Grávida aos 16!!!
4 Capítulo 4
Notas iniciais

Bella
Hoje e dia 15 de dezembro ultimo dia de escola, estamos entrando em recesso ate dia 10 de janeiro, por um milagre vamos ficar três semanas em casa, ultimamente eu andava muito enjoada e tonta, minha mãe marcou uma consulta pra mim no medico depois do natal, estes enjôos e tonturas vem acontecendo dês do meio de novembro em diante, em meu estomago não parava nada, mais apesar de tudo isto eu tinha engordado um pouco o que era estranho, senti algo gelado cair sobre minha cabeça e escorrer por meu rosto era refrigerante e quando me virei, pude ver Damon e seu irmão mais novo Stefan rindo, Damon era da mesma turma que eu e Stefan ainda estava no primeiro ano.
– Olha só a nerd ta toda sujinha e molhada, vai lá correndo pra mamãe te troca. – disse Damon e escutei risadas de todos os alunos e sai correndo o mais rápido que pude dali e fui para o banheiro e me senti no chão e chorei tudo que tinha pra chorar, escutei a porta de abri e me encolhi.
– Bella não fica assim você sabe que eles são idiotas. – disse Alice se abaixando na minha frente e segurando minhas mãos.
– Eu sei Alice. – disse já soluçando e ela me olhou confusa.
– Bella porque você ta chorando, nunca chorou por causa destes idiotas. – disse ela se levantando e me ajudando a levantar, me guiou ate a pia e me ajudou a limpar meus cabelos e tirar só meu casaco que estava molhado e dei sorte.
– Eu não sei porque eu to chorando, só senti vontade de chorar porra. – disse nervosa e Alice me olhou e deu risada do meu estado.
– Calma Bella eu só te perguntei, não precisa ficar nervosa assim. – disse ela entre risos e aquilo me deixou mais nervosa ainda e sai do banheiro e ela foi atrás de mim. – nossa amiga o que eu fiz de errado pra você ta brava comigo. – perguntou parando na minha frente e segurando minhas mãos, Alice era mais rápida que eu, sem fala que era líder de torcida.
– Você não fez nada Alice só me deixa quieta um pouco. – disse mais calma e ela somente concordou e fui pra minha aula de historia, um cheiro de perfume barato e de vadia me atingiu e meu estomago reviro e fui pra minha carteira e me sentei e quando ergui a cabeça, vi que tinha uma nova professora na frente da classe, seu vestido era curto e justo no corpo e todos os meninos babavam nela.
– Bom dia classe, eu sou a nova professora de historia de vocês, meu nome e Elena Gilbert. – disse escrevendo seu nome na lousa em quanto os meninos babavam, com certeza todos os meninos idiotas dali estavam de pau duro só por causa de uma professorinha, que parecia mais uma prostituta naquele vestido. – bem hoje eu vou passar só algumas coisas e também passarei um trabalho pra me entregarem quando volta as aulas então tem três semanas pra isto. – disse com um sorriso no rosto e começando a ditar um texto qualquer com as palavras dela e a voz dela já estava me irritando.
– Posso ir ao banheiro. – disse com a mão levantada e ela me olhou e fez que não com a cabeça e volto a ditar seu texto. O perfume de vadia dela não saia do meu nariz e meu estomago estava se embrulhando cada vez mais, me levantei e ela me olho com o pior olhar que eu já vi na face da terra, se ela pode-se me mataria com ele mesmo e veio ate mim.
– Faça o favor de se sentar senhorita Swan, você esta atrapalhando minha aula. – disse ela muito brava por eu ter levantado sem sua permissão, quem ela achava que era a dona da escola, não agüentava mais e não deu tempo de segurar ou sair correndo o cheiro dela já estava me deixando louca e vomitei encima dela, se eu não fosse aluna, totalmente ela me bateria.
– Desculpa não deu pra segurar e você não deixou eu ir ao banheiro. – disse tentando me segurar pra não ri ainda da cara dela e os alunos riam muito daquilo, fazer o que era engraçado, nunca um aluno antes tinha vomitado encima da professora, mais ela ate que mereceu.
