Geração Pamerval - A história do início ao fim
40 Capítulo 40
Notas iniciais
Por Herval:
–Pam... Por... Por que essas algemas, Pamela?! – Eu perguntei, surpreso e ofegante.
–Surprise!! – Sorriu. – Hoje, sou eu que mando, Sr. Domingues! – Ela disse pegando as minhas mãos e prendendo na cama.
–Mas, mas Pam...
–Psiu! Don’t speak!
–O que é isso? O que foi que te deu...? – Ela não respondeu, só sorriu e me beijou com muito desejo e por fim, mordeu meu lábio, me fazendo soltar um leve gemido.
–Você vai ficar quietinho e calado...! – Ela ordenou, com um sorriso malicioso nos lábios.
–Pamela, o que você vai aprontar...?
–Psiu! Calado!! – Ela falou colocando a mão na minha boca e logo em seguida levou os lábios até minha orelha e sussurrou: — Eu que mando aqui... – E a mordeu.
Pamela começou a me beijar o pescoço, o peito, o abdome... Eu fechava os olhos à medida em que ela descia mais o beijo, até que senti Pamela começar a puxar minha cueca lentamente, até tira-la por completo. Eu já estava completamente tomado de excitação e ela ainda faria exatamente o que você está pensando!
–Hum! – Gemi ao seu primeiro toque. E ela ficou naquela tortura deliciosa por alguns minutos, me fazendo cerrar os punhos e apertar os olhos inúmeras vezes de tanto prazer, eu forçava as algemas tentando me soltar, mas tudo em vão, ela continuava me deixando mais e mais louco, até que engatinhando, voltou a subir em cima de mim e voltou a me beijar.
Eu não tava mais aguentando, tinha que me ver livre daquelas algemas!
–Pam, me solta...
–What?! De jeito nenhum! A brincadeira está apenas começando...
–Pamela Parker... Você vai se ver comigo, deixe só eu me soltar daqui... – Ela gargalhou.
–E quem disse que você vai se soltar...?
E então ela se levantou da cama e na minha frente, colocando o pé em cima da cama, começou a descer a meia calça lentamente, me provocando, em seguida, repetiu a mesma coisa com a outra perna e me olhava com um sorriso de canto de boca. Depois desabotoou seu sutiã, jogando-o em cima de mim...
–Pamela... – Ela continuou sem falar nada.
Agora ela começou a retirar sua calcinha e eu assistia àquele espetáculo, quase morrendo queimado, tamanho era o meu fervor! Finalmente subiu na cama de novo, agora de joelhos e passando uma perna para o outro lado do meu corpo, sentou sobre mim, já soltando um delicioso suspiro. Então ela começou a se movimentar e a dar beijos no meu peito algumas vezes e fechando os olhos, gemia baixinho, enquanto eu fervia ali! Ela deslizava as mãos pelo meu peito e intensificando os movimentos, olhava nos meus olhos e tudo o que eu conseguia fazer era implora-la com os olhos para me soltar, pra me deixar beijar-lhe os seios, pra deixar minhas mãos percorrerem todo aquele corpo... Mas em resposta ela apenas aprofundava os movimentos e gemia mais alto, agora incluindo meu nome à sinfonia.
–Pam... Pamela... Me solta por favor!
–Eu disse para ficar calado, não disse?! Desobedeceu, vai ganhar uma punição! Vai passar a noite inteira algemado!
–Ah não! A noite inteira não! Tá bom eu fico calado... – Ela sorriu satisfeita e com as unhas começou a fazer desenhos abstratos na minha barriga que me provocavam arrepios intensos!
Pamela continuava se movimentando intensamente, quando de repente agarrou em meus cabelos e me tascou um beijo que parecia atingir minha alma! Com aquela mistura de sensações, com aquele desejo que só aumentava, e com aquele beijo que durou alguns minutos, nós dois ficávamos cada vez mais ofegantes, Pamela se deitava sobre mim, encostando os seios na minha pele e me provocando com o rosto bem pertinho o meu... Ameaçava me beijar e logo depois voltava a se erguer e intensificava os movimentos, arqueando as sobrancelhas e abrindo a boca em gritos abafados. Eu por vezes a olhava e por vezes, fechava os olhos franzindo a sobrancelha, completamente tomado de prazer!
