Give Me Strength to Press On
28 Hey, Hey, Hey! We are Happy here!
Notas iniciais
— O que? — a ruiva pergunta sentando na cama rapidamente.
— Eu não posso ter filhos. Não posso te dar o que você quer! — ele fala com um grande nó na garganta — Eu escondi isso de você por vergonha. Fiquei decepcionado comigo mesmo e eu queria te contar, mas tive medo de te magoar... Então eu estou aqui engolindo meu orgulho pra te dizer: Me desculpa por aquela noite! — Steve desabafa, sentindo um peso enorme que tinha nas costas sumir.
Natasha abre a boca milhares de vezes, mas sempre acaba fechando, pois não sabe o que dizer.
As palavras de Steve demoram para serem processadas. Ela pensa um pouco e se ajeita na cama, antes de olhar Steve nos olhos.
— Você me perdoa? — Natasha sussurra. Steve fanze a testa confuso.
— Eu tenho que te perdoar? Por quê? Natasha, quem escondeu uma coisa de você fui eu. Você não tem que pedir desculpas... — Steve fala expondo sua confusão para a ruiva.
— Não! Steve, eu nem perguntei o que você achava de ter filhos. Eu simplesmente comuniquei minha decisão e fiquei brava quando você não teve a reação que eu queria! Por isso: Me desculpa? — ela pergunta olhando fundo nos olhos azuis de Steve.
— Você me desculpa? — Steve devolve a pergunta, arrancando uma risada da Ruiva.
— Depende, você está pedindo desculpas pelo que? Me esconder o fato de você ser estéril ou por ter beijado a nossa vizinha? — Natasha, que antes usava um tom Calmo, muda para um tom mais agressivo ao lembrar da cena em que a boca de seu marido está colada na da prostituta do apartamento ao lado.
— Nat! Eu juro que não queria que aquilo acontecesse! Ela apareceu no apartamento e eu estava bêbado! Quando eu percebi ela já tinha me beijado e aí... — Steve fala tudo de uma vez, mas é interrompido quando a boca de Natasha o impede de continuar a frase.
Não foi um beijo, apenas um selinho, mas certamente o suficiente para aquecer o coração de ambos e uma sensação de alívio se espalhar pelo corpo de ambos.
Steve separa seus lábios dos dela e se afasta o suficiente para se olharem nos olhos.
Como o loiro tinha sentido saudade daquelas grandes orbes verdes, dos cabelos ruivos e macios e principalmente daquele sorriso. Se ele passasse mais um dia sem toca-la, com certeza enlouqueceria.
Ele leva as mãos para o rosto dela, sentindo a pele macia. Desce com os dedos para o pescoço e do pescoço para a cintura, tudo isso sem parar de olhar Natasha.
Natasha estremece com o toque dele na pele sensível de seu pescoço, mas quando ele leva os braços para a cintura dela e a trás para mais perto, a ruiva perde o controle, empurrando a cabeça do loiro contra si, colando seus lábios e agarrando os fios loiros e curtos da nuca dele.
Suas línguas se tocam gentilmente, como se estivessem relembrando as sensações que seus toques provocavam.
Steve deita Natasha na cama, subindo em cima dela e a agarrando forte, como se, se não o fizesse, Natasha fosse fugir de seus braços novamente. Eles se separam apenas quando o ar falta.
— Eu te amo. — Steve sussurra contra os lábios da Ruiva.
— Eu também te amo! — Natasha responde da mesma forma — Mas, agora vou tomar um banho e encontrar minha família para um café da manhã! — ela se desvencilha de Steve e levanta da cama, parando no meio do quarto e olhando para o loiro, que fez uma cara de incredulidade.
— Não! — ele fala — Você vai voltar e nós vamos continuar o que estávamos fazendo! — ele fala olhando pra ela com os olhos semi-cerrados.
— Steve, eu sei que você não queria ter beijado a PPSRCFNR, mas aquela imagem não vai sair da minha cabeça tão cedo! Até lá, nada de eu pra você! — Natasha fala sorrindo.
— Beijando a PPS... o que? — ele pergunta sem entender.
— Nada não... — a ruiva sorri.
— Amor, não vou conseguir esperar até você esquecer! Sabe-se lá quanto tempo isso vai levar! — Steve se aproxima de Natasha, que vai recuando até se ver encurralada quando a parede toca suas costas.
— Que pena, por que... — Natasha começa mas Steve tampa a boca dela com a sua, da mesma forma que ela havia feito a minutos atrás.
