Give Me Strength to Press On
18 Not in the airplane!
Notas iniciais
Faltava uma hora para o avião pousar em Amsterdã. Pepper e Tony estavam converçando e rindo. Thor e Jane, assim como Steve e Natasha, dormiam tranquilamente em suas cadeiras.
— Aceitam o cardápio? — uma aeromoça pergunta para Tony e Pepper.
— Claro! Obrigada! — Tony diz cortez para a aeromoça. Ela entrega o livrinho azul com o nome da empresa aérea na capa.
— Vamos ver o que eu vou comer! — Pepper diz animada, puxando o cardápio da mão do namorado — Aí Meu Deus! — ela exclama pausadamente — Tem sorvete de chiclete?? Esse lugar tem mais coisas do que a loja de conveniências da esquina do meu prédio! — ela estava animada. Alguns homens olham pra ela parecendo encomodados, mas ela ignora, fingindo não ligar.
— Adoro como você se anima com coisas tão banais! — Tony sussura e Pepper o encara. O Moreno sorri ainda mais ao ver a cara de sua namorada. Ele achava que ela ficava linda brava.
— Pode ser banal pra você! Mas eu não como Lagosta desde meus três anos! — Tony a olha segurando um sorriso — Na verdade, nunca comi Lagosta! — ela diz concluindo o pensamento. Ele muda sua expressão, ficando agora com os olhos arregalados e a boca aberta.
— Você nunca comeu lagosta? — Pepper cora, envergonhada e balança a cabeça negando — Isso vai mudar quando chegarmos em Amsterdã! — ele diz olhando nos olhos dela.
Pepper sorri. Namorar com ele parece ser melhor do que ela jamais ia imaginar.
(...)
Natasha dormia apoiada no peito Largo de Steve, ela estava de costas para ele e ele estava apoiando sua cabeça nos cabelos ruivos dela.
Steve acorda ao sentir a aeromoça cobri-los com um cobertor. Ele olha agradecido para ela, que sorri em resposta.
Ele olha para Natasha, serena dormindo em seus braços e derrepente se vê a pessoa mais feliz do mundo, sem se controlar, passa os braços pela cintura da ruiva, a apertando contra seu corpo e suspirando feliz. Ele sente o corpo dela em seus braços e não há nada que o faça mais feliz.
— Steve! Se você continuar a me apertar assim contra você, nós teremos que dar uma passadinha no banheiro do avião! — ela sussura e vira o rosto pra ele em seguida.
— Até que não seria uma má ideia! — ele sussurra no ouvido dela, a apertando ainda mais.
— Steve! Eu não estou brincando! Minha bunda está raspando em você e isso não faz bem para o meu bom senso! — ela o olha maliciosa.
— E você acha que eu estou brincando? — ele diz subindo as mãos da barriga dela para os seios. O cobertor que a aeromoça forneceu cobriu o ato do Steve. Natasha segura um gemido quando sente as mãos de Steve em seus seios, os apertando levemente. Natasha se curva um pouco, mas não se meche muito para não chamar atenção das poucas pessoas acordadas no avião.
— Sabe, Steve! Quando você era apenas meu funcionário, eu não achava que você era tão tarado! — ela sussurra e ele ri.
— Não sou tarado! Ou pelo menos eu não era até transar com você... — Ele desce as mãos do seios da ruiva para a barriga e da barriga ele para no cós do short dela.
— Não! Steve você não vai... — Ela começa a falar, mas os dedos dele deslizam para dentro da calcinha dela, o contato dos dedos dele com o clitóris dela a faz parar bruscamente no meio da frase.
— Não vou o que, Natasha? — ele pergunta começando a movimentar o clitóris dela.
— Filho da Puta! — sussurra e olha pra ele incrédula enquanto tenta segurar os gemidos em seu corpo.
Uma aeromoça passa por eles, alheia ao que está acontecendo.
Steve sorri para a aeromoça, equanto Natasha esconde o rosto no peito dele, para a aeromoça não estranhar a expressão no rosto dela.
