Notas iniciais
Oin peixinhos o/ Então.... Eu vou demorar pra postar pq eu to no ultimo ano da escola e vou fazer ENEM então me perdoem se eu só postar daqui a alguns meses. bjos

P.O.V Bianca

Desde que trombei com aquela mulher, ela não sai da minha mente,bom, não exatamente ela, é mais a boca dela formando um sorriso. Aquela pequena cicatriz abaixo do lábio inferior.

A minha semana foi muito.. normal. Papelada, reuniões.. essas coisas. Sexta-feira chegou e as minhas melhores amigas me "convidaram" para sair com elas. Quando eu digo me "convidaram" foi mais para uma ligação.

–Bih. Hoje. Eu. Você. Haru. Balada. 20h. Adeus -disse Babs. Como sempre me dando a opção de argumento. Bom, como não quero que ela fique brava comigo, ás 20h em ponto estava na frente do meu prédio esperando-a, eis que estaciona um Dezir vermelho e de lá dessem duas "gostosas" mais conhecidas como minhas melhores amigas, Barbara Moro e Christiana Harumi.

–Vamo delicia, não temos a noite toda -disse Babs como sempre uma Caminhoneira.

Babs e eu eramos amigas desde pequenas já que o seu pai tinha parceria com o meu, e as constantes visitas a minha casa acabou que nos tornamos melhores amigas inseparáveis.

Ela é ruiva assim como a mãe e seus olhos esmeralda assim como o pai. Sempre foi mais alta que eu, coisa que sempre invejei nela. Sempre bem vestida, roupas de marca e um sorriso simples nos lábios. Mas como eu disse, ela é uma caminhoneira. Então, tudo isso vai para o ralo quando pisa em casa, lá ela rapidamente joga cada salto para um canto, o vestido vai para o chão rapidamente e em um segundo ela já esta vestindo moletom com um coque desleixado.

–Já goxtosa- disse seguindo em direção a elas e abraçando cada uma- então, aonde vamos?

–Você vai ver, linda -Disse Haru dessa vez.

Haru era o completo oposto de Babs. Ela é de uma família tradicional então, todas as suas atitudes são friamente calculadas. Ela também é minha amiga a muito tempo, e a conheci através do meu pai e suas parcerias. Ela é muito boa em maquiagem e moda. Entretanto, não gosta de se achar por isso, e fala que é muito ruim. E eu acho que nunca a vi solta um palavrão além de "merda".

Entramos no carro e seguimos. No caminho conversamos e rimos. Quando chegamos na tal balada, eu fiquei abismada com o tamanho da fila. A fila virava a esquina e seguia...

–Vamos — Falo Babs. Seguindo para o começo da fila em direção ao armário, quer dizer, segurança — Oi, Barbara Moro -o armário olhou a fixa e abriu passagem para Babs que apontou para mim e Haru e falou-Estão comigo — e o segurança apenas soltou um 'ok' e nos deixou entrar.

Dentro era...Barulhento (n/a avá qiridan). O Bar ficava na minha direita, os sofás na minha esquerda e em todo o resto as pessoas ficavam dançando. Se esfregando e bebendo..

Babs logo que entro já sumiu da vista. Haru foi comigo para o bar, sentamos e tomamos umas doses de vodca até ficarmos um tanto quanto felizes.

Já alegres, fomos dançar. Deu certo no começo, mas os homens ficaram nos agarrando e tentando nos beijar. Eu não conseguia sair dos braços deles, ele eram mais fortes. O medo foi tomando conta. Não conseguia mais me mover. Não queria que minha noite terminasse assim. Não queria ser estuprada.

Na minha direita, uma briga começou. Era impossível que dois caras conseguiriam nocautear, sei lá, uns trinta. Os dois ficaram de costas um para o outro, esperando os.. monstros.

Um careca baixinho foi o primeiro. Ele saiu correndo com um punho levantado e urrando. O de jaqueta jeans esperou.. desviou do soco e o socou no queixo, nocauteando na hora.

Um outro cara foi para o da jaqueta de couro. Outro soco. Outro nocaute. Era incrível como eles pareciam tranquilos com aquilo e até agora não tinham levado um soco sequer.

A briga continuou até os seguranças chegarem. Levaram maior parte dos caras, pois a outra metade saiu correndo. Os nossos salvadores, nos levaram para os sofás. Liguei para Babs na tentativa de acha-la. Rapidamente ela chegou, meio preocupada, meio bêbada.

Fomos embora, eu, Babs, Haru e os salvadores.