Give Me Strength to Press On
39 Esconde
Notas iniciais
Natasha sorri em antecipação antes de se levantar de sua mesa.
Steve a havia chamado para dentro de sua sala, mas não tinha sido um chamado normal, foi um chamado com segundas intenções. Intenções essas que Natasha adora.
Ela entra na sala de Steve rapidamente, e fecha a porta, a trancando, como ele havia dito para ela fazer.
— Sente-se. — ele manda apontando para a cadeira na frente de sua mesa. O loiro mantinha um olhar sério no rosto, diferente de seu tom de voz.
Natasha obedece, estranhando o comportamento incomum dele de mandar ela fazer as coisas em um tom sério.
— Steve e... — Natasha tenta falar mas ele a corta. Agora ela ficou preocupada. O que será que ela tinha feito?
— Eu esqueci de te perguntar uma coisa...— Steve fala apoiando a cabeça nas mãos e ficando de frente pra ela. Seu sorriso era descontraído, mas seus olhos eram sérios, combinação essa que Natasha só via em um tipo de ocasião — O Zeke. O que ele estava fazendo na sua casa? — ele estava enciumado.
Natasha se sente feliz por vê-lo com ciúmes. Steve fica especialmente sexy quando fica daquele jeito, prossessivo e protetor, a agarrando pra ficar cada vez mais perto dele.
— Ele, Leo e Viktor vieram pro país por que eles estavam preocupados comigo e não acreditaram quando eu disse que estava bem. — Natasha respondia com a maior calma, com a intenção de provocar. Steve não queria que a presença de Zeke fosse tão comum para ela usar seu tom natural.
— E onde eles estão dormindo? — o loiro não parecia estar gostando da brincadeira dela. Na verdade, aquilo acendeu uma faísca de possessividade dentro de seu peito.
— No dia que chegaram dormiram na casa de Pepper, mas ontem foram para um hotel! — o loiro cerra os olhos.
— E, Zeke veio pra cá com outras intenções além de ver se estava "bem"? — Steve levanta da cadeira e da a volta na mesa em passos lentos, ficando atrás da cadeira que a ruiva estava sentada.
Natasha o acompanha o caminho inteiro com o olhar, mas olha pra frente quando sente ele atrás de si, de pé.
— Não! — ela fala rapidamente. Steve coloca as mãos nos ombros dela e se agacha até ficar com a boca no ouvido dela. Natasha sente a respiração quente dele em sua nuca e um arrepio sobe sua espinha.
— Você tem certeza disso? — ele sussurra. Outro arrepio. O que ele estava fazendo? Ele nunca tinha agido daquela forma com ela antes.
— Steve? O que você quer? Eu já disse que ele veio ver se eu estava bem! — ela começa a se irritar. Steve agia como um policial das séries dos anos 60.
Ele da a volta na cadeira até ficar de frente pra ela e a puxa pela mão, a fazendo ficar de pé. Vira Natasha de costas pra ele e prende suas mãos na cintura dela, a apertando contra seu corpo.
— Você sabe de quem você é? Minha! — ele sussurra apertando a bunda dela contra seu membro. Natasha geme com o contato.
— Você está com ciúmes... — ela afirma sorrindo ofegante e sente o aperto possessivo dele aumentar — Eu senti falta disso!
— Estou? — ele vira o corpo dela de frente para o seu novamente e a cola contra seu corpo. Ela não consegue segurar o sorriso que insiste em estampar seu rosto.
— Mas você sabe que eu não vou parar de falar com ele só por causa disso, não é? — Natasha joga suas mãos pra cima, enlaçando os braços no pescoço dele.
— Tudo bem. Não me importo mais com ele! — Steve sorri enquanto fala.
— Não? — ela agora estava confusa. A segundos atrás ele estava a interrogando sobre ele é dando um ataque de ciúmes, agora não se importa mais?