O loiro desce mais seus dedos até a entrada dela, introduzindo o primeiro dedo. Ele beija Natasha para conter o gemido de exitação que ela dá ao sentir esse movimento.
A respiração dela começa a ficar ofegante, e seus gemidos baixos cada vez mais frequentes.
Steve introduz outro dedo, enquanto continua com o lento vai e vem que ele faz dentro dela.
Quando o loiro penetra o terceiro dedo, Natasha começa a sentir dificuidade de respirar. A pouca velocidade dos dedos do Steve na entrada dela, faz com que as ondas de prazer se espalhem lentamente por todo o corpo dela.
— Steve me beija! — ela sussurra com dificuldade quando sente que seu orgasmo está próximo.
Steve a beija rapidamente e sente quando ela se aperta entre seus dedos e desfalece em seus braços, com o orgasmo.
Os dois ficam um tempo em silêncio, sem falar nada. O silêncio estava confortável.
— Natasha? — ele pergunta quebrando o silêncio.
— Steve! Isso foi incrível! — ela sussurra sorrindo — Mas que merda você estava pensando? — o sorriso se torna um rosto furioso.
— Eu não estava pensando em nada além de proporcionar praser em minha esposa! — ele diz fazendo pouco caso.
— As pessoas podem ter visto! — ela fala insegura, olhando para os outros passageiros.
— Está todo mundo dormindo! Não se preocupe... — ele diz olhando nos olhos dela.
— Ta! Mas só por que eu adorei! — ela diz se virando completamente para ele e o beijando.
(...)
— Jane! Amor! Acorda! — diz Thor chacoalhando a morena delicadamente.
Jane abre seus olhos irritada, mas sua feição muda rapidamente ao perceber onde estava.
— Thor? Nós chegamos? — ela pergunta ao olhar para os lados e não encontrar ninguém no avião.
— Sim, amor! Vem! Levanta. — ele diz extendendo as mãos para ela.
Os dois haviam dormido demais, e quando o avião pousou, estavam no sétimo sono. Thor foi acordado por uma moça morena, de olhos azuis, que sumiu logo depois.
Os dois descem do avião, indo em direção à esteira onde as malas estavam sendo despachadas.
Por conta do atraso deles, as malas deles eram quase as únicas na esteira, com exceção da mala de um senhor, que tentava insistentemente puxar a mala, mas sua força não era o suficiente para move-lá, e uma mala preta Grande, que não parecia pertencer à ninguém.
Thor puxou sua mala Verde e logo depois a puxou a rosa, da Jane. Antes de irem em direção à saída, ele ajuda o senhor com a mala.
— We willen naar het hotel Mövenpick! (Queremos ir ao hotek Mövenpick!) — diz Jane ao entrarem no táxi. Thor a olha surpreso.
— Ja, mevrouw! (Sim, senhora!) — responde o taxista.
— Você fala Holandês? — pergunta Thor, que já estava pronto para fazer uma mímica estranha torcendo para o taxista entender, mas parece que não seria precioso.
— Ja! (Sim!) — ela responde — Tive que fazer um curso de dois meses aqui em Amsterdã. Aqui tem um dos melhores cursos de ciência aplicada! — Jane estava orgulhosa de si mesma, e Thor estava orgulhoso dela!
(...)
Pepper e Tony descem por uma saída especial, apenas para os passageiros da primeira classe. Quando desceram do avião, as malas deles já estavam a espera, então eles só tinham que encontrar um Táxi.
— Tony... Eu estava pensando... Você por um acaso fala Holandês? — Pepper pergunta apreenciva. Eles estavam a vinte miutos procurando um táxi, mas nenhum táxi parava para eles.
— Não... Por que? — ele responde olhando os carros a procura de mais um táxi.
— Não sei... Talvez por que Holandês é a língua dos países baixos, consequentemente a língua de Amsterdã! — ela grita furiosa. Como assim ele a trás para um país cuja a língua ele nem sabe.
