Gota a Gota
4 Adeus, Miyavi
Notas iniciais
Mudei a sinopse, quem sabe assim as pessoas se interessam mais?
Se alguém que estiver lendo quiser me dar dicas de uma Sinopse decente, eu aceito sugestões. o.~
Agora que começa!
Ficou meio grande, mas fiz de tudo para ficar complexo.
^^b
Espero que gostem! :D
Será que fui muito malvada?
Ou preciso ser ainda mais... (õÔ)
Kai vs Miyavi
Bjos
Se alguém que estiver lendo quiser me dar dicas de uma Sinopse decente, eu aceito sugestões. o.~
Agora que começa!
Ficou meio grande, mas fiz de tudo para ficar complexo.
^^b
Espero que gostem! :D
Será que fui muito malvada?
Ou preciso ser ainda mais... (õÔ)
Kai vs Miyavi
Bjos
— Aiiii que dooor! – dizia Kai.
Onde ele estava? Em um dos cômodos da PSC, mas isso ele sabia. O ambiente estava ligeiramente claro e bem escuro. — Aoi! Reita! Ruki! Uruha! – gritava Kai, sem resposta. – Meu deus, o que foi aquilo... o que... Miyavi, foi a última coisa que ouvi, ele gritou! Deve estar com problemas, “como se eu não estivesse” Mas, preciso encontrá-lo! Kai foi caminhando tentando reconhecer o ambiente, mas nada, o que tinha acontecido? As paredes estavam cinzentas e riscadas, tudo fora do lugar. Kai sentia o medo tomar conta, tentou não sentir esse sentimento cruel, mas não teve sucesso. Enquanto corria e tentava desesperadamente encontrar alguma alma viva, Teve medo, medo de nunca mais ver seus amigos, medo de ter se perdido pra sempre, medo de não sentirem sua falta. Entre esses pensamentos, Kai se lembrou que Miyavi tinha ido à secretaria, a que ficava perto da entrada. Fez o máximo de esforço para reconhecer o local, conseguiu. Ao longo de onde estava, podia ver, a enorme porta da entrada – fechada. Kai foi andando, desviando em tudo e sua frente. — MIYAVI! Você está aí? Myv! — Ka... ... ... Kai se virou, aquele baixo zunido parecia ser Miyavi, estava escuro. — Miyavi! Eu estou aqui! Por favor, fale mais alto! – gritava Kai, cheio de esperança. — Kaaaaãããã-iiii!! – dizia, friamente, Miyavi. Kai olhou pra direção da mesa de secretaria. Viu um vulto de pé, encostado na parede, o sangue o rodeava. Os braços, caídos, como se Miyavi tivesse perdido os movimentos deles. A cabeça baixa, olhos fechados? — olhar escondido. — MIYAVI!!!!! – gritou Kai, correndo na direção do amigo. Ele parou de correr quando chegou bem perto, foi se aproximando devagar de Miyavi – que não se moveu de onde estava. — Myv... Miyavi... ? – sussurrou Kai, com a angústia nos olhos. — Kaai... não... se aproxime.... — Por quê, Myv? — Na-o... posso..m.. – Miyavi tentou abrir os olhos, devagar, queria muito ver Kai, mas não podia. Kai fez esforço para poder ver Miyavi, mas não conseguiu. Um relâmpago invadiu o ambiente, um raio demorado cortara o céu. Kai deu um pulo pra trás, seus olhos orientais se abriram ao máximo que era capaz. Correntes passavam pelo corpo de Miyavi o prendendo na parede, duas enormes amarras de ferro, presas a parede, na horizontal, eram a finalização da corrente. Mas Kai, não pôde acreditar no que tinha visto. Apesar do pavor, ele olhou bem pra ter certeza, os olhos de Miyavi... estavam furados. — Miyavi... MIYAVI! Não! – gritava Kai – DEIXE-ME AJUDÁ-LO!! — Não-o... v-você... não pood-... não, deve fazzerr iss-o. – Miyavi, dizia com muita dificuldade. Porém seu rosto se levantou ainda mais, e agora encarava Kai, pelo menos ele achava que encarava. — Miy... – Kai começou a chorar. — Eu... tenho que te matar Kai. Kai encarou Miyavi, incrédulo e assustado. — Por quê? Miyavi... — Porque ela quer. Não consigo me controlar. – dizia Miyavi, sem engolir nenhuma palavra. — Miyavi, você consegue! Você consegue Myv! – dizia Kai, chorando. — Não... Kai... me