— Não! — ele afirma — Eu sei que sou o único que consegue te enloquecer... — Steve fala em um tom baixo e rouco, incrívelmente sexy, com os olhos fixos nos dela — ...que te excita com um toque... — ele passa suas mãos lentamente pelas costas dela e ela sente o calor da área onde ele tocou se espalhar por seu corpo inteiro — ...e que te faz gemer da forma que geme quando está comigo! — Steve leva as mãos para a bunda dela, apertando o quadril dela contra a sua ereção.
Natasha estava em êxtase. Aquela era, sem dúvida nenhuma, a situação mais excitante que ela já esteve, e olha que eles ainda estavam vestidos.
Assim que sente o membro ereto dele contra seu ventre, ela não consegue segurar o gemido que salta do fundo de sua garganta.
Steve abaixa a cabeça apreciando o gemido e roubando de Natasha um beijo lotado de luxúria e erotismo.
Natasha estava entregue. Sua calcinha estava encharcada e sua cabeça rodava. Tudo o que ela pensava era no toque quente dos dedos do Steve sobre sua pele.
Ele a pega no colo e a carrega pelo escritório até chegarem no sofá branco da sala.
Ele a coloca deitada no sofá e se deita por cima dela, beijando os lábios dela com volúpia. Seus olhos se encontram e ele sorri de lado, satisfeito com o jeito que a tinha deixado.
Ela estava descabelada e suada, com os olhos fechados e a boca inchada e vermelha. Steve não consegue lembrar de um dia que a viu mais bonita. A ideia de que alguém mais a fizesse ficar assim era quase que ridícula. Apenas ele tinha essa habilidade.
Ele beija o rosto dela e desce para o pescoço, chupando e lambendo a pele sensível, a deixando vermelha e marcada.
As mãos dela vagam pelas costas dele, puxando a camisa pra fora da calça social. Ela desabotoa todos os botões da camisa dele sentindo pequenas mordidas dele em sua clavícula a deixarem cada vez mais anciosa.
A cada botão que era aberto, um beijo era depositado na nova área exposta, deixando o peito desnudo de Steve todo arrepiado. Quando ela termina de desabotoar a camisa, Steve se afasta um pouco, jogando-a em algum lugar.
Natasha aproveita que ele esta afastado e o empurra para o outro lado do sofá, fazendo com que ele fique sentado com as costas no encosto.
Ela senta no colo dele e rebola um pouco, sentindo novamente o membro ereto dele tocar seu ponto sensível.
Steve alcança a barra da blusa dela, adentrando a mesma e a puxando para cima. Steve aprecia cada milímetro de pele macia e delicada de sua mulher, enquando sobe a blusa.
Quando ele se livra da peça, a lança no escritório e se concentra em trazer sua mulher cada vez mais perto.
Ele segura as cochas dela, que estavam cada uma de um lado de sua cintura, e a puxa mais pra perto, deixando os seios dela bem na altura de seus olhos.
O sutiã roxo de Natasha foi exposto mais uma vez naquele dia e mais uma vez é jogado em qualquer lugar, os deixando livres para o entretenimento do loiro e o prazer da ruiva.
Steve beija entre os seios dela com delicadeza e leva seus dedos aos bicos, os apertando e acariciando.
Natasha sorri com a sensação e coloca os ombros pra trás dando mais acesso para Steve.
Steve beija os seios de Natasha com vontade, sugando e marcando a pele dela.
Ela joga sua cabeça pra trás sentindo seu tesão crescer conforme ele a acaricia.
Steve se assusta quando Natasha afasta a cabeça dele dos seus seios. Ela não dá chances para ele reclamar e rebola no colo dele, roubando um beijo molhado.
Natasha o enche de selinhos no rosto e desce os beijos para o pescoço. Faz uma trilha pelo peito dele. Ela desce do colo dele ainda beijando o abdômen dele e se ajoelha no chão, ficando na altura do cinto dele.
Com suas mãos, ela sobe delicadamente pela perna, passando pelas cochas e chegando na ereção mais do que visível. Por cima da calça, ela acaricia o membro dele com as pontas dos dedos, e isso é o suficiente para faze-lo gemer seu nome.
A visão de Natasha semi-nua ajoelhada em sua frente era alucinante para Steve, o olhar dele não conseguiria focar em outra coisa mesmo se ele quisesse.
