Gypsy

20 Buen cocinero


Notas iniciais
Desculpa a demora gente, estou sem tempo.
Desculpa também a qualidade desse capítulo, ele não queria sair :(
Gente, aho que o texto vai ficar colado, não sei, estou postando pelo explorer, porque o Nyah! não quer abrir pelos outros navegadores, mas enfim, não é culpa minha.
**Tem partes hot's. vou marcar o inicio e o fim com"**" para vocês saberem, porque tem leiotras minhas que não leem isso, então...
Buena lectura

Amor, estamos contando las cosas, cada grano, ¿sabes? vamos a unir las cosas. ganando confianza, lo que hace creer en algo que no puede ser. algunas cosas pueden enganhar, enganhar mucho. Yo soy así? No se. me has hecho así? es un tal vez. Creo que cuando me encuentro, yo también voy a conocer a mí, porque yo sigo siendo un secreto.



Cozinhar é um talento meu. Eu descobri isso nessas horas que passei fazendo um monte de coisas que nem sei quem vai comer.
Eu estou sem sono, é meio difícil ficar cansada, eu não faço nada. Se eu não fosse vegetariana, provavelmente estaria começando a ficar obesa.



3 ª pessoa.


–Ele disse que não sabe , cara . — diz Killa , uma mulher paga como Any diria, que havia armada para o homem que estava preso em uma cadeira com todo o rosto todo marcado e repleto de sangue.


– é realmente um desperdiço de tempo, do meu tempo. — diz Justin encatilhando a arma.


– o que houve com o papo de " só vou fazer umas perguntas"? — pergunta Makayla e Justin revira os olhos impaciente


– você comprovando a teoria de que as loiras gostosas são burras. Agora esse otario sabe do que eu preciso, você acha mesmo que você deixa-lo vivo? — Justin se aproxima dela , suas pernas a trai, ela treme de medo- e você — com a arma no rosto dela — não houve a nem se quer pensar em dizer qualquer coisas ou já sabe . — ele sorri perverso. Killa teve sorte por ficar todo o tempo fora daquele quarto, pois se tivesse ficado certamente também estaria morta.



Justin

Perdi minha noite por nada , com um filho da puta que não me serviu de nada.

olhando bem no relógio ainda dava tempo de curti a noite, mas certamente a Any já estava dormindo e ir sem ela não era um opção no momento. Eu havia inventado essa droga de casal que somos , não que isso me impedisse de fazer algo, mas se fosse para ir em público , ela tinha que está ao meu lado, esse foi o propósito ,certo?

Antes de ir para casa, eu passo no meu escritório, para ajeitar uma coisa importante.
Quando finalmente estou em casa, eu me surpreendo com a Any, ela está acordada na cozinha, ela não me nota, o que me faz a observar.
A vendo ali, eu lembro porque a escolhi.

Eu já tive pavor de suas roupas, mas a vendo ali naquela saia imensa e solta, com uma blusa caída no ombro, é a visão que eu quero. Chegar em casa e a ver dessa forma.


Anita


Si algun día me ves caer
Nunca pienses que estoy a tus pies
Si algun dia me ves llorar
No alucines que voy a rogar

Aunque tenga en los bolsillos el conjuro de tu olvido
Aunque ya no estes conmigo
Me vas a extrañar


Eu estou fazendo um doce mexicano, eu sei que o México é conhecido pelas comidas picantes , mas também temos ótimos doces.
Um pequeno ruídos me faz virar e ver Justin encostado na entrada da cozinha me olhando.


–Não havia notado você. — digo pondo a assadeira no formo.

– era a intenção . — diz chegando mais para perto — o que está fazendo?

–passando o tempo, fazendo doces . — digo indo tirar a outra assadeira dos bolinhos de mel.

– estou vendo, quero saber o porquê — quando viro para encara-lo ele já está sentado

– porque eu não tenho sono . — digo.

–são duas da manhã — diz arqueando as sobrancelhas.

–eu não sabia que você tinha me dado um horário para dormir — digo- quero dizer, eu não faço nada, então não estou cansada e o sono demora a vim. — eu me embolo nas palavras, eu não quero que ele entenda o início da minha frase como algum tido de ousadia


–hm... O que tem aqui? — aponta para uma vasilha .

–cocada. Muita cocada. — digo empurrando a vasilha para ele.


–me diz uma coisa, quem vai comer tudo isso? — diz pegando uma cocada e levando a boca.


