Notas iniciais
Olááá todo mundo! Não taquem pedras ou me assassinem, ok? eu demorei, eu sei, mas estou de volta!!!! Demorei por causa de uma merda de um bloqueio que eu juro que quase me fez desistir da fic! NÃO VOU DESISTIR, mas fiquei muito tentada. Esse capítulo vaí fazer vocês me odiarem, e eu devo dizer que achei ele o pior que eu já escrevi, talvez por causa do bloqueio, mas ainda assim... BOM CAPÍTULO

Steve encara o Moreno de olhos castanhos com ódio.

Eles estavam abrçados fora da piscina. Natasha com aquele biquíni pequeno e pele exposta, enquanto os braços dele se encontravam rodiando a cintura dela.

A cintura de Natasha pertencia a ele! O corpo de Natasha pertencia à ele! Natasha inteira ers dele! Os braços que deveiram estar ao redor dela não eram os do Zeke!

Pra melhorar a situação, Zeke ainda sussurrava algo no ouvido dela, que sorria abertamente com seja lá o que ele estivesse falando. Natasha se afasta de Zeke e prende o braço no dele, que aceita de bom grado.

— Steve! — a ruiva se vira para o marido, que se controlava para não sair da piscina e meter um chute no saco do homem — Vamos sair da piscina! Vem! — ela o chama.

Steve sai da piscina contrariado, querendo ficar o mais longe possível de Zeke.

Zeke era um pouco mais baixo que Steve, e parecia ser mais fraco também. Isso o deixou mais calmo. Se eles brigassem, ele que sairia ganhando.

— Vamos nos trocar e podemos comer alguma coisa, ok? — ela fala alheia ao ciúme do marido. Steve não faz nada, apenas pega sua toalha e a joga no ombro, indo até o vestiário.

Ele entra em um box individual e tira a roupa de banho. Liga o chuveiro e entra embaixo da água quente tentando esquecer as imagens de Natasha e Zeke se abraçando, mas elas rondavam a mente dele de uma forma que seu peito se enchia de ódio.

— Steve. — Natasha chama quando entra no vestiário, procurando o lugar em que ele estava tomando banho.

— Aqui... — ele fala. Segundos depois a cortina do box é aberta, revelando uma Natasha com expressão seria e pensativa.

— Por que você não gostou do Zeke? — a ruiva pergunta enquanto se livra do biquíni, entrando embaixo do chuveiro ao lado de Steve.

Ele não se surpreende por ela ter percebido. Sabe que ela o conhece o suficiente pra saber o que ele pensa.

— Natasha, como posso não gostar dele se nem o conheço? — Steve mente tentando parecer imparcial. Ele engole a vontade enorme que tinha de dizer que ela estava certa.

— Mas vai conhecer! — ela começa animada — Zeke e eu éramos melhores amigos! Ele era tão bom pra mim! Foi única pessoa que eu confiei pra contar...— Natasha continuou a falar animada suas história com Zeke, mas Steve não queria saber de Zeke e do relacionamento deles.

Ele levanta a cabeça e enfia o rosto embaixo da água, tentando afogar pensamentos, que ele não queria ter, de sua mente.

— Steve! — Natasha fala passando a mão no braço dele pra chamar atenção — Você está me ouvindo? — ela pergunta desconfiada.

— Estou! — ele diz voltando ao mundo real. Natasha olha fundo nos olhos dele. Ela sabe que ele estava viajando no próprio mundinho.

— O que eu acabei de falar, então? — ela pergunta de olhos cerrados, cruzando os braços embaixo dos seios, fazendo Steve levar seu olhar pra eles.

Steve pondera um pouco. Ele tem duas opções, uma vai terminar em briga, e a outra vai terminar com os dois gemendo no vestiário.

O loiro não diz uma palavra, ele simplesmente a prende na parede bem embaixo do chuveiro, colando seu peito nos seios dela.

Ele não podia fazer nada se a mulher dele era linda e pelada em um chuveiro público com cara de brava conseguia ficar ainda mais atraente.

Natasha abre a boca sentindo os beijos de Steve em seu pescoço. Sua pele parecia queimar nos lugares onde ele mordia, e esse calor se espalhava gradativamente por seu corpo.

— Aí Meu Deus! O que você está fazendo? — Natasha pergunta ofegante sentindo um calor conhecido descer sua espinha.

Ela se perguntava se ele lembrava que eles estavam em um banheiro público, o que significa que qualquer um pode entrar a qualquer minuto e flagar o momento deles.

