Guarda-costas

23 Capítulo vinte e três


Notas iniciais
Espero que vocês gostem kkkkkk

Sasuke chegou no seu apartamento tarde da noite. Ele estava exausto, porque faziam poucas horas que ele havia retornado da sua longa viagem para a China e ter uma discussão com Kushina assim que avião pouco em solo japonês, apenas sugou o resto da energia que ainda tinha.

Ele só queria descansar um pouco antes de voltar para o inferno que era a sua realidade e ter que se encontrar com Naruto Uzumaki.

Ele tentava entender como um relacionamento entre mãe e filho podia ser tão complicado. Quando ele era criança, ele costumava invejar os integrantes da família Uzumaki que ainda tinham os pais por perto. Mesmo que em uma família da máfia, o amor familiar não fosse uma das coisas mais normais no mundo, pelo menos aquelas crianças tinham com quem contar quando precisavam.

Ele costumava ter inveja de Naruto também. Ele era o menino dos olhos do pai e do tio e sempre fora muito bem quisto pela mãe, mas diferente do conto de fadas que Sasuke olhava pelos olhos de uma criança quando era pequeno, agora ele entendia a realidade do seu chefe.

Um pai que morre cedo demais. Um tio que o trai pelas costas tomando a própria cunhada como esposa. E uma mãe que utiliza de todas as artimanhas para conseguir poder.

Talvez não ter ninguém na vida não fosse tão ruim no final das contas. Sasuke ignorou uma parte do seu cérebro que o lembrava constantemente da existência de alguém que era integrante da sua família e entrou na sua casa, em busca de um momento de paz.

Mas, não foi tranquilidade que ele encontrou. Quando abriu a porta, mesmo que ela estivesse trancada, Sasuke sentiu que alguma coisa estava errada.

Alguém estava alí dentro.

Antes de dar mais um passo para dentro, ele retirou a arma do coldre no seu peito e a levantou. Ele não tinha seguranças do lado de fora, nem um circuito de vigilância interno. Ele gostava de pensar que ninguém seria tão estúpido para entrar na sua casa sem permissão.

Sasuke vasculhou com o olhar procurando o seu intruso antes que o intruso o encontrasse. Ele tinha apenas os seus instintos para resolver aquela situação. E seus instintos sempre bastaram no seu pior momento.

Ele não viu ninguém na sala, nem na cozinha. Subindo as escadas também não havia o sinal de qualquer pessoa alí e todas as luzes do andar superior estavam apagadas. Sasuke foi para o seu quarto e verificou tudo.

Nada.

O quarto de hóspedes, e também nada, até que ele conseguiu escutar o suave com de choro abafado, que vinha do único quarto por ele constantemente mantinha fechado.

O quarto que no passado serviu para a acolhida de uma única pessoa.

Sasuke levantou ainda mais a sua arma, segurou a maçaneta e abriu lentamente a porta. Olhando do lado de dentro, a sombra de um pequeno corpo pode ser percebida, sentado no chão em frente a cama e abraçando os joelhos. Em uma posição vulnerável que ele jamais esperava de um intruso.

Isso porque aquela pessoa não era um intruso. Não no sentido maléfico da palavra.

Sasuke sentiu o seu coração palpitar fortemente e abaixou a arma imediatamente. Aquela pessoa no quarto não era nada mais nada menos que Yumi Uzumaki.

Ele abriu a porta do quarto completamente, mas não precisou de muito tempo para confirmar que aquela pessoa realmente era Yumi, porque ela se levantou e correu na sua direção, abraçando-o com força pela cintura.

— Ele vai me matar, Sasuke. Me ajuda, por favor!

Yumi disse enquanto tentava abafar o som dos seus soluços no seu peito.

A sua estrutura pequena era algo que sempre o fazia temer pelo pior. Ele tinha medo de machucá-la se tocasse com muito força ou de assustá-la se chegasse muito perto, por isso ele nunca fez qualquer uma daquela coisas, no entanto assim que ele sentiu como o corpo quente daquela mulher se encaixava perfeitamente no seu, ele se permitiu retribuir o abraço.

O mais delicadamente possível.

Yumi se agarrou com ainda mais força nele e levantou a cabeça, olhando diretamente para os seus olhos. Sasuke percebeu o nariz torto quebrado no seu rosto e o sangue seco que ainda estava próximo a sua boca.

Ela havia apanhado de novo e não foi uma surra pequena, dessa vez.

Sasuke apertou os dentes e segurou cuidadosamente os seus ombros, afastando-a para conseguir olhar melhor os ferimentos. Ele sentia que mal conseguia respirar com a raiva roubando o seu oxigênio. Como alguém poderia machucar uma pessoa assim. Uma mulher...