– eu não sei, mas acho que sou boa nesse negócio de doces, sabe? — digo- aprendi quando eu era mais nova.


–pelo menos de fome nunca morreremos ... Isso é bom. — diz .


– eu sei ... -digo , cocada é muito bom . — vontade de fazer esses doces...


–então , você toma aquelas pílulas que eu te dei, certo? — ele pergunta e eu o encaro.


Porque eu não tomaria? Para ter um filho seu? Nunca.


–eu não estou gravida — digo seria .


Ele está pensando que toda essa minha vontade de fazer esses doces é desejo ? é só falta do que fazer.


– eu não disse isso, eu perguntei se toma .


–é, eu tomo, eu não quero ter filhos — filhos seu, mas isso eu não digo- que como você, ter filhos não é algo para mim.


– eu quero filhos. — ele diz — herdeiros


– mas não de mim, certo?


– mas não agora. Então, não deixa isso acontecer.



Ou?


–não fique preocupado, isso não vai acontecer.



– você está com fome? É que eu fiz comida mexicana antes, mas tá quente ainda, Maria me deixou comprar tempero outro dia. — digo mudando do assunto patético.



–na verdade, estou com fome, muita fome. Mas eu vou tomar um banho antes. — diz.


–você está bem?- pergunto


–porque está perguntando isso? — odeio quando ele responde com outra pergunta.


–sua camisa tem sangue- aponto


–não é meu. — sua voz me dá arrepios.



Justin sai da cozinha, obviamente foi tomar banho eu volto a minha atenção para o forno.


Eu daria uma boa cozinheira, depois dessa loucura toda do Justin eu possa cozinhar, não seria algo ruim.


Um tempo depois Justin aparece na cozinha. Eu sei porque todas são loucas por ele, além dele ter toda esse "poder" idiota, mas ele é muito bonito, charmoso e cheiroso, acho que isso atrai.


É estranho está falando o que é atraente em um homem , sendo que a dois meses atrás homens de uma forma carnal nem chegava perto dos meus pensamentos.


–você vai me servi isso ou não?- ele me tira dos devaneios qual estava. Eu o sirvo.

–você não vai comer? — me pergunta eu nego

–eu fiz isso para você. — digo . eu não digo isso no sentido " eu fiz isso para você" como bajulação, é só que só ele comeria mesmo.

–hm... Você não fez mais que sua obrigação. — ele não diz algo surpreendente.

O barulho do formo dizendo que o bolo está pronto me tira da situação de falar algo que eu não deva.

Eu desenformo todo e guardo na geladeira amanhã eu vou confeita-lo.

–você terminou ?- ele empurra o prato , eu o lavo. Acumular louça é algo que eu não gosto.

–você sabe que a Maria e as outras estão aqui para isso, certo? — ele pergunta.

–eu não sabia que existia outras empregadas aqui, mas eu não acho justo. Nós sujamos, então devemos limpar.

– é justo quando elas recebem por isso. — diz se levantando .

– você não está me proibido de lavar a louça, está? — o encaro esperando que ele diga não.

– São suas mãos, você faz o que quiser com elas, mas temos pessoas para fazer isso. — ele diz.

–tudo bem, mas eu gosto e não é como se eu fosse ocupada demais e não tivesse tempo — digo o fazendo revirar olhos.

– você que sabe. — ele diz — vamos subir. — ele diz e eu assinto.

–Justin, você já pensou em se mudar? — pergunto enquanto subimos os degraus lado a lado.

–não. — responde.

– aqui é grande e bonito, mas não é confortável -digo

–para mim parece bem confortável- ele diz

– eu quis dizer com esse monte de gente circulando — digo- não é muito confortável .

– eu não estou vendo esse monte de gente circulando por aqui — ele diz e eu sei que ele entendeu o que eu falei.

Eu quis dizer que não é como morar só ou ter liberdade, tem todo esse povo que também não tem vida quando saber da vida um do outro.


–vou tomar banho — digo quando entramos no quarto — estou fedendo a tempero — digo cheirando minhas mãos.



Eu sigo para o closet para caçar uma roupa, falando em roupa eu tenho lava-las já que estou trocando mais de roupa do que respiro. Eu não trouxe muito roupa, eu nem podia trazer já que estava fazendo uma coisa ilegal e não uma viagem de férias.

