Notas iniciais
Babes, demorei mais voltei heinnnnnnn ! Capitulo dedicado especialmente as lindas Harley e Briina, por suas adoráveis recomendações, muito obrigado pelo o carinho queridas, e são por gestos assim que me faz continuar com a historia, criar novas. Espero que gostem do capitulo, sem mais delongas e muitos beijos! Musica: ed sheeran - perfect

Lutando contra todos os obstáculosCorrigir

Eu sei que ficaremos bem desta vez

Querida, pegue a minha mão

Seja a minha garota, serei seu homem

Eu vejo meu futuro em seus olhos.

Felicity Smoak.

Acordei na manhã seguinte apenas com Bene sobre minha barriga, varri todo meu quarto com o olhar, mas Oliver tinha partido da mesma maneira que tinha chegado, sem deixar vestígios de sua presença no ambiente, era perturbador de certa forma, mas eu jamais cobraria nada ele, pois eu era apenas uma amiga. Deslizei para fora das cobertas com o corpo ainda um pouco pesado, respirei fundo e segui para minha higiene matinal.

Com meu Bene peludo atrás de mim e seus miados de fome, como todas as manhãs, depois do que parecia ser horas no chuveiro eu terminei e me arrumei para o dia, meu corpo está novo outra vez. Era bom porque eu não consigo ficar mais um dia trancada em casa.

— Bom dia, irmãzinha. – Cantarolou Harry assim que eu pisei fora do meu quarto. Antes que eu pudesse responder, Bene soltou um miado zangado para Harry e saiu rebolando exageradamente pelas as escadas. Harry bufou e apontou para meu bichano o dedo médio.

Sorri e pisquei incrédula ao vê-lo bem arrumado, como se fosse a um casamento ou algo do tipo, ele vestia um terno preto, uma camisa também preta por dentro, assim seus sapatos bem engraxados. Olhei em seus olhos e a cor âmbar era quase assustadora, meu irmão é homem de trinta e quatro anos malditamente bonito. E ele sabe disso, afinal toda mulher que entra no seu caminho não consegue fugir do seu charme matador, assim como minha amiga Cait, que se rendeu ao diabo porque Barry Allen acabou escolhendo Íris West. Não me julguem eu amo Barry com todo meu coração, mas eu sou Team Snomoak, Harry é meu irmão e não quero se deserdada no futuro próximo. Ele pode ser vingativo quando o assunto é suas mulheres.

— Como estou? – Harry sorriu para mim com dentes perfeitamente brancos.

— Você sabe que está muito bonito, não seja convencido. – Suspirei sem quebrar o olhar. – Mas porque um terno ao meio dia? Resolveu casar-se e deixar sua irmã fora disso? – Fiz a pergunta de um milhão brincando com ele.

— É uma merda está de terno em pleno meio dia, eu sei. – Bufou passando por mim. — Mas cait irá a uma festa de apresentação de conceitos médicos para nossa cidade, com aquele bastardo prefeito no mesmo local, eu mesmo me convidei e ela aceitou enquanto gritava meu nome na noite anterior.

— Eca, você é um bastardo sujo. – Grunhi querendo bater nele. – E o Tommy é nosso...

— Não, ele não é! E nem parente do BeneCat nessa casa, então esqueça essa coisa de que Tommy fazer parte da nossa família, pois a mamãe apenas casou-se com o pai dele e fugiu para nunca mais voltar. – Ele cortou-me como se eu fosse a vilã da história.

— Mas não é minha culpa se nossa mãe casou com o pai dele, então ele é nosso familiar agora. – Pisquei revidando.

Harry olhou para mim como se eu fosse louca e desceu os degraus em dois e dois rapidamente. Como minhas pernas eram mais curtas tive que fazer no modo princesa. O que era uma merda as vezes.

— Então você está agradando minha melhor amiga? – Questiono cutucando o lobo com o dedo.

