Geração Pamerval - A história do início ao fim
64 Capítulo 64
Notas iniciais
Por Pamela:
Quando chegamos em casa, Dorothy não estava porque havia marcado um encontro com Moreira, parecia que havia aceitado o que eu e Megan havíamos falado e resolvido viver além Brian. Já a minha puppet, quando eu e Herval estávamos no meio do caminho, tinha deixado uma mensagem no meu celular, dizendo que iria a uma balada com Davi, que estava precisando dar uma arejada.
Well, eu e Herval estávamos sozinhos em casa então. E aquilo não ia dar certo... Não mesmo! Não do jeito que ele estava animado! Quando entramos em casa e demos pela ausência de Dorothy, ele já foi logo me garrando, me beijando...
–Então quer dizer que estamos sozinhos em casa, Sra. Domingues? – Me sussurrou no ouvido.
–Yeah! Sozinhos... Só nós dois... – Lhe provoquei.
–Mas que maravilha! – Ele falou, me arrastando para o sofá e deitando-me nele, parecia incansável.
–No, Herval! Aqui não! Dorothy pode chegar a qualquer momento! Não se esqueça que ela foi apenas jantar com Moreira han!
–Então vamos pro quarto! – Ele me levantou e me abraçando por trás, tentava me conduzir até o quarto. Parecia bem apressado e selvagem!
–Calma... Relax Mr. Domingues! Eu estou faminta! Vamos jantar antes, right?! – Na verdade eu não estava com fome, mas queria tortura-lo um pouquinho... É tão bom fazer isso!
–Jantar, Pam?! – Ele se decepcionou. – Eu também tô faminto, mas não é de comida!
–Stoped! – Lhe dei uma tapinha e continuei: — Yeah! Eu trabalhei o dia inteiro Sr. Domingues! E o Sr. Também! Portanto, vamos jantar! E quem vai preparar o jantar é o meu hubby chefe de cozinha! – Ele sorriu.
–Você não tem jeito, Pamela Parker Domingues... Sempre abusando de mim... Em todos os sentidos...!
–Oh really? Nem tinha reparado nisso! Come on! – Sorri e o puxei para a cozinha e enquanto eu estava encostada na mesa, ele pegava alguma coisa na geladeira.
Por Herval:
Parecia que ela estava me provocando! Ela sabia muito bem o quanto eu a desejava naquela noite e inventara de armar um jantar?! Para provar que eu não era tão dependente dela (o que era mentira), eu até que iria me aguentar, fazer o jantarzinho, conversar um pouco e blábláblá, eu a olhava de lado, enquanto fingia procurar alguma coisa dentro da geladeira, mas ela desencostou da mesa, veio se abraçar às minhas costas, beijá-las, depois se afastou com um sorriso sacana nos lábios e resolveu sentar-se em cima da mesa, esperando, balançava as pernas, apoiou as mãos em cima da mesa e ficava mordendo o lábio inferior... Ah eu não aguentei! Como eu queria morder aquela boquinha...
Fechei a geladeira de súbito e fui até ela com o desejo estampado dos meus olhos! Segurei-lhe rapidamente pela nuca, dando-lhe um beijo ardente! Pamela levou um susto e por um momento até soltou um leve gemido e me deu uma leve empurrada, mas eu com a outra mão, envolvi suas costas, fazendo seu corpo se achegar ao meu e ela cedeu. Suas mãos agarraram firmemente o tecido da minha camisa, seus lábios eram impetuosos e deliciosos! Agarrei-lhe firme os cabelos e pus-me a lhe dar beijos e mais beijos no pescoço.
Eu comecei então a tirar a camisa e ela me fez abaixa-la novamente, falando ofegante:
–Herval... Aqui não...! Dorothy, remember?! – Eu havia esquecido que a Dorothy poderia chegar ali a qualquer momento! E já imaginou se ela visse a cena?! Que droga! A única coisa ruim daquela casa era que eu não podia amar a minha mulher em qualquer lugar que eu quisesse.
Então com pressa eu peguei-a nos braços, fazendo-a envolver as pernas na minha cintura e enquanto meus lábios estavam bastante ocupados, beijando-lhe o pescoço e lhe dando leves mordidas, meus pés tropeçavam em várias coisas pelo caminho até o quarto. No meio do caminho ela desceu dos meus braços e suas mãos é que agora puxavam a minha camisa para cima. Quando conseguiu tira-la de mim, suas mãos passaram a bagunçar meus cabelos e a agarra-los com força! Eu ainda conduzindo-a para o quarto, fazia minha mão agarrar-lhe as coxas e dava excitantes mordidas em seus lábios, ouvindo-a gemer baixinho.
