Give Me Strength to Press On
29 We all like cars
Notas iniciais
— Natasha? — Alana abre a porta do quarto procurando pela ruiva.
— Alana! — Natasha fala observando a morena adentrar quarto lentamente.
Natasha estava terminando de secar os cabelos. Depois que enganou Steve pela segunda vez, resolveu tomar outro banho para tentar apagar o fogo com que Steve a fez ficar. Não deu certo, mas ela tinha que tentar.
— Vim chamar você para ir à cidade comigo. Vou sair com Camille e achei que você gostaria de ver a cidade depois de todos aqueles anos. Pode ser uma "Noite das garotas!" — ela fala meio tímida, com um sorriso no rosto. Camille era a mulher de Aleck.
— Claro! Vou colocar uma roupa de sair e já chamamos elas! — ela se anima com a ideia de ver como a cidade em que ela cresceu estava.
Natasha rapidamente substitui sua calça de malha por um jeans e seu camisetão do ursinho Poo por uma blusa branca com detalhes dourados. Por cima de tudo veste um sobretudo beje e quentinho, a final, eles estavam no inverno.
As duas vão ao encontro de Jane e Pepper, que se logo estão prontas para sair e super anciosas para essa noite.
— Aonde você vai? — Steve pergunta quando vê a mulher descendo as escadas, acompanhada pelas amigas.
— Dar uma volta com as meninas pela cidade. Sabe como é, noite das garotas! — Natasha fala se aproximando.
— Vão ter garotos nessa "Noite das garotos"? — o loiro fala com um tom contrariado e ciumento.
— Se tivesse, qual seria o motivo de chamar: Noite das Garotas? — Natasha devolve com uma pergunta, não deixando Steve muito seguro com sua resposta. — Não me espere para dormir! — ela provoca, deixando Steve com uma feição irritada.
Natasha comemora interinamente. Era exatamente essa a reação que ela esperava. Ela queria que Steve pensasse nela a noite inteira.
— Divirta-se! — ele fala suspirando derrotado. Natasha sorri e aproxima seus lábios nos dele, dando um beijo casto e cheio de amor.
— Eu vou! — ela fala se afastando e se juntando às outras na porta de casa.
As mulheres saem da casa entre risadas. Elas entram no carro de Alana, que as leva até o restaurante do Aleck, onde Camille as esperava.
Eram 18:00 e devido ao tempo e à época do ano, o céu estava tão escuro quanto se fossem 22:00.
Camille recebe as meninas em uma área reservada do restaurante. Decorada com grandes pufes ao redor de uma mesa de Centro baixa e de vidro.
— Oi! Meu nome é Camille! É bom finalmente te conhecer! Aleck me contou muito sobre você! — a moça alta e de cabelos pretos fala sorrindo abertamente. Camille parecia ser legal.
— Natasha! — ela recebe um abraço de Camille sorrindo envergonhada. A mulher de seu irmão não poderia ser mais oposta que ele.
Aleck nunca foi uma pessoa muito sociável, sempre com poucos amigos, já que tinha muita vergonha de conversar. Olhando Camille, que parecia tão espontânea e sociável, não entendia como tinham dado certo, mas ficava feliz que tinham.
Depois de todas se apresentarem, cada uma sentou em um pufe e começaram a conversar.
— Então, de quantos meses você está? — Alana pergunta para Pepper, que se mechia no pufe procurando uma posição que a barriga não incomodasse.
— Cinco! — Pepper responde sorrindo.
— Esse é o pior mês... — ela fala sorrindo de volta — o bebê fica inquieto e cresce bem rápido, por isso o incômodo. No sexto mês isso passa! — Alana termina, lembrando de quando estava grávida de Lara.
— Eu queria tanto poder beber! — Pepper reclama olhando raivosa para sua própria barriga.
— Eu também! Sinto tanta falta do gosto do Whisky! — Camille concorda, recebendo olhares curiosos de todas.
— Cam, você está grávida? — Alana pergunta se levantando.
— Droga! — Camille chinga levando as mãos até a boca, se martirizando por ter soltado a informação antes da hora.
— Aí.Meu.Deus! — Alana fala sorrindo. Camille sorri envergonhada.
— Aleck sabe? — Natasha pergunta não contendo sua curiosidade.
— Ainda não! Quero contar pra ele amanhã! Nosso aniversário de seis meses de casado! — os olhos dela brilhavam enquanto falava.