Harry colocou o relógio no pulso e olhou para mim com olhos brilhantes, seu sorriso cresceu e ele não perdeu a chance de se vangloriar com tudo isso.

— Odeio terno querida, mas faria qualquer coisa pela a minha garota. – Disse satisfeito. – Batatinha Allen e bastardo prefeito Merlyn estarão juntos nesse evento não posso dormir no ponto, olhos em todos os lugares Felicity. – Disse com um gesto de dedos na frente de seus olhos.

— Olhos em todos os lugares. – Fiz o mesmo. – Okay, vou manter isso em mente. Mas cait..

— Cait sempre gostou do Allen, e enquanto ela não estiver com meu bebê na barriga e um anel no dedo eu não posso deixar de cuidar do que é meu. –Cortou-me decidido. Seguindo para porta.

— Você é louco. – Bufei querendo chuta-lo por ser um homem das cavernas.

— Sou inteligente o bastante para saber que quase todos os homens dessa cidade têm tesão pela a minha mulher, afinal eu já estive no lugar deles, boa tarde e não espere por mim, sairemos para jantar na cidade vizinha. – Informou batendo a porta. Tentei atirar um travesseiro nele, mas caiu antes de chegar no destino.

— Só espero não ficar louca como minha família. – Gritei para ninguém.

(......)

Porque diabos eu me sinto em um filme de missão impossível? Sim, claro. Porque estou novamente na mansão e não sei como abordar o dono dela. Se ele estiver com mau humor dos infernos, posso ser jogada pela a janela ou ser jogada no fundo do lago com uma pedra amarrada no meu pescoço. Engoli em seco e pressionei minha mão na minha jugular sentindo meu pulso aumentar.

— Tínhamos um acordo, fui vê-la apenas para conferir se você estava realmente bem, depois que sai da sua casa, deixei claro que eu não queria mais conversar, você é legal, mas eu não sou, somos de mundos diferentes e você precisar me deixar em paz. – Oliver rosnou gravemente pelas sombras. Vacilei um passo quase caindo no chão de bunda.

— Me assustou. – Respirei com dificuldade, minha mão que estava no pescoço agora pressionava o peito, meu coração parecia que iria pular para longe, um lugar talvez seguro.

Ele saiu de onde estava, uma árvore velha ao lado da sua casa. Por um momento pensei que iria morrer por sua beleza, seus olhos azuis me fitaram com cuidado. Mas eu não podia deixar de admirar seu corpo forte escondido por jeans desgastado e uma camiseta preta que moldava seu peitoral maravilhosamente bem. Ele era o homem mais ogro e mais lindo que eu já vi em toda minha vida. Como uma abelha, eu fui de encontro com o mel.

— Você sabia que eu viria em algum momento. Não desisto fácil. – Retruquei com sorriso doce.

— Sempre tão teimosa. – Foi tudo que ele disse antes de girar sobre os calcanhares e voltar para seu castelo escuro.

Segui Oliver sem hesitar, me chamem de louca, mas o que eu poderia fazer se o homem das cavernas ficou nas minhas veias como uma maldita droga, eu queria mais dele e não poderia desistir disso, não tão fácil. Mesmo me tornando uma louca perseguidora.

— Onde você vai? – Questionei ao atravessar a sala, olhando para seu corpo forte desaparecer para a cozinha.

Quando cheguei até ele, notei que sua cozinha estava completamente limpa, mas faltava muita coisa para tornar-se o que foi um dia belo. Ele pegou uma maçã e mordeu, o gesto me deu água na boca, não pela a mordida, mas sim para provar como seria o gosto da maçã em seus lábios. Engoli em seco, sentindo lugares proibidos no meu corpo formigarem.

— Deseja uma? – Ele ergueu uma sobrancelha para mim e apontou para a cesta de maçã que brilhava. Eu não tinha fome, e se tinha não era de comida. Argh! O que eu estou pensando?

— Não, obrigado. – Murmurei sem um fio de voz.