— Eu estou brincando, querida! Minha mãe me fez aprender 5 línguas quando pequeno. Eu odiei na época, mas agora eu agradeço! — ele revela. Pepper sorri super aliviada.
— Quais línguas? — a curiosidade dela era palpável.
— Bem... Holandês, Francês, Italiano, Latin e Espanhol! — ele responde
— Taxi! — grita Tony para o carro Branco. O táxi para e eles entram rapidamente — Ons naar het hotel Mövenpick! (Nos leve ao hotel Mövenpick!) — o Taxista assente com a cabeça e da partida no carro.
— Não sabia que Holandês era uma língua tão sexy! — a loira sussurra no ouvido de Tony. Ele sorri malicioso, gostando do que ouviu.
(...)
— Steve! Vamos pegar um táxi! Eu preciso muito ir pro hotel... Quem sabe te agradecer pelo o que você fez no avião... — Natasha diz.
Os dois estavam parados na saída do aeroporto sem fazer nada. Natasha estava entediada.
— Não podemos! Minha mãe disse que contratou um motorista, então vamos espera-lo! — ele responde Calmo.
— Mas eu estou entediada...— ela fala e se aproxima — estou exitada também... — o resto da frase é dito em um sussurro.
— Eu sei! Mas vamos ter que esperar até o motorista! — o sorriso malicioso de Natasha murcha.
Dez minutos se passam, e o motorista ainda não tinha chegado. Natasha levanta do Banco em que estavam, e sai impaciente.
— Aonde você vai? — Steve pergunta rapidamente.
— Na cafeteria! — ela diz entrando no aeroporto novamente. Steve bufa e se senta novamente.
Natasha entra na fila da primeira cafeteira que viu, ela espera alguns minutos e logo é a vez dela.
Como ela não sabe falar Holandês, ela faz uma mímica e aponta para o que ela quer, depois levanta dois dedos mostrando quantos cafés ela quer.
A atendente balança a cabeça, indicando que entendeu o pedido da ruiva.
— Também não tenho ideia de como falar essa língua! — diz um homem Moreno de olhos azuis que apareceu do nada.
— É... — ela responde não muito interessada.
— Qual é? Não vai nem me responder direito? — ele insiste. Natasha vira pra ele irritada.
— Eu não estou a fim de falar com você, então da pra parar de insistir? Obrigada! — ela diz. A atendente entrega os cafés e Natasha paga, pegando as bebidas e andando pra longe.
— Ei, ei, ei! — ele a puxa pelo braço — Conversa comigo! — ele diz autoritário. Natasha tenta livrar seu braço, mas não tem sucesso.
— Ela não quer conversar com você! Será que não entendeu ainda? — Steve diz, tirando a mão do homem do braço de Natasha.
— Sai daqui! Ninguém te chamou na coversa! — o homem diz irritado.
— Senhor, ninguém precisa me chamar na conversa! Você está falando com a MINHA mulher aqui, e pela cara dela, ela não quer falar com você... — ele diz enfatizando o "minha" na frase — ... então quem tem que sair é você! Se te encontrar de novo, eu juro que acabo com você! — ele termina a frase passando o braço pela cintura da Natasha e a levando até a saída. Deixando um homem confuso e irritado pra trás.
— Steve? — Natasha pergunta olhando para o marido, que ainda a arrastava para fora do aeroporto — Steve! — ela exclama parando de andar, fazendo com que ele pare também.
— Que foi, Natasha? — ele pergunta sem esconder sua cara de indignação. Ela tenta falar, mas ele a atropela — Não vou deixar de ser ciumento! Eu não admito que dêem em cima da minha mulher! Parece que é cego e não viu sua aliança! Temos que fazer algo sobre isso... Amanhã vamos sair pela cidade e achar uma aliança bem grande pra você e... — Natasha o interrompe, colando seus lábios nos dele. Steve fica surpreso, mas logo corresponde ao beijo. Natasha suga a língua de Steve e finaliza o beijo mordendo o lábio dele levemente.
— Nossa! — ele diz respirando fundo, pois o beijo o deixou sem ar — Esse beijo foi para...? — ele pergunta deixando a resposta para que ela responda.
