Garotos
7 Especial . O Garoto de Maneiras Muito Polidas
Notas iniciais
Agora, novo capítulo de Garotos, com o capítulo especial do ArthurxChris. Escrito ao som de Radwimps! ♥3'
Goodbyes for you, but that's just bad bad byes for me
Let's talk about love, about everything we need, everything that's something to do with our love.
~ not because, radwimps.
Anyway, aqui está o capítulo. Espero que gostem. E ouçam Radwimps 8DD
Christopher estava sentado na cama de Aoi, os braços cruzados em frente ao peito, uma expressão irritada em seu rosto arredondado. O louro bocejou e coçou o olho com sua mão. Eram oito e meia da noite; estava dormindo havia meia hora, quando o mais novo acordou-o com batidas rápidas na porta. Chris bufou pela centésima vez; Aoi suspirou.
- Então, garoto — o mais velho começou -, você e o Arthur realmente brigaram?
- Desculpe mais uma vez, veterano Aoi, por incomodá-lo durante a noite — Christopher olhava para ele com os olhos levemente marejados. — Não é exatamente uma briga. Na verdade, ele só não me entende. Ele é muito... Como eu posso dizer...
- Tapado — Aoi confessou, rindo em seguida.
- Exatamente. Mas essa palavra é muito simplória — comentou o menino.
- Então, o que ele não entendeu dessa vez?
- Bem — Christopher abaixou a cabeça instantaneamente, as maçãs do rosto coradas -, nós somos... Namorados, certo? Então... Bem... Se nós somos, não devíamos... Você sabe... Hã...
- Por acaso você quer dizer sexo? — Aoi levantou uma de suas sobrancelhas.
Christopher corou e ficou da cor de um morango maduro. O louro riu da reação do mais novo e lançou-lhe um olhar divertido. Interessara-se pelo assunto, já que este não parecia mais estar tão presente em sua vida desde que começara a namorar Dimitri. Levantou-se em um salto e começou a falar animadamente:
- Eu ainda acho que você é muito novo para isso. Mas quem sabe já possa começar com as preliminares... Ah, Arthur é realmente um tapado; e ainda é um tapado inocente! Você tem que falar para ele de uma vez o que quer realmente, Chris.
- Mas como eu posso falar com ele que eu quero aprofundar nossos laços? — Chris indagou com as bochechas ainda avermelhadas.
- Simples! — Aoi exclamou. — Fale assim: Arthur, quero que eu e você nos tornemos um! Acho que isso é pomposo na medida certa para você.
Christopher pareceu pensar sobre aquilo por algum tempo. Pensara durante aquele tempo algumas frases que poderiam fazer Arthur entender o que ele queria. Mas talvez tivesse usado palavras muito difíceis, ou polidas. De qualquer forma, o veterano não havia entendido nenhuma delas, o que deixara o mais novo irritado. Aoi sabia melhor o que ele devia fazer. Após ouvir o conselho do louro, ele deixou o quarto que o mais velho dividia com Ruki e pôs-se a caminhar em direção ao quarto de seu namorado.
Arthur estava jogado sobre a cama, uma expressão preocupada em seu rosto. Christopher ficara irritado por algum motivo desconhecido e deixou o quarto correndo, o que causou no garoto um sentimento de dúvida. O que havia dito que magoara tanto seu menino educado?
Ele não conseguia tirar Chris de sua mente; e como se fosse uma obra do destino, o centro de seus pensamentos adentrou o quarto algum tempo depois. O menino olhava-o sério, como se tivesse algo muito importante a dizer.
- Eu fui ao quarto do veterano Aoi — Chris disse. Certo, talvez o garoto realmente não conseguisse dizer apenas uma frase sem explicar todo o motivo por trás dela. — Eu fui pedir conselhos a ele, porque você simplesmente não entendia o que eu tentava dizer — Christopher ajoelhou-se na cama, em frente ao namorado. — Ele disse que a melhor maneira de falar seria algo como quero que eu e você nos tornemos um, mas não tenho certeza quanto a isso. Arthur... Eu quero que você me ame, conecte-se a mim, mostre-me que eu sou seu e você é meu, porque somos namorados e amantes, e precisamos mostrar isso um ao outro.