— Quantas semanas? — Pepper pergunta sorrindo e limpando uma lágrima de emoção causada pelos hormônios de grávida.
— Duas semanas e meia. Fui hoje no meu obstetra! — ela sorria verdadeiramente.
Natasha não conseguiu deixar de sentir inveja da cunhada. Mesmo que adotassem, Natasha nunca sentiria a alegria que deveria ser estar grávida.
Uma lágrima de tristeza desce por sua bochecha, mas ela faz questão de limpa-la antes que as outas percebam.
— Viktoriya vai ficar tão feliz! — Alana comenta encarando Camille — Talvez até esqueça da ideia de me obrigar a casar com Gregory! — ela sorria abertamente.
— Vocês não querem casar? — Jane pergunta estranhando.
— Não... Até pode acontecer um dia, mas por enquanto estamos bem. O problema é que Viktoriya é antiquada. Quer todos os filhos de terno dentro de uma igreja! — Alana suspira cansada.
— Que tal mudarmos de assunto? — Pepper pergunta sentindo que aquela conversa deveria ser abordada em outra situação.
— É uma ótima ideia! — Natasha fala, lençando um olhar cúmplice para a loira.
Em respeito às grávidas, as outras decidiram não beber. Combinaram de beber outra noite, enquanto Camille e Pepper sairiam para ver roupas de bebê.
— Nat, como foi sua conversa com Steve? — Jane olhava a amiga curiosa. Natasha sorri.
— Melhor impossível! — ela disse fazendo as mulheres ficarem ainda mais curiosas — Steve se desculpou e explicou o por que de ele estar tão assustado quando pedi um filho... — a ruiva conta.
— E por que? — Jane estava curiosa e pergunta chamando a atenção da Ruiva, que parecia ter entrado no mundo da lua.
— Ele é... estéril. — Natasha fala olhando para o chão. As meninas desmancham os sorrisos e arregalam os olhos.
— Sério? — Pepper pergunta triste pela amiga — Sinto muito...
— Tudo bem! Quando a gente voltar para Casa, vamos adotar! — Natasha fala tentando esconder o fato de estar triste.
— É uma ótima ideia! — Camille fala compreensiva — Se quiserem acelerar o processo, podem adotar aqui mesmo! A minha empresa patrocina uma ONG de adoção de crianças órfãs ou que sofreram abusos! — a ideia dela realmente interessou Natasha.
— Achei uma ótima ideia! — Natasha exclama. A ideia de adotar uma criança que saiu de uma situação como a que ela vivia quando criança, parecia perfeita aos olhos dela.
— Veja o que Steve acha e me fala! Posso mecher uns pauzinhos para fazer com que seja rápido! — Camille sorri feliz e Natasha devolve o mesmo sorriso.
O resto da noite foi regado de sorrisos e brincadeiras.
Quando se deram conta do horário, já tinha passado da 1:00.
Elas voltam pra casa rapidamente, chegando na mesma em apenas meia hora. Devagar sobem as escadas e cada uma entra em seu quarto.
Natasha encosta a porta devagar, tentando não fazer barulho para não acordar Steve. Ela entra no banheiro e troca de roupas.
Por causa do frio, ela corre até a cama e se enfia dentro dos cobertores, sentindo um alívio imediato.
Natasha vira pro lado, olhando Steve por alguns segundos. Ela não conseguia ver todo seu rosto, a luz fraca da lua só iluminava um lado. Os lábios dele estavam fechados em uma linha reta e serena, e os olhos dele estavam fechados.
— Boa noite, amor! — Natasha sussurra se aproximando e depositando um selinho nos lábios rosados do marido.
— Por que demorou tanto? — Steve sussurra com a voz sonolenta — Não gosto de dormir sem você! — ele reclama sem forças pra abrir os olhos.
— Eu também não! — Natasha comenta olhando para ele, que não parecia 100% acordado — Vamos dormir! — ela fala fechando os olhos.
Steve não responde nada, ele apenas a vira na cama, fazendo com que as costas dela grudassem nas dele.
Natasha não reclama nem tenta sair dos braços dele, mas se quisesse não conseguiria. Steve a apertava firme entre os braços, quase a esmagando.
— Tudo bem, Steve? — Natasha pergunta estranhando. Steve sempre a abraçava quando dormiam, mas nunca desta maneira.
— Senti sua falta! — ele responde abrindo os olhos, mas Natasha não vê pois estava de costas.