— Você realmente quer que eu pare? Se você pedir, eu paro! — ele sussurra passando as mãos pelos seios dela, com os polegares, aperta os bicos com um pouco de força, deixando Natasha extasiada.

Natasha joga a cabeça pra trás, sentindo a massagem dele nos bicos de seus seios, que pareciam estar cada vez mais enrijecidos.

Steve interpreta os gemidos dela como um bom e sonoro "não", e continua o que estava fazendo.

Enquanto acaricia os seios dela, Steve beijava e suga a pele sensível do pescoço dela. Ela leva as mãos até a nuca dele, agarrando os fios loiros e puxando forte, tentando aliviar a excitação que aumentava cada vez mais.

Steve abaixa os beijos do pescoço para o seio direito, sugando o bico já excitado com vontade enquanto aperta o outro.

O loiro desce as mãos para as cochas dela, deixando um rastro de fogo pelo caminho. Ele agarra as cochas e a ergue do chão, deixando Natasha com as pernas ao redor da cintura dele.

Natasha sorri, e se aperta mais contra o corpo dele, sentindo a respiração falhada dele bater contra seu ombro.

Ela beija Steve de uma forma selvagem e passeia com as mãos no peito dele, sentindo os músculos dele em seus dedos.

Natasha afasta seus rostos e deixa um espaço entre seus corpos. Com uma das mãos se segura no ombro de Steve e com a outra, acaricia o membro dele, que estava mais duro do que ela esperava.

Ela segura o membro dele nas mãos, o direciondo para sua entrada. Ela se inclina pra baixo, sentindo ele entrar dentro dela centímetro por centímetro.

Uma vez que já está inteiro dentro dela, Steve começa com movimentos lentos, sentindo o interior de Natasha se apertar em volta de seu membro enquanto se acostuma com seu tamanho.

— Fica quieta! — Steve fala sorrindo quando Natasha solta um gemido alto.

— Não pode reclamar comigo! — Natasha diz com dificuldade, sentindo a velocidade das estocadas de Steve aumentar, mas ainda sendo delicadas e profundas. O corpo dela começa a se mecher sozinho a favor das estocadas de Steve, querendo sempre, mais e mais, senti-lo por inteiro.

— Mais rápido! — ela sussurra quando sente as primeiras ondas de prazer subirem sua coluna.

Steve é rápido em obedecer, entrando e saindo o mais rápido que podia de dentro dela. Quando ele sente o Centro dela se contrair com força ao redor de si, gruda sua boca na dela, impedindo que ela berre.

O gemido de Natasha mesmo abafado pela boca dele, foi alto, mas nenhum deles se preocupou muito com isso.

Steve não consegue se segurar mais e se liberta dentro dela. Natasha estava ofegante sentindo pequenos espasmos que começavam em seu centro e se espalhavam por todo corpo.

Steve a beija e sai de dentro dela, a colocando novamente no chão.

— Sabe, se continuarmos a fazer sexo onde a gente bem entender, vamos acabar sendo pegos! — ela diz sorrindo.

— Que pena, não é? — ele diz grudando seus lábios nos dela. Natasha retribui sentindo as carícias dele em seu rosto.

— Já demoramos demais! Vamos logo, o Zeke está esperando! — a ruiva diz apressada após separar seus lábios dos dele.

Steve chinga Zeke mentalmente, imaginando a cabeça dele sendo esmagada por suas mãos. Seria uma boa forma de acabar com a irritande e inconviniente vidinha insignificante dele.

Steve havia se esquecido da existência daquele homem, e ficou muito irritado por ela os estar apressando por causa dele.

Ele bufa enquanto se enfia na calça jeans de lavagem clara. Logo eles já estão vestidos.

Natasha sai do vestiário de cabeça baixa, sem ter certeza de que, durante o "banho" deles, ninguém tinha aparecido e fugido de mansinho após perceber o que acontecia lá dentro.

Já Steve não estava nem aí. Não ligava mais se o clube inteiro tivesse escutado os gemidos da Natasha. Pelo menos eles saberiam que Natasha pertencia à ele, e só ele a faria gemer daquela maneira.

Steve acompanha Natasha pelo clube, até que encontram Zeke, Stella e Francis em uma pequena cafeteria, que ficava bem perto da margem do lago.

Quando Zeke os vê, levanta da cadeira, esperando até eles se aproximarem para abraçar Natasha novamente.

Steve olha a cena com os olhos cerrados e sua mão formigava para acertar o Moreno com um soco de direita no estômago.

Eles se sentam à mesa e fazem o pedido. A conversa flui animada, com exceção de Steve, que além de enciumado, se sentia deslocado.