Natasha nega o beijo de início, mas não consegue se controlar por muito mais tempo. Logo ela já está correspondendo ao beijo de forma feroz.
Steve a pressiona na parede, apertando o corpo de Natasha contra os seu. As respirações começam a se tornar pesadas e descompassadas.
— Desculpa, amor, mas tenho que ser forte! — Natasha se separa de Steve e corre para o banheiro, fechando a porta logo em seguida.
— Natasha! — ele reclama frustrado, batendo a mão na parede.
— Vou tirar minhas roupas e tomar um banho bem relaxante com aquele sabonete com cheiro de morango que eu sei que você adora! — Natasha provoca. Steve grunhe e passa a mão nervosamente nos cabelos tentando não imaginar a cena descrita pela mulher — Vou espalhar meu sabonete lentamente pelo meu corpo todo agora... — ela fala.
Steve não consegue parar de imaginar. Seu corpo começa a reagir à sua imaginação e Steve fica sem saber o que fazer.
— Natasha! — ele grita — Isso é tortura!
— Eu sei! Aquele beijo também foi! — ela conta, fazendo Steve suspirar desistindo, por enquanto, de tentar.
— Vou descer! — ele grita do lado de fora do banheiro.
— Tudo bem! Te encontro mais tarde, quando eu estiver limpinha e cheirosa do jeito que eu sei que você gosta! — ela dá a alfinetada final.
Steve sai do quarto xingando a vizinha com todas as forças.
— Empata sexo dos infernos... — ele sussrra fechando a porta. Steve queria esgoelar Wanda por te-lo beijado.
— Olá! — Gregory fala aparecendo do nada atrás de Steve.
— Oi... — Steve comprimenta, estranhando, mas devolvendo o cumprimento.
— Sou Gregory! Irmão mais velho da Natasha! — o homem mantinha um sorriso Branco e intacto no rosto, dando um ar meio assustador, ou pelo menos era, no ponto de vista de Steve.
— Sou Steve, m... — o loiro começa, mas o cunhado o impede.
— Eu sei bem quem você é... Sei o que você fez e sei que você sabe que se machucar minha irmã vai acabar numa vala! — Gregory fala ainda sem tirar o sorrisinho do rosto.
Steve estava ferrado. Ele era alto, mas Gregory é enorme. 1,90 m no mínimo. Os braços dele eram cheios de músculos assustadores e aquele sorrisinho de "eu vou te matar e vou gostar de cada segundo" estava desesperando o loiro.
— Irmão... Assim você assusta o homem! — Aleck aparece também com um sorrisinho assustador — Aleck, irmão mais novo! É um prazer te conhecer! — o ruivo fala esticando a mão.
— Oi! — Steve se limita a falar, esticando o braço para comprimenta-lo. Aleck aperta mão de Steve, e quando o loiro puxa a mão, ele aumenta a força do aperto, fazendo Steve sentir os dedos estalarem.
— O que acha, Leo? Será que ele vai cuidar direito da nossa ruivinha? — Gregory pergunta para o outro irmão, que subia as escadas distraidamente.
— Oh! Esperamos que cuide, cunhadinho... — ele se aproxima.
A mão de Aleck, que ainda esmagava, com uma força considerável, os dedos de Steve, afrouxa, mas o jovem ainda não a solta.
Leonty e Aleck eram tão altos quando Gregory, um pouco mais fracos, mas isso não significava nada, pois continuavam tão fortes quanto o mais velho.
— Leonty! — ele se apresenta — Não preciso repetir o que eles disseram, não é? — ele pergunta.
Steve começa a duvidar que os homens à sua frente combinaram de fazer sorrisos frios e assustadores naquele dia. Era impossível os três terem o mesmo sorriso de lado que mostrava levemente os dentes e que de alguma forma era irônico e ameaçador.
— Eu achei que faríamos isso juntos... — Viktor fala sorrindo. Ele observa Steve por um segundo antes de todos serem distraídos por causa de um gritinho de alegria.
— Papai!! Titios!! — uma criança loira e de maria-chiquinhas sobre as escadas animada.
— Sobrinha! — Viktor, que estava mais perto da escada, abaixa e pega criaturinha loira nos braços.
— Lara! Esse é seu mais novo Titio, Steve! — Viktor fala fazendo com que a garotinha o olhe com olhos curiosos.
— Oi! — a menina fala baixo, de uma forma que parecia estar envergonhada.
