Notas iniciais
Oi, oi, gente! Aqui vai mais um capítulo e me desculpem se me repito nas cenas, mas chega uma hora em que até falta imaginação XD Boa leitura!

Por Herval:

Pamela conseguia me hipnotizar sem nem mesmo me olhar nos olhos, só com aquelas palavras eu esqueci tudo o que passamos naquele dia, todo o sufoco, todo o estresse... foi mais forte do que a minha vontade de não deixa-la “se esforçar”, quando dei por mim, já estava lhe beijando e sem a menor vontade de parar.

Sem muito pudor, senti suas mãos já começando a quererem se apossar do meu corpo. Um arrepio me tomava a cada toque de suas unhas em minhas costas e ela tentava fazer com que meu corpo ficasse inteiramente sobre o seu. O ar se fez necessário e eu a parei de beijar.

–Herval, eu...

–Xiiiu... não fala nada... a gente não tem nada para falar um para o outro... – Antes que ela me lembrasse que eu precisava me controlar, não a deixei falar. Com a mão esquerda lhe acariciei o rosto, enquanto dizia essas palavras e ela se calou imediatamente, vai ver já não queria mesmo falar, só precisava, mas o que importa é que não queria, tudo o que ela queria era a mim e eu a ela, e a precisão foi para o espaço!

Seu doce perfume atraía meu rosto ao seu pescoço, aquele cheirinho adentrando meus pulmões... aquela pele macia dando todo prazer aos meus lábios de beijá-la... minha mão já puxava a alça de sua camisola e as suas já queriam arrancar meus cabelos. Distribui doces úmidos beijos pelo seu ombro e uma voraz volúpia dispersava as minhas ideias e os beijos se tornaram mordidas, ela grunhia algumas coisas e as mordidas voltaram a ser beijos, e em seguida mordidas de novo, só o que importava era que aquilo a deixava completamente arrepiada... vez ou outra encolhia os ombros recebendo um arrepio mais intenso e não conseguia colocar um sorriso na boca, porque a minha já lhe ocupava. Os beijos se intensificavam, o ar era necessário, mas não preciso, o que eu precisava era beijá-la, e beijá-la e sentir o delicioso sabor de sua boca.

Sem querer muito fazê-lo, fiquei de joelhos, e com delicadeza comecei a puxar aquela camisola de seda de cor carmim, que lhe cobria o corpo. Levei-a ao rosto e o seu cheiro era mais que presente nela, era como se fosse a Pam, o tecido tão macio quanto sua pele, o perfume tão bem moderado como o cheio dela era... quando inalei seu perfume suficientemente para me ver embriagado, vi Pamela se levantar aos poucos e me deixar ainda mais tomado de desejo com um beijo arrebatador, lancei aquela camisola em algum lugar do quarto que pouco me importava onde, já envolvendo seu corpo em meus braços e deslizando as mãos por suas costas, tentando sempre trazê-la para mais perto. Olhei para Pamela e o olhar foi recíproco, era parecia não estar em si, parecia num grau de excitação, que não lhe permitia raciocinar! Deitei-a novamente na cama e sem pensar muito, lhe beijei a barriga, era como se estivesse surda e cega de prazer... segurei as laterais de sua calcinha, de finíssima renda preta que formava delicados desenhos de flores, e com a mesma delicadeza de outrora, a tirei, colocando apenas do outro lado da cama.

Voltei a lhe beijar a barriga e fui formando um caminho de beijos, até alcançar-lhe os voluptuosos seios, beijando-lhes, fazendo a Pam apenas sussurrar meu nome. Enquanto meus lábios tomavam conta de um, o outro era acariciado com desejo por minha mão, essa não tardou em resvalar pelo seu corpo, lhe apertar a coxa e lhe tocar a intimidade. Pamela arranhava as minhas costas e contraía too o corpo sentindo os movimentos cheios de desejo que eu lhe fazia. Agora ela que percorreu um caminho com a mão, até a minha calça de moletom e apertou o tecido como se dissesse “tira, agora...”, mas aos poucos percebi ela se levantando, me fazendo levantar também e quando vi, eu que estava deitado e ela parcialmente sobre mim. E aquela mão impetuosa foi percorrendo minha barriga até encontrar lá embaixo a calça, que sem dúvidas me incomodava pra caramba! Senti aquela mãozinha quente entrar dentro da calça e ali morava o perigo: eu estava sem cueca...

–Pamela... – Lhe fiz uma censura pelo que estava fazendo e ela sorriu, sem se importar e se levantando, pôs-se a tirar a calça de mim, já a jogando em alguma direção que não importava. Ela me deixava louco! Cerrei forte os olhos e a boca, quando ela começou com suas preliminares mais “perigosas” e eu a desejava tanto que até temi que entrasse em combustão espontânea e acabasse por alastrar por todo o quarto, um fogaréu só!

Com um sorriso safado explícito na cara, ela subia em mim, engatinhando. Beijava meu abdome e vez ou outra, só para me deixar ainda mais doido, dava uma mordida sem vergonha. Passou uma perna para cada lado do meu corpo e com um rápido movimento de cabeça jogou o cabelo para um único lado, pegando minhas mãos e segurando-as de cada lado. Provocantemente se debruçou sobre mim e aproximava infinitamente a boca da minha, mas só sorria por conseguir me enganar sempre acreditando que ela me beijaria. E então ela percorreu meu pescoço, apenas encostando a boca e me deixando completamente excitado com o delicioso calor que saía da sua respiração, até beijar finalmente.