Deslocado? Sim, deslocado! Ele observava Natasha com os amigos dela, via como eles estavam se divertindo e não entendia o porque não conseguia se divertir também.

Ele não tinha raiva de Stella e Francis — pelo menos ele achava que não — então não conseguia distinguir a natureza do sentimento que o invadia.

— Sim! Fui com as minhas amigas e as namoradas dos meus irmãos! Combinamos de ir para um bar hoje, só as meninas, pra beber e por o papo em dia! — a voz de Natasha se sobressai, chamando a atenção do loiro.
Steve não sabia que Natasha pretendia sair hoje. Pra ele, ela escolheria passar a noite com ele, já que não passavam uma noite juntos desde a briga.

— Achei que fossemos passar essa noite juntos, Natasha! — ele se pronuncia pela primeira vez desde que sentaram na mesa, a voz dele sai um pouco mais alta e agressiva do que ele esperava, chamando a atenção de todos.

Natasha o lança um olhar confuso e assustado. Ela não entendeu o "por que" do tom ácido na voz do marido, e no momento não queria entender também.

Ela ficou com raiva. A feição dos seus amigos foi de espanto quando ouviram o tom do loiro, e isso tinha sido – na visão dela – algo humilhante. Marido nenhum deve tratar a mulher daquela forma.

— Sim, Steve! Vou sair pra beber com as minhas amigas! — ela devolve com um tom cínico, sem dar brechas para questionamentos. Ela iria, e pronto. Os outros à mesa sentiram a tensão do ar aumentar.

— Obrigada por me avisar com antecedência! Nem planejava algo pra nós mesmo! — Steve cospe com ironia. Ele planejou uma noite calma com sua mulher. Onde eles matariam toda a saudade que tiveram. Parece que não vai rolar.

Steve agora desconfiava dos sentimentos dela, quer dizer, ele sabe que ela o ama, mas será que todo esse tempo – que nem foi tão longo assim – onde eles ficaram separados, a saudade dela foi tanta quanto a dele?

Natasha se confundiu com o tom dele. Ela achou que ele estivesse sendo irônico, mas será que ele estava realmente querendo ser irônico? Não era comum ver Steve sendo irônico, e mesmo quando ele era, poderia ser difícil identificar, já que ele não era muito bom na área da ironia.

— Falando no bar, temos que ir embora! Se não formos pra Estrada agora, vamos chegar lá atrasados para sair! — Natasha decide parar com a DR na frente dos amigos, já que eles pareciam mais deslocados que o próprio casal. Ela não queria ter que ir embora, mas não se sentia bem. Steve a havia magoado, e essa dor doía estranhamente na boca do estômago.

— Aaah! Mas que pena! — Stella diz se levantando e grudando rosto da Ruiva em seu ombro — Voltem quando quiser! — ela exclama ainda abraçando Natasha.

— Vamos voltar sim! — a ruiva devolve um sorriso amarelo para a senhora.

Steve se despede de todos , menos de Zeke, rapidamente e sai andando em disparada pelo clube, até estar dentro do carro.

Natasha não apressa o passo. Ela observa Steve quase correr pelo clube a alguns metros a frente, sem olhar pra trás, até que ela o perde de vista em uma curva.

Quando chega no carro, Steve já estava dentro do mesmo com o motor ligado. Assim que ela fecha a porta, ele pisa no acelerador, saindo pelos portões de ferro do clube.

Natasha se perguntava o que tinha acontecido com ele. Uma hora ele a possuia no vestiario publico da piscina, e na outra nem a olhava.

— Você está parecendo uma adolescente de TPM! — ela fala irritada, vendo a feição dele endurecer.

— Eu? — ele pergunta com o tom ácido, apontando para o próprio peito.

— Sim! Você! No carro você foi um fofo, aí quando estávamos na piscina você saiu todo irritado pro vestiário. No vestiário me atacou como um macaco tarado e no café só faltava me esmurrar! — ela diz provando sua fala.

— Isso não me faz parecer uma adolescente de TPM! — ele nega novamente, ainda sem olhar para Natasha.

— Idiota! — ela exclama. Steve franze o cenho e, pela primeira vez desde que eles entraram no carro, olha pra ela.

— Estúpida! — ele devolve voltando a olhar pra estrada.

— Eu sou estúpida? — ela pergunta inquieta no banco do carro — Tem certeza que essa sou eu?

— Eu não usaria um chingamento em vão! — ele responde irônico.

— Que bom saber, Steve! — Natasha fala terminando a discussão.