A Ruiva sorri e se vira, com dificuldade, de frente pra ele. Steve olha para o reflexo da Luz nos olhos dela.
— Também senti! — ela fala colando seus lábios nos dele em um selinho demorado.
(...)
— Natasha! — a ruiva acorda com o Steve a chamando, mas não abre os olhos — Amor! Eu sei que está acordada! — ele chama novamente, fazendo Natasha abrir os olhos dando de cara com dois oceanos.
— Não quero! — ela faz birra.
— Que pena... Sua mãe me falou de um lugar muito legal pra passarmos o dia. Ela me disse que você vivia lá quando pequena! — Steve fala se afastando da cama.
— Клуб для детей и подростков? — Natasha levanta rapidamente quando percebe do que ele estava falando.
— Não entendi uma sílaba dessa frase, mas seja lá o que significa, te deixou extremamente sexy! — Steve fala. Ele adora quando ela fala Russo.
— Um clube que eu ia quando eu fugia do meu Tio! Tinha uns amigos lá... — Natasha fala sem segurar o sorriso.
— Você quer ir? — ele pergunta já sabendo a resposta.
— Lógico! — ela fala animada.
Steve e Natasha fazem uma pequena mala, já que planejavam ficar o dia inteiro lá.
— Você está louca? — Steve pergunta olhando para o biquíni que ela segurava nas mãos.
— Não! Lá tem piscina aquecida, Steve. Tudo aqui é aquecido, na verdade... — ela fala sorrindo. Em Oymyakon, até no verão nevava.
— Tudo bem, então... — ele concorda ainda confuso. Não é muito comum ver clubes com piscina no Norte da Rússia.
Eles saem de casa e entram no carro. O coube ficava a mais ou menos uma hora do bairro onde estavam.
Até o meio da viagem, Steve e Natasha não conversaram muito e um silêncio confortável substituía as palavras.
— Steve? — Natasha chama olhando para o loiro, que mantinha os olhos na estrada — Eu estava falando com a Camille e ela disse que aqui na Rússia tem uma ONG que trabalha com adoção de crianças órfãs ou que foram abusadas... — ela fala tudo com calma, escolhendo as palavras.
— Onde você quer chegar, Nat? — Steve sabia o que ela queria, mas preferiu perguntar.
— Nós podíamos adotar uma, sabe? Eu realmente quero um filho! — ela fala decidida.
Steve respira fundo. Ele não tem muita certeza de que uma criança é o que ele quer, no momento.
— Agora? — ele enrola um pouco.
— É! Agora! — ela fala com um misto de anciedade e irritação.
— Não acha melhor esp... — o loiro começa, mad Natasha o impede de continuar.
— Steve! Eu pensei que o problema tivesse sido resolvido quando você me contou a verdade! — ela dá uma pausa — Qual o problema agora, Steve? De verdade! — ela sabe que ele tem um problema, um que vai além de ser estéril.
— Nat, quer mesmo ter essa conversa aqui? — ele estava fazendo o que podia pra adiar a conversa.
— Absoluta! — ela responde olhando para ele com um olhar impaciente.
Steve apera os dedos com força ao redor do volante. Ele não tinha vontade alguma de falar.
— Tudo bem... — ele fala respirando fundo novamente enquanto organizar as palavras em sua mente.
— Steve? — Natasha exclama assustada quando vê uma lágrima descer pelo seu rosto.
Ela então percebe o motivo de Steve estar tão estranho com essa ideia de filhos, ela liga os pontos e se vê novamente na situação onde ela pressiona Steve a fazer algo. Onde ela pensa nela, e não nele.
— Desculpa, amor! — ela pede o abraçando desajeitada. Steve encosta o carro no encostamento da estrada e se ajeita, a abraçando.
— Eu não tive o melhor exemplo de pai, Nat! — ele sussurra — Não quero educar nosso filho do jeito que ele fez comigo! — desabafa.
— Você não vai! — ela diz convicta de o que disse é verdade — Tenho certeza que você seria o melhor pai do mundo, Steve. E mesmo se não for, nunca chegará ao nível de seu pai! Ninguém pode ir tão baixo! — Natasha se afasta e o olha nos olhos.
— Você tem certeza? — ele pergunta insguro, mas já se sentindo melhor.
— Eu tenho! — Natasha fala sorrindo e arrancando um sorriso do loiro.
— O que seria de mim sem você? — Steve pergunta segurando o rosto dela entre as mãos e tomando os lábios dela com vontade.