– Sai pra fora da minha sala agora garota. – disse ela aos gritos e eu sai da sala antes que ela me batesse e quando já estava do lado de fora da sala comecei a ri feito doida e fui ate o banheiro e lavei minha boca que estava com um gosto horrível. O resto das aulas passaram numa boa e todos comemoraram, fui embora pra casa, mais antes resolvi passar em uma lanchonete pra comer, estava morrendo de fome e passei na biblioteca pra pegar os livros que aquela maluca queria e tive que fica duas horas quase procurando, eu juro que se eu pudesse mataria aquela vadia. Peguei meu celular e olhei a hora e já eram quase 8 horas meus pais iriam me matar, sai da biblioteca e caminhei pra minha casa que ficava longe dali, eu estava sem carro, ele quebrou e esta no concerto o clima em Seattle estava bem frio, na verdade congelado e chovia bem fraco e fui tentar correr da chuva mais uma tontura forte me tomou e acabei desmaiando no meio da rua.
Noah
Eu estava de plantão hoje o hospital estava bem calmo por sinal o que era raro, hoje o dia seria longo, apesar de o dia estar calmo, eu tinha duas mulheres em trabalho de parto o que era normal, elas ainda demorariam um bom tempo pra ter os bebes e era engraçado de se ver elas xingando seus maridos. Fui tirado dos meus devaneios quando meu pai que também trabalhava ali era medico no hospital que eu e entro na minha sala, mais que povo que não tem mania de bate na porta.
– Filho eu tenho uma paciente pra você de 16 anos o nome dela e Isabella Marie Swan o exame dela de sangue deu alterado pra gravidez e isto e com você agora. – disse ele sorrindo, sabendo que eu odiava que entrassem em minha sala sem bate e seu eu tivesse fazendo alguma merda.
– Tudo bem pai já estou indo. – disse me levantando e pegando a prancheta da mão dele e olhando suas anotações e pedi pra que o laboratório fizesse um exame da gravidez já que, já tinham coletado o sangue dela, fui ate seu quarto e ela ainda estava desacordada, levei um susto quando a olhei de perto e a reconheci, não podia ser eu transei com uma menininha que nem saiu das fraldas ainda, espero que este filho não seja meu, se não estou tremendamente fudido.
– Onde eu to. – disse ela acordando ainda sonolenta e a olhei, ela era uma garota realmente muito, linda como poderia imaginar que ela tinha somente 16 anos.
– Você esta no hospital Isabella, teve um desmaio no meio da rua e uma pessoa estava perto de você e chamou a ambulância. – disse a olhando e quando ela escutou minha voz fico mais pálida ainda, pensei que aquilo não era possível mais era.
– O que você ta fazendo aqui. – disse ela depois de alguns minutos em encarando e puxei meu moicano, já estava ficando nervoso e este resultado não chegava logo. Antes que eu pudesse a responde a porta se abriu e uma das enfermeiras me entregou o resultado e pedi que ela saísse.
– Eu trabalho aqui, sou ginecologista obstetra do hospital, seu exame de sangue deu alterado e me pediram pra vir aqui e aqui esta o resultado do teste de gravidez que eu pedi que fizessem. – disse de modo tranqüilo, mais quando eu disse aquilo ela começou a chorar desesperada.
– Me fala que isto e uma brincadeira de mal gosto? – perguntou-me ela ainda chorando e seus soluços eram altos. – me fala por favor. – grito ela e eu a olhei e neguei com a cabeça e ela chorou mais ainda.
– Pode ser que você não esteja grávida. – disse a olhando e ela me olho e olhou pro meu crachá.
– Noah eu não posso estar grávida, meus pais iram se decepcionar comigo, eles são rígidos de mais, ainda mais quando descobrirem que eu transei com qualquer um e este qualquer um e totalmente bem mais velho que eu, você sabe que e o pai se eu estiver grávida ne. – disse ela me olhando e eu olhei pra ela e dei um sorriso sacana pra ela e claro que este filho não e meu se ela estiver grávida mesmo, pra mim ela deve ter dado pra qualquer um por ai, sem fala que ela e de menor, as garotas de hoje estão cada dia piores.
– E claro que este filho não e meu garota, você deve ter dado pra mais caras por ai do que só pra mim. – disse sarcástico e logo dando uma risada e ela me olhou mortalmente, estava com raiva ate de mais.
– É claro que este filho e seu, seu idiota, eu só transei com você. – disse nervosa e já a beira de lagrimas, neste momento eu pensei que ela iria voar no meu pescoço, sua raiva estava visível.