Durante todo o percurso, Steve imaginou o que Natasha estaria pensando. A feição dela se manteve imparcial, o que dificultava a interpretação de Steve sobre o rosto dela.

Quando chegam, Natasha foge pra fora do carro e corre para dentro da casa.

— Nat! Se troca rápido, já vamos sair! — Jane fala sendo ignorada pela ruiva, que sobe as escadas como um raio — O que Você fez? — ela pergunta quando Steve passa pela porta. Ele a olha furioso e não diz nada, seguindo pelas escadas.

Quando ele chega no quarto, o chuveiro está ligado e Natasha está dentro do banheiro com a porta trancada.

Ele não tenta chama-la ou abrir a porta. Steve simplesmente deita na cama e encara o teto.

Ele sabe que quando ela se irrita daquela forma, não adianta insistir.

Natasha sai do banheiro sem ao menos olhar Steve. Ela estava com um vestido azul escuro que era justo no corpo. Seus olhos estavam com uma maquiagem pesada e os lábios com um batom claro.

Ela entra no closet e pega um par de sapatos pretos altos, saindo do mesmo logo em seguida.

— Natasha! — Steve a chama baixo, olhando para o carpete do quarto.

Ela não responde e abre a porta do quarto, mas o corpo grande de Steve a impede de sair.

A raiva dela cresceu considerávelmente quando ela saiu do banheiro e o viu deitado na cama como se fosse um dia qualquer, então ela decidiu não falar com ele.

— Saia! — ela fala firme, olhando nos olhos dele.

O olhar viciante de Steve fez o coração dela derreter e ela teve que se segurar para não pular em Steve e o abraçar, já não quer dar o braço a torcer, então mantém a pose de indiferença.

— Eu queira... — ele começa, mas Natasha o interrompe.

— Não quero saber de você hoje, Steve! — ela desvia dele e sai do quarto.

Steve a observa sair do quarto sem falar com ele e quanto mais longe o corpo dela estava dele, mais raiva dela ele sentia.

Ele se pergunta por que estava tentando se desculpar. Ela devia se desculpar depois de ficar se esfregando com o Zeke.

Steve sorri ironicamente e fecha a porta do quarto. Ele anda pelo corredor em direção ao quarto do Tony, parando na frente da porta e batendo duas vezes.

— Quem é? — a voz de Tony preenche o silêncio do corredor. Steve abre a porta e enfia a cabeça pra dentro do quarto.

Stark estava deitado na cama concentrado em algo no seu tablet. Ao entrar no quarto, Steve percebe que Tony estava jogando Candy Crush.

— Pode me ajudar com uma coisa? — o loiro pergunta meio incerto sobre a resposta do amigo.

Tony pondera por uns segundos.

— To entediado mesmo... — Tony acente com indiferença.

— Você sabe pra qual bar elas foram? — ele pergunta espera ancioso pela resposta do amigo.

(...)

Steve era tudo que passava na mente de Natasha. Uma mistura de ódio e arrependimento tomavam conta de seu corpo e se juntavam com os copos de tequila, deixando o estômago de Natasha como um amontoado de incertezas.

O álcool já tomava conta dela e não tinha nem meia hora que elas haviam chegado no bar.

Alana e Jane estavam conversando despreocupadas com suas bebidas em mão. Completamente alheias aos problemas de Natasha.

— Aceita mais um? — o bartender pergunta recolhendo os copos vazios em volta da ruiva.

— Definitivamente! — ela responde olhando pela primeira vez para o bartender que já a havia servido várias vezes desde a hora que elas chegaram.

Ele era bonito. Tinha um sotaque desconhecido, não era Russo nem Americano, e lábios vermelhos naturalmente. Seus cabelos pretos se destacavam em sua pele branca e os olhos eram escuros e sombrios.

Natasha se viu tentada à trair Steve. A raiva e a bebida a deixaram fora de si e ela se via propensa à esse ato de insanidade.

— Qual seu nome, amor? — ele pergunta em um tom baixo, quase se perdendo na música alta do bar.

— Natasha Romanoff, e o seu? — ela diz sorrindo.

— Lorenzo St. John, mas meus amigos e garotas lindas como você podem me chamar de Enzo. — ele flerta e Natasha sorri com o elogio. A breguisse da fala se passou despercebida por ela.

— Tudo bem, Enzo! Quero mais um whisky duplo. — ela pede mordendo a unha do indicador e encarando o Moreno com malícia.

— Posso indicar uma bebida? — ele pergunta aproximando o rosto do dela.

— O que tem em mente? — ela confirma, apoiando a cabeça no braço e ficando com o rosto bem próximo do dele.

