Grávida aos 16!!!
5 Capítulo 5
Notas iniciais

Bella
Já avia se passado quatro dias dês daquele ocorrido, eu ainda continuava enjoada e tinha tontura as vezes mais agora eu já sabia o porque dos enjôos e das tonturas, eu e Alice já aviamos nos entendido, eu pedi desculpa pra ela e ela aceito depois de me dar uma bela de uma bronca, minha mãe andava muito desconfiada dos meus enjôos pela manha, acho que ela já deve saber e esta esperando eu jogar a bomba encima dela e do meu pai, hoje eu acordei tarde ate de mais já era quase meio dia, hora de eu fazer o almoço, ainda bem que meus pais não viriam pra almoçar hoje em casa, porque quando estou de férias eles sempre tem esta mania de almoçar e jantar em família.
Escutei a campainha tocar e tratei de me levantar pra ir atende, imaginando que fosse Alice e que ela tivesse esquecido as chaves dela, mais quando abro a porta levo um belo de um susto.
– O que você quer aqui Noah? – perguntei olhando pra ele que me olhou e deu um sorriso, tinha que assumir o sorriso dele era lindo e de um safado.
– Vim aqui saber como você esta, sem fala que você devia ter me ligado Isabella. – disse irritado, aquilo estava visível nele, eu não queria ele perto de mim e nem do meu filho.
– Eu não te liguei porque não quero você perto de mim. – disse o olhando e ele continuou sorrindo só que desta vez seu sorriso era sínico.
– Olha Isabella, você esta carregando um filho meu ai, eu sou o pai dele também, então não adianta manda, eu ficar longe de você. – disse sorrindo ai sínico, parece que a gente sempre ia ter uma coisa em comum, nosso filho.
– Olho Noah realmente e melhor você ir embora, eu não quero estraga sua vida, sem fala que meu pai se fica sabendo manda te prende. – disse fechando a porta mais ele foi rápido o suficiente pra segurar ela com a mão e entrar dentro da minha casa, mais como ele e do contra.
– Bella eu só quero te ajudar e vou te ajudar e se não contar pra eles amanha ou hoje mesmo eu venho aqui e eu mesmo conto pra eles, eu te dou 24 horas pra isto. – disse por fim e saiu pela por sem deixasse que eu falasse nada, eu vou da um belo de uns tapas neste cara, ele ta achando que manda em mim.
Ele e um idiota, ele estava achando o que, que mandava em mim, pois ele não manda em mim, peguei meu celular depois de uma 4 horas que ele tinha ido embora e de muito pensa do que eu ia xingar ele e olhei o numero dele na agenda que tinha anotado no dia que ele me deu no celular e não demoro muito que ele atende-se.
– Escuta aqui seu idiota, eu quero você longe de mim e você não manda em mim, eu conto pros meus pais que to grávida quando eu quiser. – disse gritando e andando pela sala já descontrolada.
– Já disse Isabella ou você conta ou eu vou ai e conto pra eles e tenho certeza que vai ser bem pior. – disse ele, sua voz era calma ate de mais e pude escutar alguém falando com ele do outro lado da linha.
– Não você não vai contar pra eles que eu to grávida Noah por favor. – disse chorando e eu estava na sala e não percebi que meus pais me olhavam assustados e deixei o celular cai no chão. – pai, mãe eu posso explica, você entenderam tudo errado. – disse desesperada e me esquecendo do Noah.
– Explica o que Isabella que você ta grávida. – disse meu pai gritando e parando em minha frente e senti meu rosto arder, ele tinha me batido e com muita força.
– Pai eu juro que foi sem quere, foi uma noite só e eu tava bêbada. – disse em um sussurro com medo dele me dar outro tapa e passei a mão onde ele me deu um tapa.
– Ainda vem e fala que estava bêbada Isabella, você e uma vadia, não e aquela menina que eu criei minha princesinha, ela nunca faria isto. – disse minha mãe desta fez e me acertando um, tapa do mesmo lado que meu pai avia me dado um, eles estavam com muita raiva, nunca tinha visto eles assim.