— Oi! — Steve devolve sorrindo forçadamente, não tinha experiências com crianças. A menina sorri de volta, revelando a falta dos dois dentes da frente.
Pelo menos o sorriso da garotinha não era assustador. Steve encara assustado com o quanto que os olhinhos verdes da menina brilhavam.
— Lah, fala pro Tio o que faremos se ele machucar sua tia. — Gregory fala para a filha. A garotinha coloca a mão no queixo fazendo uma careta.
— Se você machucar a Tia Tasha, vou arrancar seus olhos e pinrura-los nos ouvidos! — aaah! lá está o sorrisinho! Mesmo durando segundos, aquele mesmo sorriso estava lá na criança que parecia ser a mais inofensiva do mundo. Steve fica incomodado pelo fato de aquela mesma garotinha inofensiva saber ser tão assustadora.
— Muito bem, larinha! — Aleck levanta a mão e Lara da um Hight-Five na mesma enquanto gargalha.
— Fomos claros, cunhado? — Leonty pergunta andando um passo pra frente. Steve engole em seco.
— Sim... — ele fala num tom baixo, mas alto o suficiente para que os homens escutem.
Os irmãos trocam olhares sérios minutos antes de caírem na gargalhada. Eles riem apontando para Steve e provavelmente zoam sua cara de tacho, já que estavam falando em Russo.
— Não se preocupe, cunhadinho! — Aleck fala finalmente, passando as mãos pelo ombro do Steve.
— Não temos a intenção de te assustar! — Leonty faz o mesmo, só que do outro lado.
— Se você for bom pra ela, seremos bons pra você! — Gregory termina a frase olhando Steve de frente. O sorriso assustador dos homens tinha sumido, substituido por um calmo e cheio e humor.
— Vamos comer? — Viktor pergunta empurrando Steve pra frente e o forçando a descer as escadas.
— Você vem, filha? — Gregory pergunta antes de descer as escadas.
— Vou esperar a titia! — a loirinha fala sorrindo e o homem assente fazendo o mesmo caminho que os irmãos.
Depois daquele susto, os irmãos de Natasha pararam de ser tão estranhos e Steve até conseguiu fazer com que eles gostassem dele, um pouco.
Já faziam dez minutos que o café havia começado. Na Grande mesa do café da manhã estavam todos bem acomodados.
A mãe de Natasha na ponta da mesa, Gregory e a mulher na frente de Aleck, Leonty e Viktor. Jane, Thor, Tony e Pepper de frente uns pros outros e Steve no fim da mesa.
— Bom dia! — a ruiva aparece na porta da sala, olhando todos conversando animadamente. Estava com a garotinha nos braços.
Ela se senta ao lado de Steve e na última cadeira livre da mesa, tendo que manter a criança no colo.
— Oi titio Steve! — Lara fala sorrindo quando o vê. Steve sorri fraco.
Natasha percebe como o marido estava desconfortável com a criança por perto e sente uma pulga atrás da orelha. Ela sentia que ele a estava escondendo algo, além de ser estéril. Como um trauma ou medo de crianças.
A Ruiva faz uma nota mental de pergunta-lo depois sobre isso.
— Pode segura-la por favor? — Natasha pergunta já prevendo a reação de susto do loiro. Ela precisava ter certeza da acusação antes de revela-la para ele.
— Isso! Quero o colinho do tiozinho Steve! — a loirinha grita chamando a atenção de todos na mesa.
Steve olha em volta, constatando os olhares, da família de sua mulher. Eles esperavam que ele a pegasse no colo e Steve tinha certeza que estranhariam se ele não o fizesse. Entao, contra todos os seus pensamentos e alertas internos, ele estende os braços recebendo uma garotinha pulando em seu colo.
Lara sorri abertamente enquanto se acomoda em cima de Steve. Ela fica de costas pra ele e apoia a cabeça no peito dele.
Natasha encara a tentativa de Steve de esconder seu desconforto. Poderia até enganar aos outros, mas Natasha podia ver o que ele realmente sentia.
— Então... Natasha, Steve! — Viktoriya chama a atenção do casal — Podem falar um pouco da história de vocês? — ela pergunta evidentemente curiosa.
Natasha olha pra Steve, que entende o que ela quer. Natasha queria contar a verdade para a família. Toda a verdade.
— Steve trabalhava pra mim... Era meu assistente! — Natasha começa olhando para o irmão — à alguns meses eu descobri que meu visto foi negado e fiquei desesperada. Não podia voltar pra cá sem antes o Tio morrer ou eu ter estabilidade, pra vocês voltarem comigo. — Natasha continua.
