Gypsy
23 No se puede hablar en serio
Notas iniciais
Amei escrever isso.
Buena Lectura
Usted sabe, yo soy joven, tengo espinillas en la cara y me mojó beso, ¿por qué no me das eso? no es gran cosa.
Tienes que me encanta y me hace sentir amado. como si yo fuera grande y poderoso cerca de ti y no me da miedo. puede ser diferente para mí, ¿por qué no? tratamos de ser diferente? Sé que puedes
Eu não dormir bem na noite anterior, eu praticamente não dormir.
O comportamento surpreendente de Justin na noite passada tirou todo o meu sono.
Eu acordei mais cedo que de costume e ele ainda dormia.
Tudo aquilo ontem pode ter parecido algo relativamente bom, mas eu sei, eu sei que tudo aquilo teve um segundo propósito, Justin mesmo deixou claro que ele tem planos para mim, ele disse nós, o que me deixa mais intrigada ainda.
– o que você está fazendo para aí como uma estátua me olhando?- sua voz extremamente rouca faz meus pensamentos correrem e o encarar de verdade.
– eu... Eu... Estava pensando que... Hm... Você falou sério ontem — minha frase é completamente cortada
–seja especifica -diz se levantando.
–sobre não ficar magoado -digo e ele rir
–magoado? Eu nem sei o que isso quer dizer no meu vocabulário- diz seguindo até o banheiro.
Eu me sento na cama, o chuveiro é ligado , ou seja, a educação dele se retirou junto com o corpo. Qual é o problema dele? Estávamos conversando .
Eu suspiro pesado sabendo que terei que esperar ele sair do banho para que talvez fale comigo. E isso é só um talvez.
Eu fico impaciente quando o tempo passa e ele não sai do maldito banheiro, minha paciência está quase 0% , eu sou paciente, mas ele está me irritando.
Qual é, é o Justin. Ele não é o tipo de pessoa que é gentil com as outras e a história de ontem me deixou intrigada demais para ter paciência.
Quando a porta do banheiro se abre e ele coloca a sua linda presença , quando digo linda, é linda mesma, na minha visão , eu suspiro com o pensamento "até que fim".
Seu corpo está coberto pela metade numa toalha , o que faz meus olhos ficarem colados nele, é realmente algo bonito de se ver.
Foco.
–a gente pode falar?-pergunto o seguindo com os meus olhos até o closet.
– estávamos fazendo isso. -diz sem dá importância.
– me diz o que está acontecendo?-pergunto me levantando e indo até ele.
– eu falando, eu lembrando, eu lembrando, eu querendo te matar e eu não posso fazer isso -diz.
–porque não pode? — pergunto- quer dizer, não que eu queira que você me mate, mas...é sobre o tal plano? O que quis dizer com aquilo?
–você sabe jogar Poker? — pergunta o que me faz fazer uma cara confusa o que certamente ele não nota pois está de costas para mim.
– o que... Sei...-digo — você sabe, papai viciado em jogos.
– não, eu não sei. Mas acho melhor você ser boa, se não for, vamos te transformar em uma boa jogadora, porque você vai jogar muito , quanto digo muito é muito mesmo e você não tem a opção perder — sua voz é tão grave que faz os pêlos do meu corpo ficarem em pé.
– o que significa isso exatamente-pergunto.
–significa que eu vou te explicar, mas só depois d'eu me vestir
–você fica bonito assim.- digo pondo a mão na boca. Foi totalmente impulsivo.
–você me cantou?- ele pergunta me encarando com uma das sobrancelhas erguidas.
–não. — nego tão rápido que soa totalmente falso. Ele rir. — bom...
Seu corpo se aproxima do meu , eu não me afasto, o contato entre nós é bom. É ruim dizer isso de forma tão normal, mas é exatamente bom, ótimo, maravilhoso quando os olhos, nossos olhos estão focados apenas um no outro, é bom quando seu cheiro entra pelas minhas narinas fazendo minha cabeça girar e é melhor ainda quando seu toque faz meu corpo tremer. Efeito. É, ele tem um efeito extremo em mim.
–acho que estou apaixonada por você -digo o fazendo não colar seus lábios nos meus e começa a rir, eu não rio.
–oh... É sério. — ele diz e eu abaixo a minha cabeça totalmente envergonhada pela bobagem que acabei de falar. — eu sou apaixonável. — ele diz num tom brincalhão, mas eu não estou brincando.
– eu sei... Mas é diferente. -digo — eu nunca me sentir assim
–você nunca teve ninguém, é lógico que nunca se sentido "assim"- diz num tom meio irônico.
–não é uma brincadeira. -digo meio ,bastante, séria.
– o que você espera que eu diga? Eu te amo?- me encara.
–não! Eu sei que você não é capaz disso -digo o fazendo levantar um sobrancelha tão alta que me dá até vontade de estapear ele , só para ficar normal...
– você está certa. -diz.
– apaixonada não é amar, paixão para mim, é definição de fogo, de desejo. Eu também sou incapaz de te amar-digo não tendo certeza disso.
Eu estou trocando as minhas palavras. Porque eu nem sei o que está acontecendo. É os olhos, eles são castanhos acesos e é como eu me perco neles de uma maneira boa. Uma vez minha mãe disse, que quando a gente ama uma pessoas pelos olhos, a gente ama quem ela é de verdade. Mas amar o Justin está fora de cogitação, porque eu sou incapaz disso, certo ?
– você fala de maneira tão complexa e banal ao mesmo tempo- diz — você me deixa confuso sobre o que você está fazendo agora.