Os dedos dela se dirigem ao cinto da calça, que é retirado com maestria. Logo depois de jogar o cinto para o lado, Natasha desabotoa a calça social dele e a puxa para baixo.
Steve geme baixinho quando Natasha acaricia sua ereção por cima da cueca e se arrepia todo quando sente os dedos dela se livrarem da peça, liberando o membro dele que mostrava toda sua excitação.
Ansiosa, ela leva seus dedos para a base do pênis do marido, e apenas esse toque faz Steve gemer.
Ela dedilha o membro inteiro com suavidade e fecha a mão na ponta dele, começando a masturba-lo.
Steve aperta os olhos e agarra o sofá ao lado da cama, pois os movimentos que ela fazia com a mão o deixavam louco.
— Nat! — ele geme baixo sentindo quando ela troca a mão pela boca e beija a glânde do marido.
Steve não controla os gemidos que saem involuntariamente de sua boca. Natasha lambia toda a extensão de seu pênis e o colocava na boca o máximo que podia.
— Natasha! — ele fala entre gemidos.
A ruiva sorri e solta o membro dele, se levantando e ficando de pé na frente dele. Steve geme frustrado quando ela para de acaricia-lo.
— Calma, em casa a gente faz com mais calma! — com um sorriso safado no rosto, Natasha se livra de sua saia e calcinha e encara Steve contente quando o vê a comendo com os olhos.
Em passos lentos ela se aproxima, voltando a colocar uma perna em cada lado do quadril do Steve. Ela geme quando sente o contato da cabeça do membro dele em seu centro, que estava quente e completamente encharcado.
Sem aviso, ela senta com tudo no membro dele, e a sala é tomada por gemidos sincronizados e sem nexo.
Natasha prende seu olhar no dele e sem interromper a troca de olhares vai pra cima e para baixo sobre o membro ereto dele.
Steve aperta as cochas dela com força, buscando algum alívio, enquanto Natasha unha os ombros dele com a mesma intenção.
Quanto mais rápido os movimentos, mais intensos e roucos eram os gemidos.
Natasha subia e descia com vontade e excitação, sentindo cada vez mais prazer.
Os movimentos começam a ficar lentos e Steve percebe que Natasha está cansando.
Ele sai de dentro dela e a joga deitada no sofá, ficando por cima. Seus lábios se encontram mais uma vez, e aproveitando que estavam se beijando, Steve se posiciona em frente ao centro dela e a penetra novamente. O beijo abafa o gemido alto que Natasha solta com o movimento.
Steve começa a investir contra Natasha novamente, mais rápido e mais rápido, até que os gemidos fiquem constantes.
Natasha unha as costas de Steve segurando um gemido e Steve se agarra a à almofada do sofá com as mãos.
Com uma última investida de Steve, Natasha sente seu centro contrair violentamente contra seu membro e seu corpo desfalece debaixo do dele. Steve investe mais algumas vezes quando sente seu orgasmo chegar, derramando seu líquido dentro dela.
Eles ficam naquela posição durante alguns minutos, de olhos fechados e corações acelerados. Seus corpos suados colados um no outro. Quentes e arrepiados pela onda de prazer que os consumiu.
Steve abre os olhos se deparando com sua mulher o encarando. Os olhos dela estavam dilatados e divertidos.
— O que? — Steve pergunta querendo saber o por que de ela estar sorrindo tão abertamente.
— Acho que devia te deixar com ciúmes mais vezes. Abraçar mais o Zeke, amoçar com ele as vezes... — Natasha fala um pouco rouca. Steve faz uma careta contrariado.
— Acho que não! — responde enciumado, mas ao mesmo tempo feliz. Natasha estava lá com ele.
Pela primeira vez desde que ele decidiu entrar no banheiro feminino para conquistar Natasha de volta, ele pensa no que sua vida se tornaria depois daquele dia.
Natasha estaria novamente com ele. A cada dia. A cada noite. Nos momentos tristes e felizes, nas horas de necessidade e quando eles estivessem simplesmente bem. Finalmente estariam casados e felizes. Melhor ainda: seriam uma família. Natasha, Steve e Samuel.