– Olho bem pra mim garota. – disse papai erguendo minha cabeça que estava baixa com violência. – você não e minha filha e eu quero que vá embora daqui e você não vai tirar nada de dentro desta casa, nada me ouviu bem. – ele gritou a ultima parte e me jogou no sofá e foi direito pro seu escritório, eu já chorava muito e não conseguia me controlar mais, então senti alguém puxar meus cabelos e fui jogada no chão com força.
– Escuta bem vadia, eu quero você fora daqui agora e esqueça este endereço sua vadia, esqueça que somos seus pais, porque pra mim a minha filha morreu. – disse gritando e indo em direção as escadas, peguei meu celular que estava no chão e minha mochila e sai, dentro da mochila eu tinha pouco dinheiro, dava pra mim pegar um ônibus, não sabia pra onde ir e só veio um lugar na minha cabeça e fui pro hospital onde Noah trabalhava. Quando cheguei á recepção do hospital avia uma única moça sentada, já eram 7 horas o hospital estava bem calmo pelo visto.
– Moça, eu preciso falar com o medico, Noah Puckerman, será que ela ainda esta no hospital? – perguntei e ela me olho e deu um sorrisinho sínico pra mim, será que ela avia pegado todas as vadias, daquela merda de hospital.
– Não sabia que o Noah agora pegava pirralhas ele esta abaixando bem de nível. – disse rindo e olhando pra mim e fechei a cara, realmente ela era só mais uma das vadias que ele pegava por uma noite.
– Eu preciso falar com ele, será que você podia o chamar, pois estou vendo que não serve pra trabalhar em um hospital. – disse irritada e ela fechou a cara, own a vadia tava magoadinha.
– Olhe como fala comigo pirralha, eu posso mandar te expulsa deste hospital agora. – disse ela chamando os seguranças e os olhei.
– Quer sabe de uma coisa eu vou ligar pra ele e fala a merda do hospital que ele trabalha. – gritei e ela me olhou e deu risada, ate a risada dela era de vadia.
– Ah querida, pode ligar pra ele, duvido que ele vai quere uma pirralha como você. – disse ela ainda rindo e mostrei o dedo do meio pra ela e os seguranças me arrastaram pra fora do hospital.
Peguei meu celular que por solte ainda tinha um pouco de bateria e liguei pra ele, eu juro que quando aquele idiota atende eu vou xingar ele de varias línguas.
– Isabella que bom que você me ligou...- o interrompi antes que ele pudesse falar mais alguma coisa.
– Olha escuta aqui eu fui expulsa de casa, eu não sei pra onde eu vou Noah. – comecei a chorar desesperada e ate esqueci que ia o xingar e me lembrei que meus pais me odiavam, eu tava sem casa, com fome e sem dinheiro e com um futuro acabado.
– Como assim Isabella eles te expulsaram de casa? – perguntou-me ele, pelo seu tom de voz ele estava desesperado e pela mania que eu percebi que ele tinha arrancando o moicano que ele tinha.
– E isto mesmo Noah os dois me expulsaram de casa e eu não tenho pra onde ir e ta começando a chover e eu to com fome e com frio. – disse aos soluços e deixando algumas lagrimas caírem e sequei meus olhos e não demorou muito pra que começasse a chover forte e os seguranças começaram a ri do meu estado o que me fez chorar mais ainda da minha situação.
– Bella me fala a onde você ta que e eu vou ai te busca. – disse ele provavelmente já nervoso e muito agitado e pude ouvir a voz da vadia no fundo, ai que raiva dela.
– Eu to na frente do hospital Noah e ta chovendo. – disse voltando a chorar e não demoro muito pra que um moreno alto de moicano saísse pela porta do hospital com o celular na orelha e olhando em volta e quando me viu veio a te mim e me trouxe pra debaixo do coberto do hospital onde os dois brutamontes estavam.
– Isabella por que você não entrou esta chuva pode fazer mal a você sabia. – disse irritado e passando a mão no moicano molhado, sorrio de canto com aquilo, pensei que ele não pudesse ser mais sexy.
– Eu não entrei porque estes dois brutamontes me tiraram do hospital a força. – disse me abraçando e tentando me proteger do frio e do vento gelado e ele percebeu e me abraçou forte, tentando me esquenta e olho feio pros dois idiotas que agora tinham as caras fechadas como se nada tivesse acontecido.
