Gypsy
24 Ahora eres un
Notas iniciais
Tem péssimas cenas Hot, inspiração zero. mas enfim, avisando para quem ler, estou sem tempo para marcar.
Buena lectura
La felicidad no confía en la gente, que siempre me sonríe es falsa o maricón ...
Eu e Justin entramos em um lugar, eu não vou ser parcial com isso. Estamos em um prostibulo e eu odeio está aqui.
o que exatamente estamos fazendo nesse lugar, Justin? — pergunto enquanto andamos para não sei onde...
vamos logo. não quero demorar — diz me puxando. isso não é uma resposta. é como se ele não me ouvisse.
você estava com o humor melhor mais cedo. — digo — não seja bipolar — ele me fuzila- vocês estava até me zoando, zoando a minha espinha . — diz me olhando no reflexo de uma porta de vidro ali, eu aprendi uns truques com a Nick e quem me olhassem agora nunca diria que tenho algo ma cara.
eu só quero que faça o que eu digo e pronto, logo vamos está de volta.- diz e eu assinto.
tudo bem, mas eu quero saber sobre porquê fazer isso, sobre jogar poker. Eu odeio isso. — digo. — você sabe que eu odeio isso, sabe né ? é meio obvio, porque meu pai...
cala a boca. — diz me cortando — a intenção final é que você coloque coisas em um cassino e não tire dele coisa alguma. — diz.
eu não entendo se você falar as coisas cortadas. — digo parando de andar .
Estamos em um corredor no andar de baixo totalmente vazio.
você vai entrar em um cassino e vai ganhar todas as partidas que jogar . — diz — mas ninguém nunca ganha , então você vai ser chamada para uma partida que diria especial, você vai dá um jeito de colocar umas mini-câmeras e microfones nessa sala, depois você perde as partidas e vai sair de lá apenas como uma sortuda de momento. — diz.
eu não quero jogar e eu também não sou capaz de vencer pessoas que jogam , que praticam isso — digo me encostando na parede, eu queria me deslizar nela e me sentar no chão, mas não é apropriado.
por isso Chaz está vindo com o Jude é um cara que vai te dizer como ganhar dos jogadores — ele diz .
se ele é bom ao ponto de me ensinar porque não manda ele ou vai você mesmo ? — digo achando o maior absurdo eu ir para esse lugar
eu não vou porque se eu pisar meu pé lá sou fuzilado literalmente e ele não tem uma vagina, não é uma mulher mexicana gostosa e eu não confio nele o suficiente — diz me fazendo soltar um "hm"
mas eu não quero jogar , jogo acabou com a minha vida. — é como se eu tivesse vendo o meu pai
você não vai ser uma viciada como o seu pai... Você vai apenas me ajudar , eu posso pagar você — ele diz e eu não sei porque me sinto ofendida com isso.
eu não quero o seu dinheiro -digo
exato. Você é a minha garota boa, ingênua e além de tudo é esperta. Você vai se dá bem, eu preciso de você, preciso que faça isso. — diz.
eu não vou está fazendo...
não. Não vai fazer nada de mal para ninguém que não mereça. Eu sou o mau dá história, fica tranqüila — diz a última palavra tão perto do meu rosto que um segundo depois seus lábios estão colados nos meus, apenas colados, até que ele pede passagem e eu concedo , agarro minhas mãos na nuca dele aprofundando o beijo.
Sinto suas mãos colarem na minha cintura, forçando mais o meu contato com a parede. Nosso beijo é interrompido com o barulho de tosse forçada. Eu separou meu corpo do de Justin rapidamente ficando vermelha vendo Chaz e outro homem logo atrás de nós.
desculpa incomodar, mas... Jude está aqui. — Chaz diz e o homem faz um gesto de cumprimento com a cabeçote, Justin faz o mesmo.- oi Any. — Chaz diz pra mim
Oi. — digo sem graça e envergonhada.
vamos logo. — Justin agarra a minha mão me puxando pelo corredor.
No final do mesmo há uma porta qual entramos e logo estamos em uma sala de jogos, um mini-cassino, mas parece não funcionar, não há nenhum tipo de movimentação e realmente parece parada.
eu não me sinto bem aqui — digo para Justin.