Entramos no quarto quase derrubando a porta e com uma pressa absurda, tranquei-a e joguei a chave em qualquer lugar, agarrei a Pam de súbito novamente já descendo o fecho de seu vestido. Quando a vi novamente só de sutiã e calcinha... Foi como me tomar totalmente a minha capacidade de raciocinar! Era como se arrancassem o meu cérebro e no lugar dele colocassem brasa! Eu nunca sei explicar o que me dá! É um calor, um ardor, uma excitação... Quando dei por mim, já estava desatacando lhe o sutiã e devorando lhe os seios, fazendo-a arfar de prazer. Ainda estávamos em pé, então eu fui ajoelhando e lhe beijando a barriga, ela sempre se arrepiava quando eu fazia isso... E eu adorava vê-la arrepiada! A trilha dos beijos foi descendo e quando eu senti o pano de sua calcinha, levei minhas mãos até ela e a desci sem mais delongas. Logo me levantei novamente e virando a Pam de costas para mim, minha mão lhe explorava a intimidade e ela já estava completamente tomada de desejo! Suas mãos procuravam meus cabelos e meus lábios, seu pescoço e boca.
Eu logo tirei a calça, a cueca, Pam me olhava ofegante e tresloucada. Joguei-a na cama já me deitando por cima dela, me apoderando de seus seios e minhas mãos seguravam fortemente as suas, eu estava a ponto de explodir! O desejo e a luxúria estavam tão fortes, tão presentes em mim, que finalmente invadi-a de uma vez, com força e todo o desejo que tomava conta até da minha alma naquele momento, no mesmo instante ela gritou e cerrou os punhos. Comecei a movimentar-me com rapidez e força, ouvindo-a gemer alto, se soltar para me arranhar as costas, dar mordidas no meu ombro... Eu por vezes segurei firme na grade da cama e ouvia-a ranger, um pouco seria até normal, mas do jeito que estava... Eis que... Para o meu desespero... A cama quebra! Sim! A bendita cama quebrou! O ranger já estava estranho até ouvirmos um barulho ainda mais estranho e logo ela estatelava-se no chão. A gente não se machucou, só a Pam que foi esmagada pelo peso do meu corpo, mas logo se recuperou. Agora podem imaginar o nosso estado?! Quando a Dorothy apareceu lá, imagine o vexame! Imagine a imaginação dela! Juro que se eu pudesse, enfiava a cabeça no chão.
Passado esse episódio traumático, nós começamos a visitar alguns orfanatos. Sempre que a Pam arrumava um tempinho livre da Marra ou da Parker, eu dava um jeito de sair da Plugar também e a gente visitava cada dia um lugar diferente. A gente conversava, brincava com as crianças, mas nada, nenhum sentimento em especial... Pelo menos nada da minha parte e dava para perceber que da Pam também né!
Passada a terceira semana, a gente já tava começando a ficar frustrado... Não pensamos em desistir, mas já não existiam mais opções de orfanatos por perto.
Ao fim de mais um dia cansativo de procura, chegamos em casa exauridos e a Megan estava na sala com o Davi.
–Ih... Já vi que pela cara de vocês... Nada ainda, right? – Ela falou.
–Yeah, Megan... Nada... E o pior é que nossas opções de orfanatos estão se esgotando...! – A Pam respondeu se jogando no sofá.
–Eu conheço um orfanato que provavelmente vocês ainda não visitaram... – O Davi se pronunciou e fez a Pam olha-lo surpresa e curiosa e a mim, me encher de esperança.
Quando estávamos para ir dormir, já nos organizando, ficamos conversando sobre a possibilidade de visitar o orfanato indicado pelo Davi, e a Pam disse que iriamos dali a duas semanas, porque ela havia parado muito seu trabalho na Parker TV e na Marra. Para falar a verdade, até eu tinha parado a Plugar, na verdade a Rita cuidava pra mim, só que não dava conta de tudo sozinha né?!
Ficamos decididos assim. Dali a duas semanas, iriamos àquele orfanato. Já havíamos aguentado três semanas de procura, duas a mais ou duas a menos não iria fazer tanta diferença... Nos deitamos na cama e quando a Pam pousou a cabeça no meu peito, ficamos acordados em silencio por alguns minutos, até nossos olhos fecharem gradativamente e dormirmos pensando no nosso filho que teria que aparecer naquele orfanato!
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