Notas iniciais
Nova protagonista gente, com isso mais gente terá destaque.

Naquela manhã, foi anunciado pelo megafone de que não haveria aula e para todos os alunos estarem no auditório às 10h e que mesmo assim era para ir de uniforme.

– Por que eu não posso ir? – Perguntou Sealand impaciente.

– Já conversamos sobre isso, Peter. Você não tem permissão para entrar no prédio da escola porque você ainda não foi convidado a estudar aqui. – Disse Finlândia tentando acalmá-lo.

– Mas Tino...

– Eu sei que é difícil, mas será pior se te pegarem andando por aí. Já foi difícil convencer o vice-diretor para te deixar morar com a gente.

– Quando é que vão me convidar oficialmente?

– Eu não sei, ouvi dizer que ainda não convidaram Wy, Seborga, Chipre do Norte, Ladonia, Molossia, Kugelmugel e Hutt River também.

– Que droga.

Sealand foi para o seu quarto. Ele podia estar chateado, mas seu humor melhoraria depois. Finlândia sentiu alguém abraçar seu corpo por trás e colar às suas costas, fazendo-o ficar completamente vermelho. Não precisou se virar para ver que era Suécia.

– Su-san...?

– Quero passar um tempo com você. – Disse acariciando o peito do outro e beijando-lhes os cabelos.

– Mas as paredes são finas. E se os outros escutarem? – Perguntou ainda mais vermelho.

Não houve resposta. Suécia o virou delicadamente para ele e o beijou. No começo foi um beijo calmo e casto, mas depois Finlândia segurou na nuca do maior e aprofundou o beijo. Com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo, ficava difícil terem um momento só para eles. Sem desgrudar as bocas, Suécia pegou sua esposa no colo e se encaminhou para o quarto dos dois. Ele deitou Finlândia delicadamente na cama enquanto suas línguas travavam uma deliciosa batalha.

– Me devolve isso, Mathias! – Escutaram uma voz feminina gritar e logo depois um baque de quem tivesse lançado uma poltrona.

– O que foi isso? – Perguntou Tino se separando de Berwald.

Eles ouviram mais alguns barulhos e gritos e foram para o corredor ver, com um curioso Peter atrás deles. Eles viram Noruega e Islândia esperando por eles para todos saírem juntos, como faziam todas as manhãs. Os barulhos vinham do apartamento de Dinamarca. Antes que qualquer um pudesse formular hipóteses, Dinamarca abriu a porta segurando um casaco de esquimó, correu para o corredor e quase foi acertado por uma frigideira voadora.

Também saiu do apartamento, uma garota com o uniforme da Classe América. Ela tinha o cabelo preto preso em uma trança e uma franja irregular, pele avermelhada e olhos azuis como os do Dinamarca. Parecia uma esquimó e ainda assim era linda. Era Groenlândia, que além de ver criaturas mágicas, ela conseguia ver espíritos.

Ao ver os outros, ela abaixou a cabeça e manteve uma distância segura, ao mesmo tempo em que uma pesada nuvem se formou sobre sua cabeça deixando o entorno dela frio e deprimente.

– Ah, pessoal, quero que vejam uma pessoa. – Disse Dinamarca sorrindo e pouco se importando com o que estava acontecendo. – Greta, estes são Lukas Bondevik, o Noruega; o irmão dele Emil Steilsson, o Islândia; Berwald Oxenstierna, o Suécia; e a esposa dele, Tino Väinämöinen, o Finlândia, você os conheceu quando menor e acredito que tenha relações comerciais com o Islândia. Pessoal, esta é minha irmã Greta Køhler, a Groenlândia, lembram dela?

– E eu sou o Sealand! – Gritou o pequeno se mostrando a todos, mas sendo completamente ignorado.

– Ela não é a sua irmã, seu bastardo. – Disse Noruega. – E ela nem é parecida com você!

– É que eu a adotei, lembra? Não seja mal perdedor, Norge. – Noruega bufa e cruza os braços.

– Claro que lembro! – Começou Finlândia sorridente. – Era uma colônia sua e você nos apresentou há muito tempo atrás. Ela está crescida.

– E muito bonita também. – Comentou Islândia gentilmente.

– Diga “oi”, Greta. – Incentivou Dinamarca ficando ao lado da irmã.