mate! Se não fizer isso... você morrerá!! – gritava Miyavi. — N-Não posso... Myv, não posso fazer isso. *-* — Dizia Kai, muito confuso. — Kai... Miyavi se calou. — Mi-ya-vi – disse Kai, ainda chorando. O rosto de Miyavi se virou para frente, parecia procurar por Kai. O corpo de Miyavi deu um impulso para frente — Kai deu pequenos passos para trás. Claro, não foi o suficiente para que Miyavi se soltasse, ele estava preso à parede. Então ele se impulsionou de novo, e de novo. — MIYAVI!!! Não faça isso!! MYV!! – gritava Kai, com medo, dava, involuntariamente, passos pra trás. Miyavi, ou seja lá quem era agora, começou a se desesperar para se desprender da parede. Fez um enorme esforço, sua pele começou a rasgar. Ele começou a gritar – o que deixava Kai mais desesperado. Mas não se importava muito com a dor, foi se esforçando. Percebeu que, se soltasse os braços, as correntes só raspariam por seu corpo. Olhou para os braços, diversas argolas presas, 5 no braço, 5 no ante-braço – no direito, no esquerdo. — MIYAVI!!! NÂO FAÇA ISSO! – Kai percebeu o que ele pretendia. Começou a puxar, muito forte. Jogava seu corpo para a frente, puxando ainda mais as correntes. — NÂÂÂO!! MYV! POR FAVOR!!! Não ouvia, queria se soltar, queria matar Kai. Precisava mata-lo, não sabia porquê. Já não era Miyavi, não era aquele cara chato, que apesar de tudo, era alguém que se podia confiar, que animaria o seu dia. Não, não era mais ele. Miyavi continuou puxando, as argolas de ferro começaram a rasgar sua pele, o sangue começou a jorrar aos montes e ele se segurava para não gritar. Kai não conseguia olhar. Não podia, doía demais vê-lo fazer isso. Doía demais vê-lo assim. — Não... – sussurrou Kai, em prantos. Num repuxe de pele, as argolas bateram na parede, Miyavi estava livre. Jogou os braços à frente, respigavam sangue, muito. As correntes apenas ralaram um pouco seu corpo. Ele virou seu rosto para a frente, se abaixou e pegou um enorme pedaço de vidro. Parecia uma espada transparente, com uma enorme ponta, muito afiada. Miyavi fez questão de testar a “espada” e ralou-a levemente em sua perna, um corte se abriu facilmente. Como era toda de vidro, a ponta que Miyavi segurava feria muito sua mão, mas não se mostrou preocupado.
— E agora? – perguntou Kai ao amigo. Não houve resposta. Antes que Kai pudesse dizer algo ele saiu correndo em sua direção. Com a espada de vidro na mão. Queria matar Kai. Kai se assustou correu na direção contrária – lógico. — Miyavi! NÂO! – gritava Kai – Não faça isso!!! Ele não ouviu ou apenas não quis dizer nada. Miyavi ainda corria atrás de Kai, Kai parecia ligeiramente mais rápido, mas sua velocidade falhou quando ele caiu no chão. Havia tropeçado, e Miyavi não parou. Logo, Myv ficou em pé por cima do ex-amigo, ele olhou pra baixo, lá estava Kai, deitado no chão. Ele levantou sua espada de vidro com as duas mãos para dar o golpe final. Ao descer a espada, Kai que contorceu para o lado direito, abrindo um furo no chão; Miyavi tentou de novo, Kai se contorceu para o lado esquerdo. Kai então abriu suas pernas, chutando as canelas de Miyavi, fazendo-o desequilibrar. Se arrastou e se levantou, Myv continuou indo em sua direção assim que se levantou. O ódio queimava na expressão de Myv, claro que o fato de que ele não tinha olhos ajudava muito isso. Ele correu para o lado do baterista, Kai deu três passos pra trás, se deitou no chão e impulsionou com os pés uma mesa para cima de Miyavi. Myv, a encarou, e sua espada de vidro se quebrou, mas também, foi forte o suficiente para partir a mesa. Miyavi pegou duas pernas da mesa. — Você não está se comportando Kai. Agora terei que te bater com isso até