Sasuke forçou a sua raiva para dentro do seu peito e manteve a sua voz o mais fria possível. Mas, ele percebeu que tinha falhado assim que começou a falar novamente. — Senhorita, por favor. Me conte o que aconteceu.

Um soluço rompeu o peito de Yumi, juntamente com outra onda de lágrimas e ele conseguiu perceber a sua luta interna, contra os próprios sentimentos. — Você sabe o que aconteceu, Sasuke.

Sasuke analisou a sua beleza etérea. Ela sempre fora tão linda, gentil e pura. Como alguém seria capaz de machucar aquele anjo. — Você quer que eu o mate?

Ele falou sem pensar, em um impulso guiado pela raiva, mas, com toda a certeza do seu nome, se ela dissesse que sim, ele faria isso sem se importar com as consequências.

Yumi parou de chorar imediatamente e o medo começou a brilhar por baixo das lágrimas. Era perceptível que ela ainda estava em choque.

— Eu nunca te pediria isso. Se você não morresse nas mãos dele, você seria caçado pelo resto da vida. — ela colocou a mão na sua bochecha e acariciou gentilmente a sua pele. — Você merece mais que isso.

— Yumi…

Ela passou o polegar nos seus lábios, acariciando os lábios inferiores. — Eu sei que você sempre gostou de mim. Eu sempre soube. Quando eu era mais nova, eu ficava tão feliz quando escutava o meu pai te elogiar, eu sabia que algum dia eu poderia tentar te dizer…

O soluço cortou suas palavras.

— Me dizer o que?

O coração de Sasuke doía, lembrando de Yumi com quinze anos lançando-lhe olhares furtivos. Ela era tão inocente. Ela continuava assim em seu coração.

— Te dizer que eu te queria tanto quanto.

Ela se afastou do seu abraço e ele sentiu a dor física de não sentir mais o seu toque. Ele soube, sempre soube que ela o queria também, quando os dois eram jovens e tolos, mas nunca pensou que escutaria isso dos seus lábios, não depois de tudo que aconteceu.

Não depois, dela ter entregado nos braços do maior inimigo da sua família.

Esse pensamento foi como um banho de água fria na sua cabeça e o fez raciocinar com mais facilidade.

— Eu sinto muito, Sasuke... Eu sinto muito por ter vindo. Eu deveria ter me matado antes de aceitar casar com aquele monstro.

Sasuke paralisou, essa era a primeira vez que Yumi falava para qualquer pessoa algo ruim sobre Nagato, mesmo quando todo mundo sabia como ele a tratava.

Yumi sempre possuía uma posição estóica, quando se tratava dele. Como se ela sempre quisera ter se casado. Fazendo inclusive ele acreditar naquilo, mesmo que não conseguisse entender as razões por trás daquela decisão.

Mas, vendo Yumi daquela forma, parecendo tão destruída, ele se atreveu a sentir pena. Aquela era uma mulher que havia passado por inúmeras violência na mão do marido e que sempre permaneceu em silêncio para não trazer ainda mais dor para a família. Porque ela sempre pensava na família primeiro. Isso era Yumi.

— Melhor eu ir. Nagato caiu bêbado no sofá, por isso eu consegui fugir, mas se acordar e perceber que eu não estou mais lá, vai ser ainda pior.

Sasuke sentiu o coração doer pela segunda vez e não conseguiu se impedir de bloquear a porta, impedindo que Yumi saísse.

— Porque você veio, se você não quer quer eu o mate?

Yumi se desesperou mais uma vez e começou a chorar de novo. As lágrimas caiam dos seus olhos rapidamente como se não tivessem fim.

— Ele estava tão feliz hoje, quando chegou em casa, como se ele tivesse recebido uma grande notícia. Ele começou a beber para comemorar… Eu estava tão assustada, eu pensei que ele ia matar hoje. — Yumi retirou do pescoço o cachecol que ela tinha belamente enrolado no pescoço, descobrindo uma grande marca rocha marcada na pele pálida. — E a única coisa que eu conseguia pensar era que eu nunca tinha te dito que eu te amava.

Sasuke sentiu os seus próprios olhos encherem de água, ele queria acabar com o Nagato com todas as suas forças. Mas, sabia que não estava em posição de fazer qualquer movimento.

Yumi desviou dele para passar pela porta, mas ele segurou as suas mãos.

— Eu ainda te amo, Yumi.