– é isso que você faz comigo também- digo em um fio de voz.
–você não me ama- ele diz- você me odeia — a última palavra é dita tão perto do meu ouvido que eu o agarro pela nuca iniciando um beijo, um beijo calmo, doce e demorado. exatamente iguais aqueles que se vêem em filmes felizes
– eu nunca disse que odeio você... Eu acho- digo.
– certeza? — pergunta mordendo o meu lábios inferior. — acho que você disse . -diz com um sorriso cínico o que me faz empurra-lo — o que? -pergunta
– você é idiota — digo tentando sair do closet , mas suas mãos no meu braço impede isso.
– você diz que está apaixonada e não quer que eu ria?-pergunta como se fosse a coisa mais enigmática do mundo. eu falar que estou apaixonada e ele não rir. Sim, Ele não deveria rir.
– é. Eu disse apaixonada e você está rindo feito um demente como se eu estivesse implorando pelo seu amor. Eu não quero ele , Justin Bieber. — digo tentando puxar , mas ele não deixa.
– então porque está tão irritada? — diz colando mais nossos corpos.
–porque você fez parecer como se eu tivesse dito um absurdo. Eu não disse nada demais. — digo — você também é apaixonado por mim.
–não ponha palavras na minha boca, ou melhor, não ponha sentimentos em mim. Eu não sou apaixonado por você. -diz — isso é só desejo.
– mas isso é paixão. Paixão é desejo , é algo carnal, é o que temos , certo. Eu não gosto de pensar que não temos nada, que somos vazios e feios, não gosto de pensar que somos apagados, Justin. Se é o que temos, isso carnal, é o que somos, é o nós, mesmo sendo algo falso e incompleto. Mas eu não gosto de pensar que estou vivendo um nada. Isso não é só tempo, é o meu tempo, é a minha vida e se eu estou aqui com você, eu não quero que seja um papel sem riscos. Talvez seja querer demais, mas eu quero que quando acorde que me diga bom dia, mesmo que o seu seja péssimo, quero contato , quero conversa baixa, quero menos ironias , quero mais você, mas você de verdade. — seus olhos estão a todo o momento nos meus, sem desvios.
–você tem razão. É querer demais.- diz. — não somos um casal de um comédia romântica barata.
– mas parecemos. Dormimos juntos, moramos juntos, comemos da mesma panela, você poderia ser gentil comigo. Isso não muda quem você é lá fora, para as outras pessoas, mas pra mim , aqui, eu quero que quando sua mãe me perguntar sobre como você é, eu não precise mentir, porque você vai realmente bom comigo, vai tratar bem. -digo .
– eu não posso ser dois. Um pra você e um pra pessoas. — diz alisando o meu rosto. — esse sou eu e ele é um só.
– não é não. — digo e por um segundo eu não consigo encarar os olhos deles é como se eles queimassem os meus. — eu sei que as pessoas não podem ver e você mesmo não pode ver isso, mas há mais de você ai.
–você me faz parecer quem eu não sou, as suas palavras me transformam, mas é você quem não pode ver , não há mais desse "mais" em mim... você está me idealizando como você quer, mas eu não sou assim .
– você fala pouco aqui e por mais que isso pareça bom eu quero que fale comigo. -digo
–porque isso é tão importante?-pergunta mantendo seus olhos em mim.
–porque eu acho que vou chegar a loucura sem isso. Eu não quero ficar falando comigo mesma. -digo.- eu sinto muito mesmo por ter "fugido" mas eu acho que estou superando isso, mas eu não quero ser uma presidiaria que não pode falar com o carcereiro.
– você tem a Nicolle (Nick) que está aqui todos os dias. Não pense que eu não sei. Eu sei de tudo .- diz passando a língua sobre os lábios.
– é completamente diferente, não é com ela que eu vou dormir, não é com ela que eu acordo ou como, mas você não entende -digo puxando meu braço que já estava solto na sua mão.
Porque eu sou o tipo de pessoa que acredita nessas bobagens morais?
–volta. — sua voz entra pelos meus ouvidos de maneira cautelosa que me faz parar. ele é cauteloso ?
– o que?- pergunto sem me virar.
–senta ae , aliás vai trocar de roupa que a gente vai sair á trabalho — diz . mas eu não fico surpresa, toda essa história de jogar poker, deve ser isso. — e tem um caroço na sua cara — ele diz eu o encaro vendo sua cara de riso
– não é um caroço. é uma espinha, você sabe, coisas que adolescentes de dezesseis anos anos costumam ter -digo o fazendo me dá as costas .
Eu. não. estou. tendo .uma crise.
Eu tenho o direito de ficar brava e nervosa em algum momento, certo ?
eu sou humana, as vezes cansa só aguentar...
Fora pensamentos. roupa. pegar uma roupa. você vai sair.
eu vou sair e porque não estou animada com isso ? eu ontem amaria a idéia de sair , mas agora, porque estou com a cara maior que o mundo ?
Será porque tudo isso me cheira a coisa ruim e suja... eu não vou participar de nada que seja sujo, eu disse isso a mim mesma a muito tempo, ainda mais tendo algo a ver com jogos.
...
Leiam as notas Finais é importante. muito imporante.
Notas finais
eu doente= sem capítulo.
Eu não posso falar muito agora , mas vou terminahr Gypsy ainda esse ano por causa da nova regra. Bia Aires obrigado por mim avisar.
já escrevi no caderno o capítulo u.u. hoje passo pro pc e se comentarem rápido volto logo logo
xx
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