que não reste mais esse rostinho. — Mas... Myv.... Não haveria conversa, Miyavi foi pra cima de Kai com suas novas armas. Kai correu, passou por toda aquela bagunça tomando cuidado para não cair de novo – se isso acontecesse, talvez não teria outra chance. Começou a subir as escadas pra ir ao segundo andar. Miyavi o alcançou, virou Kai para trás, ou seja, encarou-o. Bateu em sua cara com a madeira, no lado esquerdo, no lado direito, juntou os dois e jogou Kai para frente, caiu nos degraus. Juntou os dois porretes, e começou a empurrar Kai para baixo. A coluna de Kai começou a doer. “Ele quer me quebrar”. Pensou. Logo suas costas começaram a estalar. Miyavi apenas sorria. — Aaaaaaaaaaaarg. – gritava Kai. E Miyavi continuava. — Desculpe Miy, mas não posso morrer aqui. – disse Kai, agora um pouco sério, mas seu olhar sobre o ocorrido não mudara. Miyavi o impulsionava mais e mais. Kai sentia os ossos saindo do lugar; pensou, rápido o suficiente, colocou os pés no ventre de Miyavi e empurrou com toda força que possuía. Miyavi caiu para trás e rolou os 4 degraus. Kai olhou para ele, cair da escada é perigoso. Só não sei como ele se preocuparia com isso numa hora dessas. Miyavi reagiu, ia se levantar. Kai correu para cima, pulando degraus, na terceira curva que fazia já se ouvia Miyavi ir atrás dele, aparentando mais ódio. Chegou ao segundo andar, Kai. Viu a enorme janela de vidro daquela parte. Olhou para o outro lado, viu outra janela de vidro, só que essa tinha uma varandinha. Ouviu os passos de Miyavi se aproximarem. Andou para frente tentando achar alguma coisa para lutar e acordar o amigo. Mas foi catastrófica sua busca, seu pé se agarrou ao chão, estava preso. Miyavi terminou se subir as escadas, se virou para frente. Bateu um porrete no outro, agora Kai não podia escapar-lhe. Miyavi saiu correndo e gritando na direção do baterista. Kai olhou apavorado, Miyavi correndo em sua direção. Parecia a morte lhe estendendo a mão. Não podia ficar parado ali, não podia morrer. Ele ficava cada vez mais perto, e, mesmo com o pé preso, Kai se abaixou. Miyavi se assustou e tropeçou em Kai, bateu na janela de vidro, que se partiu. Kai olhou para trás. Viu Miyavi caindo, lentamente — aos seus olhos; parecia que os cacos de vidro da janela o levantavam como um deus e logo o levariam para o inferno. Miyavi se calou, para sempre? Kai se soltou do chão, correu até a outra janela, a que tinha a varanda. Deixou a chuva molhar seu corpo, não se importou com nada, apenas olhou para baixo. Havia muita neblina, e aparentava ser bem mais alto do que realmente deveria ser. PSC havia se transformado em uma torre. Mesmo assim, Kai viu um pequeno vulto lá em baixo. Deitado. E sabia, não iria mais se levantar, Miyavi estava morto. A chuva era muito forte e Kai já estava completamente molhado. Sentou na varanda, abraçou os joelhos e colocou a cabeça no meio deles. Começou a chorar, a chorar muito. Não conseguiu salvar Miyavi, mas precisava se recuperar, se levantar. Pensava em seus amigos, estariam bem? Não adiantava, Kai chorava, e continuava chorando. Deixou suas lágrimas fazerem parte da chuva que caiam por cima dele, gota à gota.
Notas finais
-________________________________________________________-
Weeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!
Obrigada por ler ^^b
A cada review que você não deixa um autor morre.
Se eu morrer você nunca saberá como termina, Há! xDD
-QQQQQQQQ
:******
Weeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!
Obrigada por ler ^^b
A cada review que você não deixa um autor morre.
Se eu morrer você nunca saberá como termina, Há! xDD
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