– Vocês não deviam ter feito isto com uma garota grávida e ainda por cima ter deixado ela ali na chuva gelada. – disse sem tirar os braços de volta de mim e aquilo estava muito bom.
– Doutor Puckerman nos não imaginávamos que ela era algo seu, sem fala que ela estava fazendo um escândalo no hospital. – disse um dos seguranças e o outro se seguro pra não ri.
– Olha eu queria falar com você e a vadia da recepcionista não queria deixar eu fala com você e nem te chamo. – disse encostando a cabeça no peito dele e tremendo de frio, minhas roupas estavam muito molhadas e estava frio de mais em Seattle.
– Tudo bem Bella eu vou te levar pra minha casa, você vai morar lá comigo, preciso cuidar de você e do bebe. – disse beijando o topo de minha cabeça. – me espera aqui Bella eu vou avisar que tive que ir embora. – disse ele me deixando sozinho com os dois brutamontes sozinha. Não demorou muito pra que ele voltasse e o olhei ele tinha uma aparência mais aliviada agora, trazia um casaco grosso na mão e jogou por cima dos meus ombros e agradeci e ele me guiou ate seu carro e um carro bem bonito e totalmente tinha sido importado de outro país, ele tinha cara que gostava de carros e motos, não duvido que ele tenha vários carros por ai.
– Eu vou te levar pra minha casa, olha meu filho esta lá, na verdade ele mora comigo. – disse ele nervoso o que me fez ri, pêra ai o filho dele morava com ele.
– Seu filho mora com você, pensei que ele mora-se com a mãe. – disse ficando já nervosa, como eu ia conviver com uma criança.
– Não ele mora comigo a mãe dele vamos dizer que não quis ele, ela vê ele rara mente e ele não gosta dela, espero que ele goste de você. – disse ele sorrindo e passamos o caminho todo em silencio e ele pois uma musica qualquer pra disfarça o clima, ate que ele tinha bom gosto. Quando chegamos em frente a um prédio de luxo ele fez sinal pra entrar na garagem e subimos pro ultimo andar, ele morava na cobertura, indicava que ele era muito rico e quando paramos em frente a por segurei a mão dele, agora eu estava assustada, porque me lembrava de tudo que tinha acontecido e comecei a chorar e ele me abraço forte e fui acalmando com o tempo.
– Ei não chora ta eu vou cuidar de você e deste bebe. – disse se ajoelhando em minha frente e beijando minha barriga e sorrindo gentilmente pra mim, ele parecia ser um cara legal e ele iria ser um bom pai pra este bebe.
– Eu sei mais quando o bebe nascer você vai me mandar embora daqui. – disse me lembrando que nos não éramos nada, ele só era o pai do meu filho e voltei a chorar e ele me abraço de novo.
– Fica calma, não vamos pensar em nada disto agora, eu vou cuidar de você e do nosso filho. – disse enxugando meu rosto e me abraçando de novo, eu não podia negar, eu me sentia segura nos braços dele.
– Tudo bem Noah, quantos anos seu filho tem? – perguntei o olhando e ele sorriu pra mim ao ver que eu já estava mais calma.
– Ele tem 3 anos, só toma cuidado com ele porque ele e um peste. – disse sorrindo pra mim e abrindo a porta e logo de inicio, pude ver uma senhora e um menino sentado no chão assistindo algum desenho na TV, ele não me parecia ser um peste sentado ali quietinho e não demorou muito pra que ele se levantasse e saísse correndo em direção a nos dois e se jogando nos braços do Noah.
– Oi campeão. – disse Noah sorrindo pro garoto que totalmente era a mini copia dele, ate o moicano igual o do pai ele tinha, ele era realmente fofo e lindo.
– Oi papai, quem e esta moça bonita? – perguntou sorrindo pro pai de também sorrio, ate o sorriso cafajeste era igual o do pai.
– Esta daqui e a Isabella filho, ela vai morar com a gente. – disse me olhando e dando um sorriso lindo, não era o sorriso cafajeste dele e sim, um sorriso diferente, um sorriso que me trazia paz estando ali.
– Legal, papai ela e bunita. – disse ele sorrindo e estendo os braços pra que eu o pegasse e foi o que fiz.
– Você também e muito bonito. – olhei pra Noah sem graça, pois não sabia o nome dele.