é só uma sala vazia — diz em resposta.
podemos acabar com isso logo? — não vejo a hora de sair daqui.
ok. Jude essa é a Any, ela já sabe como se joga, você só precisa dizer a ela como não perder.. — Justin diz fazendo a voz dele ecoar pelo local.
você já está meio caminho andado, Tony vai te amar. Você é muito bonita, talvez um pouco nova pra ele, como se ele ligasse, mas você é linda — ele diz e eu sorrio. Justin o encara feio — eu sou gay. — ele diz em resposta ao olhar de Justin.
que seja. Tony não vai tocar nela. — ele diz tão convicto que eu me sinto bem pelo que ele fala.
é melhor que ele não saiba que ela é sua, porque se ele souber que ela é sua, vai ser honra tê-la. — diz Jude.
Eu fico curiosa para saber quem é Tony e porque de fato toda essa história, mas eu volto ao ponto " eu não quero me envolver" apesar de esta me envolvendo, eu quero fazer isso e dizer acabou.
eu não sei quem é esse Tony , mas eu não vou ser de ninguém. Eu vou entrar lá e sair o mais depressa que eu conseguir. — digo fazendo misha voz ser notada pela primeira vez.
Chaz fica com ela, Jude vem comigo . — Justin diz e Jude segue ele.
Chaz senta em uma das mesas de jogatina e fica me encarando.
o que?- pergunto.
nada. É só meio diferente da garota que levei para a mansão. — ele diz me fazendo rir de lado.
eu preço diferente? De verdade?- pergunto com uma das sobrancelhas erguidas.
não. Você é a mesma, mas a sua presença é diferente. Eu não sinto mais o medo que você passava naquele dia, estava apavorada. — ele me fazendo lembrar, é eu realmente estava apavorada, foi tão louco, é tão louco
é... — eu não tenho palavras para completar a frase.
Alguns minutos se seguem em silêncio, até que eu o quebro.
Nick gosta de você — digo o fazendo me olhar.
eu sei disso. — ele diz
você é um cara legal, ela é uma pessoa incrível ... Deveria dá uma chance a ela. — digo meio que em duvida se devo me meter na vida deles.
ela é uma vadia, eu não estou a julgando, mas é o que ela é. — ele diz.
isso é tão cruel... Você é um bandido. Se desse uma chance dela mostrar a pessoa maravilhosa que ela é, você se surpreenderia. — digo tendo fleshs de momentos com a Nick . Ela merece ser feliz.
a mulher que eu quero está casada, — ele diz e eu sei exatamente quem eu.
é, eu sei. Alex é realmente incrível e foi uma boa pessoa para mim... Mas ela esta tão feliz agora. Você pode não gostar da Nick, tudo bem, é o seu direito , mas não a maltrate , ela não merece isso... afinal Alex não era muito diferente da Nick, ela apenas teve uma chance...- digo o fazendo concordar.
Eu vejo no fundo da sala Justin e Jude voltando.
Estou pronto. — diz Jude. Ele é tão bonito que é desperdício ser gay. Seus olhos verdes e seu cabelo loiro bem alinhado no rosto me faz querer dizer o quão lindo ele é, mas eu me mantenho calada em prevenção a minha vida.
aqui — Justin me entrega um baralho — é especial . É o que eles usam . — ele diz. eu nem sabia que existia uma baralho especial. mas quando eu começo a reparar é uma baralho normal, mas ele é marcado.
(...)
Estou cansada- digo depois de muito tempo com Jude me dizendo o que fazer, como fazer e o que não fazer .- eu não aguento mais saber nada sobre poker.
eu preciso que faça isso certo — diz Justin . Ele está com algum tipo de bebida na mão.
eu estou fazendo, mas eu já joguei isso muito, eu já vi cada parte daquela sala, eu já a conheço bem. — digo
acho que está bom por hoje — diz Jude.
o que você quer dizer com "hoje" vai haver mais dias como esses ?- pergunto rezando para que a resposta seja não.
sim. — Jude diz — dois dias no máximo, talvez só mais um, você é boa nisso, pode realmente ganhar uma grana lá.
não, obrigado. Eu vou fazer como o combinado, nada de dinheiro de jogo .- digo.
você vai se dá bem nisso, Any. — Chaz diz pra mim.
obrigado pela sua fé em mim, mas eu não tenho tanta certeza, e se eu tremer, gaguejar ou errar?
você não vai fazer nada disso. — Justin se intromete — já terminados. Então podem ir. — ele diz com toda sua gentileza .