— Agradecer, Presentear, Agradar, Diminuir minha vontade de transar... Você escolhe a resposta! — ela sorri.
— E por um acaso esse beijo diminuiu sua vontade de transar? — ele perfunta duvidoso. Aquele beijo só o fez querer agarra-la e fazer ali mesmo.
— Não! — ela sussurra na orelha dele e depois mordisca um pouco o lóbulo.
— Foi o que eu pensei... — ele sorri — Vamos o motorista está esperando! Eu fui te chamar quando vi aquele idiota dando em cima de você! — ele exlica, terminando a frase com ódio.
— Então vamos! — ela diz ignorando o fim do comentário e entrelaçando sua mão na dele.
(...)
— Thor esse hotel é lindo! — diz Jane olhando a fachada do hotel. Ela dá o dinheiro para o taxista e agradece, indo em direção a porta de entrada.
— É mesmo! — ele diz indo atrás dela. Eles entram no hotel e Thor e Jane andam até a recepcionista — Amor, pergunta pra ela onde é o banheiro?
— Hi! Goedemiddag! (Oi! Boa tarde!) — Jane diz para a recepcionista.
— Goedemiddag. (Boa tarde.) — a mulher responde.
— Is dat mijn vriend wil weten waar het herentoilet. (É que meu namorado quer saber onde é o banheiro masculino.) — Jane diz e a mulher aponta para duas portas, uma do lado da outra.
Jane agradece e ela Thor vão em direção aos banheiros. Jane entra na porta com a placa vermelha e Thor na com placa azul.
Thor entra rapidamente e vai direto para o miquitório. Ele estava pronto para abrir a calça, quando uma voz conhecida chama sua atenção.
— Thor? — o loiro encara a pessoa desacreditado.
— Tony? — ele pergunta. Os dois se olham confusos e intrigados — O que está fazendo aqui? Eu achei que você fosse ir para Nova Iorque!
— Eu decidi fugir com a minha namorada por algumas semanas! E você, qual sua disculpa? — Tony estava irritado. O motivo da fuga era ficar bem longe de qualquer alma conhecida.
— O mesmo... — o loiro diz frustrado. Ele respira fundo — Cara, eu não quero passar minha escapada pra ficar com minha namorada com você!
— O que vamos fazer? — Tony põem a mão no queixo pensativo — Que tal fingirmos que não nos vimos? Elas não precisam saber!
— Boa ideia! Onde Pepper está? — Thor pergunta torcendo para ela não estar no banheiro.
— No banheiro... — Tony diz normalmente.
— Merda! — o loiro grita — Jane também está lá... Com certeza já se viram e estão planejando umas comprinhas em Amsterdã! Já vi tudo...
— Por que, em todos os lugares do mundo, vocês tinham que vir bem no que a gente escolheu? — o Moreno fala mais pra si mesmo.
— Tirou todas as palavras da minha boca! — Thor diz vendo Tony sair do banheiro.
Quando ele sai do banheiro, começa a procurar a Jane. Anda pela recepção preocupado, sem saber onde ela estava.
— Desculpe! — um homem Moreno de olhos azuis diz ao trombar com ele — Eu estava distraído...
— Tudo bem... — ele dá de ombros. O homem sorri e sai andando até uma mulher também morena, que lhe era muito familiar...
Thor decide ignorar e continua a procurar pela namorada. Ele a encontra encostada em um pilar.
— Já fiz o check-in e nossas malas já foram mandadas pro quarto! — ela diz normalmente.
— Que bom... — Thor fala desconfiado — Você não encontrou ninguém no banheiro né? — ele pergunta. Jane franze a testa confusa.
— Não... Você encontrou? — ela pergunta estranhando o comportamento dele.
— Não... — ele diz — Vamos pro quarto? — fala mudando de assunto.
Jane tinha se encontrado com Pepper no banheiro, e as duas decidiram fingir que não se viram, pelo menos no começo da viagem, para não estragar os planos dos namorados.
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