— Eu. — ele gruda os lábios nos dela.

Natasha fica assustada no início, a sensação de que algo estava errado toma conta de seu corpo, mas a ideia de vingança deixava a Natasha bêbada bem confortável.

Enzo passa a língua nos lábios dela, pedindo passagem e ela os abre, liberando a entrada.

Ele agarra os fios do cabelo da nuca dela, a puxando mais para perto. I beijo se torna selvagem e carnal. Natasha se deixa levar pelo momento e corresponde cada toque e beijo dele.

— AI MEU DEUS! — um grito se faz presente, fazendo Natasha e Enzo se separarem bruscamente — LARGA ELA AGORA SUA FALSIFICAÇÃO PARAGUAIA DE MICHAEL MALARKEY! — a mulher balança os braços chingando o homem enquanto atravessa o bar chamando a atenção de várias pessoas que encaravam sem entender.

— Quem é ela? — Enzo pergunta confuso.

— Não acredito! — Natasha fala se perguntando se a mulher estava realmente lá ou se tudo era uma miragem de sua mente bêbada.

— Nat! Essa é a doida do banheiro do aeroporto? — Jane fala tão confusa quanto a amiga.

— NEM VEM MUDANDO DE ASSUNTO FOFINHA! — a mulher grita novamente — O QUE ACHA QUE ESTÁ FAZENDO PEGANDO O BARTENDER GATO QUE VOCÊ NEM CONHECE? — ela pergunta furiosa.

— Natasha?! — Jane pergunta incrédula olhando a ruiva.
Natasha levanta do banco que estava sentada e sente sua cabeça rodar.

Várias coisas rodavam sua mente, ela estava confusa por causa do beijo e perturbada por causa da mulher.

— VOCÊ TEM DEUS GREGO MARAVILHOSO DAQUELES EM CASA E VEM APAGAR O FOGO DA PIRIQUITA COM ELE? — a mulher estava descontrolada.

— Nat! Me diz que o que essa mulher disse é mentira, por favor! — Jane fala preocupada. Não achava que a amiga séria capais de fazer algo tão ruim quanto trair Steve.

— É... — Natasha tenta falar, mas não sai nada. Ela queria poder negar, mas não podia.
Natasha tinha beijado um cara. Esse cara não era Steve. Ela estava ferrada.

(...)

— Pra que a gente veio aqui mesmo, Steve? — Tony pergunta impaciente.
Eles estavam parados na frente do bar que Vicktorya disse que as meninas estariam há mais ou menos meia hora.

Estava escuro, não havia movimentação alguma na Rua, que estava com uma fina camada de neve.

— Tenho que falar com a Natasha! — Steve fala como se fosse óbvio.

— Então que merda você ainda está fazendo dentro do carro? — ele exclama apontando para o loiro.

Steve bufa. Tony estava certo, não adiantava nada ficar esperando dentro do carro. Ele não ia pedir desculpas, mas ia explicar pra Natasha o por que estava tão bravo.

Ele tira o cinto de segurança e se prepara para encarar o frio da Rússia. Quando fecha a porta do quarto, sai correndo até a entrada do bar, mas para antes mesmo de chegar.

Pelas janelas era possível ver o interior do bar, as pessoas dançando, algumas bebendo, outras comendo, mas o foco de Steve era outra coisa. No fundo do bar, ele conseguiu ver Natasha. Ela estava beijando um cara.

— Steve! O que está esperando? — ele grita de dentro do carro. Tony estranha que Steve tenha parado de andar no meio da Rua.

O loiro se vira para o amigo com os olhos cheios de água e Tony percebe que algo não estava certo.

Antes que Tony pense em fazer um movimento, um carro com faróis desligados aparece em seu campo de visão, e no segundo depois está em cima de Steve.

Quando o motorista da caminhonete vermelha percebe o que aconteceu, não se preocupa em parar o carro e ajudar o homem que atropelou. O homem simplesmente dá partida do carro, dirigindo para o mais longe que podia.

— Steve! — Tony grita assustado — Aí Meu Deus, Steve! — ele encara o amigo, que estava rodeado de sangue, sem saber o que fazer.

Notas finais
E então?? Me digam o que acharam!! Enzo - 28 https://www.google.com.br/search?q=Michael+Malarkey&client=ms-android-sonymobile&prmd=inv&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwiWjpmpn9jMAhWJjZAKHSdvDXcQ_AUIBygB&biw=360&bih=511#tbm=isch&q=jay+ryan&imgrc=YV-UczfXHIrfcM%3A Até a próxima! Bjks