Notas iniciais
Hey! Hey! Hey! Who? Meeee! Desculpa gente, to muito feliz hoje, então.... Capítulo que terminei agorinha!! Espero que gostem!!

— Não! — Natasha fala ao sentar no sofá com um pote de pipoca. Steve segura a mão a centímetros do pote.

Depois da pequena e confusa briga deles, Natasha teve a brilhante ideia de assistir um filme, indo contra a ideia de Steve de sexo de reconciliação.

— Você não vai me deixar comer? — ele pergunta se fingindo de ofendido.

— Você quer? Faz pra você! Essa é minha! — ela fala agarrando o pote e virando de costas pra ele.

— Ou... — ele dá uma pausa — Eu posso arrancar ela de você! — Steve a puxa pela cintura e a trás para seu colo, fazendo algumas pipocas caírem no chão e no sofá.

— Ei! — ela exclama ao sentir suas costas se chocarem com o peito dele.

Steve leva sua mão para o balde de pipoca e pega um punhado, enfiando o mesmo na boca logo em seguida.

Natasha tenta sair do colo dele mais ele a puxa pra perto assim que sente o movimento dela.

— Não! — ele repete o que ela usou anteriormente — É minha! — ele fala enfiando outro monte de pipoca na boca e apertando os braços ao redor dela.

— É injusto! Sua mão é maior! Você vai comer mais! — ela fala apontando para o novo punhado grande de pipoca na mão dele — Você não pode falar que a minha pipoca é sua e acabar com ela! — ela faz um beicinho infantil e cruza os braços por cima dos dele, que estavam segurando sua cintura.

— Eu não estava falando da pipoca, Nat. — Steve sussurra no pé da orelha dela.

Natasha demora uns segundos para entender do que ele estava falando, mas quando percebe não evita de dar um sorriso. Ela faz uma cara séria e e vira o rosto pra ele.

— Você está dizendo que acha que eu tenho dono? — ela fala em um tom baixo, fazendo o som sair rouco. Natasha pega o pote de pipoca e o coloca na mesinha de Centro, se ajeitando melhor no colo dele.

— Não. Estou dizendo que tenho certeza que você tem dono! — Steve devolve com o mesmo tom. Os rostos estavam tão próximos que quando mexiam os lábios, eles se tocavam levemente.

— Você tem dona? — ela pergunta encarando os olhos dele com falsa inocência.

— Só se você quiser ser... — Steve fala não deixando brechas para Natasha responder, pois prensa seus lábios nos dela.

O beijo começa a se tornar selvagem, e Natasha se aperta cada vez mais no peito de Steve procurando por mais contato. Os bicos dos seios de Natasha se excitam com a fricção que o peito do loiro faz, ainda separados pelas roupas.

Steve aperta a mão ao redor da cintura dela louco para tocar cada parte do corpo dela.

Natasha tira a camisa dele, expondo o corpo bem delineado. Ela beija cada parte que consegue do peito dele e volta para o pescoço, deixando um rastro quente e ao mesmo tempo molhado por onde passava.

Steve puxa a camisa dela pra cima, dando um jeito de arrancar o top que ela usava junto com a mesma. Os seios de Natasha se revelam, fazendo a ereção de Steve se tornar maior ainda.

Steve abocanha um dos seios bem no momento que a campainha toca. Ele encara Natasha com ódio nos olhos. Natasha exibia a mesma sensação em seus olhos.

— Vai para o quarto e me espera lá! Vou mandar seja quem for que está na porta para o inferno. — o loiro fala, arrancando uma risada da Ruiva.

— Não demora! — Ela sussurra antes de beijar ele sensualmente e sair rebolando sem sutiã pela casa.

Steve encara a cena perplexo e corre até a porta pronto para esmurrar quem quer que fosse.

— Oi Steve eu... — Wanda começa a falar assim que vê a porta abrir, mas tudo que ela estava pensando some ao perceber que ele estava sem camisa, deixando a mostra cada músculo — Eu... eu... — ela repete tentando não encarar o peito dele.

— Oi, Wanda! — Steve estava apenas com metade do corpo aparecendo, sua cintura estava atrás da porta com o intuito de esconder a ereção não muito discreta dele — Pode voltar depois? Estou atrasado para uma reunião de emergência e preciso tomar um banho e sair logo! Não queremos que eu perca o emprego, não é? — ele pergunta.

