Notas iniciais
Yoo/
Capítulo duploooooo! o/ Dois no mesmo dia! (esse e o anterior)
Vamos ao que interessa!
Comentem, os reviews que movem uma fanfic.
Hajime o/

As crianças se prontificaram, pondo-se na frente de Nezumi.

- Você não vai pegar a Nezumi nem minha irmã! –gritava o menino que tremia os calcanhares.

O monstro o pega com suas mãos enormes pela cintura e o levanta na altura da face. Apertava-o e observava os gritos e gemidos da criança entre seus dedos.

- So-solte m-meu i-irmão! –um grito estridente e um apelo lamentável eram feitos pela menina.

Ele se abaixa e a pega pela cintura, dessa vez ele aperta os dois de maneira igual.

Ossos quebrando e se expondo, membros se contorcendo de dor e um grito de agonia se afogando em sangue eram observado por Nezumi em estado de choque e súbito medo. As lágrimas se encarregavam de cair na mesma quantidade em que ela estivesse gritando naquele momento. A voz sumiu, talvez fosse parar no estômago, que agora sentia um eco e um tremor nauseante.

- Pare de brincar com a comida, Stalo! Nós temos que ir ao festival! Meus filhos nasceram mortos dessa vez e não temos o suficiente para esses dias. –alertava a bruxa, descontente com a perda de tempo.

Primeiro foi a menina, desmaiada e quase toda fraturada. Uma mordida nas pernas da menina e uma mastigada fizeram um barulho crocante que arrepiaram a espinha da inconsolável Nezumi. Por fim, ele terminou de comê-la e moeu o menino entre suas mãos. O sangue quente chegava aos joelhos de Nezumi. Ele guardou o resto do que fora um dia aquele menino dentro de uma bolsa de pano gigantesca e a pôs nas costas.

O olhar da bruxa e do monstro logo se voltaram a Nezumi. Em um desespero e sede de sobreviver, Nezumi se transformou em rato e entrou em um largo tronco oco.

Com grandes sacudidas, Stalo agitava aquele tronco oco com Nezumi se debatendo. Com o choque, Nezumi desmaia e permanece imóvel dentro do tronco.

- Acho que não iremos pegar um Dola hoje, velha. Se ela morrer como rato, ficará como rato. Assim é inútil a carne de um rato! –desistia o monstro de pegá-la.

Nezumi retomou a consciência e foi desesperadamente até a aldeia, procurar a camponesa e o lenhador. Um rastro de destruição era aparente. A aldeia estava completamente vazia, sem ninguém, ao menos vivo e inteiro.

Nezumi chega no festival e procura por eles, mas só encontra poças e poças de sangue espalhadas por cabanas e tendas derrubadas entre as folhas secas.

Sem esperança de viver, sem ânimo, sem vontade de respirar, ela se via como algo inútil para o mundo.

Chegou em casa, arrumou suas coisas, esperava um sinal de vida de algum aldeão...

Viu o jogo de facas de prata que foi encontrado com ela quando pequena. Com suas lágrimas e suas mãos cheias de sangue seco por limpar os joelhos, jurou por sua existência, pronunciando a seguinte frase, frase que ela repetiu naquele momento em que Nekomura, Kin e Hiroto se punham em risco por ela:

- EU FAREI MINHA PRÓPRIA SORTE, E MINHA SORTE É A SORTE DOS MEUS AMIGOS!

Ela põe uma faca em cada mão, posicionadas com a lâmina para baixo e corre como um raio na direção do monstro, que nem percebe seu movimento de ataque.

Nezumi faz uma série de golpes nos tendões do Stalo, que cai de joelhos no chão. Ele a reconhece pelos seus olhos violetas vivos e brilhantes pelas lágrimas.

- Você acha que é alguém para desafiar o principal deus de Svarga, Svarog? Nem que todos os deuses o desafiem, nós nunca perde...-ele é interrompido por Nezumi, que crava as duas facas na coluna do monstro fazendo as pontas de cada uma se tocarem dentro da carne se Stalo.

- VOCÊ NÃO MERECE SER CHAMADO DE MEDO! –grita Nezumi olhando no único olho de Stalo.

A vida ia se esvaindo do olho do monstro, e um grande barulho que o monstro fez ao cair imóvel no chão deu fim à luta.

Notas finais
Yoo o/
A Nezumi é fodásticaaaa! Oficialmente, agora é a minha favorita!
Então... Uma nova fanfic baseada em furry? Será? Eu estou com medo de consumir meu tempo vago, já que eu tenho curso segunda e quarta (Japonês o/).
Ja nee o/

Mas eu vou pensar em fazer ;)

Ja nee o/