O beijo é selvagem, e trás arrepios na espinha dos dois. Natasha começa a respirar descompassadamente e um calor se espalha pelo seu corpo.
— Steve! — ela tenta usar um tom de repreensão, mas o que sai é um gemido baixo e rouco.
Steve sorri de lado e se afasta alguns centímetros. Ele lança um olhar que Natasha sabe bem o que significa.
— Não, Steve! Estamos no meio da estrada! Além do fato de eu ainda estar brava com você! — Natasha diz se afastando e sentando direito no banco do carro.
— Verdade, estamos na estrada... — ele começa olhando pra frente. Natasha suspira aliviada — O que significa que você não vai fugir! — termina pulando do seu banco para o dela, a pressionando na porta do carro. Seus rostos ficam extremamente próximos.
Natasha abre a boca pra reclamar, mas depois muda de ideia. Por quê ela estava fugindo dele mesmo?
Sem esperar mais um segundo, ela agarra os cabelos loiros da nuca do Steve e o puxa pra perto, colando seus lábios.
Ele sorri e se afasta, a puxando para o banco de trás. Natasha fica por baixo de Steve, que está no meio de suas pernas.
Natasha leva suas mãos para o zíper do casaco dele, abrindo e jogando no banco da frente. Depois se livra das duas blusas de frio que ele usava. Ela escuta Steve grunir.
— Está frio? — pergunta contendo um sorriso. Ele balança a cabeça afirmando.
Natasha, com dificuldade, inverte as posições, ficando por cima.
Ela beija o pescoço dele e vai descendo os beijos para o pescoço, enquanto acaricia o peito e abdômen com as mãos.
Steve sente seu corpo todo arrepiar com as carícias dela, e o frio não é mais um problema, já que se sentia mais quente do que quando usava o casaco.
Ele leva suas mãos para a blusa dela, a tirando. Natasha usava mais roupas que o Steve, que demorou mais tempo que o desejado para se livrar delas.
Ele leva a mão para o sutiã dela, desabotoando e o jogando pro lado.
Natasha arqueia as costas quando sente as mãos geladas do marido nos seios sensíveis. Ela solta um gemido de desconforto e prazer ao mesmo tempo.
Steve passa uns minutos dando atenção aos seios dela, a deixando exitada e inquieta.
O carro não estava mais frio, pelo contrário, estava quente. Os vidros formavam uma pequena camada embaçada por dentro, deixando a paisagem de fora parecendo borrões.
Steve passa as mãos dos seios para a calça moletom da ruiva. Ele a tira rapidamente, junto com a calcinha. Ele os vira de posição, ficando por cima dela.
— Steve! — ela geme em surpresa quando sente dois dedos dele a acariciando. Ele nunca havia feito isso.
Steve sorri sentindo ela se contorcer no banco do carro, fazendo força para não gritar. Ele acarícia o clitóris dela, que geme alto.
— Por favor, amor! Quero você! — ela implora, sentindo que não aguentaria mais se segurar.
Ele então tira os dedos dela, levando-os a boca. Natasha encara a cena pensando que seu corpo entraria em ebulição.
Steve sorri de lado constatando seu poder sobre a sanidade da Ruiva. Ele tira a calça com uma certa dificuldade e se livra da cueca logo depois.
— Senti muito sua falta! — ele diz segundos antes de preenche-la por inteiro. Natasha não contém o gemigo rouco e longo.
Steve a agarra pela cintura, a pressionando pocessivamente contra si. Inicia o vai e vem lentamente, relembrando como é estar dentro dela novamente.
Depois de algumas estocadas, Natasha se aperta ao redor dele, sentindo sua libertação tomar conta de todo seu corpo.
Steve goza logo depois, sentindo o corpo de Natasha se contrariando embaixo do seu.
— E você estava fugindo disso! — Steve fala deitando encima dela e cobrindo o corpo dela com seu. Ele esconde o rosto no pescoço dela.
— Eu estava... — ela fala sorrindo. Steve da um beijo estalado no pescoço dela e se ergue.
— Vamos colocar nossas roupas! — ele se inclina pro lado, pegando as peças de roupa no banco da frente.
Quando terminam de se trocar, voltam para o percurso, seguindo para o Clube.
Chegam no destino quinze minutos depois. Eles saem do carro e pegam suas malas, seguindo para dentro do local.
— A gente vinha aqui quando meu Tio viajava! Era um dos únicos lugares que me traziam felicidade! — Natasha comenta olhando para as árvores.