Eu vejo Jude e Chaz saindo da sala de jogos e eu me aproximo de Justin.
o que você está bebendo ? — pergunto , ele me encara, mas não respondo. — eu também quero. Eu estou com sede — digo.
isso não é água e que eu me lembre não bebe nada alcoólico , certo?- diz com um sorriso cínico. eu me jogo, literalmente me jogo ao seu lado.
podemos comer em algum lugar por perto ? eu não quero ter que esperar chegar em casa para isso . — digo não o encarando
eu sei o que você está fazendo — ele diz
eu não estou fazendo nada. — digo desviando o olhar , mas sua mão segura meu rosto forçando a encara-lo;
então você quer comer fora e não tem nada a ver com todo aquele papo de mais cedo , sobre sermos legais um com o outro ? — diz olho no olho.
e daí ? e " o papo de mais cedo" não foi sobre sermos legais um com o outro, foi sobre você ser legal comigo .- digo — é só uma mesa com um prato de comida, não vai matar se você me levar ora comer, vai ?
considerando o fato de que estou preso aqui a horas vendo seu "desenvolvimento", tudo bem. — diz me fazendo soltar um grito, não escandaloso, mas... ainda sim foi um grito. logo depois eu junto nosso lábios, eles se encaixam perfeitamente, é como se fosse feito um para o outro.
eu gosto de fato de você está considerando coisas — digo quando nosso beijo é partido.
não me faz desistir — diz
tudo bem. desculpa. — digo feliz.
Não é que eu esteja encarando isso como um encontro de verdade, quer dizer, eu nunca fui a um restaurante, eu sei que isso faz parecer como se toda a minha vida eu tenha vivido em um lugar sem civilização, mas na verdade, tinha muita civilização, eu apenas não tinha tempo para essas coisas, mas não é um ponto dramático da minha vida qual eu quero lembrar agora.
Justin me leva até um restaurante pequeno, calmo e com cara daqueles bens regionais , sabe? Nada de quando decorações , cadeiras e mesas chiques, nada de garçons vestidos como se estivessem em uma festa a gala. É simples e eu gosto de está ali.
é um bonito lugar — digo quando Justin usa sua gentileza, nunca presente, para puxar uma cadeira para mim. Eu sou a única pessoa que consegue vê-lo diferente ?
eu costumava vim aqui quando eu era mais novo — diz se sentando também.
eu idealizo a sua infância / adolescência de uma maneira,que bem, eu acho que ela não foi desse jeito. — tenho a idéia de um Justin que não viria a um lugar desses.
Uma mulher vem na nossa direção , ela pergunta o que queremos, nos dá um cardápio, por sorte eles severa comida vegetariana, talvez por isso Justin me trouxe aqui. Depois de escolhemos, ela se retira.
você era como antes?- pergunto tentando tirar a minha adealização e passar a ser fatos. na verdade, eu só quero que conversemos;
normal. — diz simplesmente
qual a sua definição de normal?- pergunto
eu fazia coisas normais , Any. — diz meio impaciente e eu não me importo com seu tom de voz.
eu imagino o seu normal como aqueles adolescentes de filmes daqui da América , sabe? Aqueles que durante o colegial tem todas as garotas, vai aquelas festas com copos coloridos e vomitam em cima da mesa.- digo o fazendo rir.
você idealizou muito errado. Odiava estudar, mas minha mãe tinha uma obsessão de que meu cérebro era especial, que eu seguiria uma dessas profissões matemáticas , mas..
não era o que você queria — completo.
exatamente. Na minha adolescência eu era do clube da fumaça — o encaro confuso- maconha — diz me fazendo "ah..." — mas todos tinham medo de mim por ser filho do meu pai — rir.
eu não gosto quando você usa essas coisas. — digo , ele dá de ombros.
Eu não sou burra e sei que ele usa essas coisas, mas sempre parece haver uma barreira entre nós, mais que o normal, quando ele está sobre o uso de seja lá o que for.
Pattie falou de você de uma maneira que eu queria ter te conhecido antes , antes de você está onde está — digo. Dois segundos depois os nossos pratos são servidos.
eu não sou muito diferente de alguns anos atrás, Anita. — a pronuncia do meu nome fez meu corpo se arrepiar — como a minha mãe me via, não quer dizer que eu fosse de tal jeito. fim de papo. — diz e eu o encaro com um cara de descrente. que tipo de pessoa pode acabar uma conversar assim.