— Meu Deus, eu te amo! — Steve fala ainda em cima dela, com o rosto enterrado no pescoço dela. Aqueles pensamentos eram perfeitos.
— Eu sei! — Natasha sorri, passando as mãos pelos cabelos dele e beijando a mão dele que ela havia resgatado de sua cintura.
(...)
— Estou saindo pra trabalhar! Se vocês quiserem, tem comida no forno! — é a última coisa que Pepper fala antes de fechar a porta de casa, mas ninguém escutou o que ela disse, já que os três mais velhos estavam ocupados brincando de esconde-esconde com as crianças.
O apartamento de Pepper era grande. Vários quartos e vários lugares onde se esconder. A brincadeira poderia durar horas.
Viktor, Zeke e Leo passam horas brincando com Samuel e Kat. Os três realmente pareciam crianças brincando com eles, e as vezes pareciam mais infantis.
Quando Natasha e Steve chegam pra buscar Sammy, se assustam ao entrar em um lugar escuro e completamente silencioso.
O apartamento estava deserto, ou pelo menos era o que parecia.
— Tio Steve! Tia Nat! — Kat, que aparece do nada, corre até eles — Tamo brincando di escondi-escondi. Eu tenho que achar todo mundo! — ela fala sorrindo abertamente, super animada com a brincadeira.
— Sério? Você quer ajuda? — Natasha pergunta querendo brincar também.
— Sim! — a garotinha bate palmas animada — Você procura nos quartos, eu na cozinha!
— Então vamos! — Natasha faz seu caminho pelos quartos, abrindo porta por porta e olhando dentro.
Steve, fica na sala. Ele olha pra Sammy, que estava escondido atrás do sofá da sala e passou despercebido pelas duas meninas.
O garotinho sorri cúmplice pra ele é coloca o indicador nos lábios, pedindo silêncio. Steve imita o movimento concordando com o menor.
Natasha anda nas pontas dos pés quando chega na última porta do corredor, pois escuta sussurros vindo do outro lado.
A ruiva silenciosamente abre a porta, mas o que ela encherga dentro do quarto não é nada do que ela esperava. Zeke estava lá dentro abraçado com Leo. Eles estavam se beijando.
— Aí Meu Deus! — ela solta sem conseguir se controlar. O choque foi tão grande que tudo o que ela faz depois de gritar é ficar olhando para os dois.
Leo lança Zeke para o outro lado do quarto com os olhos arregalados e assustados. Ele olha para o outro homem sem saber o que fazer.
— Nat! É... não surta! — Zeke fala olhando pra melhor amiga da mesma forma que Leo — Não era assim que você devia descobrir!
— Você está brava? Por favor não fique brava! — Leo estava aflito. Não sabia qual seria a próxima reação da irmã.
— Brava? — Natasha sussurra — Eu não estou brava! — sua nova expressão dizia o contrário. Seus olhos estavam cerrados e assustadores — Estou furiosa! — ela grita entrando no quarto — Eu sou sua irmã! E a sua melhor amiga! — ela aponta para os dois — Por que raios vocês não me contaram! Me sinto traída! — a ruiva não consegue acreditar que aquilo realmente estava acontecendo.
— Então... Você não está brava por eu ser... você sabe... — Leo pergunta juntando as sombrancelhas tímido.
— Gay? Da um tempo, Leonty! Você é meu irmão! Aí meu Deus! Eu estou amando isso! — Natasha sorri animada e pula nos braços do irmão.
Leo sorri e abraça a irmã novamente, sentindo seu coração bater feliz dentro do peito
— Mas... pera! — ela se afasta do irmão lançando um olhar desconfiado aos dois homens — Quando isso aconteceu e por que vocês estavam aqui se pegando quando deviam estar brincando com meu filho?
— Eu não sabia que ele era seu irmão... Nos conhecemos em uma balada lá na Rússia e ficamos juntos. — Zeke fala se aproximando da amiga.