— Cla... Claro que não! — ela se força a responder, já que sua mente não funcionava muito bem naquele momento.

— Tchau! — Steve fala fechando a porta na cara dela e saí em disparada na direção do quarto — Nat? — ele pergunta estranhando o barulho do chuveiro.

Ele entra no banheiro devagar, se deparando com a Natasha deitada completamente nua na banheira, que estava quase cheia.

— Por que demorou tanto? — ela pergunta levantando e se aproximando dele, mais ainda dentro da banheira.

— Não sei... — ele fala grudando seus lábios nos dela com desespero.

Natasha sorri contente por saber que ele pode ficar desesperado dessa forma por causa dela.

Ela leva as mãos para a calça dele e a tira de uma vez, levando a cueca junto. Deita na banheira novamente esperando que ele faça o mesmo.

Ele deita por cima dela, a beijando novamente enquanto vai agarrando o corpo dela com os braços.

Steve beija o pescoço dela e vai descendo. Passa novamente pelos seios, sentindo os bicos dela com a língua.

Natasha geme de forma aguda com o contato quente da boca dele em seus seios. Ela leva as mãos para os cabelos dele, os apertando.

Depois de dar atenção para os seios, ele continua sua trilha de beijos até chegar na intimidade dela. Ele beija lentamente a mesma, sentindo o seu gosto e a temperatura quente.

Natasha grita de prazer quando ele começa a enfiar a língua lentamente nela, subindo até o clitóris e voltando para a entrada repetidamente.

Steve agarra a coxa dela e a levanta, pois a água, que estava chegando na metade da banheira, começa a atrapalhar.

Em pouco tempo ela goza violentamente na boca dele, falando palavras incompreensíveis misturadas de gemidos.

— Steve! — é a única coisa que ela fala depois de recuperar o fôlego. Ele sorri se apriximando novamente dela e a beijando.

— Natasha! — ele geme. Seu membro estava dolorido de tão ereto e ele não iria aguentar mais muito tempo sem se descontrolar e a agarrar.

Natasha sabia disso, então simplesmente levou a mão para debaixo d'água e tocou a cabeça do pênis dele com o dedo, esfregando levemente.

O toque foi o suficiente para que os olhos dele se tornassem escuros e ele a jogasse na borda da banheira de pernas abertas. Ele a segura pela bunda com uma das mãos e a outra coloca do lado da cabeça dela, na borda.

— Steve... — ela diz entre um gemido de antecipação. Ele a encara fixamente e enterra seu membro sem dó. O movimento arranca gemidos dos dois, que ainda mantém os olhos fixos.

Ele continua os movimentos repetidos, fazendo os gemidos dela se misturarem com o barulho da água e do rangido da banheira no chão.

Natasha grita uma última vez sentindo milhões de ondas de prazer atingir o corpo inteiro dela, do fio de cabelo até a unha do pé.

Steve goza logo em seguida, sentindo seu corpo cair mole sobre o de Natasha.

— Você tinha razão! — Natasha fala e sente Steve sair de dentro dela.

— Que? — ele não entende o que ela quer dizer.

— Sexo de reconciliação é muito melhor! — Natasha arranca uma gargalhada do loiro.

(...)

— Nat... — Steve fala olhando para a janela. Eles estavam sentados no sofá abraçados. Natasha estava deitada no peito dele e ele estava apoiado no braço do sofá.

— Oi? — ela fala levantando a cabeça para olha-lo. Steve hesita um pouco antes de continuar.

— Eu sei que você está evitando a caixa pois ela te traz más lembranças, mas eu sinto que você está escondendo um segredo de mim e isso não é justo, pois eu confio em você. Te conto tudo... — Steve sabe que está em terreno perigoso, mas quer muito saber o que a fez chorar tanto.

Natasha suspira incomodada, se mechendo no sofá até estar de frente com ele.

— Eu quero te contar! Mas tenho medo... — Natasha da uma pausa — Só a Pepper sabe, e eu... — Steve a interrompe.

— Você tem medo que eu não consiga lidar com o seja lá o que você quer me contar, não é? — ele recebe um aceno dela, confirmando suas suspeitas — Nat! Confia em mim! — ele repete levantando o queixo dela e a fazendo olha-lo.

— Tudo bem! — ela fala respirando fundo e levantando do sofá. Ela anda até a mesa de jantar, sentando novamente na frente da caixa, que tinha ficado intocada no mesmo lugar por dias, e pedindo para ele sentar ao seu lado.

