Gypsy
16 Soy demasiado bueno
Estúpida. Estúpida. Estúpida .
Assim estou me sentindo. "Comigo é diferente"
Estúpida. Estúpida. Estúpida.
Olhando minha cara vermelha de leve no espelho , eu não consigo parar de repetir a palavra : Estúpida. Estúpida. Estúpida. Estúpida. Estúpida.
Controlar, obedecer , sim é bom, sorria mostrando os dentes. Está tudo bem? Está ótimo.
Eu sigo repetindo as palavras até a cama e me jogando sobre ela. Eu arranco um livro de uma sacola.
O Morro dos Ventos Uivantes.
Eu não gosto, digo, passei todo o meu dia lendo esse livro e no fim eu não gosto, eu não sei se a raiva que estou sentindo interfere nisso.
Minha cabeça lateja, eu corro para pegar uma aspirina, não o vejo em nenhuma parte , eu não me importo, isso pelo menos garante que minha cabeça fique no lugar.
Eu vejo o bolo de papel sobre a mesa de centro e , eu queria ver o nome da garota, a garota qual Justin queria o que é dela, e eu queria saber disso, bem, para saber, antes saber do que não, certo?
Eu corro rápido até lá, eu mexo e remexo e nada da garota, mas meus olham cercam um mapa todo grifado, com riscos e metas, eu vejo a ligação entre a "área" de Justin e Ian. O barulho da porta se abrindo me faz arrumar por cima os papais e volto para o quarto.
Depois eu soube que não era ele, era só Maria vindo me perguntar se eu queria algo. eu neguei.
Naquela noite Justin não voltou para casa. Eu estava me perguntando se ele havia morrido, se aquela garota havia o matado, bem, certamente não, caso isso acontecesse toda essa casa estaria em uma movimentação caótica , mas talvez eles também o odiasse tanto que ficaria em vê-lo morto.
Eu parei de ter pensamentos ruins quando Nick veio ficar comigo na tarde seguinte, me fazendo rir horrores, sobre o que as pessoas pesam de mim. Era surreal.
Ela contou sobre como seu papai horrendo a vendeu. Sua história é bem triste.
Mas eu também lhe fiz rir quando disse que achava a boca dela linda. Não é mentira. Ela tem a boca grande mais bonita que eu já vi na vida, o batom extremamente vermelho a deixava mais bonita ainda.
Ela viu o vermelho na minha cara, mesmo fraco ainda estava lá. Ela me ensinou a cobrir a marca de uma maneira suave. Ela ainda me disse que , era bom eu aprender.
Eu sei que Justin é mais forte que eu, mas ele não vai ficar me batendo . Eu sei que ele pode fazer isso com todos, mas eu não sou todos
– Nem parece que tem algo aí — diz Nick se referindo a minha cara. — eu posso desenhar suas sobrancelhas?
– obrigado. Eu gosto assim — digo.
–por favor! Vai ficar bonito — seus olhos suplicantes me fazem concordar.
Eu me sinto uma boneca nã mão da Nick. Como ela gosta de desenhar minha cara de falar de coisas besta e saber coisas sobre o México.
Eu sei que ela gosta de verdade de passar um tempo aqui, isso significa tempo longe de lá. Enquanto eu daria muito para sair. Eu sei que ela daria muito para ficar.
– Nick, e o Chaz? — eu pergunto. eu me lembro do dia qual eu fui a casa dos Bieber e ela me ajudou, ela não tinha uma cara boa para o Chaz
– o que tem ele? — ela pergunta, quando puxa meu rosto para cima.
– ele é bonito. — digo e não minto. Ele tem uma forma de rosto que o deixa fofo, mas acho que ninguém daqui pode ser definido como fofo.
– eu acho melhor Justin não ouvir você falando isso — ela diz e eu penso que provavelmente ele não gostaria. Não por ter ciúmes de mim, mas pela obeceção de posse que ele tem.
– isso não tira o fato. — digo — você não o acha bonito?
– eu acho. Claro que acho... Todas acham — ela diz e corta as palavras cada vez que a pinça está em contato com os fios da minha sobrancelha. — mas ninguém aqui é boa o suficiente para ele . — ela diz o que me faz ficar surpresa — ou ele é gay . Eu aposto nessa , quero dizer , como ele não quis ficar comigo? — seu tom revoltado quase me faz rir, mas como eu amo minhas sobrancelhas , eu resolvo não rir e não fazer a Nick pelar meu rosto.
–Ele não me parece gay... — digo — você sabe, a cara, o jeito e
– ele já deu em cima de você?
–não!
– ele é gay! Se bem que... — ela se corta
– o que? Se bem que o que?
– se bem que ele já pegou a vagabunda da Alex — eu fico levemente surpresa. Mas eu não conhecia a história da Alex, entõ tudo que vinha era surpresa.
– verdade? Mas a Alex não era...
–Puta? Ainda é.
–ai! — eu grito , quando a pinça arranca os fios com força.