Groenlândia abaixou ainda mais a cabeça, tomou o seu casaco de esquimó das mãos do seu irmão, correu para as escadas e desceu. Os outros não souberam como reagir e Dinamarca suspirou pesadamente.

– Green é meio antissocial. – Explicou aos outros.

– Meio? – Disse Noruega irônico.

– E um pouco depressiva também.

– Um pouco? – Continuou ironizando Noruega até levar um beliscão de Islândia.

– Ela só fala comigo e uma ou outra nação, mas não levanta a cabeça para encarar nenhuma delas. – Continuou Dinamarca estranhamente sério e apreensivo. – Brigamos e fazemos as pazes como qualquer irmão faz, mas mesmo assim são poucas vezes que consigo arrancar um sorriso dela.

– Dinamarca, você está bem? – Perguntou Finlândia.

– Eu estou, mas a Groenlândia... Hei, bem que vocês poderiam falar com ela, tentar algum tipo de aproximação e virarem amigos dela.

– Você está falando sério? – Perguntou Noruega mal acreditando no que tinha acabado de ouvir.

– E por que não? – Disse Islândia. – Podemos ao menos tentar. – Noruega bufou. – Qual é o problema dele? – Sussurrou para Finlândia.

– É que antes da Groenlândia ser colônia do Dinamarca, ela era colônia do Noruega, mas ele a abandonou por ela nunca ter se aproximado dele e por suas terras serem geladas e que só são produtivas no verão, obrigando Noruega a caçar para sobreviver.

– O que dá muito trabalho, coisa que ele odeia.

– É. Depois da aliança com Dinamarca, Dinamarca não queria que ninguém se apossasse das colônias dos dois, então decidiu restabelecer contato com as antigas colônias, incluindo a Groenlândia. De alguma forma, ele conseguiu se aproximar da Groenlândia e a reivindicou em nome dos dois, mas ele cuidou dela enquanto Nor cuidou de você.

– E o que aconteceu depois?

– Bem, além de nos apresentá-la e iniciar o comércio de caça, pescados, peles e caçadas às baleias, encontraram carvão, que naquela época valia muito, e minerais na ilha. Foi aí que Nor explodiu de tanta raiva e após a separação, quis a antiga colônia de volta, mas Dinamarca não cedeu de jeito nenhum e foi apoiado pela própria Groenlândia.

– Ela deve gostar muito dele.

– São quase 9h 40min. – Pronunciou-se Suécia olhando no relógio de pulso.

Os cinco saíram e foram para o auditório. O auditório ficava no último andar, mas não queria dizer que era pequeno, ele parecia um mini anfiteatro e a escada que levava para ele era diferente da que levava ao telhado. As nações chegavam e tentavam encontrar um lugar e os professores ficavam de olho para ver se ninguém criava confusão, explodia uma bomba ou fazia qualquer outra coisa.

Omã estava sentada na frente de Kuwait, Iêmen, Egito e Síria e entre Qatar e Jordânia. Síria estava entre Egito e Líbano, com quem tinha uma história muito antiga. Irlanda estava entre seu irmão e Gales, mas para o azar dela, seu irmão estava na frente de Escócia e ao lado de Inglaterra, que também estava ao lado de França.

Seychelles estava perdida na multidão. Ela tentava encontrar algum conhecido com algum lugar vago do lado. Ela esbarrou em Islândia, um garoto que ela conheceu no castigo dado pela Assíria quando teve a confusão envolvendo França, da Bélgica e do Holanda.

– Desculpe. – Disse ela.

– Não tem problema. Você por um acaso viu uma garota de cabelo preto em um trança parecida com um esquimó com uma nuvem escura e cinzenta sobre a cabeça?

– Garota cinzenta de cabelo preto com uma nuvem de trança escura parecida com um esquimó sobre a cabeça? – Disse tentando processar a informação e fazendo Islândia bater com a palma da mão no próprio rosto.

– Deixa para lá.

– Se quiser, posso te ajudar a procurar. Como é essa garota? – Islândia capota.

– Só procure por uma garota com uma nuvem sobre a cabeça. – Disse em tom calmo e gentil, afinal em pouco tempo de conversar desde o dia do castigo, ele percebeu que Seychelles tinha dificuldade para processar certas informações.