– Para de graça garota, este filho não e meu e ponto, eu não acredito em você e só mais uma das vadias fáceis que eu peguei. – disse já sem paciência e abrindo o resultado do exame dela e o lendo, avia dado positivo, ela estava de exatamente quase dois meses, naquele momento eu fiquei pálido e em choque e contei as semanas em minha cabeça e a olhei, ela ainda chorava desesperada e soluçava alto.
– Isto e impossível, não pode ser. – disse andando pela sala já desesperado com o resultado e os dias que tinha dado, aquele filho era meu, como eu tinha a certeza, era medico e a contagem das semanas que fiz batiam com o dia que nos transamos e com tudo o resto.
– Fala logo este resultado seu idiota. – disse ela entre soluços e eu não conseguia fala, então o que fiz foi entregar o resultado pra ela e quando ela leu volto a chorar, mais desta vez o choro era mais intenso. – isto não pode ta acontecendo comigo, você e o culpado de tudo isto.
Ela se jogo pra cima de mim e começou a socar meu peito com força e segurei suas mãos e a abracei forte e sentei com ela na cama e ela chorou por alguns minutos com a cabeça em meu peito e a olhei.
– Você destruiu minha vida, se tivesse parado aquela noite nada disto teria acontecido. – grito ela e volto a chorar descontroladamente, o que eu ia fazer agora, ela e só uma adolescente, eu já era um adulto consciente do erro que ambos de nos aviamos cometido.
– Olha a culpa não e só minha, como eu ia sabe que você era de menor, sabia que eu posso ser preso por pedofilia, como te deixaram entrar naquela boate. – disse a olhando e agora estava nervoso e acho que ela percebeu porque se encolheu.
– Eu e minha amiga Alice entramos com identidades falsas. – disse num tom baixo mais que eu pude escutar e minha raiva subiu e eu me levantei, fazendo com que ela se assustasse.
– Aqueles merdas de seguranças merecem ser processados, sabia que sua amiga era louca, mais não a este ponto. – disse me controlando pra não gritar e ela continuou me olhando ainda assustada.
– Porque eu não posso ter feito isto e não fale da minha amiga assim. – disse brava e me contive pra não ri irônico, porque minha raiva era grande.
– Pois você não tem cara de quem faz estas coisas. – disse sem paciência já e a olhei e acho que minha cara não estava das melhores, porque ela pareceu se assustar de novo.
– Olha só me fala que não vai me deixar sozinha nesta, porque meus pais vão me matar. – disse ela me olhando e passando a mão pela sua barriga, que ainda não avia volume algum e cheguei perto dela e ela tornou a se encolher.
– Olha você não fez esta criança sozinha e não e a primeira vez que passo por isto, claro que não foi igual, ela era mais velha que você, eu vou te ajudar com esta criança. – disse botando minha mão por cima da dela e ela me deu um sorriso.
– Tudo bem vi que pelo jeito e casado e um belo de um galinha, tenho do da sua mulher. – disse tirando sua mão de baixo da minha e me olhando e ri com aquilo.
– Não sou casado Isabella, não sou o tipo de homem pra casar. – disse rindo e ela me olho serio e parei de ri. – bem eu tenho que ir fala com seus pais, ele estão lá fora. – disse e ela me olhou apavorada e volto a chorar violentamente.
– Não conta pra eles que eu to grávida, deixa que eu conto mais não agora, só fala que eu estou bem. – disse entre soluços e a abracei e ela foi se controlando aos poucos em meus braços e a olhei e sorri.
– Tudo bem eu não vou contar pra eles, mais você tem que contar tudo bem, quando estiver preparada eu estarei ao seu lado. – disse segurando as mãos dela e ela sorriu pra mim, pela primeira vez depois naquela noite percebi como seu sorriso era lindo e sempre me atingia de um jeito que eu não entendia.
– Eu vou conta pra eles só me de um tempo. – disse ainda sorrindo pra mim, agora ela estava mais calma já avia se controlado, hormônios da gravidez eram horríveis e deixavam as mulheres loucas.
– Ta bom, mais agora eu tenho que ir, me ligue quero saber como você esta. – disse entregando um papel com meu numero pra ela. – vou lá contar pros seus pais que você esta bem, eles devem estar loucos já de tanto esperar. – disse sorrindo e ela deu um sorriso lindo de volta, beijei sua testa e sai do quarto.