–desculpa. Mas essa vagabunda me irrita — ela diz
–porque? Porque a xinga assim? Ela é uma boa pessoa, Nick.
– vagabunda é elogio para ela. Mas me deixa contar... Chaz comia ela lá, mas era só ele, porque ele queria "exclusividade" . Você já viu puta ser exclusiva? Não sei o que houve, mas a puta da mãe dela, ela teve de quem puxar , não deixou o que eles tinham ir pra frente. — ela diz
– Deus! Isso é horrível. — digo e Nick larga minha cara
– se for para defender aquela... Aquela lá , eu vou embora — seu rosto vermelho e sua postura me faz ver nã minha frente uma garotinha do colegial. eu não sei de onde essa referência veio, mas... Eu ri.
– não vai. Nick , seja paciente, tudo bem? O que quer que eu faça? Que ria dela? Ela certamente gostava dele .
– não. Ela não gostava. Eu gostava, mas ele nunca, nunca olhou para mim. — ela diz irritada.
–sinto muito . — digo e agora posso entender seu ódio pela Alex. Mas agora Alex tem uma nova vida e me parecia bem, muito bem por sinal
– é, eu também . Sinto muito por ele ter me perdido. Sou demais para ele — ela diz com um riso. Qual é, não é sincero.
– também acho. Você é demais. E ele perdeu seu boção lindo — ele me manda um beijo no ar. — mas vem terminar isso .
Eu passo toda a tarde com a Nick. Uma garota Avisa a Nick quando Justin está chegando . O que me faz crer que, ela estava ali sem permissão. Mas agradeço, pois ela tornou meu dia divertido.
Justin entra acompanhado de dois homens , ele está gritando com eles sobre está bem . Eu vejo a mancha de sangue em sua perna.
Mesmo com dificuldade ele sobe os degraus da escada.
Eu não me manifesto em nada, para saber o que houve . Como Justin havia gritado para os homens que estava bem e que eles deveriam ir. Bem, ele não usou essas palavras, mas ainda sim, foi o que ele quis dizer. Os homens saem.
Eu sei que sou idiota por subir aqueles malditos degraus .
Eu estou parada em frente a porta do seu quarto. Eu bato nã porta receiosa. Mas ninguém responde, talvez eu me arrependa, mas me coloco dentro dentro do quarto o vendo com uma parte da calça rasgada com um ferimento.
–Santo Deus! — sai da minha boca sem eu permitir. Seus olhos colam em mim
– tá fazendo o que aqui ? — diz e seus olhos já em sua perna.
–nada... Você está bem? — pergunto. Não há resposta. — você não deveria ir a um hospital ?
– eu tenho cara que quem pode ir a um hospital? — ele pergunta puxando uma maleta.
Burra eu em pensar que alguém sujo, pobre, incardido como ele poderia entrar em um hospital sem sair de lá preso.
–Eu faço isso — digo me aproximando. Estou agoniada com ele fazendo a limpeza de um jeito torto.
Eu o ajudo com a perna. Eu tenho um conhecimento básico, já que papai estava sempre ferido.
Eu faço um curativo por fim.
–pronto . — digo — aquela garota atirou em você? — eu digo e ele ri
– não seja tola. Uma arma caio no chão e me atingiu de raspão. — diz emborcando na cama.
Eu fico com vontade de lhe dizer um "bem feito". Quero dizer, agora ele já está bom, então...
– Me trás comida — ele diz
– não sou sua empregada — digo por impulso.
– que seja. Manda Maria trazer , não me importo contato que eu coma algo. — ele diz
Eu saio do quarto e bem, é ruimse eu fazer a comida para ele? Quero dizer, eu sei que eu faria para qualquer outra pessoas, mas pelo fato dele ser estúpido muda as coisas. Mas eu ainda sim, corro até a cozinha e faço algo.
Eu até penso em fazer algo remoso para que inflamasse sua ferida. Mas isso não era certo e eu lembro das regras.
Regras que eu mesma dei a mim. Ser o que querem que eu seja , assim eu posso ser o que eu quero ser. Parece confuso, mas funciona, pelo menos nesse caso, no meu caso.
Eu subo com um bandeija. O corpo de Justin está jogado naquela cama, sua roupa já é outra e ele está dormindo. Mas eu não fiz isso tudo, nem é tudo isso , mas ele vai acordar. Eu coloco a bandeija na mesinha logo ao lado e começo a cutuca-lo.
–Justin. Justin acorda.. — ele parece mais com uma pedra — Justin! — eu o sacudo forte, ele se meche e seu olhos se abre pois dois segundos — a comida.
– não estou com fome — diz
– mas você me fez fazer isso — digo indignada . — levanta e come, porque se não comer vai acordar com dor de cabeça. É cientificamente comprovado.
– eu já estou com dor de cabeça só de te ouvir — ele pode até está acordando, mas sua estupidez nunca dormiu.
– tudo bem... Sua comida está aí — seu corpo se levanta e seus olhos vão na bandeija a pegando.