Ele a puxou para os seus braços e em um impulso desceu os seus lábios nos dela. Eles eram suaves e doces. Tudo que ele sempre havia imaginado. Ele conseguia sentir o gosto de sangue, misturado com a saliva dela, mas nem isso lhe incomodou.

Ele a queria como sempre a quis, como nunca a quis.

Ele se afastou um pouco e percebeu a bagunça que os dois haviam se tornado. Vivendo apenas como uma concha vazia do que poderiam ter sido juntos, se ele tivesse sido mais corajoso.

— Eu ainda te quero, eu também ainda te amo.

Ela disse envergonhada e ele sorriu, voltando a beijá-la. Ele a puxou a sua boca para a dele em gesto mais bruto do que planejava. E antes que pudesse pedir desculpas, ela se agarrou a ele com força.

Os seus lábios carnudos se abriram e ele conseguiu provar novamente a sua saliva, aproveitando a forma como ela tomava o controle do beijo com a língua.

As mãos de Yumi saíram do seu pescoço e enrolaram na camisa do seu terno, o puxando com veemência para mais perto do seu corpo. Mas aquilo não era o suficiente. Ele queria tê-la muito mais perto.

Ele a levou para trás, sem desgrudar do beijo e quando o joelho dela bateu na beirada da sua cama e ela se sentou, ele começou a desabotoar a camisa devagar. Ele queria que ela tivesse tempo para dizer não, mas ao contrário do que ele imaginava, ela desceu as mãos pelas suas calças e começou massagear o seu pênis por cima do tecido.

Ele gemeu com o carinho, sentindo a sua ereção doer insuportavelmente. Ela parou a tortura e abriu o seu cinto, atirando-o para longe.

Ele conseguiu terminar de tirar a camisa e ela começou a lamber o seu abdómen, a língua dela traçando o caminho pelo seus músculos, enquanto ela libertava o seu pênis da calça.

Ele acariciou o seu cabelo, sentindo a textura que tanto lhe agradara e ela desceu a boca, tocando no topo do seu membro.

Sasuke gemeu, sentindo as forças escapar do seu corpo e ele tentou afastar a boca dela do seu pênis, mas para a completa desgraça dos dois, ela não o fez.

De uma única vez, ela o tomou para dentro da sua boca molhada, chupando o seu membro até o topo. O nariz dela tocou a sua barriga, quando ela o tomou por inteiro e Sasuke teve que desviar o olhar para não gozar naquele momento.

Yumi se afastou lentamente, mantendo a pressão na sua boca, enquanto retirava o pênis. Ela lambeu a ponta do líquido que estava saindo do seu pênis e levantou os olhos para encontrar os seus.

Ele nunca tinha visto algo tão erótico na sua vida.

Sasuke a puxou para os seus pés e tomou a sua boca, sentindo o seu gosto naqueles lábios sensuais. A calça dele desceu e ele pode sentir o seu corpo nu roçar no corpo de Yumi em uma lenta carícia.

Ele a beijou pelo que parecia ser minutos, até que sentiu o vestido dela deslizar pelo seu corpo. Pele nua sobre pele nua.

Sasuke parou de beijá-la, quando percebeu algumas lágrimas saindo dos seus olhos. Ela abraçou a própria barriga, mas ele empurrou os seus braços para longe cuidadosamente. Ela estava tentando cobrir as marcas roxas que estavam espalhadas por toda a sua barriga, peito, coxas e braço.

Ela abaixou os olhos, desviando do seu escrutínio. — Eu sei que eu não sou tão bonita quanto antes.

Sasuke levantou o seu queixo, sentindo a emoção o assaltar e encarou diretamente aqueles tristes olhos esverdeados. — Você é linda, Yumi.

E ele a beijou de novo. Docemente, dessa vez. Não havia porque ter pressa. Ela abriu a boca novamente mais calma dessa vez, levando o seu braço até o pescoço dele e puxando-o para baixo, enquanto ela deitava na cama.

Sasuke desceu os lábios para os seus seios e em menos de dois segundo o sutiã havia saído, bem como a calcinha. Ele beijou os seus seios e deu completa atenção para cada um dos suaves montes. Ele sugou e lambeu, até que ela implorasse por mais e ele lhe deu mais. Ele queria lhe dar tudo.

Sasuke desceu os lábios pela barriga de Yumi, mas ela não deixou que ele avançasse nas suas intenções.

Ela inverteu as suas posições, sorrindo quando ele caiu sobre as suas costa e abriu as suas pernas bem em cima do seu pau. Ele gemeu sentindo a sua suavidade molhada estimulando o seu membro já completamente duro e a beijou novamente.