— Então... começamos a namorar. Só descobrimos que nós dois te conhecíamos muito tempo depois, quando Zeke foi em casa! — Leo fica do lado de Zeke, de frente para Natasha.
— A mamãe sabe? — Natasha se dirige à Leonty.
— Não! Ainda. — ele responde pensativo — Vamos contar em breve, só tenho que esperar o momento certo! — Zeke percebe como Leonty fica abalado com o assunto, e o abraça de lado.
Viktorya é uma mulher que vive a moda antiga a pesar do que passou nas mãos do ex-marido e Leo não tem certeza de qual será a reação da mãe ao descobrir.
— Isso vai ser tão estranho! — ela comenta olhando para os dois homens abraçados — Sabe? Viver com o meu irmão e meu melhor amigo enquanto eles estão juntos...
— Eu que o diga! — Zeke sussurra mais pra si mesmo do que para os outros.
O fato de estar Namorando um dos irmãos de Natasha foi um choque para o moreno, que quase desistiu do caso algumas vezes. Porém, a ideia de ficar sem Leonty era muito pior que a de ficar sem Natasha.
— Nat, ta tudo bem? Te ouvi gritar! — Steve fala do corredor, quase no quarto. Leo e Zeke se afastam e lançam um olhar de súplica para Natasha, pedindo para que ela fique quieta sobre o assunto.
— Claro, amor! Só fiquei surpresa quando vi esses dois! Me deram um maior susto! — a ruiva fala normalmente como se os últimos minutos não tivessem acontecido.
Steve aparece na porta olhando sem desconfiar de nada para Natasha e os dois homens.
Zeke e Leo trocam um olhar surpreso e confuso quando a frase de Steve é pronunciada.
— Eu ouvi direito? Você disse "amor"? — Zeke pergunta franzindo as sombrancelhas e cruzando os braços.
As bochechas de Natasha se enruberecem. Não era daquela forma que ela queria que eles soubessem, mas as palavras saíram tão soltas de sua boca que parecia que ela nunca tinha parado de chama-lo assim.
Steve olha pra Zeke e não consegue esquecer o ciúme que tem do relacionamento dele com Natasha. Ele se aproxima de sua mulher e ergue o queixo, falando com orgulho.
— Natasha ainda é minha mulher, e continuará sendo durante muitos e muitos anos! — seus braços se enroscam na cintura dela, a trazendo mais perto.
— É... isso é inesperado! — Leo sorri para a cena que vê da irmã e seu ex ex-marido — Mas devo dizer que bem oportuno!
— Quando isso aconteceu? — Zeke estava ciente de que Steve não gostava dele com Natasha, mas não era como se o moreno se importasse.
— No banheiro do escritório... alguns minutos antes de assinarmos os papéis de divórcio. — Natasha não contém um sorriso ao lembrar.
— Então... Acho que parabéns! — Leo fala abraçando a irmã e olhando para Steve com felicidade.
(...)
Depois que saíram da casa de Pepper, Steve, Natasha e Sammy foram para um restaurante e depois do restaurante um clube.
Sammy não mostrou resistência nenhuma sobre as demonstrações de carinho entre Steve e Natasha, coisa que deixou Steve muito mais leve, já que contariam para Sammy que o loiro é pai dele no dia seguinte.
Estavam todos vestidos com roupas de banho, em volta da piscina do clube enquanto riam e se divertiam.
— Sammy, para quieto! Não consigo passar protetor em você se continuar pulando! — Natasha repreende o filho, tentando com dificuldade espalhar o protetor solar no rosto do filho.
Sammy estava animado. Nunca havia ido em uma piscina pública antes e a vontade de entrar na água era maior do que tudo.
— Pronto! Vai nadar, mas não esfrega os olhos! — Natasha grita, mas sua preocupação é em vão, já que o menino já estava bem longe quando ela termina a frase.
— Você fica adorável preocupada! — Steve fala sorrindo de lado, com uma voz sedutora.
— Eu sou adorável! — Natasha rebate arrancando uma risada do marido — Passa protetor em mim? — ela pergunta entregando o produto na mão dele e retirando a canga que usava por cima da roupa.