Justin, ninguém acaba um conversa assim — digo e encaro a comida.
eu termino. — diz. Seu tom não é grosseiro , mas é forte.
tudo bem . — digo. Afinal já estávamos ali e querer que ele virasse um cavaleiro era como pedir uma comida salgada sem sal , ou seja, impossível.
Comemos, ou quase comemos, em total silêncio e muitas vezes o silêncio que não me trazia incômodo algum, dessa vez trouxe, mas foi mais um ponto da minha vida qual eu ignorei.
eu pensei que estava com fome. — Justin diz encarando meu prato, que estava praticamente intocável.
é, eu também. — digo me fazendo olhar feio — eu não mentir pra me trazer aqui, apenas perdi o apetite.
...
Any, porque você me deixou só ?- Mely choramingou quando me viu chegar.
Eu cheguei só, porque Justin foi sei lá pra onde depois de me deixar de volta.
desculpa. Eu precisei sair, mas Maria ficou com você o tempo todo — digo a pegando no colo.
é. Mas Maria não quis correr pela casa comigo. — diz com um pico maior que a própria cara dela. Ela fala como se Maria tivesse idade suficiente para ficar correndo com ela por aí.
tudo bem. Prometo correr com você depois. — digo andando em direção a meu quarto, ainda é estranho dizer isso.
Aqui é grande — Mely observa quando entramos
eu sei. — digo a colocando em uma poltrona ali .
você dormir na mesma cama que o Josten?- pergunta me fazendo rir.
é Justin, Mely. E sim, dormimos juntos. — não é segredo da nação isso.
vocês ficam abraçados de noite, né Any? e papai do céu vai ver que vocês se amam e vai mandar os anjinhos trazer os bebês de vocês — ela diz e eu não consigo controlar meu ataque de risos. Minha tia deve ter algum problema , tenho certeza que foi ela que explicou como se faz bebês para a Mely.
é. É assim mesmo , Mely — digo rindo.
porque você tá rindo , Any. Você vai ter bebês e eu vou brincar muito com eles — ela diz me fazendo parar de rir.
Mely, deixa eu te explicar uma coisa, e o Justin, não vamos ter bebês. — digo alisando o rosto dela.
porque não , Any? Deus ama você, ele não ama o Josten? — ela pergunta e eu fico agradecida por ela ter esse lado ingênuo.
não, Mely. Deus ama todos nós. Mas as vezes nós não queremos ter bebês, você entende? Eu não quero ter bebês . — digo. Eu não tenor capacidade para suportar uma coisa dessas.
Mas Any, porque você não quer bebês? Eles iam brincam comigo — diz
Porque eu sou muito nova e a gente só pode ter bebês quando a nossa vida está completa, porque bebês são muita responsabilidade e também eu já tenho o meu bebe — digo e começo a fazer cócegas nela.
...
Nos dicen una cosa, pero ir por ahí y hacer otra.
Os meus olhos se abrem e me dou com a escuridão , sabendo que, é noite agora. O corpo de Justin está do lado do meu e eu nem o vi chegar.
O ar entrando e saindo de seus pulmões de forma calma me deixa com uma boa visão dele.
Calmo.
É incontrolável minha ação, eu deslizo minha mão pelo cabelo loiro liso dele, com sensibilidade máxima para que ele não acordes.
Esse movimento fica repetitivo pela minha mão. Ele mexe um pouco de corpo sem acordar.
Eu juntos nossas caras inspirando todo o ar entre nós, assim trazendo o cheiro bom dele para perto de mim . É extremamente viciante. Os olhos dele surpreende -me quando se abrem, mesmo no escuro, eu posso ver as três vezes seguidas que seus olhos se abrem e fecham até ficar em contato direto com o meu.
Não nos dissemos nada um ao outro. Apenas chego meu rosto para mais próximo do dele, não havia um grande distância, mesmo assim eu acabo com toda ele, quando junto nossos lábios. Cerca de dois segundos depois que nossos lábios estão em contato com o outro, Justin concede o beijo, trazendo suas mãos para agarrar o meu corpo.
Nosso beijo é calmo e isso é o reflexo da nossa mente que ainda está dormindo, mas não deixa de ser um beijo bom, como todos os outros quais já tivemos.