Apesar de a frase que Aoi dissera ser pomposa de fato, a que Christopher escolhera era muito mais polida. De alguma forma, o menino conseguiu dizer o que havia tentado expressar por uma semana em alguns segundos. Arthur estava corado.
- Chris... Não é que eu não tenha entendido. Eu estava apenas com... Medo. Você é muito novo e talvez se arrependa de tudo isso. Eu tenho medo disso, de me tornar uma memória ruim para você.
- Arthur! Eu tenho certeza de que você não será uma memória ruim! Estou certo de que você será uma das mais prazerosas memórias da minha vida. Então, não tenha medo, por favor.
O mais velho puxou Chris para um abraço forte e fechou os olhos, tentando concentrar-se unicamente no menino em seus braços.
- Tem certeza?
Christopher fez que sim com a cabeça e selou os lábios do namorado rapidamente. Estava pronto para o que viesse. Aguentaria qualquer coisa. Apenas queria Arthur ao seu lado.
O mais velho levantou o garoto e o pôs com a cabeça deitada sobre seu travesseiro, o coração acelerado de ansiedade. Lentamente, Arthur movia-se sobre o corpo menor. Primeiro, desabotoou a camisa branca que fazia parte do uniforme — o blazer fora esquecido sobre a cadeira da escrivaninha havia muito tempo — e jogou-a sobre o chão amadeirado. O tórax translúcido, marcado por dois botões rosa, conquistou Arthur no momento em que ele o viu. Chris era belíssimo, ainda mais com as bochechas levemente rosadas em contraste com a pele branca.
Arthur deixou que sua boca se ocupasse deles. A língua habilmente contornava um dos mamilos, enquanto seus dedos beliscavam o outro carinhosamente. Aos poucos, seus ouvidos captavam sons baixos e abafados, os primeiros gemidos de um garoto que ainda desconhecia aquele ato carnal. Sentia-se satisfeito com eles; eram como uma recompensa pelo que estava fazendo. Então, continuou.
Christopher nunca havia se sentido tão bem. A sensação da língua quente do mais velho sobre seu peito causava-lhe arrepios cada vez mais prazerosos. Ele sentia que algo em seu baixo-ventre estava estranho por causa de toda aquela mistura de sensações. Mas não conseguia parar de gostar de tudo aquilo e deixar que sons estranhos ecoassem de sua boca.
Após perceber que os mamilos do menino estavam avermelhados e enrijecidos, Arthur afastou-se do peito de Chris e lançou seus olhos para o rosto do menino. Seus olhos de safira estavam semicerrados e miravam Arthur de uma forma irresistível. O mais velho sentiu seu pênis enrijecer ainda mais.
Sua língua quente voltou a percorrer seu caminho pelo corpo pequeno. Uma trilha de saliva foi deixada sobre a barriga em direção ao umbigo do menino. Enquanto a boca de Arthur ocupava-se de morder e sugar a pele de Christopher, suas mãos correram para a calça mais abaixo e desabotoaram-na, a fim de retirá-la.
Chris teve seu pênis pequeno exposto aos olhos luxuriosos de seu namorado. A língua de Arthur umedeceu os lábios do mais velho e, em pouco tempo, estava sobre o membro do menino, lambendo-o, os lábios sugando-o.
O mais novo nunca havia experimentado tão sensação. Era maravilhosa! Ele não conseguia conter os gemidos que deixavam sua boca, o que o forçava morder os lábios com força. Arthur pôs seus dedos dentro da boca de Chris e disse que poderia mordê-los para não se machucar. Os dois tinham consciência de que precisavam fazer pouco barulho.
Os lábios e a língua de Arthur continuavam a trabalhar no pênis desperto de Chris. Espasmos de prazer percorriam todo o corpo do menino e suas pernas tremiam fortemente. Levou muito pouco tempo para Christopher chegar ao seu prazer pela primeira vez em sua vida. Arthur sugou o pênis do garoto até não sobrar uma gota e engoliu todo o sêmen que foi despejado em sua boca.
O mais velho, então, levantou as pernas de seu namorado e as colocou sobre seus ombros. Os dedos que estavam na boca de Chris foram até a entrada do garoto e um deles forçou o anel estreito. O menino gemeu levemente de dor quando sentiu o dedo movendo-se para frente e para trás dentro de si. No entanto, havia algo de estranho naquela sensação que o fazia se sentir bem.