– O nome dele e Travis Bella ou como preferir o pestinha da família Puckerman Cullen. – disse-me rindo e sorri pra ele, pra um menininho de três anos ele parecia ser muito esperto.
– Eu vou morar aqui com vocês, você não se importa mesmo Travis. – disse sorrindo e o olhando e ele fez que não com a cabeça e me deu um sorriso lindos, igual ao que Noah tinha me dado a alguns minutos atrás, pelo visto ele tinha herdado tudo do pai.
– Então filho eu também tenho que te conta uma coisa. – disse Noah serio olhando pra Travis que o olhou também serio e achei aquilo a cena mais fofa do mundo.
– Fala papai sou todo a ouvidos. – disse sorrindo e logo me dando um beijo molhado no rosto e passando seus bracinhos envolta do meu pescoço, pra mim ele não parecia com o peste que Noah falo.
– Então filho a Bella ta esperando um irmãozinho ou uma irmãzinha pra você, tudo bem? – perguntou ele ao filho, ele me olhou e deu um sorriso pra mim, ah eu ficaria viciada no sorriso destes dois, ai deus porque eu to pensando nisto, os dois tapas na cara que levei fizeram eu perde o pouco juízo que eu tenho.
– Tudo bem, mais espero que seja uma irmãzinha que ai vou poder bater nos namoradinhos dela. – disse me abraçando pelo pescoço e tive que ri com aquilo, ele ia ser um irmão protetor, principalmente se fosse uma menina.
– Fico feliz que tenha gostado filho. – disse e voltou a me olhar e sorriu pra mim. – Bella aquela ali e Anne a baba de Travis e também e a cozinheira, mais quando estou em casa sou eu que cozinho. – disse sorrindo e logo a mulher se levantou e veio a te mim e me abraçou.
– E um prazer conhecer você Bella e saber que este bobão ai vai me dar mais um peste pra cuidar. – disse ela sorrindo docemente pra mim e retribui.
– Acho que meu filho vai ser mais tranqüilo. – disse sorrindo para ela que me olhou e caiu na risada.
– Tenho certeza que não, do jeito que Noah e este pestinha são tenho certeza que o seu também vai ser. – disse ainda rindo e botando a mão em minha barriga. – sejam bem vindos a família de malucos.
Realmente Noah era uma pessoa boa assim como todos que estavam envolta dele, Travis era a cara de Noah e também safado que nem ele, nos dois depois que tínhamos jantado. Estávamos vendo TV quando ele me roubou um selinho e Noah deu bronca nele o que não adianto muito o que foi ate engraçado, ele era péssimo de dar broncas, depois disto ele foi botar Travis na cama e demorou quase uma hora pra isto,
– Bella vem vamos dormir já esta tarde e você precisa descansar. – disse se espreguiçando e coçando os olhos feito criança o que me fez ri e ele me olhou serio. – do que você esta rindo? – perguntou-me ele ainda serio o que me fez ri mais ainda de tudo aquilo.
– Estou rindo de você, esta parecendo uma criança Noah. – disse ainda rindo e ele fez um bico fofo de mais deu ate vontade de aperta as bochechas dele mais me contive.
– Não pareço criança não. – disse fazendo birra o que me fez ri mais ainda e ele acabou caindo na risada junto comigo e ficamos assim alguns minutos e o olhei, queria saber onde eu ia dormir, já estava ficando com sono.
– Onde eu vou dormir Noah? – perguntei o olhando e bocejando alto o que fez ele ri e me pega no colo.
– Você vai dormir no meu quarto comigo, não se importa né e que não tenho outros quartos, só tem quatro quartos aqui e um e o quarto de brinquedos. – disse me olhando e apoiei minha cabeça em seu peito.
– Não me importo, afinal nos já transamos mesmo, só que isto não quer dizer que vamos transar de novo. – disse já fechando os olhos e ele me levou pro quarto e me deito na cama dele e me cobriu e se deitou do meu lado e pois sua mão em minha barriga e sussurrou alguma coisa perto de meu ouvido que não pude identificar por causa que meu sono já estava me dominando e a mão dele acariciando minha barriga e seus lábios em minha testa, foi a única coisa que senti depois de cair no sono profundo.
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