Eu não sei, mas acho que estou apaixonada. Apaixonada pelas camisa cheirosas de Justin. Elas são bonitas e eu sei que poderia fazer grande coisas com elas. Acho que se pudesse iria comprar roupas masculinas.

–o que está fazendo?- a voz Justin me faz separar meu rosto da camisa dele .

–nada. — digo rápida.


–você estava cheirando a minhas roupas? -ele pergunta com um riso.

–é. Eu acho elas bonitas... E cheirosas. — digo totalmente corada, posso sentir minha cara arder.

–hm ...- ele se aproxima — você pode pegar .- ele diz.

–pegar o que?- pergunto porque quero ter certeza se ele está falando mesmo das blusas.

– as camisas. Você pode pegar. — ele diz.

– você está falando sério? Eu posso corta-las?- pergunto

–não exagera e não destrói todo o meu guarda-roupa. — ele diz chegando cada vez mais próximo, eu me afasto um pouco.

–tudo bem... É.. Quando eu quiser de fato usar uma dela eu te peço. — digo, acho que minha boca não quer fechar.

–porque está se afastando? — ele pergunta tentando colar nossos corpo.

– estou fedendo — digo chegando para trás e batendo nunca bancada que nunca havia notado.

–para mim você não parece fedendo — ele puxa meu corpo para o dele nos deixando em uma proximidade não perigosa, diria mortal.

– eu chego a ... tempero ... e... A doce — é difícil que as palavras não saia cortada tendo que encarar seus olhos — não é a mistura perfeita. — digo tentando sair de perto.

– eu não me incomodo — ele diz colando nosso lábios. Com muito custo eu solto os meus do dele.

–eu sei. Vou tomar banho -digo — me deixa tomar banho. — digo o olhando nos olhos o que o faz desviar.

–tudo bem.- diz me largando- eu vou com você.


– como? Você acabou te tomar banho -digo ainda parada na sua frente.

– vou tomar outro. -diz — com você.

Eu o encaro por um bom tempo, tomarmos banho juntos não é legal, primeiro que eu sei que não será apenas um banho e eu não quero me despis na frente dele , eu sei que já fiz isso, mas é de maneira totalmente diferente.

– o que está esperando?- ele me pergunta e eu não sei o que responder, porque dizer que não quero ficar sem roupa na sua frente, sendo que ele já me viu parece patético e com certeza saindo da minha boca será mais ainda.

–nada. Eu só tenho que pegar uma saia — digo. Saio de sua frente lhe dando as costas. Eu caço um saia fina, porque está quente. Quando eu me viro ele não está mais atrás de mim, está do meu lado.

– porque está tremendo como se estivesse com medo?- seu tom é forte, mas a altura é baixa

– não estou tremendo.-digo firme- nem com medo. — digo sem deixar que ele falei mais alguma palavra eu saio em direção ao banheiro.
Meus passos são maiores que o normal .

O banheiro é quase maior que a casa da minha tia. Toda essa grandeza nunca foi algo que me impressionou.


**


Justin passa por mim tirando a roupa superior, logo depois a inferior o deixando apenas em uma box. Eu fico o olhando.

–você não vai tomar o seu banho? — ele pergunta me encarando

– não me parece que vai ser de fato um banho — digo contorcendo meus lábios.

–talvez se você tirasse essa roupa e entrasse debaixo do chuveiro parecesse um banho... — eu continuo o encarando — eu quero transar, é isso que queria saber, agora sabe.

– precisa ser aqui, no banheiro? -pergunto

–qual o problema do banheiro, na cozinha era nojento e aqui é o que?


– estou com vergonha — digo rápida.

– o quê? — pergunta

– é muito claro aqui e não gosto quando me analisa — digo.

O meu corpo não é feio, eu sempre me achei bonita. Mas olha aquelas garotas lá fora, elas tem as bundas e os seios maiores que eu já vi. O corpo delas São totalmente formados, coisa que o meu não é.


– larga de besteira. — ele me puxa para ele. — não tem nada pra se envergonhar — diz colando nossos lábios.

Eu tenho pela certeza de que já fiz essa observação: Justin tem um beijo bom e envolvente, pois todo o tempo qual sua boca está colada na minha, eu esqueço o porquê eu estava com vergonha.
Suas mãos suspendem minha blusa, o que não me oponho. Alguém teria que fazer mesmo. Eu tive esse pensamento...?
Seus lábios desgrudam dos meus para que minha blusa possa sair.

