Give Me Strength to Press On
19 What the Fuck?
Notas iniciais
— Steve... Eu já disse que amo a sua mãe, não é? — Natasha pergunta olhando para o quarto do Hotel — Ela conseguiu achar um quarto melhor que o último! — Steve olha a animação de sua mulher com um sorriso de lado.
O quarto era realmente lindo. Tinha uma suíte gigante e um banheiro com uma banheira que parecia uma piscina. A sala era linda, cheia de móveis brancos e com uma lareira.
A sala tinha também portas de vidro que davam para uma varanda, que tinha uma vista de toda Amsterdã.
— É, minha mãe é demais! — ele diz se aproximando da ruiva. Steve passa os braços ao redor do corpo dela e a trás pra perto. Ele abaixa a cabeça no nível do ouvido dela — Vamos estreiar o quarto? — sussurra, enquanto aperta mais contra a sua cintura.
— Não! — Natasha diz, dando um selinho nele e se afastando — No caminho pra cá eu comecei a pensar! Eu tive uma dúvida! Embora seja bem estranha, está realmente me incomodando — ela termina a frase e se joga no sofá.
— No caminho pra cá, nós estávamos quase transando no carro! — ele diz confuso.
— Eu sei! Mas eu quero muito saber uma coisa sobre você! — ela faz um biquinho, enquanto reclama.
— Tudo bem! — ele suspira rendido, se jogando no sofá — O que quer saber?
— Ok! — ela se ajeita no sofá, se virando pra ele — Você me achava atraente? Quer dizer, antes de... Tudo isso? — ela diz se referindo ao casamento. Steve começa a rir — Steve? O que foi? — ela pergunta confusa.
— Você me perguntou mesmo isso? Assim, de verdade? — ele exclama ainda sem parar de gargalhar. Natasha cruza os braços no peito e olha pra ele irritada — Natasha! — ele segura o rosto dela com as mãos, a fazendo olhar pra ele — Eu já tive uma ereção nas salas de reunião umas quinhentas vezes, principalmente quando você usava aquela saia azul escura! Meu Deus, essas saias deviam ser proibidas! — ele pondera por um instante — Já te chinguei mentalmente milhões de vezes por ser tão gostosa...
— Sério? — ela diz sorrindo — Então aquele dia que eu derrubei o portfólio mensal e me abaixei pra pegar... — ela não completa a frase.
— Sim! Eu precisei ir no banheiro pra me acalmar naquele dia! Isso responde a sua pergunta? — a ruiva balança a cabeça positivamente — E você, Já teve algum momento desse tipo por minha causa? — ele pergunta.
— Alguns? — ela suspira — Tive vários! Você não tem ideia de quão atrativa sua bunda fica naquela calça social! — ela diz lembrando — E eu adoro suas camisas sócias! Seus músculos não se escondem atrás daquele pano! — ela sorri safada.
Steve não fala nada, apenas se aproxima dela até tocar em seus lábios, a beijando suavemente.
— Podemos estreiar esse quarto agora? — ele pergunta sem se afastar. A malícia pingando em cada palavra.
— Só se for na banheira! — ela diz sorrindo maliciosa e mordendo o lábio.
Steve sorri de lado levantando do Sofa e indo até a suíte, entra no banheiro e abre a torneira e regula a água até ficar morna.
Natasha vai atrás do marido, mas, diferente dele, ela se livra de todas as peças de roupa de seu corpo.
Quando ela entra no banheiro, Steve está agachado ao lado da banheira. Ele estava de costas, então não a vê.
A Ruiva se aproxima dele lentamente, sentando na beirada da banheira.
Steve passa os olhos por todo o corpo da mulher. Ele se aproxima e beija o pescoço dela lentamente, enquanto passa a mão nas costas dela.
Natasha levanta a blusa do loiro até que ela passe pela cabeça dele, indo para o chão logo em seguida. Ela observa a perfeição do corpo dele com olhos famintos.
Ela se inclina para trás devagar, caindo na água morna da banheira. Ela se afasta até chegar na borda paralela a que estava sentada.
Steve arranca a calça rapidamente, e recebe um olhar indiscreto da ruiva.
— Steve! — ela sussura roucamente. O loiro se arrepia em exitação ao ouvir seu nome nos lábios vermelhos de sua mulher. Ele entra na banheira rapidamente, e a beija ferozmente, como se o beijo dela fosse oxigênio.
— Natasha! O que é que você faz comigo? — ele pergunta. Steve não se controla perto dela. Como se ela fosse um imã, que o puxa incessantemente para perto dela.