Quando percebeu que Chris não sentia mais apenas dor, mais um dedo foi colocado dentro dele. Os dois afastavam-se em seu interior, abrindo espaço. Contudo, não importava o quanto Arthur tentasse, Chris continuava apertado demais. Seria impossível colocar outro dedo; imagine pôr seu pênis dentro dele! Arthur retirou seus dedos e lambeu-os, enquanto mirava Christopher.
- Você vai pôr seu pênis dentro de mim, Arthur? — o menino perguntou com a voz levemente falha.
O mais velho sentiu seu membro enrijecer um pouco mais ao ouvir a pergunta de Chris. Ele sorriu e balançou a cabeça negativamente.
- Você ainda é pequeno demais, Chris.
Arthur levantou-se da cama e caminhava em direção ao seu banheiro para limpar-se, quando sentiu uma pequena mão segurá-lo. O garoto virou-se e viu Christopher ajoelhado sobre a cama, agarrado ao seu pulso.
- Arthur... Deixe, então, que eu te dê prazer. Não é justo que só eu tenha gozado.
- Onde você aprendeu essas coisas, Chris? — Arthur indagou, com um riso ao fim.
- O veterano Aoi disse que, se eu falasse desse jeito, você ficaria mais excitado e iria gostar mais — confessou.
O mais velho jogou-se novamente na cama e abraçou seu namorado, com força, rindo.
- Eu devia deixar o Aoi longe de você. Ele é uma má-influência — então, abaixou mais sua cabeça e alcançou a orelha de Chris, mordiscando-a levemente, para depois continuar: — Não precisa fazer nada, eu já senti prazer apenas de estar com você, Chris.
- Não — o menino disse, sério. — Sente-se na cama direito.
Arthur afastou-se ligeiramente de Chris, assustado com o tom com que o garoto havia falado. Sem pensar duas vezes, o mais velho obedeceu a Chris e sentou-se sobre a cama. O menino puxou as pernas de seu namorado e as pôs dobradas e abertas. Então, desabotoou a calça de Arthur e puxou seu pênis para fora.
O mais velho conteve um gemido ao sentir a boca de Chris sobre seu membro, a língua quente do menino contornando-o excitantemente. Aquela era a primeira vez do menino fazendo algo daquele tipo, mas ele estava mostrando ser ótimo no ato de felação.
Os lábios de Chris sugavam o membro de seu namorado enquanto sua língua fazia movimentos no sentido contrário, aumentando o prazer de Arthur. Quando chegava à ponta do pênis, Chris deixava que apenas a ponta de sua língua contornasse-o, enquanto os dedos puxavam a pele ligeiramente para baixo.
Em pouco tempo, Arthur não pôde mais aguentar: gozou dentro da boca de Chris. Ele deixou que seu sêmen adentrasse o corpo do menino, que engoliu-o por inteiro, sem deixar que uma gota escapasse. Então, afastou-se de Arthur.
O mais velho olhava para Chris, satisfeito. Ainda que fosse a primeira vez do menino, ele havia se saído muito bem. Ele lançou seus lábios sobre seu namorado e puxou para perto de si.
- Você fez com que eu me apaixonasse ainda mais por você, Chris. Vou esperar ansiosamente pela próxima vez que você quiser fazê-lo.
Chris sorriu, envergonhado.
- Na verdade, Arthur, eu... — e olhou para baixo, em direção ao seu baixo-ventre.
O mais velho mirou o corpo do menor e percebeu que ele estava excitado novamente. Rindo, ele colocou Christopher sobre a cama, a cabeça contra o travesseiro, e se amaram mais uma vez naquela noite.
Notas finais
Reviews são bem vindos ♥
AAAAH, GUYS! Uma leitora muito fofa fez um desenho do Ruki, e aqui estáo link para o desenho. Ela fez uma conta no deviantart só praosta o desenho, é ou não é uma fofa? http://key-of-dreams.deviantart.com/art/Kugayama-Ruki-334483761, muito obrigada, Kaaryu ♥
Iin desu ka, iin desu ka, konna ni hito sukina iin desu ka.
Iin desu ka, iin desu ka, konna ni hito shinjitemo iin deu ka.
~ iin desu ka, radwimps.
Takoyaki ~ Bolinho de Polvo.
Próximo: O Garoto de Fita Negra no Pescoço.
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