Steve escuta tudo atentamente, não querendo perder uma palavra do que ela dizia.
Ela o leva para uma pequena casa, onde os administradores do clube estavam. Natasha conhecia a todos, já que cresceu naquele lugar.
— Com licença. — ela diz abrindo a porta do lugar. Uma mulher que tinha uns 50 anos levanta da cadeira sorrindo incrédula. Natasha sorri de volta.
— Nat! — a mulher ela exclama correndo e abraça a ruiva com força.
— Stella, senti tanto a sua falta! — Natasha comenta retribuindo o abraço com a mesma intensidade.
— Menina! Você cresceu! Ficou linda! Quem é esse? Seu namorado? — Stella estava animada e tagarelou um pouco.
— Meu marido! — os olhos de Stella se enchem de lágrimas — Essa é Stella! Minha segunda mãe! — Natasha se dirige ao Steve.
— Muito bom te conhecer! — a senhora exclama abraçando o loiro como se fossem velhos amigos. Ele não se importa e a abraça de volta.
Durante algumas horas, eles conversam sobre tudo. Natasha conta pra Stella como está sendo viver nos Estados Unidos e Stella sorri o tempo todo.
— Francis está bem? — Natasha pergunta. Francis é o Marido da Stella.
— Está ótimo! Foi com o Zeck para uma reunião. Eles querem resolver uns problemas aqui no clube. — Stella fala — Eles devem estar chegando!
— Tomara que não demorem! Quero muito reve-los! — a ruiva fala, recebendo um sorriso carinhoso da segunda mãe.
— Enquanto isso, por que não vão para a piscina? Colocamos um aquecerdor novo, que não quebra todo mês como aquele que tínhamos! — Stella dá a ideia.
Natasha sorri animada e levanta da cadeira onde estava. Ela e Steve vão até o vestiário, que estava vazio.
Ela veste um biquíni azul com listras pretas, um pouco justo aos olhos do Steve, mas ele não fala nada. Steve veste um calção vermelho.
Natasha o leva até a piscina, que era coberta com paredes e teto de vidro, dando visibilidade para o lado de fora, mas impedindo o frio de entrar.
O loiro tira o roupão chamando a atenção de algumas mulheres para seu corpo, mas ele nem percebe os olhares, pois esta muito ocupado olhando para sua mulher, que já estava sem roupão.
— Essas tardas! — Natasha reclama, mandando um olhar irritado para as mulheres.
Steve a puxa pra perto, beijando o rosto de Natasha.
— Desculpa, é maior que eu! — ele sussurra antes de empurra-la na piscina desprevenida.
Natasha só percebe que foi empurrada quando sente seu corpo colidir com a água morna da piscina.
— Steve Rogers! Isso foi completamente desnecessário! — Natasha exclama fingindo raiva.
Ele não responde. Sua única reação é se jogar na piscina e nadar à encontro dela. Natasha tenta fugir, mas as mãos dele a agarram pela cintura e a trazem pra perto até que seus corpos colidem.
— Talvez... — ele diz sorrindo e a prençando contra a borda da piscina.
Steve a aperta contra si, deixando seus rostos à milímetros de distância. Seus lábios se tocam levemente.
— Natasha Romanoff! Não te vejo faz o que? 7 anos? — uma voz os faz se afastarem.
Natasha vira para trás, procurando o dono da voz. Ezekiel olhava pra ruiva sorrindo abertamente.
— Zeke! — ela exclama saindo dos braços do Steve e nadando até as escadas. Ela sobe as escadas rapidamente e logo está fora da piscina, recebendo um abraço apertado do Moreno.
— Você ficou linda! Mais do que era da última vez que eu te vi! — Zeke fala atraindo um olhar furioso do loiro que se encontrava irritado na piscina.
Steve não estava gostando nada das mãos do moreno ao redor da cintura dela. Principalmente por que ela estava vestida com aquele biquíni.
— Que isso! Olha pra você! Deve estar pegando todas! — Natasha fala sorrindo. Steve olha para Natasha incrédulo.
— Quem é aquele? — o Moreno pergunta quando percebe o loiro na piscina. Natasha segue o olhar do amigo.
— Meu marido! Steve! — ela comenta desviando o olhar do loiro para Zeke. Zeke balança a cabeça o cumprimentando, mas Steve não faz nada, apenas o encara irritado.
— Eu acho que ele não gostou muito de mim... — Zeke sussurra no ouvido dela.
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