Geração Pamerval - A história do início ao fim
122 Capítulo 122
Notas iniciais
Por Herval:
Mal entramos em casa, e eu já lhe agarrei, como um leão faminto por sua presa. Fomos nos beijando e tropeçando em tudo até o quarto e ao entrar nele, fiquei imóvel e completamente surpreso. Digamos que... havia velas aromáticas por todo o quarto, iluminação fraca e fluorescente, morangos, chocolate derretido e champanhe num balcão e algumas coisas num outro, das quais eu reconheci um chicote, uma venda, algemas e um frasquinho que parecia ser de óleo. Ouvi uma música completamente zen começar a tocar e então olhei para a Pam, foi ela que ligou o som.
– O que isso significa, Pamela? – Aquilo mal tinha começado e eu já estava fervendo.
– Significa que quem vai comandar o show da noite, sou eu...! – Respondeu, tirando a roupa, fazendo-me arregalar os olhos com a surpresa que vi surgir. Retiro o que eu disse, fervendo, completamente excitado eu fiquei nesse exato momento! Ela usava um lingerie azul escuro, linda, de renda, cinta liga, meia caça... profundamente provocante.
– Pamela...
– Xiiu... apenas aproveite! – Me empurrou para cima da cama, subindo logo em seguida, engatinhando. Segurou minha blusa e começou a desabotoá-la lentamente... bom, meus olhos não saíam do seu sutiã, ou... do que ele continha.
– Pam, e a Dorothy... o Joaquim?
– Não se preocupe, hoje a casa é só nossa... – Falou, escorregando a blusa pelos meus braços e com a boca depositando beijos no meu pescoço. Eu tentei levar as mãos até seu sutiã para desabotoá-lo, mas ela levantou imediatamente. – Não, senhor... – Foi até o balcão e pegou as algemas. – Eu falei que quem comanda o show hoje sou eu! E nesse show, você não pode usar as mãos... – Voltou a subir na cama, segurando meus pulsos.
– Não, Pamela... por favor... você já me torturou demais... – Ela já me prendia na cama.
– Oh really...? Eu não acho... você ainda não viu nada, baby! – Estando eu preso, ela desafivelou meu cinto, desabotoou a calça e a tirou rapidamente.
– Pamela... – Gemi. Me deixou só de cueca e levantou da cama. – O que que você tá fazendo? Volta aqui... – Pedi.
– Você já viu show sem dança, baby...? – Me perguntou com meio sorriso, enquanto começava a se embalar no ritmo da música que tocava. Aquilo era provocação demais... parecia que cada curva dela gritava desejo, Pamela estava tão sensual... suas mãos passeavam pelo próprio corpo e eu desejei profundamente que minha boca fosse aquelas mãos...
– Pamela... me solta... vem cá... – Peço mais uma vez.
– A música ainda não acabou, honey... – Ela parecia estar se divertindo com o meu desespero em tê-la. Virou de costas para mim, apoiou um pé na poltrona, puta que pariu, a calcinha era minúscula! E começou a tirar a meia calça se inclinando cada vez mais para frente.
– Pamela! – Provocação demais! Ela jogou a meia para trás, que caiu ao meu lado na cama. Começou a tirar a outra. Eu já estava tão... duro... jogou a outra e essa veio para cima de mim. – Pamela...! – Rosnei, forçando as algemas. Ela se virou para mim, rindo.
– Relax, sweet... a noite só está começando! The night is Young... – Dessa vez desabotoou o sutiã, ainda naquela dança sensual, e jogou-o em minha direção.
– Pam... vem aqui... me deixa... te tocar...! Me solta! – Minhas mãos e boca queriam tanto aqueles seios agora descobertos... ela negou. – Pamela... – Dessa vez eu supliquei!
– Okay... eu vou. Mas não vou te soltar. O que você acha de uma massagem a óleo, sem as mãos, baby? – Oh merda, a coisa só “piorava...” perguntou, caminhando até o balcão e pegando o frasco. Desculpem qualquer palavrão, mas estava ficando difícil segurar... ela caminhou até a cama, sentando em cima de mim, gemendo com a minha ereção evidente por debaixo da cueca, e derramou o líquido no meu corpo. Ele era meio quente... depois, colocou-o em cima da mesinha de cabeceira e debruçou-se em cima de mim...