Eu não podia acredita, eu iria ser pai de novo e ainda por cima a menina era de menor, eu estava perdidamente fudido, principalmente quando o sobrenome dela me veio a cabeça, Swan conheço este sobrenome de algum lugar, mais não me lembrava de onde, quando cheguei a sala de espera, chamei pelo pais dela, que logo vieram ate mim e quando vi quem era o pai dela eu gelei na hora.
– Como minha filha esta doutor Puckerman. – disse o pai dela o nervosmo dele era visível em seu rosto, ele tinha os cabelos todo bagunçado, ele esta realmente nervoso, já a mulher ao seu lado possuía os olhos inchados e vermelhos provavelmente estava chorando.
– A filha de vocês, esta bem não se preocupe, foi só uma queda de pressão. – disse os tranqüilizando e a mulher abraço o marido aliviada e o rosto do homem a minha frente, tomou uma expressão mais calma de alivio.
– Mais porque demorou tanto só pra vir fala isto pra nos? – pergunto-me ele desconfiado de algo, pois totalmente eu estava pálido, por descobri que o pai da menina que descobri a quase 2 horas, que e de menor e que vai ter um filho meu e só um dos melhores advogados e mais renomados de Seattle.
– Porque eu tive que conversa com ela, sobre algumas coisas básicas e fazer algumas perguntas e nem percebi que a hora avia passado rápido. – disse esperando que ele acreditasse em mim e por sua cara de mais calmo e sereno ele avia acreditado.
– Podemos ir ver nossa filha doutor? – pergunto-me a mulher, ela ainda devia estar preocupada com a filha e isto ainda estava visível.
– Claro que podem, vou pedir pra enfermeira ir ate o quarto com vocês. – disse tentando volta ao meu estado normal porque o Charlie pai de Isabella voltou a me olhar estranho.
– Obrigado doutor, quando ela terá alta, Isabella odeia hospitais. – disse-me a mulher sorrindo e retribuiu seu sorriso a mãe de Isabella tinha aparência de bem novo, já o pai dela nem tanto assim.
– Darei alta pra ela amanha de manha, hoje ela ficara de observação, pois bateu a cabeça forte na calçada. – disse e os dois concordaram e me despedi de ambos e chamei um enfermeiro e pedi pra que e levasse os pais de Isabella ate o quarto dela e fui atender minhas pacientes e eu estava certo meu dia seria longo hoje. Eu tinha engravidado uma menina de menor, aquilo não saia da minha cabeça o pai dela era um dos melhores advogados de Seattle, eu estava completamente fudido, ela pelo visto era filha única e era a princesinha do papai ainda e a protegida da mamãe, espero que não aconteça nem uma merda, ainda mais porque já tenho um filho pra criar.
Bella
Depois que Noah saiu me deixando sozinha, eu voltei a chorar desesperada, meu futuro avia acabado, como eu iria pra escola depois disto, quando todos ficassem sabendo que eu estava grávida eu iria ser mais zoada que eu já sou, como uma nerd que todos acham sem graça, podia ter engravidado de alguém, pra fala a verdade eu tenho 16 anos e antes do Noah nunca tinha beijado ninguém e muito menos transado com alguém, ele foi meu primeiro em tudo, ele era bem sexy e sedutor e isto eu tinha que admitir e totalmente toda as mulheres caiam aos pés dele só por uma noite de prazer, se ele soubesse que eu era só uma adolescente ele nunca teria transado comigo e não posso o culpar de nada, depois de alguns minutos que ele saiu meus pais entraram no quarto, ambos pelo visto estavam preocupados, meus pai não demonstrava mais eu podia saber que ele também estava.
– Você nos deu um susto filha. – disse minha mãe me abraçando forte, ela me deixou com falta de ar com aquele abraço.
– Eu to bem mãe, não foi nada de mais. – disse sorrindo pra ela que já avia me soltado e pude respira direito e ela começou a chorar e voltou a me abraçar forte, minha mãe era muito emotiva, principalmente quando o assunto era a filha dela, me lembro uma vez quando era pequena e quebrei o braço brincando, ela entrou em desespero, penso que eu ia morrer só por causa de um braço quebrado e o medico teve que dar um calmante pra ela, minha mãe deixava qualquer um louco, nunca vi ela brava com ninguém, ela e tranqüila na dela, já meu pai era o posto da minha mãe.