Passado algum tempo, ela já estava com altos gemidos e cravava as unhas no meu peito, me olhando completamente enlouquecida! Ela sorria e eu também, enquanto percebi claramente que ela estava quase atingindo o ponto máximo do prazer, e eu, junto dela! Cerrava os punhos com força, quando num grito único nosso, ela fez a cabeça cair sobre meu peito e tentava normalizar a respiração e eu também.
Ela embolou para um lado da cama, e me abraçando, pousou a cabeça no meu peito.
–Pamela Parker... Você não para de me surpreender...! Te juro que não passou pela minha cabeça esse tipo de surpresa! – Ela sorriu. – Não vai me soltar não?
–Claro que vou! My love... – Ela ergueu a cabeça, me deu um beijo e depois foi abrir as algemas. “É agora que você vai se ver comigo, Pamela Parker...!” Eu pensei.
Ela tirou a primeira e eu já peguei logo, então foi tirar a segunda e de repente, eu a segurei e me fiz ficar sobre ela.
–Ahá!! Eu disse que você se veria comigo, não disse?!
–Oh my God! Herval, no! – Eu agarrei suas mãos e agora eu que a prendia na cama. – Herval, please...
–Agora é a minha vez... – Eu disse sorrindo e ela já começava a ficar com a respiração acelerada. – Mas eu vou ser bonzinho... Eu deixo você falar...
–Herval Domingues!!
–Você não quis me torturar um pouquinho...? Agora chegou a sua vez, Pamela Parker! – E já lhe dei um beijo.
Esse beijo foi bastante intenso e eu já fui logo emendando e beijando seu pescoço e mordendo seu ombro.
–Oh Herval... – Ela falou, arrepiada.
Desci ainda mais meus lábios e agora, finalmente, ataquei-lhe os seios arrancando-lhe um profundo suspiro. Minhas mãos, agora livres, percorriam todo seu corpo, matando a saudade de algumas horas. Passei a beijar sua barriga e agora minhas mãos que se apossavam de seus seios, enquanto eu descia mais e ela, involuntariamente já afastava as pernas...
–Oh... Her... Herval...! – Eu via ela puxando as mãos, tentando se soltar, do mesmo jeito que eu tinha ficado, e resolvi provoca-la ainda mais! – No! Herval stoped...! – E quanto mais ela pedia para eu parar, mais eu continuava, seus gemidos aumentavam e ela se contorcia na cama.
A certo momento eu voltei a subir, beijando casa centímetro daquele corpo que estava completamente submisso a mim, até me posicionar corretamente e invadi-la de uma só vez, provocando-lhe um altíssimo gemido. Minhas mãos apertavam-lhe as coxas, enquanto eu pagava-lhe com a mesma moeda! Movimentos rápidos, intensos, profundos, Pamela se arrepiava e seu corpo queimava em desejo! Ela fechava os olhos, mordia os lábios, segurava nos ferros do espelho da cama e falava ofegante:
–Herval!! Go! More! – Meus lábios devoravam os seus e nós dois estávamos cada vez mais enlouquecidos. Eu beijei seu corpo inteiro e sua respiração acelerava a cada beijo. Minha mão lhe percorria cada centímetro e ela se arrepiava a cada toque. Eu lhe possuía com cada vez mais avidez e Pam incendiava em gritos e suspiros, gemidos e respiração acelerada.
A noite tava linda, calma, silenciosa, e só o que eu ouvia era o suave som do ar-condicionado de casa, o ranger da cama que estava cada vez mais acelerado e mais alto, e os nossos mútuos suspiros e gemidos, até nossa total entrega e relaxamento total de nossos corpos. Eu lhe dei vários beijos, e sorria também, por ter invertido os papeis. Então, enquanto lhe soltava, ela disse:
–Herval Domingues... Você é completamente louco! – Me deitei ao seu lado olhando-a nos olhos e sorrindo. – E é por isso que eu te amo... – Ela concluiu, colocando a mão no meu rosto e brincando com minha barba, até me dar um beijo.
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