— Ela me propôs um acordo... — Steve fala fazendo com que os olhos passem da Ruiva para ele — Ela disse que se eu casasse com ela e ela se naturalizasse americana, me daria o cargo dos meus sonhos... — Steve fala sorrindo. Ele encarava os cabelos loiros de Lara distraidamente.
— Steve e Natasha foram para a Califórnia, Cidade natal minha e de Steve. E por causa de uma implicância de Steve nos arrastaram com eles por uma viajem de três dias que na realidade durou quatro onde passamos os piores momentos das nossas vidas!
— Thor brota na história, tagarelando — Onde conhecemos velhos tarados, ficamos atolados, quase morremos de susto em uma pousada e a cara de Steve sofreu bastante por causa do demônio peludo da Natasha! — ele termina rindo de sua própria desgraça.
— Quando finalmente chegamos na Califórnia, descobrimos que Steve era rico pra caralho e que a mãe dele é incrível. Foi nesse dia que começaram a se apaixonar. — Jane fala também.
— Depois de um gogoboy, que futuramente virou barman de um hotel em Amsterdã, infernizou nossas vidas junto com a ex do Steve que estava grávida dele, Natasha e Steve meio que se juntaram pra deixar eles de boa e fazer com que eles parassem de encher o saco. — Pepper fala deixando todos levemente confusos.
— À essa altura eles estavam naquela de eu gosto de você e você gosta de mim e nós vamos brigar pra esconder nossos sentimentos! — Tony fala irônico, fazendo graça — Eles casaram e a mãe do Steve deu uma passagem de lua de Mel pra Amsterdã. Lá, Steve fez questão de listar todos os defeitos de Natasha só pra no final ela sair correndo e dentro de um elevador ele se declarar pra ela! — Tony estava rindo muito enquanto contava.
— E aí descobrimos que, por algum motivo, todos nós fomos mandados para Amsterdã. Tony descobriu que Pepper estava grávida e eles discutiram sem motivo. Então ele foi beber no bar do hotel, onde o novo namorado da ex do Steve que era o gogoboy da despedida de solteira da Nat trabalhava! Foi nesse dia que Natasha e Steve descobriram que estavamos todos no mesmo lugar. — Thor fala tentando fazer sentido.
— Aí, Steve e Natasha descobriram que o barman/gogoboy/novo namorado da ex do Steve estava traindo a ex do Steve e fizeram a ex do Steve descobrir depois de brincarem de espiões! — Jane fala em meio a altas risadas.
Todos na mesa estavam rindo, na verdade. Principalmente pelo fato da história deles não ter quase nenhum sentido.
— Depois de Tony se desculpar comigo voltamos para Nova Iorque onde Natasha e Steve brigaram pela primeira vez, depois uma segunda e quando se desculparam a caixinha que você... — Pepper aponta para Vicktorya — ...mandou, chegou. Natasha contou tudo pra Steve e depois pediu um filho, o que desencadeou uma terceira briga. — Pepper conta.
— Aí a ruivinha me expulsou de casa e sequestrou minha namorada grávida de cinco meses! — Tony fala ainda encomodado — Depois sequestrou a Jane e por causa de um mau entendido com a vizinha Puta deles ela fugiu pra cá com minha namorada e a namorada do Thor! — Tony mantinha seu tom irritado com um misto de ironia.
— Aí vocês já sabem o final... — Jane termina sorrindo. Os amigos se olham sorrindo. Lembrando de cada momento.
— Bem... a história de vocês é bem... diferente, não é? — Leonty fala sorrindo.
— Pois é... Eu achei que ia ser tipo: Nós nos conhecemos no mercado e casamos. — Viktor fala e Aleck concorda.
— Acho que depois dessa história, podemos encerrar o café! — Viktorya fala sorrindo e se levantando da mesa.
Logo, todos se Levantam e seguem seu caminho, mas, por insistência de uma loirinha, Steve não se libertou tão facilmente.
— Eu quero ficar no seu colo! — a garotinha faz birra.
— Mas, Larinha, ele tem que levantar! — Natasha fala, tentando convencer a menina.
— Não ligo! — ela responde se agarrando no loiro. Steve suspira alto.
— Lara! — Steve fala segurando os ombrinhos dela e a afastando de seu peito — Você pode ficar no meu colo na hora do almoço se sair agora! — Natasha ergue as sombrancelhas surpresa. A garotinha balança a cabeça e pula do colo do Steve, correndo para algum lugar na casa.