Sua boca foi de encontro a minha e sua língua não demorou para buscar fazer uma performance sobrenatural com a minha. Em acrobacias perigosas, o que fazia a adrenalina e a endorfina gritarem no meu corpo inteiro e percorrê-lo até que eu viesse a explodir! Ela roçava seu corpo no meu, espalhando o óleo que olhando de relance o frasco em cima da mesinha, li ser afrodisíaco. Eu apertava os lábios, num gemido mudo ao sentir seus seios completamente eriçados, estar em constante contato com a minha pele. Era isso, ela não usava as mãos mesmo. Pelo menos, não para passar o óleo... uma delas se encontrava na minha cueca! Roçava o corpo no meu e tudo parecia tão excitante... desde a música de fundo até o ar que respirávamos!
– E então, estou aprovada como massagista? – Sussurrou no meu ouvido, me provocando um arrepio poderoso!
– Pamela... você está tentando me deixar louco, com tudo isso?
– Tudo isso o que? – Beijou meu pescoço, meu ombro, meu peito... – Eu só estou começando, my love! – Minha barriga, segurou minha cueca e... parou.
– Hey! Aonde você vai? – Pergunto, quando ela levanta de repente da cama.
– Prosseguir com a brincadeira! – Diz me mostrando a venda e voltando para a cama.
– Pam, não, por favor, já basta estar preso, venda não... me deixa te ver pelo menos... – Só sorriu e em seguida não vi mais nada além de um escurão. – Pam? – Depois que me colocou a venda, senti-a levantar.
– Você fala demais, sabia...? – Ouvi a voz se aproximando.
– E o que você espera que eu faça?
– Nada. Apenas sinta... – A mesma coisa que eu havia falado para ela... senti meus músculos se contraírem, ao sentir algo extremamente gelado na minha barriga. Ouvi uma risadinha sua e aquilo subiu mais até o peito. Era gelo, provavelmente do balde com champanhe.
– Pam...mela... – Eu franzia o cenho e mordia o lábio em excitação, controle e dor, já que gelo quando demora num único ponto, parece queimar. – Hum... – Dessa vez eu tenho certeza de que era a língua dela passeando pelo meu corpo. Cerrei mais os punhos tentando me soltar e procurei desesperadamente tirar a venda, eu tinha que ver ela fazendo aquilo... – Pam, me solta! – Ousei ordenar.
– What? Eu senti um tom autoritário aí, Mr. Domingues? – Fodeu...
– Eu preciso te...
– Calado! Agora vou usar a sua tática! – Percebi-a sair da cama de novo. – Se falar alguma coisa, apanha! – Ouvi um estalo, era o chicote.
– Pamela, não, chicote não, eu tenho... aiii!! – Ao contrário de mim, ela não aliviou. Deu forte, mas um forte que eu aguento... e na situação presente, era ainda mais excitante.
– Ainda vai falar alguma coisa?
– Não. Aiii! – Me bateu de novo.
– Acabou de falar!
– Mas você que me... ai, Pamela!
– Você não cala a boca! Eu hein... – Não retruquei dessa vez. – Muito bem... good boy... – Ela passou o chicote pelas minhas pernas, subindo até o abdome, peito, rosto e me deu uma mordida no lábio. Controlei o gemido. – Abre a boca.
– Pra que? Hum!! – Chicotada de novo!
– Não questione, apenas abra! – Lhe obedeci. Segundos depois a fechei novamente, mordendo alguma coisa que veio acompanhada da boca de Pamela. Era... chocolate, mas o chocolate estava líquido, daí senti um gosto meio azedo e doce... morango. Ouvi sua risada mais uma vez.
– Tá rindo de que? Ah!! – Dessa vez a chicotada foi mais forte, minha pele já estava ardendo, mas eu precisava saber.
– É que eu acho que nunca experimentei Herval com chocolate...
– Como assim? – Cada palavra, uma chicotada.
– Quero provar agora... – E então algo pegajoso começou a escorrer do meu peito em direção a barriga. E algo úmido da minha barriga até o peito. Ah... à custa de um quase orgasmo precoce, eu entendi o que ela quis dizer... o algo pegajoso era o chocolate e o algo úmido, sua língua. Herval com chocolate... seria cômico se não fosse trágico pra mim... trágico sim porque eu não podia mover um músculo, dizer uma palavra, que apanhava. Mesmo com vontade de devorá-la. – Hum... delicious... – suspirou no meu ouvido.
– Pamela... pelo amor de Deus, não faz isso comigo...
– Eu vou fazer melhor, baby... – Sussurrou de novo e eu senti sua respiração descendo até o pé da minha barriga. Logo eu estava liberto da cueca e...
– Não, você não vai fazer isso... não Pamela, por favor, eu imploro...
– Eu não tenho piedade...
– Você tá querendo me matar?! – Ele já estava com chocolate.
– Hunrrum... de prazer!