Voltou a se levantar e já não aguentando esperar, assim como eu, se acomodou, já erguendo a cabeça, mirando o teto e começou a se movimentar, apoiando as mãos no colchão e agarrando brutalmente os lençóis. À medida em que intensificava os movimentos, inclinava o corpo para trás e arfava de prazer.

Quanto a mim, não tirava os olhos daquele corpo que fervia de desejo ao me sentir tão desejoso em si. Era inevitável querer lhe apertar inteira, lhe beijar inteira, lhe amar por inteiro! À medida em que ela era mais rápida, o ranger que a cama fazia, se tornava ainda mais audível, e esse ranger se misturava aos seus gemidos, aos meus grunhidos... enquanto ela estava perdida nos devaneios que a luxúria lhe provocava, eu ergui o corpo e pousando as mãos em suas costas subitamente, tive a vivaz necessidade de me apossar de seus seios e a peguei de surpresa, a comprimi contra meu corpo e pousando a mão em sua nuca, aproximei os lábios de seu ouvido e inconscientemente lhe falava inúmeras coisas, fazia insinuações e até pedidos! Via-a se arrepiar por completo e seu corpo inteiro ficar em chamas! Pamela imediatamente me olhou nos olhos, eu diria um tanto quanto selvagem e colocando um sorriso súbito na cara, me empurrou, me fazendo deitar novamente.

–Pamela...?! – Surpreendeu-me com esse ato súbito e selvagem.

–Foi você que pediu... você que provocou, Herval Domingues! Já ouviu falar que quem procura, acha...? Pois é, achou! Agora vai ter que aguentar... – Ela olhou para os lados a procura de alguma coisa e abriu um imenso sorriso, ao avistar meu cinto em cima de uma poltrona no quarto. – Não se mexa! – Ela desceu da cama e foi buscar o cinto.

–Ai!! – Gemi, ao sentir ela me dar uma chicotada com meu próprio cinto. — Sentou-se em cima de mim e aos poucos, sem me deixar notar a intensão, segurou minhas mãos e as prendeu no espelho da cama, com o cinto.

–Pam... o que que você vai fazer? – Eu não sabia se temia ou gostava.

–Eu vou fazer tudo o que eu quiser e mais um pouco... – Respondeu num sussurro em meu ouvido e foi inevitável eu soltar um suspiro cheio de prazer...

–Pamela... olha lá hein! – Adverti-a.

–Relax sweet... garanto que você não vai se arrepender... — Enquanto milhares de coisas passaram em minha cabeça instantaneamente, ela começou a fazer um caminho de beijos até o pé da minha barriga.

–Ah não Pamela, que golpe baixo, você não pode me deixar amarrado, me solta!

–No! Quem manda aqui sou eu! Você é meu, Herval Domingues... e como minha propriedade, eu faço de você o que eu quiser! – E com calma voltou a fazer uma trilha de beijos pela minha barriga beijando cada grumo, e conseguia me fazer contrair os músculos, puxar as mãos para me soltar... parecia louco de desejo. O beijo subiu ao meu peitoral.

–Pamela, Pamela... se eu me soltar daqui você vai ver só! – E como resposta para aquilo, me beijou subitamente, fazendo nossas línguas se enlaçarem e me fazendo forçar ainda mais o cinto para me soltar. Só sessou o beijo quando eu já não tinha mais fôlego algum!

–Você fala demais! – Disse, sorrindo, enquanto eu recuperava o fôlego e forçava mais do que nunca o cinto, para me soltar.

Voltou a sentar sobre mim e começou a se movimentar devagar e os meus gemidos se misturaram aos seus. Suas mãos passeavam pelo meu corpo e eu cerrava os punhos querendo tocá-la. Resolveu intensificar e me arranhava o corpo quase todo, enquanto eu a olhava sem parar e a implorava para ir mais rápido. Ela jogava a cabeça para trás e gritava de prazer, quando eu consegui me soltar, mesmo que estragando o cinto e minhas mãos lhe tocaram a cintura.

–E agora Pamela Parker?! – Ela me olhou surpresíssima e eu a olhava sorrindo, claro. Lancei longe o cinto e inverti as posições, segurando as suas mãos e lhe beijando como um louco, lhe deixava sem a menor escapatória! – Agora os papeis foram invertidos, Pam... agora eu que mando aqui! — Já lhe invadindo subitamente, ouvindo-a gritar. Meus lábios lhe devoravam os seios, minhas mãos resvalavam por todo seu corpo.

E era rápido, ágil e Pamela gritava, era como se minhas mãos se multiplicassem por toda a parte! A fiz deitar de bruços na cama, quando eu me deitei também, só que sobre ela, roçava a barba em suas costas, lhe arrepiando... lhe beijava cada centímetro da mesma, e segurando sua cintura, a invadi subitamente. Eu lhe beijava as costas e ia mais rápido, mais intenso, mais forte, Pamela não cabia em si, nem eu em mim, até que chegamos ao nosso ápice e nos deitamos ofegantes, ela me abraçando e sorrindo, e eu lhe afagando os cabelos até adormecermos.

Notas finais
Continua...