Ele a beija novamente e leva suas mãos para a cintura dela, apertando o pequeno corpo contra o dele.
— Steve! Vamos com calma! — Natasha se separa, olhando o loiro nos olhos.
Ele a beija calmamente, mostrando que entendeu o que ela queria.
Natasha sorri entre o beijo, fazendo com que ele também o faça.
Ele desce os beijos para o pescoço dela e do pescoço passa para os seios. Ele morde delicadamente o bico do seio direito, fazendo Natasha levar as mãos para o cabelo dele e puxar os fios loiros, aproveitando aquela sensação.
Steve logo fica satisfeito e começa a descer os beijos para a barriga.
— Ainda não! — ela diz empurrando Steve para a outra borda. Ela sorri maliciosa e o beija avidamente. Steve retribui o beijo da mesma forma.
Natasha leva as mãos do cabelo, para o peito do loiro. Ela sente cada músculo do peito dele, apertando. Ela desce as mãos para o abdômen dele, delirando ao sentir os gominhos em seus dedos.
— Por que raios você é tão gostoso? Isso deveria ser um crime! — ela reclama olhando pra ele. Steve sorri abertamente e Natasha bufa — Cala a boca! — ela o beija novamente.
— Nat, eu sei que concordamos em ir devagar, mas eu não estou aguentando mais! — ele sussurra no ouvido dela — Eu preciso de você! — ele sussurra novamente. Natasha se separa dele e o encara sorrindo de lado.
— Então vem pegar! — ela diz sensualmente. Steve se aproxima para agarra-lá, mas ela se joga rapidamente contra a borda, fazendo Steve agarrar o ar.
Ela passa por trás dele, o empurrando pra frente e se livrando dele. Steve a encara com um olhar desafiador. Ele se aproxima dela lentamente, chegando cada vez mais perto.
Natasha tenta dribla-lo, mas ele a impede, a prendendo contra ele e um dos cantos da banheira.
— Peguei! — ele sussura a beijando. Ele separa as pernas dela e a preenche rapidamente. Os dois gemem com a sensação, extasiados.
— Steve! — a ruiva geme alto, sem conseguir se controlar. Ele aproxima os rostos depositando um selinho nos lábios dela e gruda suas testas, começando a se movimentar dentro dela.
Natasha leva suas mãos até as costas dele e finca suas unhas nelas, tentando controlar o prazer que a domina.
Steve passa suas mãos da cintura para a bunda dela, abrindo mais as pernas dela.
A água da banheira fazia ondas conforme as investidas de Steve, e, como nenhum dos dois tinha fechado a torneira, a água começava a vazar.
Steve aumenta o ritmo conforme seu orgarsmo vai chegando, fazendo Natasha contorser o rosto e gritar, sentindo os espasmos do orgasmo em seu corpo.
Steve goza em seguida, se libertando dentro de Natasha.
(...)
Haviam se passado dois dias desde que todos chegaram em Amsterdã.
Steve e Natasha não saim do quarto para nada. Eles ficavam apenas aproveitando a companhia um do outro.
Thor e Jane eram o oposto, saiam todos os dias de manhã e só voltavam a noite. Passavam os dias visitando pontos turísticos.
Tony e Pepper, por outro lado, não comseguiam mais passar dois segundos juntos que já queriam se matar. Tony não entendia o porquê da sua namorada estar tão irritada com ele.
O Moreno estava sentado no sofá assistindo um filme qualquer, quando decidiu que iria falar com o Thor. A Situação dele com a Pepper precisava mudar, ele não ia aguentar mais aquelas brigas.
Ele levanta certo do que pretende fazer.
— Pep, querida, quer alguma coisa? Vou sair! — ele diz abrindo a porta do quarto lentamente.
Pepper estava deitada na cama do quarto, coberta até o pescoço. As janelas estavam fechadas fazendo o quarto ficar escuro.
— Não! — ela responde logo em seguida, virando o rosto para o lado.
— Ok... — ele diz ignorando o tom irritado dela e fechando a porta.
Ele sai da suíte apressado, pega o elevador até o andar do Thor, precisa muito conversar com alguém.
Ele bate na porta da suíte e abre a porta da escada de imcendio, deixando apenas uma fresta para ver se será o Thor ou a Jane que abrirá a porta.
Ele observa a porta abrir lentamente e uma cabeça loira sair de dentro dela. Era Thor.
— Thor! — ele sussurra. Thor direciona seu olhar pra ele completamente confuso.