Eu fico o vendo comer.
– para de fazer isso .
– isso o que? — pergunto desnorteada
– me olhar como se eu fosse a folha do seu jantar — ele diz e eu paro de encara-lo .
– tudo bem... Onde você estava antes?
– eu não sei se já disse isso para você, mas a minha vida não é da sua conta.
– não seja grosso. Eu só estava puxando uma conversa. — digo.
Eu tinha que morar aqui e nem tínhamos uma conversa razoavelmente boa, nunca.
– conversa? Bom, você está falando mais do que eu já falei em toda minha vida, já está conversando por nós dois — ele diz e eu tenho os meus olhos sobre ele. Eu nunca ouvir algo tão exagerado.
– Não seja tão... Você , pelo menos uma vez na vida. Porque não podemos ter uma coisa para conversar? Estamos morando juntos. Eu não vou ficar com medo de abrir a boca por você fazer algo comigo.
– você fala demais. — eu me sento ao seu lado — quer conversar de que? Das putas que eu comi, de quem eu já metei, sobre os meus carregamento?
– existem outras coisas no mundo, sabia?
– quais? Pois minha vida se resume nisso. Não há um tempo para ver o filme do ano, o sobre o assunto do momento — ele diz
– você nunca quis isso ?
–isso o que? assitir o filme do ano? — seu tom é realmente duvidoso e sarcastico
– viver normal. Ter ido fazer algo diferente ou bom, ajudar alguém.? Viver normal com uma família.
– e você é o que? Minha família. — ela diz, mas isso não soa bom como deveria.
– você deve em algum momento ter pensando em ser algo diferente — digo.
– não. Eu nunca quis. Eu cresci vendo o meu papai sendo grande e respeitado... Então eu queria ser igual a ele, todos queríamos , eu, Ian e com certeza Jaxon também vai querer. — ele diz
–então você sempre esteve aqui para ser isso? — ele assente — você nunca quis ser nada diferente, nunca quis um trabalho diferente?
–não. Any, definitivamente não. — ele diz . — eu sou quem eu sempre quis ser. A minha vida é exatamente como eu queria. Tem umas falhas aqui e ali que eu estou corrigindo, mas é como eu queria... — ele diz e eu passo um tempo pensando sobre isso , quando ele cora os meus pensamentos- E você, antes de tudo isso aqui, antes dos Estados Unidos o que você queria ?
–Eu queria escrever. Ser algo assim, eu queria marcar a vida das pessoas com história boas e contagiante , com coisas que elas quisessem viver. Mas eu ainda quero.
– se isso nunca nunca acontecer? — seus olhos em mim
– eu não acredito nisso. Certamente mais cedo ou mais tarde você morrerá e eu estarei com uma ótima história para contar — digo em tom irônico e seu riso vem e eu o acompanho.
– Então você contaria a nossa história? — ele tem uma das sobrancelhas erguidas.
–não sobre "nós" isso não existe. Mas sobre isso que estou vivendo. Eu só tenho dezesseis anos , a vida ainda tem muito para mim , certo?
– eu espero que não só para você, não quero está em um de seus livros , se é que eles vão existir.
– não seja pessimista. -protesto, ele coloca a bandeja sobre a mesa novamente. Seu corpo vai se arrastando não com muita dificuldade, mas ainda sim com dificuldade até o banheiro.
Depois de um tempo está de volta , eu nem ao mesmo me movi. Seu corpo se joga com cuidado na cama, eu vou me levantar para sair quando ele me puxa.
–fica.
–acho melhor não . — digo
– você vai ter que fazer isso agora. Esse agora é o nosso quarto.Meu corpo se relaxa caindo ao seu lado.
– eu não entendo você — digo quando ele apaga a luz
– as vezes nem eu mesmo me entendo — sua voz sai baixa e sua respiração batendo contra o meu pescoço.
Bupolaridade é doença e eu não sei se ele tem isso. Mas com certeza ele tem algo sério sobre mudar sua personalidade e humor.
Notas finais
* Já notaram que eu sempre falo isso ? é porque, as minhas leitoras some, aparecem novas e as antigas somem , NÃO PODE ISSO GENTE.
*Demorei de postar, porque não estava podendo mesmo. tinha que terminar algumas coisas dá escola. espero que entendam.
* eu excluir As Long As You Love Me , porque era algo que eu escrevia com muito amor , sério. e eu tinha leitores, isso que é revoltante, só que ninguém comentava, então eu parei de posta-la. MAAAAAAAAAAAAAAS... nova história que eu irei postar daqui a pouco que , é bem diferente de qualquer uma que eu já vi, pelo menos na personagem , mas é uma coisa bem leve e tal, se chama Tattooed. eu estou escreve-la , ela é muito fofa e complexa, sério, queria que vocês desse uma olhada. TEM UM (X) NO FIM DO CAPÍTULO. É O LINK DÁ HISTÓRIA .
*Então é isso , leiam , comentem , sugestões, digas?????? volto logo
xx
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