— Então Felicity, o que você deseja? – Suspirou.

Olhei para seu rosto e pela a primeira vez notei que ele parecia realmente cansado, não fisicamente, mas mentalmente, como se ele vivesse uma tortura diária, eu não sei sua história verdadeira, mas posso sentir que ele foi muito ferido no passado e que não conseguiu ir em frente todos esses anos. Eu queria ser sua amiga, alguém que ele pudesse se apoiar. Sem responder eu me aproximei dele, contornando o balcão e ficando ao seu lado, ele ficou rígido e suas mãos fecharam em punhos, a maçã parecia que iria explodir a qualquer momento, mas eu não tive medo.

— Eu não sei pelo o que você passou, e como isso te machuca ainda, mas posso ficar aqui e escutar seus rosnados o dia todo. – Sussurro com cuidado. – Porque eu acredito que por debaixo dessa casca grossa, existe um homem bom e gentil.

Bem perto dele pude sentir seu cheiro amadeirado, meu coração aqueceu e bateu mais rápido.

— Não. – Ele negou como se uma faca pressionasse seu peito. – Você não pode acreditar nisso, é loucura, eu jamais poderia ser salvo dos meus demônios.

— Respire. – Balancei a cabeça. Sem hesitar peguei sua mão, as minhas eram como seda tocando um aço frio, eu tremia mais não desisti. – Não vou machucar você, Oliver. Pode confiar em mim.

— Eu seria aquele a machucar, não você. – Retrucou fechando os olhos com força. – Eu não posso ser o homem que você quer, meu coração e alma está ambos quebrados.

— Nunca me machucaria. – Sorri sentindo sua mão aquecer aos poucos. – Você pode está quebrado por dentro, mas com o tempo você pode ir reconstruindo algo bom e se apegar a isso... basta tentar. Me mostre algo agora, alguma coisa que te fere, e eu irei compartilhar sua dor.

Eu estava sendo corajosa o bastante para sentir uma parcela da sua dor, a dor de alguém que estava entrando no meu coração a cada dia, meu coração desejava colar os pedaços que nele tinha se quebrado.

Aos poucos ele foi afrouxando a mão deixando a minha deslizar sobre ela, tomando a segurança que eu precisava que ele pegasse de mim, entrelacei nossos dedos e não fui em frente, eu não o forçaria a nada, mas como um bebê daríamos nossos pequenos passos... a cada dia, por mais que demorasse uma eternidade.

— Eu queria ter te conhecido a muito tempo. Felicity – disse me deixando surpresa. Meu nome era como música saindo dos seus lábios, algo tão doce que doeu um pouco, mas de maneira realmente boa. – No tempo em que eu era um jovem inconsequente, mesmo que eu destruísse seu o mundo, eu sinto que você poderia resgatar o meu. – Ele ainda tinha os olhos fechados. Seu rosto mostrava tanta dor que partiu meu coração ao meio.

Uma lágrima solitária deslizou pelo meu rosto e eu suspirei. Oliver abriu os olhos devagar e me fitou em silêncio. Não precisamos de palavras quando um só olhar diz tudo nesse momento, e em seus olhos notei que ele tinha perdido tudo. Não só a família, mas tudo que mais amava.

— Oliver..... – Eu não tinha palavras para consola-lo, e toda minha coragem acabou esvaziando como um balão. Então ele me puxou até a porta dos fundos e seguiu entre as árvores passando pelo o mato alto.

Me assustei sem saber o que ele faria, eu sabia que não me machucaria fisicamente, mas não deixava de assustar de algum modo, meu emocional poderia ir para o ralo com toda essa situação. Então como se tivéssemos entrado em um conto de fadas.... O mais bonito e triste cenário apareceu diante dos meus olhos.

Oh Santa madre Teresa de Calcutá.— Exalei ao ver nada mais nada menos que uma estufa. Eu sempre sonhei com uma estufa, eu queria uma, mas o Harry não é muito fã de flores, e o nosso quintal era muito pequeno para qualquer coisa.