— Essa caixa eu ganhei quando eu nasci... — ela toca na tampa da caixa, passando os dedos pelas letras em Russo — Está escrito Natália, como você já deve ter imaginado. — os olhos dela se enchem de lágrimas, mas ela às limpa rapidamente — Eu nunca conheci meu pai. Ele morreu quando eu tinha dois anos, de pneumonia. — ela para um segundo tomando ar.

— Sinto muito, Nat! — Steve fala sentindo a dor que ela sente se espalhar pelo ambiente.

— Espera! Não é a pior parte! — ela olhava para o nada, o olhar estava vazio, diferente da voz que estava carregada de tristeza — Nós éramos ricos, e depois que ele morreu todo o dinheiro dele foi para o meu Tio. Então eu e a minha mãe fomos morar na casa dele. O único pedido dele foi que, em troca da moradia, ele casaria com a minha mãe. Ela aceitou e eles se casaram. — ela dá uma pausa — Eu cresci com meus primos mais velhos e os dois filhos que meu Tio teve com a minha mãe, eu era a única menina. Minha mãe cuidava de todos nós, sempre se preocupava e nos mimava o máximo que podia. Ela era a luz no meio de todo terror que meu Tio nos fazia passar. Ele nos obrigava a trabalhar desde os cinco anos e quem não ajudava ficava um dia inteiro preso em um quarto escuro que fedia tanto que ninguém desmaiavamos. Quando eu fiz quinze anos, ele apareceu no meu quarto e começou a falar em como eu era precida com a minha mãe. Ele falou que casou com ela por que ela era bonita e jovem, mas que ela estava ficando velha e não o encantava mais... — seus olhos voltam a encher de água, e as suas lágrimas caem descontroladamente, desesperando Steve — Ele disse eu era linda e já que era uma mocinha, estava na hora de aprender coisas novas... — Steve a abraça, não acreditando no que está ouvindo. Um ódio nasce dentro de seu peito e ele se controla para não sair batendo em tudo. Natasha se agarra no corpo de Steve, apoiando o rosto no peito dele — Ele se aproveitou de mim e da minha inocência. Ele passou a ir para o meu quarto quase todas as noites. Meus irmãos não sabiam de nada, meu Tio sabia que se eles soubessem, estava morto.

— Sua mãe... Ela sabia? — Steve pergunta se afastando o suficiente para olha-la nos olhos.

— No começo, não. Mas quando ela descobriu, ele ameaçou a minha vida se ela contasse... Então ela ficou quieta. Quando fiz dezoito anos, vi uma oportunidade de intercâmbio para cá. Depois de meses implorando, ele me deixou vir. Meus irmãos me ajudaram, ganhamos dinheiro o suficiente para eu conseguir a passagem, já que meu tio não queria pagar. Eu estou aqui, desde então. Ele acha que eu estou em um projeto para ajudar crianças na África e antes disso ele achava que eu estava na Hungria, mas na verdade eu estou juntando dinheiro para ajudar minha mãe a escapar. — ela fala, e depois do nada Natasha desaba. Começa a chorar descontroladamente e a se agarrar no Steve com força.

— Nat? — ele estava confuso — O que foi, amor? — ele a afasta e a segura pelo rosto, afastando as mechas ruivas que invadiam seu rosto vermelho.

— A caixa... — ela respira fundo — Ele sabe. Sabe que eu não estou na África. Ele descobriu onde eu estou e fez questão de deixar claro.

— Ele vai te fazer algum mal? Vai tentar te matar? Eu vou chamar a Policia! — Steve fala tudo de uma vez e se levanta.

— Não! — ela exclama e o puxa de volta — Ele não vai fazer nada comigo. Ele vai fazer com ela. Não posso deixar ele fazer nada com ela, Steve! Eu não posso! — ela chorava menos, mas a dor era a mesma em sua voz.

— Tudo bem... O que temos que fazer? — ele pergunta sem saber como agir.

— Não sei... — Natasha apoia as mãos no rosto, tapando os olhos — O que tem dentro da caixa? — ela se lembra que ainda não abriu a caixa e ainda soluçando se vira para a mesma.

Steve olha para a caixa desconfiado e se senta na cadeira novamente.

Natasha leva suas mãos trêmulas até a caixa, a abrindo lentamente.

Dentro da caixa tinham várias fotos e uma carta. Natasha tira as fotos uma a uma, analisando cada uma delas e entregando para Steve, que fazia o mesmo.