— Sai daqui! — o loiro sussurra de volta.
— É urgente! Por favor! — Tony implora.
— Espera! — Thor sussurra e entra no quarto novamente. Depois de alguns minutos ele aparece novamente, se dirigindo à escada de incêndio — Não precisa ser rápido! Eu disse pra Jane que o diretor do hotel estava me chamando pois algo tinha dado errado no sistema e eu ia ter que dar nossas informações novamente... — ele diz sorrindo, orgulhoso de sua mentira.
— Ótimo! — o Moreno suspira — A Pepper está muito estranha! Não fala comigo quase nunca e passa o dia inteiro deitada no quarto! Eu não estou entendendo o que eu fiz de errado! O que eu fiz pra deixar ela daquele jeito? — ele estava desesperado. Thor o olha com pena.
— Cara, olha, eu não sou muito bom nesse tipo de coisa, sabe... — ele suspira. Tony o olha desesperado, Thor era a única esperança no momento — Tenta conversar com Ela! E seja lá qual o problema dela, faça de tudo para ajudar! — ele termina.
Tony o olha agradecido.
— Vamos tomar uns drinques? — Tony implora. Thor balança a cabeça positivamente. Os dois abrem a porta da escada de incêndio, mas Thor puxa Tony pra trás ao ver Jane no corredor.
— O quê? — Pergunta Thor para si mesmo. Ele observa ela entrar no elevador e apertar o botão do andar 14.
— Cara, esse é o meu andar! — Tony diz confuso — Será que...— ele não termina a frase, apenas deixa no ar, pois os dois pensam o mesmo.
— Não! Quer dizer, elas não... — diz Thor. Os dois se olham e saem correndo pelas escadas. Depois de subirem desesperadamente os quatro andares de escada que separavam seus quartos, eles chegam a tempo de ver Pepper deixando Jane entrar na suíte.
— A quanto tempo será que elas sabem? — Tony pergunta mais pra si mesmo.
— Eu acho que desde do banheiro! — o loiro diz desconfiado. Os dois esperam elas entrarem para grudar os ouvidos na porta, na esperança de ouvir qualquer coisa.
— Eu aproveitei que o Thor foi arrumar um problema que deu com as informações do Hotel e vim t...
— Jane! Eu preciso muito falar com você! É super importante! — Pepper corta a amiga com lágrimas.
— Nossa! O que aconteceu? — a morena pergunta preocupada. A cara da amiga estava horrível. Aquela moça alegre e feliz tinha sumido — O Tony fez alguma coisa? Foi o Tony não é? Ele vai ver!
— Não! Ele não fez nada! Ele até que está sendo ótimo! — ela da uma pausa, organizando seus pensamentos — Bem... Ele fez algo sim... Na verdade... — ela suspira, deixando as lágrimas, que até então estavam presas, rolarem incessantemente por sua face — Nós dois fizemos. E eu não sei o que fazer! Ele não vai aceitar!
— Como assim?! Não vai me dizer que você está... — Pepper a interrompe.
— Eu estou grávida! — ela diz sem controlar o choro. Jane a olha incrédula.
— Desculpa, você está o que? — Tony diz após arregaçar a porta e invadir o quarto. Ele estava pasmo, sem saber como reagir diante daquela revelação.
Pepper ajoelha no chão e começa a chorar. Jane olha para Thor, que está logo atrás do Tony. Eles trocam um olhar cúmplice.
— Eu e o Thor... nós vamos... lá fora! Fiquem a vontade! — Jane diz puxando o loiro pra fora.
— O que você estava pensando quando não me contou? — Tony diz quando a porta é fechada.
— Eu sabia! Eu sabia! Eu sabia! — Pepper diz repetitivamente enquanto passa a mão nos cabelos desesperada — Sabia Que não iria querer essa criança! — Tony tenta falar, mas ela o corta — Presta atenção, Antony Stark! Eu vou manter essa criança, está ouvindo! E nenhum dinheiro que você possa me oferecer vai me fazer mudar de ideia! — Pepper grita pra ele. Tony a olha incrédulo e extremamente magoado.
— Então é isso que você acha que eu vou fazer? Você acha que eu vou simplesmente te largar? Largar meu filho? — ele respira fundo encarando os olhos inchados da mulher na sua frente — Não achei que essa fosse sua impressão sobre mim! Achei que você me conhecia! Achei que me amasse... — ele diz e anda até a porta — E eu não vou abandonar essa criança! — ele grita.
Passa por Thor e Jane no corredor e chama o elevador.