A estufa é a coisa mais linda que já vi em toda minha vida, e olha que já vi muitas coisas bonitas, mesmo nessa cidadezinha pacata. Oliver parou e eu fiquei ao seu lado admirando cada detalhe. Sem esperar alguma instrução dele, eu entrei no local, por dentro era ainda mais lindo. Ela era feita de madeira, e o teto? Por Deus. Era de vidro, todos os tipos de vidros coloridos, com desenhos de rosas amarelas e vermelhas. Quem tinha feito aquilo, fez com muito amor e cuidado.

— É tão lindo. – Eu caminhei devagar olhando os mínimos detalhes. As roseiras estavam crescendo aos poucos, levaria um tempo ainda, para que todas elas brotassem. Mas seria perfeito quando acontecesse.

— Thea amava esse lugar. – Oliver quebrou o silêncio com a voz suave. – Meu pai queria ser botânico, e criar novas tipos de plantas, mas o dever em ser um CEO falou mais alto, minha mãe era egocêntrica e não queria seu esposo o dia todo cuidando disto, então por amor a ela, ele resolveu se aprofundar nos negócios, mas antes ele criou esse lugar para Thea, que cresceu aqui em meio às flores. – Suspirou olhando para mim. – Antes da nossa última viagem ela veio até aqui e colheu algumas rosas e deu alguém na cidade, eu não lembro quem era. Eu estava ocupado demais olhando para merdas no meu celular, mas lembro quando a mulher disse “ Muito obrigado, doce menina”. Thea tagarelou todo o caminho até o aeroporto, dizendo que iria colher mais flores e entregar mais uma vez a mulher.

Seus olhos brilharam na lembrança, mas foi rápido e como se um escudo subisse a superfície ele se fechou mais uma vez. Ele tinha compartilhado um pouco do seu passado, que de algum modo ligou-se ao meu, e por um longo momento eu fiquei sem ar.

— Foi a minha mãe. – Engoli as lágrimas. – A mulher era minha mãe!

Sim eu tinha quatorze anos na época, mas lembro do Harry perguntando de onde nossa mãe tinha arranjado flores. Rosas vermelhas para ser exata, o que era muito raro em nossa região. Minha mãe sorriu para ele com tanto amor e disse:

Uma doce menina me deu na cidade, eu achei fofo da parte dela. – Ela sorriu tão jovial que eu fiquei com ciúmes. Eu passei uma semana querendo bater na tal garotinha que tinha encantado minha mãe. Mas agora o que era ciúmes se tornou uma grande dor.

Essa linda garotinha tinha sido Thea. Thea Queen que nunca mais tinha voltado para casa, que nunca mais veria sua estufa novamente, e que deixou nada além de saudades e um coração machucado para seu irmão Oliver Queen, a fera que aos poucos estava me deixando entrar. Mesmo que isso me machucasse no processo.

— Thea amava todo mundo, sempre doce. Esse lugar representa o que não pode ser apagado dela, por isso cuidei das flores mais uma vez. – Ele balançou a cabeça. – É a única parte dela que me restou.

— Sinto muito, Oliver. – Sussurrei. – Não posso imaginar como é perder alguém assim, ou toda a família. Desculpe por ter sido tão persistente quando você só queria ficar um pouco sozinho.

— Não tem problema. Eu passei dez anos sozinho, Felicity. – Disse. Ele olhou para tudo e saiu em silencio. Mordi o lábio sem saber como agir, eu deveria voltar para casa, e pensar um pouco. Mas na verdade eu não sabia o que fazer.

[........]

— Então, o que você fez para sobreviver todos esses anos? – Quebro o silêncio constrangedor que se instalou logo após ele ter saído da estufa e ter ficado na mansão calado. – Algum trabalho interessante...