— Passo! — Steve responde sem tirar os olhos do corpo bem torneado de sua mulher.
Natasha senta na espreguiçadeira e vira de costas para Steve, esperando que ele comece.
O loiro derrama um pouco do conteúdo na mão e espalha nas costas dela. Steve sobe os dedos pela coluna dela, fazendo uma massagem conforme espalha o creme.
Os dedos dele sobem mais, massageando os ombros tensos da ruiva com delicadeza e arrancando leves gemidos dela.
— Nossa! Você é muito bom nisso! Por que nunca fez em mim antes? — Ela pergunta hipnotizada pela sensação relaxante que as mãos dele proporcionaram.
Steve se limita em rir e continuar a massagem. O corpo dela era viciante, ele poderia passar horas tocando sua pele.
— Steve! Vem nadar! — Sammy pede de dentro da piscina.
Steve sorri e se levanta, dando um beijo na nuca de Natasha antes de sair de debaixo do guarda-sol.
A ruiva encara seu marido andar até o filho e pular na piscina.
Steve era realmente muito sexy. Seu abdômen sarado e ombros largos eram a receita para a perdição de qualquer mulher.
Mas ele nem parecia notar os olhares de Natasha e de todas as outras mulheres sobre si. Estava mais preocupado em jogar seu filho para o auto.
Natasha só percebe que seu marido estava chamando tanta atenção quando uma morena alta e magra se aproxima dele.
O sangue dela ferve na hora e sem esperar um segundo a ruiva está na água, em direção onde seu marido e filho estavam.
— Oi amor! — Natasha fala dando o máximo de ênfase que pode na palavra "amor".
Steve estava sorrindo, mas quando sentiu a ironia na voz dela, o sorriso falha um pouco.
A garota que se insinuava para Steve olha para Natasha com irritação e depois vira o rosto para o loiro novamente.
— Você gostaria de ir a um bar comigo e com alguns amigos? — a voz da mulher era fina e irritante e fazia Natasha se sentir enjoada.
— Não! — a ruiva grita. Steve não consegue evitar de sorrir com a urgência de sua mulher — Eu e meu marido preferimos ficar juntos! Sabe como é, dia em família! — conforme as palavras saem da boca de Natasha, a feição da mocreia passa de feliz para frustrada.
— Tudo bem! Tchau! — sem falar mais nada, a morena se afasta com pisadas pesadas, arrancando um som estranho quando entravam em contato com a água raza da piscina.
Steve encara Natasha tentando ao máximo não sorrir, mas a feição enciumada de sua mulher tornava essa tarefa impossível.
Sammy estava distraído com a água piscina, completamente alheio a cena que sua mãe fazia.
— Natasha... — Steve fala — Você precisa sorrir um pouco, sua carêta está assustando as crianças! — ele provoca.
— Não! Só vou sorrir quando essas putas pararem de encarar meu marido! — ela rebate. Steve se aproxima dela e com um movimento seus braços estão ao redor de sua cintura.
— Ah, é? — o loiro pergunta com os lábios curvados em um sorriso desafiador.
Ele não dá tempo para que ela responda, e a puxa para um beijo. Ela até tenta resistir, mas não dura muito tempo e logo ela está correspondendo ao beijo.
Quando se separam, a primeira coisa que Natasha faz é olhar ao redor para ver se as mocreias que secavam seu marido tinham visto.
Uma grande parte das mulheres desviou o olhar e a outra olhava fixamente para o casal com feições incrédulas.
Natasha então volta seu olhar para Steve sorrindo abertamente.
— Agora você sorri! — Steve comemora apreciando o lindo sorriso de sua mulher.
— É! Sabe como é bom ter alguém que ninguém mais pode ter? — Natasha fala orgulhosa.
— Sim, eu sei! — ele comenta.
Com um último beijo.
O novo antigo casal se junta ao filho na brincadeira.
— Mãe? — chama Sammy — Tio Steve é seu marido? — Natasha encara o filho sem saber o que falar.
Porra
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