– Eu sei minha princesinha, mais nunca mais me de um susto destes. – disse me olhando e sorrindo e enxuguei suas lagrimas e meu pai que antes estava parado na porta veio ate nos e me olhou serio, Charlie sempre será o Charlie que não demonstra emoções, pra ele homem não chorava.
– Nunca mais de um susto destes em sua mãe, você sabe como ela fica minha filha e você também esta de castigo já devia estar em casa aquela hora. – disse me olhando bravo, serio que ele estava deixando a filha dele de castigo, me controlei pra não falar nada de errado, as vezes meu pai era meio sem noção.
– Tudo bem pai, fiquei tranqüilo, nunca mais farei isto de novo. – disse ainda me controlando e ele deu um sorriso e me abraço e o retribui. – quando eu vou sair daqui? – perguntei olhando pros dois que sorriram pra mim, eles sabiam que eu odiava hospitais.
– Você vai fica ate amanha de manha aqui em observação o medico falou que vira te dar alta amanha. – disse minha mãe sorrindo pra mim e se sentando na cama comigo em quanto meu pai ia se sentar na poltrona.
– Eu vou fica aqui só mais um pouco, daqui a pouco vou embora só sua mãe ficaram com você filha. – disse meu pai se ajeitando na poltrona e concordei com a cabeça e eu e minha mãe começamos a conversa sobre coisas boas e aquilo foi bom porque ate esqueci do meu pequeno problema, meu pai foi embora um tempo depois e só ficou eu e minha mãe e nos dormimos juntas. De manha cedo fui acordada por alguém me cutucando e quando abri os olhos me deparei com Noah que abriu um sorriso gentil pra mim.
– Bem eu vim te dar alta Bella. – disse olhando pra mim e depois pra minha mãe que ainda dormia feito pedra e fez carinho em minha barriga e eu sorri com seu contado, mais logo voltei a ficar seria e o olhei.
– Então me da alta logo, que eu não agüento ficar mais neste hospital. – disse e ele retirou sua mão da minha barriga e pegou a prancheta da beirada da minha cama e a assinou.
– Pronto esta de alta e não esqueça de me ligar me avisando. – disse saindo do quarto antes que eu pudesse responder. Olhei pra minha mãe que ainda dormia então resolvi a acordar pra irmos logo embora.
– Mãe acorda o doutor Puckerman acabou de me dar alta. – disse a balançado e ela me olho com cara feia.
– Podia ter me deixado dormir mais alguns minutos, ontem a gente ficou conversando ate as duas da manha Isabella. – disse pegando seu celular e olhando a hora – ainda são 7 da manha Isabella. – dei risada da sua atitude infantil e ela me fuzilou com os olhos.
– Pare de ri da sua própria mãe que coisa feia. – disse se levantando e não conseguia parar de ri, ela ligou pro meu pai que meia hora depois já estava na frente do hospital nos esperando e fomos pra casa e eu fui pro meu quarto e tomei um belo de um banho e puis uma blusa e uma calça de moletom e me deitei na cama e todas as lembranças vieram a tona e chorei de desespero, eu não sabia mais o futuro que ia ter pra mim, porque já não sabia mais se iria conquistar os sonhos que eu tanto tive durante quase toda minha vida ate agora e com estes pensamento eu dormi.
Acordei com a claridade do meu quarto batendo no meu rosto, era um milagre estar sol em pleno dezembro em Seattle, avia alguém sentado em minha cama pois senti que o colchão estava meio afundado e quando olhei pra ver quem era ela se jogou em cima de mim e pude ver que era a maluca da Alice, meus pais estavam trabalhando e ela tinha a chave da minha casa, assim como eu tinha a chave da casa dela.
– Alice sua maluca sai de cima de mim. – disse com falta de ar já, ela podia ser baixinha mais era pesada ate de mais.
– Ai amiga que bom que você esta bem, eu fiquei com tanto medo de perde você quando sua mãe me ligo desesperada me avisando. – disse saindo de cima de mim e pude respirar de alivio.
– Eu to bem Allie, não to bem como queria estar mais bem. – disse me lembrando que agora eu carregava uma vida dentro de mim e comecei a chorar e Alice me abraço forte e ficamos assim por alguns minutos.