— Algumas coisas. – Deu de ombros. Seus olhos estavam fixos no teto. Franzi o cenho olhando para o teto também, e tudo que vi foi uma rachadura.

— Essas coisas eram legais? – Sorri tentando quebrar a tensão. Ele olhou sobre seu ombro com um olhar que dizia "essa mulher é louca ou se faz" – O quê? Vai que foi um jogador de hóquei! Ou um mafioso. – Estalei os dedos.

— Não. – Revirou os olhos. – E sim eram coisas legais.

— Hum. – Bufei. – Então....

— Acho melhor você voltar para casa. – Ele cortou girando sobre os calcanhares e ficando de frente para mim. – Irá cair uma tempestade, e tudo será alagado, você ficará presa comigo, se não começar a correr.

— Como sabe? – Pisquei. Como resposta um som de trovão soou por todo lugar me fazendo estremecer. Sem hesitar eu corri e me encolhi ao seu lado. – Merda!

— Eu disse. – Ele olhou para mim. – Você tem medo de trovões?

— Eu não vou sair daqui com todos esses trovões, logo começará os raios caírem e eu posso morrer no caminho. – Defendi meu medo. Outro trovão estrondoso me fez ficar mais perto de Oliver. Merda!

Desde meus cinco anos de idade tenho medo desses sons horrorosos, e os raios? Por Deus, eu não conseguia imaginar morrer assim.

— Felicity....

— Eu tenho medo e você não pode me julgar por isso ou me afastar agora, eu me torno uma cadela quando alguém testa meus limites. – Grunhi trêmula.

Fecho os olhos orando a Deus que ele mande os sons para outro lugar, bem longe daqui, aquilo já estava me deixando tensa. Harry sempre foi meu protetor nessas horas, e todo o período de inverno ele ficava ao meu lado, sem ele eu me sinto vulnerável, eu nunca consegui vencer meu medo em relação a isso. Os sons se tornou mais altos, era tão ruidoso cortando o céu como uma navalha em um galho seco. Senti uma mão grande e quente percorrer meus braços, até descansarem nos meus ombros. Abri os olhos lentamente e vi que Oliver me encarava curioso, seus olhos azuis refletiram algo que eu não poderia decifrar.

— Oliver.. – sussurrei encantada pelo o calor que emanava dele.

— Não vai te machucar. – Sussurrou. – Seu medo está aqui. – Com a ponta do dedo ele tocou minha testa. – Tudo isso é apenas a força da natureza pela a mão divina, escute os sons e relaxe seu coração, vai ficar tudo bem. – Garantiu sem desviar os olhos.

Respirei fundo e tentei acreditar nas suas palavras, nada daquilo iria me machucar. O som mais alto soou, e segurando meus ombros Oliver me passou segurança.

— Não tenha medo. – Disse mais suave. Me aproximei e abracei sua cintura com força. Olhei pela a janela o céu ficando escuro, a chuva começando a cair, mas nada me machucaria. Pouco a pouco Oliver foi me devolvendo o braço forte, até que estávamos colados um no outro. Seus grandes braços me acolheram com carinho, e eu sabia de algum modo que ali sempre seria meu lugar.

Voltei minha atenção para ele, lambi os lábios quando sua boca chamava pela a minha, lentamente fiquei nas pontas dos pés, ele não me impediu ou se afastou de mim, com um suspiro baixo ele inclinou-se e capturou a minha boca com a sua. Meu corpo tremeu pela a eletricidade que foi o nosso contato, seus lábios prenderam o meu inferior e eu clamei por mais, com um gemido baixo, nossas bocas seguiram movimentos em sincronia, foi magico e único, tão bom que poderia durar para sempre. Ele se afastou com cuidado e me encarou, mas eu estava nas nuvens, e eu não desceria dela tão cedo.

— Você é tão bonita. – Disse com a voz rouca. – Como uma bela.... Rosa.

Notas finais
NÃO DEIXEM DE COMENTAR! Um grande beijo! Até proxima semana!