Justin puxa o meu corpo pra cima do dele, ainda entre o beijo.
Quando o ar falta, e nossos pulmões nos abriga a nos separarmos, eu encarco minha cara no pescoço de Justin sentindo seu cheiro, que é uma das coisas quais eu mais gosto no universo, o cheiro dele me deixa nebriada.
Uma das mãos de Justin percorrer minhas costas apenas fazendo movimentos de sobe e desce com os dedos. Seus lábios ficção no espaço entre meu pescoço e meu ombro dando alguns beijos bem leves no local fazendo meu corpo arrepiar. Seus lábios se ficção com pressão no local e certamente ficara uma marca. Mas a sensação é tão boa que quem ligaria para uma marca?
Suas mãos entram em contado explicou com a minha pele. Justin força um pouco mais nosso contato quando suas mãos sobem pelas laterais do meu corpo, me fazendo acuçar pelo seu contato.
Eu desgrudo nossos corpos levantando meu tronco. As maõs de Justin que antes subiam, agora faz o caminho contrário, descendo.
Uma das mãos de Justin percorrer minhas costas apenas fazendo movimentos de sobe e desce com os dedos. Seus lábios ficção no espaço entre meu pescoço e meu ombro dando alguns beijos bem leves no local fazendo meu corpo arrepiar. Seus lábios se ficção com pressão no local e certamente ficara uma marca. Mas a sensação é tão boa que quem ligaria para uma marca?
Suas mãos entram em contado explicou com a minha pele. Justin força um pouco mais nosso contato quando suas mãos sobem pelas laterais do meu corpo, me fazendo aguçar pelo seu contato.
Eu desgrudo nossos corpos levantando meu tronco. As mãs de Justin que antes subiam, agora faz o caminho contrário, descendo.
Eu não posso ver as reações nos seus olhos, já que a pouca claridade não me permite isso, mas eu sei que ele está confuso por ter afastado nossos corpos.
Levo minhas mãos até a barra da minha blusa a tirando, eu me sinto um pouco envergonhada, mas como Justin não tem os olhos de uma coruja, eu suponho que ele não também não possa definir as reações presentes no meu rosto.
Eu volto a deitar meu corpo sobre o dele, sobre seu peito desnudo.
Justin abre a boca em um sorriso, posso ver isso pelos seus dentes brancos que aparecem no escuro.
Colo nossas bocas dando início a um beijo de repente do primeiro, esse tem mas desejo, mais malícia.
O silêncio que predomina entre nós por todo o momento, nunca ouve um silêncio tão bom.
As mãos pesadas deslizando com delicadeza pelas minhas costas.
O volume é sentivel abaixo de mim, mas Justin faz questão que eu saiba disso, quanto suas mãos param com a delicadeza e pressiona o meu quadril com força contra seu corpo, me fazendo soltar um gemido entre o beijo.
Com as mãos ainda no meu quadril , ele faz o mesmo se movimentar sobre ele. Nosso lábios são separados, Justin leva a boca para o meu ouvido para dizer:
você sente isso? — sua voz sai extremamente rouca, mas que o normal, me fazendo ficar mais acesa por dentro. — você tem que dá um jeito nisso.
acho que posso dá um jeito nisso. — digo o fazendo soltar um riso contra meu pescoço.
bom. Muito bom.- diz agarrando o meu pescoço . Suas mãos apertam minha coxa forte e fazendo gemer. Sua mão solta minha perna e começa a puxar o pano da minha saia, mas ela é grande demais para que ele consiga tirar na posição que estamos, então, eu o ajudo.
Quando tiro a minha roupa, eu aproveito para o ajudar com a dele, só para deixar as coisas mais fáceis.
O contato entre nossos corpos nus é de fazer eu querer ficar ali por muito tempo.Mas Justin não pensa assim, porque de algum modo bem rápido, ele me encaixa nele de forma perfeita me fazendo soltar um gemido. Eu estou por cima, é o meu trabalho. Meu quadril se movimenta como ondas sobre ele o fazendo gemer, enquanto brinca com um dos meus seios.
Meus movimentos são repetitivos até que Justin cola as mãos dele na minha cintura fazendo a penetração ir mais fundo.
Sobe, desce.
Entra, sai.
É o que eu faço.
n-não... Para. -Justin diz e eu sorrio involuntariamente, é bom saber que dou prazer a ele.