–Eu já disse que essa sua cara de santa me deixa louco. — não soou como uma pergunta, mas qualquer que foi o sentido minha cara ficou vermelha, podia ver por um espelho logo a minha frente.
Minha atenção é desviada quando meu corpo se choca com a parede, algo cai, mas nem me importo em saber o que é, pois minha atenção vai toda para a cara de Justin, na boca na verdade. Nossas línguas parecem que estão brigando uma pela outra, é algo realmente envolvente.
As mãos pesadas de Justin pressionando o meu corpo contra a parede me faz gemer entre o beijo. Totalmente ofegante partimos o beijo, mas sua boca não para o contato comigo, seus lábios escorrem pelo meu pescoço de forma pesada, certamente ficará marcado, chegando até os meus seios. Foi incontrolável não manifestar nenhum ruído. Sua boca em contato com os meus seios sugando-os me faz revirar os olhos.



–no se detienen. — não é como se eu conseguisse controlar a linguagem da minha fala.

Sua boca não desgruda do meu seio esquerdo, quando sua mão começa a descer minha saia, a mesma cai por si só quando chega a metade das minhas pernas.

Sua maõs escorrega entrando na minha calcinha , o que faz meu corpo tremer, Sem a tirar, ele acaricia meu clitóris. Seus dedos começam a brincar em mim, sua boca volta a encontrar a minha. Eu solto baixos gemidos entre os beijos.

–geme pra mim — Justin diz, mas isso me intimida. Eu agarro sua boca para tapar o gemidos com a mesma. — eu disse geme pra mim. — ele diz me penetrando certamente com mais de dois dedos . Eu não aguento e solto gemidos altos o que o faz sorrir.
Minhas mãos um pouco-bastante- tremulas vão a sua boxer a a baixando, seu membro salta fora como se estivesse aliviado de sair.

– você pode brincar com ele — Justin diz colando sua boca na minha orelha, meu corpo arrepia.

Minha mão direita o toca, pegando pela base, começo a fazer movimentos de ida e volta, Justin geme ele não tem nenhum pudor em demonstrar que está sentindo prazer.

Eu nem notei quando os dedos de Justin saíram de mim, o que foi ruim, pois sei que logo Chegaria "lá" , mas Justin gosta de brincar.

As mãos qual trabalha agora são as minhas. Meus movimentos aumentam o fazendo junto a mim gemer.
Meus movimentos seguem por um tempo até que ele mesmo me avisa.


–banheira ou chuveiro? — sua voz vem depois que recuperamos o fôlego

– como? — pergunto ainda sem entender.

– na banheira ou no chuveiro, você escolhe. — ele diz.

–chuveiro?- sai mais como uma pergunta do que como uma afirmação.

Justin me puxa para o box.

–chuveiro é uma boa idéia — ele diz . — eu ia gostar se você falasse mais.

–você está sempre reclamando porque eu falo demais — digo.

–não. Eu. — diz colando nosso corpos — estou sempre dizendo o quão intrometida você é. Aqui, você pode falar a vontade. — diz mordendo meu lábio inferior com um tanto de força.



O chuveiro se liga, não, não é a sensor de voz, mas é por uma tabela de botões. Essas coisas de quem tem muito dinheiro para gastar.

Levanto minha perna fazendo com que minha intimidade toque na sua perna. Suas mãos agarra o meu corpo o suspendendo, Justin prende meu corpo contra a parede com o seu.

Minha inibição vai embora tão rápido quanto chega. Eu não sei se é está por completo na situação que me deixa assim.

Justin me ajeita entre ele, colocando seu membro para se encaixar na minha intimidade me fazendo gemer só com o toque inicial. Meu corpo se colide com a parede, não com intensidade já que não há espaço para isso, mas quando sou penetrada meu corpo se choca a cada estocada . Suas investidas são fortes , bem fortes. o que me faz chegar lá bem rápido.


–J-Jus... Eu..- minha voz sai totalmente cortada quando minha intimidade se contrai e meu líquido sai, ele continua as estocadas até que ele também chegue.
Minhas pernas se afogam da sua cintura.

Meu corpo para exatamente embaixo do chuveiro fazendo com que Justin me olhe como se fosse um prato de carne.
Seu corpo empurra o meu contra a parede novamente .

–fica de costa- ela diz, manda. Eu não protesto.

Me viro de costas recebendo um tapa forte no bumbum. Sua mão joga o meu cabelo para frente. Quando suas mãos deslizam pelo meu bumbum e seu membro encosta no mesmo, eu me alarmo.