Os dois foram procurar Groenlândia juntos enquanto o resto procurava lugar para sentar. Enquanto isso, Groenlândia vagava pelos corredores para longe do auditório. Ela queria evitar ao máximo o contato com as outras nações, então resolveu vagar pelas partes desertas do colégio, infelizmente aquela parte não estava tão deserta assim.

– Oh, você nos achou. – Disse uma garota, fazendo Groenlândia dar meia volta e esbarrar em um garoto.

– Não precisa ter medo, não vamos te machucar. Eu sou Ártico!

– E eu sou Antártida!

– E nós somos os padrinhos mágicos da World Academy! – Ambos terminam fazendo a pose estranha e nenhum pouco normal.

– Parece que você está deprimida. – Notou Ártico.

– Quando eu fico deprimida eu como chocolate. Tome, aqui tem uma barra de chocolate. – Antártida entregou a barra para Groenlândia.

– Antártida, você não come chocolate, você devora a qualquer hora do dia.

– Chato. Vamos, temos que ir.

– Até outro dia!

Groenlândia não respondeu. Ficou curiosa com os dois que desapareceram deixando vários flocos de neve. Realmente, ela adorava a neve. Ela olhou para a barra com um pouco mais de interesse. Era chocolate dinamarquês, o mesmo que seu irmão dividia com ela quando ela era menor e passavam mais tempo juntos.

– Ah, você está aí. – Disse Islândia fazendo a garota recuar e a nuvem de depressão aumentar.

– Uau, ela tem mesmo uma nuvem na cabeça. – Disse Seychelles. – Eu sou Seychelles, como se chama?

Groenlândia não respondeu, só se afastou ainda mais.

– É melhor irmos para o auditório. – Sugeriu o garoto às duas. – As portas já vão fechar e vão começar o seminário. Todos já devem estar lá.

Seychelles assentiu e Islândia pegou Groenlândia pela mão e seguiram para o auditório. Seychelles conversava alegremente com Islândia enquanto Groenlândia procurava algum meio de se soltar e sair correndo o mais rápido possível.

No auditório, Seychelles se despediu dos dois e foi procurar lugar, já que o lugar estava lotado e só era possível ver algumas “ilhas”. Emil agradeceu mentalmente pelos Nórdicos andarem juntos e guardarem os lugares uns dos outros. Seu lugar estava guardado entre seu irmão e Finlândia. Ele notou que Dinamarca estava ocupando duas cadeiras, provavelmente guardando o lugar de Groenlândia, que quase teve um surto ao ver aquela multidão.

– Você está bem? – Perguntou o garoto, mas a resposta era óbvia. – Não precisa ficar assim, eu estou com você.

– O-Ok.

Islândia fazia parte do pequeno grupo de nações com quem Groenlândia falava, mas ela jamais levantava a cabeça para encarar qualquer uma delas nos olhos, exceto Dinamarca. Ambos andaram até os nórdicos, mas mesmo com Islândia, a nuvem não se desfez. A nuvem deixava o entorno de Groenlândia frio e depressivo, tanto que quando ela passava perto de alguma nação, essa nação sentia frio e ao mesmo tempo uma pontada repentina de tristeza, mas isso não afetava Islândia, por lidar com o frio. Finalmente eles chegaram ao seu destino, Islândia foi para o lado de Noruega e Groenlândia para o de Dinamarca.

– Greta?! Por onde andou?! Fiquei preocupado! – Disse Dinamarca dando espaço para ela sentar.

– O maluco do seu irmão fez a gente andar a escola inteira a sua procura. – Disse Noruega, impassível como sempre.

– Desculpem, isso não vai acontecer de novo. – Ela disse surpreendendo a todos. – Eu disse algo errado?

– Não, é só que... – Começou Finlândia. – Como é que você só falou com a gente só agora?

– Bem, eu não posso me lembrar muito bem de vocês na minha infância, mas nós integramos o Conselho do Ártico. Talvez seja por isso.

– Isso é chocolate? – Indagou Dinamarca olhando para o que ela tinha em mãos. Ao se certificar que chocolate era, ele arregalou os olhos. – Green, essa marca é a mesma que eu levava para você e a gente dividia. Eu não tenho passado muito tempo com você, ultimamente, não é? Green, eu sinto muito.