— Tony, onde você vai? — Thor pergunta preocupado. O amigo estava abatido e magoado.
— Beber! — ele diz entrando no elevador em seguida.
Tony chega no bar do Hotel e senta em um dos bancos.
— O que deseja, senhor? — o barman pergunta se aproximando.
— O que você tiver de mais forte! — Tony murumura sem olhar para o homem.
(...)
— Steve! Vamos sair pra jantar hoje? No restaurante do hotel? — Natasha pergunta.
— Tudo bem! — ele concorda.
Os dois ainda estavam na banheira, Steve apoiando as costas na lateral e Natasha apoiando-se nele. Steve estava com as mãos na cintura dela e Natasha estava entre as pernas dele.
— Um dia nós vamos ter que sair daqui! — Natasha comenta apoiando a cabeça no peito do loiro.
— Eu sei! — ele diz fechando os olhos.
— Daqui a pouco vou parecer uma idosa de tão enrugada! — ela cantarola.
— Talvez... — ele diz, apertando o corpo dela contra o dele.
— Amo quando me aperta contra você! — Natasha revela sorrindo. Ela se sentia segura nos braços dele, como se enquanto os braços dele estiverem ao redor dela, nada de ruim poderia acontecer.
— Sério? — ele pergunta curioso. Natasha balança a cabeça confirmando. Steve abre os olhos e a aperta mais contra si — Eu amo você! — ele sussurra no ouvido dela.
— Eu também... te amo! — ela diz, virando de frente pra ele é depositando um beijo casto em seus lábios — Mas, agora vamos sair! Tenho que me arrumar para o jantar de hoje! — ela exclama levantando da banheira e saindo de dentro dela rapidamente.
Natasha se seca e se enrola em um roupão. Depois de fazer o cabelo e a maquiagem, veste sua roupa, e sai de dentro do quarto, indo pra sala onde um Steve pronto a aguardava.
— Você está linda! — ele exclama ao ve-la. Natasha usava um vestido preto, com um decote médio em V e um rasgo na perna direita. As costas estavam nuas. Ela usava um salto Preto.
— Você também! — ela nunca tinha visto um ser humano que ficasse tão lindo de terno quanto Steve fica.
Eles saem do quarto e pegam o elevador.
(...)
— Então sua namorada está gravida e acha que você não quer o bebê!? — o barman pergunta, resumindo a longa história que Tony o tinha contado.
— Yeeeeeeeep! — ele responde meio embolado pela bebida.
— E você está magoado por que não achava que ela pensasse essas coisas sobre você! — o barman conclui sorrindo por entender o problema do cliente.
— Exatamente! — ele exclama desanimado — Enche de novo! — Tony estende seu copo em direção ao barman, que pega o copo.
— Posso te fazer uma pergunta? — Tony balança a cabeça lentamente confirmando.— Por que raios você não está lá enfiando na cabeça dela que a ama, e que não vai deixar o bebê? — ele diz entregando o copo cheio de vodca pra ele.
— Por que... por que... Eu não quero falar com ela agora! — ele diz e bebê o líquido.
— Senhor, Amanhã pode ser tarde demais... — o homem diz.
— Você está certo! Eu a amo e vou lutar por ela! — Tony exclama levantando o copo. Ele bebe a bebida e se levanta rapidamente.
— Espera! — o homem diz — Tenho certeza que amanhã não vai ser tarde demais! Vá amanhã quando não estiver bêbado! — ele muda de ideia ao lembrar que ele está a uma hora bebendo os mais diversos tipos de bebida.
— Sabe! Vou te contratar como meu terapeuta! O meu atual é um pé no saco! Você pelo menos me deixa beber! Qual é o seu nome? — Tony diz e o barman sorri.
— Clint! — ele diz — E esse é seu último drink! Você vai me agradecer de man... — Tony o interrompe.
— Nossa! Incrível! Aquele casal parece muito com dois amigos meus! Eles acabaram de se casar e estão em Lua-de-Mel viajando pela... Europa — Tony da uma pausa, juntando os pontos em sua cabeça.
— Tony? Você está bem? — Clint pergunta estranhando a cara do Moreno. Mas ele não responde, apenas levanta cambaleando em direção ao casal.
— Ruivinha? Steve? — ele grita se aproximando do casal que o olham confusos — Vocês estão aqui também!! — o tom dele era animado e ele abraçou os dois, apertando o casal.
A única coisa que passava na cabeça dos dois era: "QUE MERDA ESTA ACONTECENDO AQUI?"
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