As fotos eram de Natasha e os irmão pequenos, brincando, comendo, indo pra escola e coisas do tipo. Steve encara as fotos atento. Pensando em como eles tiveram vidas diferentes.

— Essa é a única que eu tenho do meu pai! — Natasha chama a atenção do loiro, que estava concentrado em uma das fotos — Eu tinha um ano. Segundo a minha mãe, foi alguns meses antes da pneumonia. Estávamos no restaurante favorito do meu pai... — Natasha fala com a voz embargada.

— Em todas essas fotos você está sorrindo! — Steve fala feliz por saber que não foi uma vida completamente horrível. Tiveram momentos felizes no meio do terror.

— É... — ela fala perdida em pensamentos — Steve! — ela exclama assustada se levantando da cadeira — Tem algo errado... Meu Tio nunca me mandaria fotos de momentos felizes... — ela fala tentando entender o que estava acontecendo.

— O que quer dizer com isso? — se ela estava confusa, imagina ele. Steve observa Natasha olhar novamente na caixa e esticar o braço em direção a mesma. Ela pega um envelope majenta, que estavam escritos os mesmos símbolos que na caixa.

Ela abre o envelope e encara Steve, que a olhava em expectativa.

— Pode ler em voz alta? — ele pergunta recebendo um sorriso nervoso da Ruiva. Ela concorda com a cabeça.

— "Querida Natália, sei que não nos falamos há anos, e isso se deve por causa de seu Tio, mas saiba, minha filha, que isso não é mais um problema. Seu Tio morreu, e, agora seus irmãos estão no comando da empresa!" — Natasha para de ler para olhar Steve com um brilho de alívio e incredulidade nos olhos verdes — "Você pode voltar e nós teremos a vida que sempre pensamos para nós! Uma digna, onde não seremos escravas! Por favor, me ligue quando receber essa mensagem. o número está dentro do envelope! Te amo. Viktoriya." — Natasha termina de ler a carta com o maior sorriso do mundo no rosto. Ela grita animada e se joga no colo de Steve.

— Eu não acredito! — ele fala sorrindo com ela.

— Minha mãe está livre! — ela fala — Temos que ir visitar ela! Steve! Você finalmente vai conhecer a minha mãe! — Natasha fala sorrindo e olhando nos olhos dele.

— Eu estou tão feliz por você! — ele fala segurando o rosto dela e a beijando.

(...)

Natasha liga para a mãe e elas conversam por horas. Natasha conta para ela que ela casou e que esta feliz. Viktoriya ficou radiante quando descobriu que a filha estava feliz, e tratou de obrigar a Natasha a fazer netos.

As duas concordaram que eles iriam para a Rússia depois que a competição de Steve acabasse. Depois de muita conversa, elas finalmente desligaram.

— Acho que nunca te vi tão feliz... — Steve fala quando Natasha entra na cozinha. Ele foi fazer o jantar, enquanto Natasha falava com a mãe.

— Você tem que aprender o nome dos meus irmãos! — ela fala sorrindo.

— São muito difíceis? — Steve cortava algumas verduras, mas para de cortar para a pergunta.

— Não! — ela sorri — São quatro! Os mais velhos, gêmeos, chamam Leonty e Gregori. Os mais novos chamam Viktor e Aleck.

— Leonty, Gregori, Viktor e Aleck... — Steve repete tentando ao máximo falar como ela.

— Sim! — ela comemora — Também conhecidos como Leo, Greg, Vik e Leck! — ela fala para Steve o abraçando por trás.

— Entendi! — ele se vira depositando um selinho na ruiva.

— Finalmente as coisas estão dando certo! — ela fala levantando os braços em animação. Steve sorri orgulhoso.

— Já estava na hora, não? — ele fala aliviado. Steve abre o forno e coloca o bolo de carne dentro.

— Sabe o que já está na hora? — ela pergunta sentando no chão de frente para o forno.

— O que? — Steve pergunta se sentando ao lado dela. Os dois ficam olhando o forno por um instante.

— Steve. Eu quero um filho! — Natasha revela. Steve vira o rosto pra ela imediatamente com uma expressão horrorizada.

Notas finais
Alguma ideia do por que chamei o capítulo de "Mad World"? Não esqueci de vocês, por favor não se esqueçam de mim!!! Comentem para eu saber o que acharam, ok? Bjks