Os outros nórdicos estavam estáticos. Dinamarca era alegre, bobalhão, convencido e até mesmo irresponsável, vê-lo preocupado, responsável, compreensivo e ainda por cima se desculpando com alguém era novo para os outros quatro.

– Está tudo bem. – Disse ela gentilmente. – Tivemos alguns problemas e algumas discussões, é normal que a gente não se veja muito.

– Green... Você é a melhor irmã do mundo! – Diz isso gritando para o auditório inteiro ouvir e a abraçando de forma esmagadora.

– AAAAAAAAHHHHH! – Exclamou antes de correr para um canto vazio.

– Que porra foi essa? – Perguntou Noruega.

– Eu esqueci que ela não gosta desses surtos, mas é quase impossível de contê-los, afinal, ela é tão fofa.

– Eu não devia ter a abandonado e ter te deixado reivindicar as nossas antigas colônias.

Groenlândia retornou e dividiu o chocolate com o seu irmão enquanto o auditório era lacrado e os professores e funcionários sentavam nas cadeiras do tablado. Cartago estava introduzindo os novos professores e funcionários.

– Para cuidar do nosso jardim, se é que alguém pode chamar aquilo de jardim, chamamos Babilônia.

Babilônia é a terceira filha de Mesopotâmia. Ela tem cabelo castanho e olhos azuis. Ama jardinagem, sendo reconhecida por ter tido os mais belos jardins do mundo, e já foi um grande império. É a mãe da Jordânia e a teve após invadir as terras de Edom, um antigo reino cuja cidade principal era Petra. Após a ocupação pela Pérsia, eles foram forçados a morar com as outras irmãs de Babilônia e suas crianças na casa da Pérsia. Antigamente ela era conhecida como o Império Babilônico. Foi a mais glamorosa das irmãs, tanto por suas conquistas e sucessos quanto pelos seus jardins.

– Para cuidar da nossa biblioteca, finalmente conseguimos contratar Bizâncio.

Bizâncio é um homem de cabelos castanhos e olhos dourados que já foi conhecido como Império Bizantino. É irmão de Grécia Antiga e pai de Turquia e perdeu as suas terras e domínios para ele, quando Turquia se chamava Império Otomano, após uma rebelação do filho.

– Para ser a nossa nova professora de música, eu convidei Britânia.

Britânia é uma mulher loira de olhos verdes e que tem sobrancelhas grossas. É mãe de Anglos, mãe adotiva de Celtic e avó do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte (em outras palavras: Escócia, Inglaterra, Gales e Irlanda do Norte) e da Irlanda.

– E como quebra galhos, nós teremos Acádia, Lusitânia e Hispânia.

Acádia é segunda filha da Mesopotâmia e tem cabelo castanho e olhos igualmente castanhos. É a mãe do Kuwait. Na antiguidade ela foi conhecida como Império Acádio. Acádia é a mais elegante e extravagante das irmãs e tem paixão por ouro e riquezas, mas sua habilidade de luta pode muito bem ser comparada com as das suas irmãs.

Lusitânia tem cabelo castanho e olhos verdes. É o filho da Ibéria, meio-irmão de Hispânia e pai de Portugal e Espanha.

Hispânia tem a pele morena, cabelo castanho e olhos verdes. É filha da Ibéria e do Roma, meio-irmã de Lusitânia e mãe de Portugal e Espanha.

Tinha gente, como Gales, que já estava até vendo. Reunião de pais e responsáveis iria virar audiência familiar. Após o falatório que durou mais de uma hora, eles foram liberados e cada um foi fazer alguma outra coisa. Dinamarca foi passar o dia inteiro com Groenlândia, causando certa irritação em Noruega, Vietnã tentava convencer Coréia do Sul e Coréia do Norte a conversar um com o outro, Omã foi fazer compras com Jordânia e Qatar, Irlanda saiu com Bélgica e Seychelles apenas foi para casa.

Havia um grupo conhecido como Bad Touch Trio, formado por França, Espanha e Prússia. É o grupo mais problemático da escola, está envolvido em 99% das confusões que acontecem e em 98% das vezes, ele é a causa. O trio andava calmamente em direção a saída da escola.

– Estou precisando beber. – Disse Prússia. – Faz séculos que eu não bebo uma gota de álcool!