Meus movimentos vão ficando mais rápido e profundos. eu e Justin chegamos juntos ao orgamo.
Meu corpo cai sobre o dele de forma totalmente insensível.
Ficamos trocando reparações contra o pescoço um do outro por algum tempo, até eu me jogo ao seu lado, um tempo depois coloco minhas roupas íntimas , Justin também. Eu volto a me agarrar nele, sem medo que ele me afaste, mas ele não me rejeita, ele puxa meu corpo para colar com o dele.
...
a combinação desse ser ar exótico com a cara de menina ingênua é simplesmente perfeito — diz Jude em mais uma de nossas sessões.
por qual motivo as pessoas tem que ficar me falando isso? Não há nada de errado com a minha cara, Jude. — digo soltando meu corpo na cadeira.
na verdade há sim, há todo esse olhar de "você não me conhece o suficiente" é uma mistura incrível. É excitante. — diz me fazendo corra um pouco.
você ainda é gay né? — pergunto o fazendo rir.
é, eu ainda sou. — diz — sorte o bonitão não está aqui para arrancar a minha cabeça . Mas a noite parece ter sido boa. — aponta para o meu pescoço. Eu coro mais .
é, ela foi. — minha voz sai meio confusa ou sem definição.
já terminamos, mas eu posso ficar aqui até a gostosura voltar . — ele diz
faria isso? Eu não quero ficar só. — digo esperando que Justin não demore para chegar.
é, você sabe, agora com a minha vida de desempregado, esse é o meu principal trabalho e para ser sincero, paga muito bem — diz me fundo soltar um riso.
Já que estamos tendo uma conversa que não tenha poker no meio, eu gostaria de dizer, que eu acho linda sua tatuagem . — digo .
qual delas? — pergunta
a do braço. — digo — eu tenho uma também . — digo mostrando a minha na nuca.
você é mesmo uma cigana? — pergunta meio surpreso.
Eu venho de uma família cigana, com todos os costumes ciganos, mas vamos dizer que, aqui eu não sigo as regras de ciganos a risca. — digo.
isso é tão legal e explica as saias longas. Você sabe o quanto está enlouquecendo as mulheres desse lugar?- pergunta e eu obviamente nego. — muito.
então eu realmente causou isso em todas elas. Eu moro em um lugar onde tem mais mulheres de que em todo o meu vilarejo e acredite, apenas uma delas gosta de mim — digo.
isso se chama inveja . — diz
isso se chama : elas são loucas. — digo com um sorriso — a minha vida não é um mar de rosas, na verdade , é sim, um mar de rosas cheios de espinhos.
que dramático — diz Jude com um sorriso que proporciona ver os dentes brancos dele .
você não faz idéia. — digo o acompanhando com o sorriso.
poderíamos sair juntos qual hora, você sabe, a noite me pertence. — diz de um jeito que faz parecer que a noite seja ao que ele venera, é algo que eu veneno.
eu não sei não, é que...
teu homem é controlador.- ele completa para mim.
por favor, não diga " teu homem " isso soa de uma forma horrível para mim — digo fazendo suspender os braços em força de não protesto.
olha isso . — ele mexe no telefone e logo depois me dá . Está em uma página de fotos e eu começo a vê-las. São fotos dele com pessoas desconhecidas por mim. Estão em lugares bonitos da Califórnia, tem algumas em Paris , o que me faz ter um pensamento invejoso, fotos em alguns lugares que não conheço e em casas da noite, semelhante a essa que estamos, mas ao invés de um prostibulo, parece uma boate.
isso é realmente legal. -digo- você tem uma vida boa.
isso são os momentos que ocupam a minha vida, tipo esse agora, por isso vamos bater uma foto nossa agora. — ele diz .
eu não sou muito fotogenica- digo , ele dá de ombros e me puxa para mais perto.
se anima, faz qualquer cara. — diz e então batemos uma foto. — somos lindos! diz me fazendo rir.
Passa um tempo conversando sobre nada realmente importante, só reforçando algumas das táticas qual estou aprendendo e as coisas entre mim e Jude é divertida , ele é divertido e me faz rir muito.
Concordo com ele quando disse que poderíamos ser grandes amigos se eu tivesse uma vida normal. Ele é o tipo de cara que toda mulher quer, sabe? É por isso que ele é impossível para as mulheres.
Ele disse se algum dia eu quiser aproveitar a vida, que ele não se preocuparam em me mostrar ela.
Isso me abalou, quero dizer, a frases " aproveitar a vida" . Eu tive um daqueles momentos em que você pensar " o tempo está passando e o que eu estou fazendo para ele valer a pena?".
As olha ao meu redor, vivo com um cara fora da lei, ele tem um santuário de armas , eu atravessei uma fronteira entre países, ilegalmente, fiz sexo em um escritório , entre outras coisas. Isso é aventura demais. Isso é tempo sendo gasto, então não é como se eu pudesse reclamar da falta de adrenalina.
então, eu vou indo — diz Jude e eu notou que Justin está entrando na sala.
Tchau. — digo levantando para me despedir.
Jude sai da las deixando eu e Justin sós.
você ficou bem próxima dele, não?- pergunta.
é. Ele é um cara legal. — digo
todo mundo é legal pra você. — diz e eu o encaro com uma das sobrancelhas erguidas.
qual o problemas agora? -pergunto indo até ele- você quer que eu não fale com ele?
seria bom. — diz
o quê?- digo perplexo.
não fique com muito papo com ele, não se pode confiar as pessoas . — diz como se ele o conhece realmete para acusa-lo de algo. Mas não há nada demais entre eu e o Jude, não somos confidentes, apenas passamos o tempo falando de alguma besteira.
você não acho que é sempre duro demais em relação a tudo?- pergunto.
não. Não acho. Isso se chama controle das situações. Vai haver sempre alguém pra marcar e outro para obedecer e eu vou ser sempre o que manda. — diz com aquele famoso ar superior.
você realmente nasceu para isso. Combina com você esse ar de quem pode mandar no mundo.- digo o fazendo rir pelo nariz.
você tem razão. Combina comigo. — ele diz e eu forço para não dizer " e você não é da contendo , né?
Justin, eu posso te pedir uma coisa? -pergunto e ele faz um sinal para continuar. — eu quero um celular. -digo mordendo meu lábio inferior.
pra quê você quer um celular? — pergunta como se a minha pessoa não precisasse de um celular.
eu tinha um, mas eu não sei quando eu o perdi, acho que foi naquele prostibulo, não sei... Mas eu quero um pela câmera.
então eu te dou uma câmera — diz
mas o celular tem mais de uma utilidade. — digo
se você quer bater fotos eu te dou uma câmera, pra quê você quer mais utilidades se não irá usa-las?
porque você está implicando comigo- pergunto deixando meu tom revoltado transparecer.
eu não estou implicando com você. Só estou sendo óbvio. — diz com um sorriso.
você está me deixando brava de propósito?- pergunto o fazendo rir e me puxar pra si.
você fica linda brava — diz mordendo meu lábios inferior.
obrigado. Você fica lindo me irritando.
...
De volta em casa, eu corro para um banho, enquanto Mely se distrai com Maria lá em baixo. Tomo um banho, um pouco demorado , me sentindo bem , realmente bem. É, realmente, há um grande diferença no meu humor quando eu estou bem com o Justin, quando estamos bem , as coisas parecem ficar todas bem.
Quando desço Nick está lá, eu fico feliz em vê-lá, já que não nos vemos a um tempo.
ei, quanto tempo. — diz em tom de ironia.
sim. Muito tempo — digo no mesmo tom .
Eu e Nick fazemos o que sempre fazemos, conversamos. Conversamos sobre tudo, é como se nos conhecemos a bastante tempo, como se nossas intimidade fosse de muito tempo.
você tem certeza que não gostando de verdade do Justin? — Nick pergunta e eu nego.
claro que não. — digo. É óbvio que não.
você precisa ver sua cara de mentira nesse momento. Seus olhos brilham quando fala dele e eles não eram assim a um tempo atrás. — diz ela
você está enganada. Eu sempre disse que o Justin é diferente comigo, mas isso não me fazia amar ele. — digo mais para mim mesma do que para ela.
é que isso é tão clássico — ela diz e eu rio, rio mesmo.
clássico? — digo rindo
é, clássico. A garotinha boa, com o homem mau.- ela diz com um sorriso, ele é lindo, porque ela tem uma boca linda.
a nossa relação é bem... Carnal . Sem emoções. Nada de clássicos. — digo a fazendo da de ombros.
então um pornô, mas ainda sim um pornô clássico. A garota boa e o cara mau. É clássico — diz
eu acho melhor pararmos por aqui, antes que cheguemos a pontos mais explícito. — digo a fazendo rir.
Eu nunca amaria o Justin.
Um tempo depois Nick vai embora, para que Justin não a pegue aqui, eu esqueci de conta-lá, que ele já sabe que ela vem aqui me ver. Eu acho que tem câmeras aqui, o que é bem... Aí. meu. Deus . Justin escuta as nossas conversas? Prefiro pensar que ele não tem tempo para isso.
Falando nele, enquanto eu vejo um programa de perguntas e resposta na tv, ele chega.
oi. — digo quando ele para na minha frente.
toma. — diz me entregando umas sacolas.
o que é isso? — eu pergunto sem tocar em nenhuma delas.
o que você pediu — ele diz.
e desde quando você me dá o que eu peço -pergunto. Ele me encara como quem não acredita no que eu falei, nem eu acredito. — quero dizer, obrigado. — digo pegando as sacolas, as mesmas caem no meu colo , pois são pesadas. — o que tem aqui?
se você não abrir, não vai saber- diz.- abre logo isso, antes que eu mesmo faça.
Eu tiro da sacola uma caixa, nela há um telefone nela. Mas é bem caro, ele tem cara de bem caro. Um Iphone 5, diz na caixa.
obrigado. Isso não é muito caro? — pergunto fazendo revirar os olhos
abre logo a droga das outras sacolas — diz .
é como se eu fosse abrir e ter uma cobra aí, é estranho, eu sei. — digo o fazendo suspirar de impaciência se sentando ao meu lado. Ele arranca a sacola do meu colo e abre com brutalidade.
é um notebook. Ai.meu.Deus. Não é um cobra- zomba.
porque está me dando isso? Você mal queria me dá o celular .- digo.
porque você está reclamando? Todo o papo de "eu quero escrever o romance do século" .
desde quando você ficou tão legal? — é difícil de acreditar.
você disse que não queria a droga do dinheiro , então pensei que gostaria da ... Disso ae. Olha a isso — pega a outra sacola- eu tive que fazer um coroa choramingar para por ai — ele diz mostrando uma Seaggull DF 300
Deus! Você sabe que câmera é essa? É uma DF 300. — digo pasma. — ela foi fabricada na China em 1964 , isso é item de colecionador.
Eu sou fascinada por câmeras
é , eu sabia que ia gostar — diz .
isso é uma raridade. Obrigado mesmo. Mas porque? Eu estou muito feliz, é a DF 300. Só que é você, Justin. — digo o fazendo rir.
é, sou eu, o Justin. Você está fazendo um bom trabalho lá , eu só quis , não está fazendo isso de graça.
eu não me importaria de fazer de graça, eu disse que não quero seu dinheiro .
eu sei. Talvez por isso, eu quis te dá. — diz, eu sorri em agradecimento.
obrigado.
não fala mais isso. — eu concordo.
A câmera está com filme , eu eu sorrio olhando pro Justin, ele suspende uma das sobrancelhas e eu bato uma foto dele.
não!
sim. Fico linda. — sorrio para ele que tenta pegar a foto da minha mão.
Mas eu me levanto, o deixando lá suspirando derrotado.
obrigado pela foto. -digo o deixando lá e indo caçar a Mely, eu preciso bater uma foto dela, preciso bater uma foto de todos.
Se há algo estranho por mim, é como eu sou fascinada por câmeras antigas e parece que isso está na minha cara. Mas não é o fato de ter a câmera que me deixa feliz ao ponto de sair pulando pela casa, é o fato do Justin ter trago ela para mim.
Mas isso parece o braço quem quem pediu apenas o dedo. Há coisa errada nisso.
...
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Notas finais
Sentir o Justin bem legal nesse capítulo, mas já ouviu dizer que tudo que é bom, dura pouco ? pois bem...
Pra gem acha que esse lance do poker é o final da história, está muito enganado, muito mesmo,isso nem chega perto do fim, hahahahah.
Vou ver se arranjo tempo para revisar todos os capítulos mudando o sobrenome do Justin, porque não sei se consigo terminar essas história antes do fim do ano;
bem vindas leitoras novas; Obrigado as antigas . ♥
xx
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