- Porque eu sou a dona do caderno. E eu o quero de volta.
Notas finais
O que seria Yav' ?
Por qual razão ela deixaria o seu caderno solto em um farol?
Como é possível ela surgir em meio a um assalto, impedir uma morte e conseguir aparecer de um raio? (que nem o caderno O.O)
Ela é uma deusa?
Posso adiantar que sim, ela é uma deusa.
Obrigado pelos comentários, pelos leitores, principalmente pela Mika Okumura (agora eu não errei o teu nome) que sempre comenta.
Ja nee ! o/
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