–Justin, o que você vai fazer?- pergunto


– vamos ver se você é tão boa aqui também — ele aperta o meu bumbum.

–não. N-não... Eu não vou fazer isso — digo me virando olhando sua cara.

– e porque não?

–porque... — eu não sabia o porquê só não faria. — eu não vou fazer isso. — digo


**

Eu me recuso a fazer o que Justin quer e bem, ele aceita mesmo dizendo que sou antiquada, eu não sou antiquada, posso ser, mas fazer aquilo, não está no meu nível, tudo bem que agora eu tenho uma vida sexual ativa, mas fazer aquilo ainda é demais para mim. Passamos um grande, grande tempo mesmo no "banho" fazendo coisas, muitas coisas.

Quando saímos do banho meu corpo está morto, sem nenhum exagero. eu quero dormir, dormir muito, parece que todo o sono qual mais cedo eu não tive voltou agora multiplicado por cem.

– meu cabelo está todo molhado agora — digo lamentando. Odeio dormir de cabelo molhado. Eu tento seca-lo ao máximo com uma toalha. Eu tenho um secador qual Nick deixou aqui, mas eu estou com muita preguiça para usa-lo e não quero fazer barulho.

Justin está jogado na cama enquanto seco meu cabelo, que no momento estou o odiando por ser tão grande, o cabelo, não Justin... talvez há alguma relação aí...
Quando finalmente acho que consigo dormir, ele não está mais tão molhado, então eu me deito. Justin está respirando meio pesado, seus olhos estão fechado , ele está dormindo. Eu me ajeito ao seu lado sem fazer grande movimentos para que ele não acorde. Nos cubro. Eu não demoro a dormir.


A claridade fazer com que eu abra os meu olhos. Deus, hoje não poderia amanhecer um dia chuvoso sem toda essas claridade?
Eu tento me levantar mas o corpo de Justin está praticamente sobre o meu. Sua perna está prendendo minha cintura. Eu tiro com dificuldade, mas a tiro indo até a janela fechar a cortina.

O sol está forte, o dia aparentemente está bem quente, o ar-condicionado está ligado aqui dentro o que não me deixa saber a média da temperatura.

Meu olhar corre até lá fora, vai até a piscina, está com pessoas . Daqui tem uma ótima vista e posso ver todos. Todas aquelas mulheres com seus biquínis bem pequenos, mas não é isso que chama a atenção , é o simples fato de estarem ali. Eu automaticamente me vejo tendo inveja delas.

– o que está olhando ? — avó de Justin me faz encarar-lo com a cara amassada, certamente a minha não está diferente.

– aquelas garotas na piscina — digo fechando a cortina e tapando a claridade.


–que horas são?- ele pergunta como se eu soubesse

– eu não sei... Eu não tenho um relógio — digo

–olha no meu celular. Ele está em alguma parte — ele diz. Eu vejo o telefone logo a minha frente.

–08:15 — digo

–Inferno! — ele diz jogando o corpo de volta a cama.

– o que foi?- pergunto me aproximando.

–oito horas da manhã? Eu quero dormir. — ele diz

–então faça. Apenas faça -digo .


– não posso. Agora minha mente já está trabalhando e perder tempo é

–perder dinheiro — completo a sua frase — eu ouvi você dizer isso várias vezes .
Ele se levanta indo em direção ao banheiro.

–Justin?- o chamo

–quê? — diz sem virar para me encarar


– eu posso ir lá? — pergunto

– lá onde? — agora tenho seus olhos em mim.

– na piscina. Eu quero muito ir.- digo. Eu quero só ficar no sol, já que ele havia me acordado não tem mal nenhum em pegar uma cor.

– vai ficar querendo. — ele diz

–mas...

– você não vai ficar nua para um monte de homem — diz.

–mas...

–mais nada. — diz batendo a porta do banheiro



...



Ler notas Finais

Notas finais
Ficou muito grudado ? estou revoltada aqui, pensei que nem conseguiria postar, mas conseguir, certo ?
Vocês viram ali no começo, meio que tem algo que o Justin quer, mas ainda não está na hora de falar.
Próximo capítulo Any vai sair, dessa vez ela vai mesmo e eu vou postar hahaha . mas não é nada demais.
Então me diga o que gostaram, o que não, o que precisa ser melhorado.
Deem uma olhada nas minhas outras histórias.
xx