– Mas você bebeu há dois dias! – Exclamou Espanha.

– Não se preocupe, mon ami. Afinal, o grande dia está chegando.

– É verdade.

– Que grande dia? – Perguntou Espanha?

– Tonio, esqueceu que no próximo fim de semana terá uma festinha? – Perguntou o francês manhoso.

– E que toda a escola vai estar lá e nós vamos beber até não sobrar mais nada?

– Ah é. Eu tinha esquecido completamente.

Notas finais
Groenlândia não tem muitos contatos e a ilha foi praticamente isolada do resto do mundo, só teve mais contatos na 2ª GM quando as relações entre Dinamarca e Groenlândia foram temporariamente rompidas. # Ao contrário da Islândia, que tem um vulcão e terras verdes e férteis, Groenlândia tem apenas gelo, no verão é possível avistar tundra, a única vegetação existente, na costa da ilha. Sua atividade econômica, além da caça e da pesca, é a mineração, pois a ilha está cheia de minérios a ser explorados. # Sua aparência se dá pela maioria da sua população (87%) ser de origem inuit (nativa) ou mestiça, por isso ela não é loira ou albina (estereótipo europeu). Inuit é uma nação indígena esquimó que habitam o norte do Canadá, Groenlândia, Alasca e alguns até mesmo parte da Rússia na fronteira com o Alasca. # Groenlândia pode ver espíritos por causa da antiga crença inuit. Sua religião possuía muitos deuses, criaturas hostis e espíritos, tanto bons quanto maus. Eles também acreditavam que a Aurora Boreal era formada por espíritos de seus ancestrais e até mesmo de animais. (Recomendo ver Irmão Urso, ele trata dessa questão espiritual da aurora boreal) # Groenlândia foi inicialmente colonizada por Noruega(século X),mas abandonada devido às suas condições. Mais tarde foi reivindicada pelo reino da Dinamarca em aliança com o reino da Noruega e passou a ser colonizada pelos dinamarqueses. # A ilha não é independente, é um território autônomo da Dinamarca. Após a separação entre Noruega e Dinamarca, Dinamarca ficou com as ilhas da Islândia, Groenlândia e Ilhas Faroé. # Babilônia foi um império conhecido pelos seus maravilhosos jardins e pelo Código de Hamurabi. Assim como suas irmãs, ela é forte. # Edom era o nome do reino onde se localizava a cidade de Petra, cuja cidade foi invadida por egípcios, antigos israelitas, assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, árabes muçulmanos, cruzados cristãos, turcos otomanos e britânicos. # Petra é a herança que Jordânia tem de seu pai, pois as ruínas da cidade de sua mãe, que antes era a cidade de Uruk e pertencia à Suméria, mas foi tomada por Babilônia e seu nome foi mudado; estão em território iraquiano. # Para dar menos trabalho para a Grécia Antiga e explicar porque Turquia e Grécia são "primos" (ou considerados promos, depende da interpretação de cada um), eis que surge seu irmão perdido. Bizâncio se tornou o Império Bizantino e governava com sua irmã. Após a morte dela por Cartago, ele se sente na obrigação de cuidar do filho dela, porém foi derrotado pelo Império Otomano (representado por Turquia, seu filho) e perdeu seus domínios e a guarda da criança. O desejo de Mama Greece era que seu filho estivesse a salvo nas mãos de algum familiar e que esse familiar fosse forte o suficiente para protegê-lo. # Britânia era a região da Inglaterra e do País de Gales e se tornou a avó das ilhas britânicas ao lado de Caledônia, cujas terras ficaram de herança para Escócia. # Acádia formou um império ao se unir a sua irmã Suméria, porém os sumérios não perderam seus cargos administrativos. Como todo império, acabou ruindo. # Lusitânia e Hispânia são surgiram depois da fragmentação da Ibéria, se tornando filhos dela, e mais tarde deram origem a Portugal e Espanha. # # # É pessoa, nova protagonista na área. Agora, além de entramos nas Classes Europa, Ásia, Oriente Médio e África, teremos acesso a Classe América e mais destaque para os nórdicos também. Com pais e avós como esses, quem precisa de inimigos? Tenho até pena de imaginar. Como será a noite no pub? Só lendo pra saber.