Yumi parou de beijá-lo e desceu os lábios pelo seu pescoço, repetindo as mesmas doces carícias que a pouco fazia no seu pênis e na sua boca e mantendo a lenta cavalgada no cumprimento do seu pau.

— Yumi... — ele suspirou tocando a sua bunda e acelerando os seus movimentos.

Ela levantou os lábios do seu pescoço e fechou os olhos, aproveitando o prazer. Sasuke não conseguiu fechar os olhos junto com ela, tudo aquilo era perfeito demais para ele perder um único segundo.

Ele deixou que ela tomasse o seu prazer da forma que quisesse e quando não conseguiu mais aguentar a fricção entre os dois, ele inverteu as posições, jogando-a para baixo dele.

— Agora, Sasuke. Eu te quero.

Ele abriu a gaveta da sua cabeceira e agradeceu pelo fato de ter encontrado uma camisinha alí dentro. Ele observou como os olhos dela vagavam entre o seu peito e o seu pênis e colocou a camisinha o mais devagar que conseguiu se permitir.

Sasuke desceu o seu corpo no dela, sentindo os seus seis tocarem no seu peito, a sua pele suada ajudava com que os seus corpos deslizassem e ele se posicionou para penetrá-la. Ela estava completamente molhada e pronta.

Ele não queria machucá-la com a próprias pressa e começou a se mover gentilmente. No entanto, ela não permitiu isso a nenhum do dois.

Yumi enrolou as pernas no seu quadril e o puxou de uma vez para dentro dela. Sasuke sentiu a sua respiração ser roubada com o súbito movimento e aquela deliciosa pressão quase o fez gozar de imediato.

Ele tentou recuperar um pouco do controle, no entanto, ele sequer conseguiu se recuperar do primeiro choque de prazer, quando ela dela começar a se mover por debaixo dele, guiando o seu pênis para cima e para baixo.

Sasuke desistiu de manter algum controle e empurrou com força dentro da sua boceta.

— Mais… Sasuke… Eu quero que você me foda mais forte… Por favor.

Sasuke desceu as suas mãos para cada lado da sua cabeça e começou a se impulsionar para frente com força. Quando mais forte, mais ela gemia. Ele sentia que ela estava dominando tudo, seu corpo, seu pênis, seu prazer.

Yumi segurou o seu ombro e o utilizou para impulsionar o seu próprio movimento contra o pênis de Sasuke. A pressão era quase insuportável e Sasuke desceu a sua cabeça para sentir o cheiro dela.

Ele sentiu as emoções vibrando no peito e sussurrou no seu ouvido. — Yumi... Eu te amo.

Ele tirou as mãos dela do seu ombro e as prendeu ao lado da sua cabeça. A pressão dentro da sua boceta ficou ainda mais forte, alertando-lhe que ela estava prestes a gozar e ele permitiu se afundar com rápidas estocadas dentro dela, uma e outra e outra vez.

Os dois chegaram no ápice do prazer juntos e ele sentiu os jatos saírem do seu pênis de forma que nunca havia sentido antes.

Sasuke deixou o seu corpo cair em cima de Yumi e, segundos depois, as mãos dela começaram a se mover pelas suas costas. Ele era muito pesado para a frágil estrutura de Yumi e mesmo que isso não tenha o incomodado na hora do sexo, quando ele a fodia como um desesperado, ele decidiu mover o seu corpo para o lado dela.

Sasuke puxou Yumi para os seus braços e a beijou de novo, ignorando os pensamento que começava a pesar na sua cabeça. Ela se acomodou no seu peito e, naquele segundo, onde apenas os dois existiam, ele sentiu a paz que tanto queria encontrar, quando veio para casa.

Sasuke beijou o topo da sua cabeça e começou a acariciar o seu cabelo. Yumi, por outro lado, não falava nada, perdida em seus próprios pensamentos. Ambos tinha muito o que conversar, mas ele tinha certeza que conseguiria resolver toda aquela situação, mesmo que tivesse que fugir com ela para bem longe.

Os seus pensamentos foram para um lugar feliz, onde existia apenas o calor confortável da pessoa que você amava ao seu lado.

Na manhã seguinte, Sasuke acordou para encontrar a cama vazia do seu lado e na cabeceira apenas uma mensagem.

Sinto muito, Sasuke!

Notas finais
Iai? SasuYumi ou Sasusaku? kkkkkkk Espero não ter chocado você com uma cena de sexo do nada (Mentira! Espero ter chocado sim! kkkkkk) Comentem, favoritem, acompanhem e recomendem! Sábado tem mais e vocês terão outra surpresa! Aguardem!