— Você sabe que ela vai cobrar, não é? Natasha fala se aproximando do marido que ainda estava sentado.
— É... — ele fala entre um suspiro derrotado. Natasha fica atrás da cadeira dele e ele levanta a cabeça e olha pra cima, encontrando os olhos verdes da Ruiva.
— Foi legal como resumimos nossa história! — Natasha sorri olhando Steve.
— Também achei! — ele sussurra passando seu olhar dos olhos para os lábios vermelhos de Natasha.
— É... — Natasha sussurra de volta se aproximando cada vez mais do rosto do Steve.
Seus lábios encostam levemente, deixando a respiração de ambos desregulada.
Steve levanta bruscamente da cadeira, se aproximando de Natasha e grudando sua boca na dela.
Natasha sorri entre o beijo quando sente a mão dele envolver sua cintura e a apertar contra ele da forma que ela gostava.
Com a outra mão, o loiro passeia pelas costas dela, subindo até o pescoço e puxando a cabeça dela para trás enquanto agarra os fios ruivos de sua nuca.
Ele passa o nariz pelo pescoço dela sentindo seu cheiro. Natasha se arrepia quando ele sussurra que sentiu saudades no seu ouvido.
— Steve! — ela chama afastando um pouco o corpo do dele — Estamos na sala de jantar! — ela fala segurando o riso.
— Então vamos mudar isso! — ele exclama com um sorriso enorme e a puxa pela mão, começando a correr.
Natasha e Steve sobem as escadas e entram no quarto, trancando a porta sem serem vistos por ninguém.
Natasha empurra Steve na parede e o beija, enquanto leva as mãos para a Barra da camisa dele.
Steve levanta os braços para facilitar a saída da peça de roupa. Quando se livram dela, Steve inverte as posições, espremendo a ruiva contra o concreto.
— Eu achei que fosse me castigar! — Steve comenta enquanto puxa o vestido da namorada pra cima.
— Quem estava sendo castigada era eu, e eu não mereço isso! — Natasha sussurra. Ela pula no colo dele, que a segura pelas cochas — Posso te castigar de um modo que não me afete! — Steve ri. Ele a tira da parede e a carrega até a cama.
Natasha sente o lençol em suas costas ao ser depositada na cama gentilmente. Steve sobe em cima dela logo em seguida, tapando o pequeno corpo da Ruiva com o seu.
Ele a beija no pescoço e vai descendo com pequenos e molhados beijos até os seios dela. Com as mãos, ele solta o sutiã vermelho que cobria os seios de Natasha, levando a boca à um deles no segundo seguinte.
Natasha sentia falta das mãos dele passeando por seu corpo, e mais ainda de passear com as mãos no corpo dele.
A língua de Steve rodeava seu o mamilo, espalhando ondas de calor por todo seu corpo e a fazendo se contorcer na cama.
— Steve!! — ela geme enquanto esmaga os fios loiros da nuca dele entre seus dedos e aperta mais a cabeça dele contra si.
Steve se distrai um tempo nos seios dela, mas depois passa os beijos para a barriga. Steve desce um pouco mais pra baixo, mas Natasha agarra ele pelo cabelo e o puxa pra cima. Sem dar tempo para ele respirar, ela cola seus lábios nos dele e inverte as posições, deixando suas pernas em volta da cintura dele.
Ela beija o pescoço quente de Steve e sente seu corpo esquentar em resposta aos seus toques. Natasha leva suas mãos para o abdômen de Steve, fechando os olhos.
Natasha desce mais, chegando na calça dele. Ela desabotoa o botão do jeans escuro que ele usava e puxa pra baixo, revelando a boxer vermelha e preta que cobria sua excitação.
— Steve... — Natasha diz. Ela se aproxima dele e o olha nos olhos — Eu... mudei de ideia! — ela toca seus lábios nos dele e depois corre para o banheiro.
Steve demora um tempo para associar o que sua mulher fez. Natasha havia acabado de abandona-lo na cama exitado e semi-nu.
— Natasha! — ele grita inconfomado!
Ela não responde, apenas da uma risada alta do outro lado da porta.
— Sim...? — ela faz uma voz inocente, contendo o riso.
— Vai ter vingança! — ele diz colocando a calça, que estava jogada no chão ao lado da cama.
— Manda ver! — ela fala olhando para a porta com as sombrancelhas erguidas adorando a ideia.
— Eu vou! — ele grita colocando a camisa e saindo do quarto.
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