– Bella o que aconteceu, tia Renné disse que você não tinha nada grave. – disse me olhando e enxugando minhas lagrimas e voltando a me abraçar
– Alice eu to grávida. – disse um tanto baixo e ela me olhou e pude ver surpresa em seus olhos.
– Como e que é ? – ela gritou e podia ter certeza que todos os meus vizinhos escutaram e tampei sua boca.
– Calma Alice respira e isto mesmo que você escutou, eu to grávida. – disse tirando a mão de sua boca quando ela já estava mais calma.
– Mais como isto aconteceu Bella? – perguntou-me ela e eu a olhei como se fosse o mais obvio possível. – não estou falando disto Bella e sim com quem foi e onde. – disse ela e nos sentamos na cama.
– Lembra do dia que fomos a boate, então eu sai com o amigo do cara que você saiu e nos acabamos transando, eu não sei o que eu vou fazer Alice, não quero que meus pais fique arrependidos comigo e nem que meu futuro seja estragado. – disse já a beira de lagrimas e Alice me abraçou forte.
– Só não tire esta criança Bella e uma vida que esta dentro de você e uma bença ter um filho. – disse ainda me abraçando e a olhei, era isto eu iria tirar esta criança e assim não ia acabar com a minha careira e ver meus pais decepcionados comigo.
– E isto Alice você me deu uma ótima idéia, eu vou tirar este bebe assim não perco meu futuro e nem vou ter meus pais decepcionados comigo. – disse e ela me olhou incrédula e se levantou.
– Isabella você esta louca, eu disse pra você não tirar e você quer tirar, uma criança que não tem culpa de nada. – gritou Alice, ela estava muito nervosa com que eu avia falado, mais era a verdade eu iria tirar.
– E isto mesmo, eu vou tirar. – disse já com a idéia em minha cabeça, ia fazer isto o mais rápido possível.
– Esta não e a amiga que eu conheço dês de pequena, minha amiga nunca tiraria a vida de uma criança inocente. – disse ela nervosa e indo ate a porta do meu quarto e me olhando. – quando a minha melhor amiga que eu conheço voltar ao normal, você pode me ligar me avisando. – ela saiu furiosa do meu quarto e fiquei lá plantada e chorei em silencio, onde eu estava com a cabeça esta não era eu Alice estava certa.
– Desculpa filho, mamãe estava fora de mim. – disse passando a mão em minha barriga e dês de que tinha descoberto que estava grávida era a primeira vez que eu fazia aquilo e era realmente emocionante, eu não iria ligar pra o Noah, ela já tinha um filho e provavelmente já tinha a vida dele de galinha e ele logo esqueceria que estou grávida dele.
Eu não queria saber dele nunca mais e nunca mais voltaria naquele hospital, eu iria conta pros meus pais, não hoje claro, quem sabe depois do natal, eu espero que eles reajam bem a noticia que vão ser avos, mais o que eu tenho na cabeça e claro que eles não vão reagir bem, eu estou grávida, vou chegar pra eles e falar o que, que eu engravidei de um qualquer e que ainda por cima fui em uma boate com Alice, meu pai vai ficar decepcionado comigo e muito magoado, minha mãe também ficaria magoada comigo afinal eu era a filha perfeita deles, que todos os pais queria ter igual uma filha exemplar como eu, que agora esta grávida e ainda por cima de um cara bem mais velho, eles vão me matar, isto se meu pai não botasse Noah na justiça pra ele ser preso por pedofilia, mais apesar de tudo eu não queria isto pra ele, ele parecia ser uma cara legal e de bem com a vida e com todos.
Eu não queria ele perto de mim, porque depois que fiquei sabendo que ele tinha um filho eu sei que deve ter uma outra mulher atrás dele e eu não quero isto, não quero atura uma vadia que ele engravido, pois minha vida iria vira um inferno, já estava sendo agora, imagina quando eu contar pros meus pais que eu estou grávida, iria virar um inferno total. E claro que eu sabia que estava agindo errado não deixando o próprio pai do meu filho chegar perto da criança, mais pro outro lado também estava agindo certo, porque não queria que ele fosse preso e seu outro filho não pudesse mais ver ele, por culpa minha uma garota qualquer que ele pegou na boate e também porque pra ele naquela noite eu era só mais uma vadia que ele ia pegar pra levar pra casa, ser usada e jogada fora.
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