– Ah!! – Arfei. Ali já se tornara uma área sensível ao extremo com tanta provocação, e quando ela... lambeu e... hauriu, eu fui a loucura. Ela fez aquilo por mais ou menos 2 min. E era deliciosamente torturante.
A senti colocar as pernas uma para cada lado o meu corpo — já tinha tirado a calcinha — e segurado meu pênis.
– Pamela eu... quero você... – Murmurei. E quando eu achava que ela estava a me posicionar para invadi-la, iniciou mais uma brincadeira esfregando-o em seu clitóris. Os gemidos se tornaram frequentes na minha boca, e na dela também, já que estava a cada instante mais excitada. – Pam... você... – Ouvi o que deveria ser um sorriso e em seguida me senti ser conduzido para dentro dela, no entanto, ela tirou ainda no começo. – Pamela, pelo amor de... – Ela colocou a mão na minha boca.
– Não meta Deus nisso, baby... – Sussurrou no meu ouvido, debruçando-se sobre mim. Depois me deu um beijo e voltou a fazer aquilo, só que se eu já estava louco, queria ultrapassar esse rótulo e ser considerado um ser que não é humano. Então ela ousou fazer aquilo de novo e eu não me aguentei.
Fiz um movimento para frente com os quadris, fazendo-me penetrá-la de uma vez. Aquilo era o paraíso! Pamela gritou alto e em seguida e senti minha pele arder – muito – e doer também, com uma chicotada que ela me deu...
– Perdeu o amor à vida, Mr. Domingues? – Sua voz estava falha, pela surpresa que lhe fiz.
– Eu só aguento ser torturado até um certo ponto. Quando você resolve exagerar na dose... tem o que merece! – Fiz outro movimento ainda mais brusco e ela arfou.
Era óbvio que nem ela aguentava mais esperar... se ela estava me torturando, fazia o mesmo consigo mesma! Então logo senti suas mãos no meu peito, livre do chicote enfim! Eu com certeza iria ficar com marcas ainda mais visíveis que as dela, de semanas atrás, mas valeria muito a pena! Pamela então começou a se movimentar freneticamente em cima de mim e aquela pressa não era um terço da minha! Forcei as algemas, mas nada de me soltar...! A venda não tinha como tirar... mas eu queria tanto ver aquele rostinho e suas expressões de prazer... aquele corpo se chocar com frenesi ao meu... eu sentia suas unhas arranharem meu peito, ela começar a fazer rápidos movimentos circulares e gemer loucamente. Eu rosnei seu nome, ao sentir que estava perto do meu limite e Pamela só afundou as unhas ainda mais em minha pele e mesmo que já fosse impossível, acelerou os movimentos.
Eu não pude mais me conter. Com um grito abafado, atingi o clímax total. Pamela se debruçou em cima de mim e eu sentia sua respiração praticamente inexistente no meu pescoço. Das duas, uma: ou o céu desceu à terra, ou a terra subiu aos céus... porque eu fiquei sem a capacidade de raciocinar e responder à pergunta que ela me fez e de notar que ela havia tirado a venda de mim!
– Você quer champanhe, honey? – Ela saía de cima de mim, ficando sentada na cama, ainda ofegante, e passando a mão pelo meu rosto.
– Não. Eu quero ir no banheiro, me solta?
– I do not know... como vou saber que não está me enrolando?
– Meu amor, eu tô todo sujo de chocolate, preciso me limpar, por que estaria te enrolando?
– Eu te conheço, my love... – Deitou ao meu lado, pousando a cabeça no meu peito.
– Por favor, Pam... prometo que quando eu voltar, a gente brinca mais um pouquinho...
– Well... aí já começamos a entrar num acordo... – Respondeu, sorrindo sacana e em seguida levantou para buscar a chave das algemas. Quando voltou, se colocou em cima de mim, ficando com os seios próximos ao meu rosto. Isso é que eu chamo de uma mulher que gosta de correr perigo!
Soltou uma mão, depois a outra...
– Oh my God! Eu sabia que não podia confiar em você, seu safado! – Falou, quando a surpreendendo, eu inverti nossas posições, deixando-a por baixo de mim. Sorri vitorioso.
– Desculpa, meu amor... mas você não achou que eu ficaria sem te tocar... sem beijar teu corpo inteiro... sem... – Ela tentou levantar, mas eu segurei seus pulsos. – Não. Eu não fui ao banheiro, mas a promessa da brincadeira continua de pé... – Falo tomando as algemas dela e prendendo-a.
– Não, Herval... – Ela suplica.
– Como você disse: The night is Young! E ela só está engatinhando, meu bem…
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