Friendly Living

31 Capítulo XXXI. Jack


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei pessoal! Sei que muitos querem me matar pela demora, e estão até desistindo da fanfic, mas eu tinha que postar somente no dia 27 (quase dois meses depois do aniversário de um ano da fanfic, dá para acreditar?) Ai, Jesus. Bom, mas continuando, hoje é meu aniversário! Êh! Sim, sim, amoras, eu estou fazendo 16 aninhos! Uhu! Não estou tão animada, assim, só um pouquinho! E, para comemorar (hehe) fiz um pequeno textinho com coisas importantes, e presentes! É isso ai, correm lá para ler, e ver os presentes e depois ficarem felizes comigo! Agora, o presente da fanfic (FL) de um ano, ficou decidido que seria vários trechinhos de momentos que antecederam a fanfic, ou seja, que ocorreram antes. É claro, é claro, não são trechos grandes, são trechos pequenos somente. Maaaaaaas, como eu sou toda embolada, acabei esquecendo... Hueheue. É gente, foi malzão, de verdade. Eu fiz um inteiro, e comecei a fazer dois já, mas eu esqueci dos dois, e dos trechos em geral, ai, pá! O primeiro trecho já foi revisado, e já está postado no tumblr (aqui ó: http://justmeire.tumblr.com/post/98560703176/trecho-1 ) E os outros trechos, que acreditem, tentarei não fazer pouco, irão sair aos poucos. E, outro presentinho, irei reescrever FL! Como assim? Gente, gente, eu percebi que os primeiros capítulos estão muito chatinhos, alguns até com erros que eu preciso corrigir. Então, irei reescrever os capítulo! Não, e não, vocês não precisam ler os capítulos novamente. Irão ter sim, acréscimos de algumas coisas - eu acredito - mas não muito importante. E por mais que eu esteja reescrevendo, os próximos capítulos irão continuar saindo normalmente, e eu tentarei atualizar a fanfic o mais rápido possível, ok? Ok. Ah, sim, antes que eu esqueça: http://redepanda.blogspot.com.br/2014/09/16.html - comemoração de 16 anos! Agora, o capítulo de hoje não está legal, mas é nele, necessariamente nele que inicia a faísca da revolução! Huheu! Não, não. Não inicia Revolução nem nada, mas inicia uma coisa que vai abalar a fanfic inteirinha... Não posso dizer mais nada, somente isso. De qualquer forma, leiam o capítulo, comentem, me deem os parabéns e... me falem o dia que vocês fazem aniversário! Eu perdi todos -todos mesmo- da listinha que tinha. A mulher que trabalha aqui me fez o favor de jogar meu calendário fora - tudo bem, fui eu que fiz, mas pô. Mas tudo bem, eu já a perdoei, e ela não vai ficar mais arrumando meu quarto. De qualquer forma, falem seus aniversários, e vamos comemorar!



JACK FROST

Jack soltou um suspiro enquanto admirava a grama ao seu redor. Era a primeira vez que o garoto ia para a praça perto da casa de Stoick, e era a primeira vez que sentia uma culpa em sua mente.

Estar ali, olhando o céu azul, limpo de qualquer nuvem, sentindo aquela brisa gostosa, vendo algumas árvores perder folhas, e ouvir alguns gritos entusiasmados de crianças fez o menino perceber o quanto ele havia mudado. Desde quando chegou de Berk, com todas as suas coisas, até quando negou o convite de Henry, dizendo que não queria festa por ora.

Jack havia passado por muitas mudanças – por mais que o tempo fosse pouco – e ele mesmo não acreditava no que havia acontecido consigo mesmo. Principalmente que havia brigado feio com seu melhor amigo. Isso lhe machucava mais do que o necessário, mas Soluço havia começado tudo não entendendo o lado do garoto! A culpa era dele, ele que tinha que vir pedir desculpas.

Não ao contrário.

— Hei cabeça dura! – Jack ouviu uma voz ao longe, certamente conhecida, e levantou a cabeça, podendo visualizar uma menina de calça jeans grudada, blusa preta de mangas compridas e um skate na mão, e claro, aquele cabelo ruivo enrolado que era inconfundível. O menino deu um sorriso.

— Achei que nunca mais falaria comigo – comentou enquanto fixava os cotovelos na grama e se apoiava neles, fitando a ruiva, que sentava a sua frente, colocando o skate de lado, e baixando a cabeça.

— Ah, quanto aquilo... – falou movimentando a mão rapidamente e encarando a grama de vez em outra fitando Jack. – Vamos esquecer, ok? – pediu fitando Jack nos olhos. O rapaz deu um sorriso de canto e assentiu. Estava mais aliviado por Merida estar pedindo por aquilo. Esquecer o beijo entre os dois seria excelente, principalmente quando o pedido vinha da ruiva.

— O que faz aqui? – o albino perguntou por fim, sentando-se verdadeiramente, passando a mão em seus cotovelos que tinham vestígios de terra e grama.

— Ah, eu vim na pista aqui perto – a ruiva apontou para a pista a alguns metros ao longe, dando um sorriso de canto. Jack virou seu corpo para poder ver a pista, onde alguns skatistas andavam e conversavam. O menino assentiu lentamente. – Eu estava indo quando te vi aqui – continuou e o menino voltou a fitá-la. – E bem eu queria conversar com você.

E Jack poderia ter fugido naquele momento.

Mas não fez isso. Por quê? Ele não sabia ao certo; só sabia que não fugiria, pois era isso que Merida não queria naquele momento, e Jack devia isso à menina. Afinal, vendo-a ali se tocou do quanto havia sido idiota ao ponto de beijá-la na festa de Rapunzel. Oras, Merida era Merida. E por mais que ela fosse toda mandona, toda eu não preciso de um namorado, Jack sabia que ela estava esperando por alguém especial (por mais que a menina não quisesse admitir).

— Você, ahn... