Gypsy

15 Muchos golpes en la cara que aprender


Ignorada por Justin, eu passo a hora seguinte fazendo café, arrumando a cozinha e jogando aquela saia curta fora. Aquela não é eu, eu não mudaria.


Maria chega dizendo que vamos ao super-mercado .


–Justin deixou? — é a primeira coisa que eu digo.


– obviamente sim, querida. Ele disse sobre você ficar o enchendo sobre ficar presa — ela ri de leve — ele disse: Então, Maria, a leve junto com você, faça a comprar essas coisas que você compra... "


–Ele não tem mais medo que eu fuja ? — não me parece algo do Justin, porque ele mesmo havia dito que não me deixaria solta.


– oh... Ele disse que você não fugiria — ela diz


–como ele pode saber ? — eu a encaro com um sorriso desafiador na boca


–ele disse algo sobre você fugir e ele ficar com a sua irmã — meu sorriso cai. — não fique triste. Vamos logo.


Eu e Maria e mais um homem que nos segue , passamos um bom tempo comprando coisas, muitas coisas. Eu fico tão feliz em finalmente encontrar coisas que eu possa comer. Porque vegetarianos não só come folhas , mas eu só comia folhas, porque era a única coisa que cabia na minha condição naquela casa. Eu faço, imploro a Maria que fôssemos a uma casa de temperos mexicano que vi próximo ali, depois de muito tempo, ela deixa.


–você parece uma criança de cinco anos — ela diz


– desculpe. Vou me comportar — digo parando de vasculhar tudo.


–não. Não pare! É bonito ver você assim — ela diz e eu sorrio. Compramos umas coisas quais eu costumava usar quando cozinhava em casa.


...


– Maria, você acha que , eu posso ir na livraria ali? Quero dizer, eu não tenho dinheiro , mas eu quero livros , eu gosto de ler , sabe, eu fico muito tempo lá... só... — ela me olha por um longo tempo.


–David te leva lá , certo David? — ela pergunta pro homem, ele assente.


–obrigado. — eu sorrio — eu vejo você daqui a pouco, tudo bem?


– tudo bem — eu me viro e sigo a andar com David a me seguir.


– Qual seu livro favorito, David? — eu pergunto, ele não me responde. Eu só estou tentando puxar uma conversa. — responda. Por favor.


– eu não leio livros — sua voz é mais calma que eu pensava.


–perde muito. — lhe digo — a quanto tempo trabalha pro Justin.


–três anos. — suas respostas são curtas


– é um bom tempo...


–é sim.


Eu vejo que não tem futuro na nossa conversa. Então eu paro.



Eu já estou com quatro livros escolhidos , entre eles está A Cabana, o Morro dos ventos uivantes e ...


–Alex?! — o cabelo vermelho mais bonito que já vi em toda minha vida está na minha visão de novo.


–Anita! — ela segue até mim — Deus! O que faz aqui? — eu me lanço sobre seus braços.


– eu já consumir todos os livros quais me deu, então... — sorrio — Obrigado.


— Garota, você está linda. Eu pensei que estivesse com o Justin — ela diz.


–eu estou. — digo, ela me ergue as sobrancelhas — Justin é legal , eu te falei — eu digo e a ruiva caio no riso. — o que?


– Any, acorda. Eu conheço o Justin a um bom tempo, tipo, minha vida quase toda. Eu o conheço e ele não é legal.


– tá, ele pode não ser tão legal assim, mas... Eu não sei, tudo bem? Ele não é tão ruim assim, não comigo. — e eu realmente não estou mentindo. ele é daquele jeito por natureza, não é algo em especial comigo, mas ainda sim, ele não é como todos dizem , não em relação a mim.


– então eu fico feliz por você. — ela diz — as mesmas roupas. Elas te deixam bonita e diferente. Me dá essa sua cara de ingênua? por. favor.- ela diz e eu sorrio.


–se você me dar seu cabelo, talvez possamos fazer algo a respeito — lhe digo e nós duas rimos, eu quero perguntar sobre a vida, o casamento , se ela quer ter filhos, essas coisas que as pessoas fazem quando estão casadas, mas David me corta


– Nós precisamos ir — é David me alertando.


– já? — ele assente — eu tenho que ir. Foi bom te ver. Já que conhece Justin tão bem assim, acho que ele nunca iria se incomodar, se você fosse me visitar.


– eu vou tentar — ela sorri. — leve isso — ela me entrega outro livro.


Eu compro os livros e sigo com David ao encontro de Maria.



Eu,Maria e David caladão voltamos para casa. Eu não consigo conter que estou feliz, pela saída, pela Alex, pelos livros...

Maria me manda ir direto para casa, eu peço , imploro, suplico se posso ficar com ela, com a Nick , mas ela diz que não. Justin não deixaria. Idiota. ele, não ela.


Então eu faço isso. Vou para casa. Quando os meu olhos estão dentro da casa, Justin também está lá, seus olhos vem em mim, eu desvio o olhar e começo a seguir caminho até meu quarto.


–vem cá — ele chama, eu dou meia volta e vou até ele. eu queria passar direto, eu queria o ignorar, mas, não é uma discussão que eu quero criar


–pode dizer, eu estou bem aqui... na sua frente — digo com a cara mais apática que consigo por .


–liga lá pra tua casa e diz pruma tal de Mercedes deixar a menina sair com a pessoa que eu vou mandar- ele diz


– a Mely?


–tem outra? — grosseiro como sempre.


– quem vai pegar ela? — eu pergunto


–não te interessa, apenas faça essa mulher não atrasar o meu lado — ele diz e eu assinto. Eu sei que há algum tipo de problema com seu temperamento. então eu digo a minha mente " concentre-se. você é boa nisso. você consegue engolir mais essa, você consegue. "


Eu ligo , explicou tudo, cada detalhe, claro que eu minto. Porque eu não tenho um emprego, nem um "casinha" que meu chefe me deu. Mas no fim fica tudo certo. Eu tento explicar a Mely que ela tem que ir com o homem que for pegar ela , que ela tem que fazer o que ele mandar e não chorar.

Eu a conheço, eu sei que ela é forte para uma garotinha da idade dela.mas isso não me tira a preocupação de está a expondo assim, dessa maneira. eu sinto que preciso dela perto de mim.


–resolvido ? — sua voz faz meu olhar se focar nele.


– sim. — eu pensei em dizer "obrigado" mas acho que era errado comigo, eu estou sempre agradecendo pelas graças e desgraças quais me acontecem. eu sei que há algo de errado comigo, porque eu não sei como, eu sempre tento puxar um fio que ligue qualquer coisa que ruim que me aconteça a mim mesma, eu estou sempre achando que se aconteceu comigo, porque eu sou a culpada. é desse jeito que penso dessa situação, mas agora eu estou revendo algumas coisas.


–onde vai ?- pergunta quando estou saindo da sala — senta ae que a gente vai fazer isso aqui — ele aponta para uns papeis.


– o que quer que eu faça ? — eu chego perto e vejo que ali não é nenhum mapa ou algo que eu saiba o que é


–preciso de uma opinião feminina — ele diz e eu me sento , em parte eu estou curiosa e em outra, eu quero sair dali.


–pode dizer .. — digo o fazendo me olhar


– suponha que , ganhe algo, algo importante e grande, você tem as opções, ficar e morrer ou ficar e matar ou ir embora e deixa esse algo importante para trás, o que fazia ? — seus olhas colam em mim



– algo importante como ? — seus olhos se reviram — material ou não ?



– algo imortante — ele diz.



– eu não sei, se é algo importante se fica e se luta, certo? mas está falando como algo perigo, algo que leva a morte, se a pessoa ganhou e tem a opção ir embora, quer dizer que, bem, de alguma maneira isso é novo para a pessoa... então eu acho que não se arrisca muito por algo assim... mas estou confusa ... — digo


– quem está confuso sou eu. enfim, então você iria embora ?



– é... eu iria, eu não sei outro alguém. eu não entraria numa espécie de guerra ou coisa do tipo com ninguém, acho que você quis uma opinião errada, digo, de uma pessoa errada.


– na verdade foi uma coisa certa.


– o que quer dizer isso ? — eu pergunto


– olha essa garota — eu pego o papel da mão dele. uma garota de minha idade, talvez um pouco mais velha , eu não sei, — ela é uma você — eu o encaro com duvida — ou seja, o pai dela caiu e bem, ela é a única herdeira, mas olha a cara de nerd, o jeito de boa menina, ela nunca se meterá com isso. — ele diz — então se eu te fizesse um acordo de boa, sobre comprar sua "herança" você toparia .


– nesse caso ? eu nem pensaria, aqui diz que ela já está na faculdade, eu acho que ela não vai querer largar tudo isso, por ... isso . nunca. acho que você se deu bem... só caso ele descubra que você matou a pai dela — eu digo e seu olha em mim está curioso


– como sabe ? — ele perguntou



– olha isso , tem isso — eu aponto — é a única parte que eu não é sua ou do Ian, se você não o matou, certamente Ian fez. agora me diga, porque irá oferecer algo a ela, se pode fazer o que fez com o pai ?


– isso é algo realmente em questão de duvida, mas é mais uma coisa de ser justo, você sabe, eu não roubaria o que é dela. — ele diz e eu estou o encarando esperando mais, porque se ele havia matado o pai da garota por aquele espaço, isso me dizia que era roubo, então me dizia que ele podia fazer o mesmo com ela, certo ? — eu não o matei pela área, foi muito mais coisas...



– você... eu... Deus! — minhas mãos vão a minha cara .



– o que foi? vai me dizer que vai cair dura novamente — o sarcasmo em sua voz é deteriorante.



– eu estou falando de uma vida, alguém que você tirou a vida, e eu estou falando de uma maneira tão simples e normal... isso é ... errado.



– acredite que não há nada de errado nisso, o mundo deveria me agradecer por deixar o ar mais fresco sem aquele filho da puta — ele diz e eu me levanto



– eu não posso, eu não quero ser como você, tratar as pessoas dessa forma.



– não seja dramática. não é a primeira vez que vê alguém falando de morte. — ele diz



Tudo bem que meu histórico com mortes sejam um pouco tumultuado, ainda mais com a minha família, mas eu não costumava falar com aquela tranquilidade sobre isso.



– eu não serei dramática e você não será você, certo ? oh! nem tudo é como a gente quer — eu digo e ele ri.



– você me faz rir quando tenta se sarcastica.



– quando sua alma podre queimar no inferno, porque é para lá que você vai, não tenha duvida disso.eu quero você esse seu riso bonito, nessa sua cara de anjo caído. — digo e de imediato recebo as costas da sua mão esquerda na minha cara, meu corpo vira com o impacto. e eu estou intacta .


–é. melhor. você.sair.dá.minha.frente — sua voz sai pausadamente de uma maneira rude.



Fiquei devendo as fotos do personagens né ?


Ian ( eu escolhi o Brant Daugherty, ele é lindo e me dá aquela coisa de olhar e querer morrer hahaha ? )

Mely ( essa garota, não era a Mely, mas estou in love por ela e essa foto, ela deve ser mais velha que a personagem, mas fijam que ela tem a idade da Mely )


Nick ( linda. )


Faltou a Alex, ainda estou vendo quem vai ser ela, deois posto.

Notas finais
*Desculpa qualquer erro
*Bem vinda novas leitoras.
*Velhas lindas leitoras, não me abandonem.
*Comentem nesse capítulo que eu volto rápido.
* Justin dúmal né? Any foi dizer que a alma PODRE dele ia queimar no inferno hahahahahahaha
*Obrigado por tudo.
* Sobre a partes Hots, estou em duvida, porque as pessoas estão dividias ...
* Estou emocionada,porque em alguns dos comentários tem " a sua história é perfeita, não tem como não gostar " coisas dos tipo. isso me deixa muito feliz.
*nem demorei de postar né ?
*Cada capítulo por mais besta que pareça sempre vai ligar um ao outro.
* Bom,a gora eu vou responder os comentários do capítulo passado e depois vou dormir , estou morta. sério.
xx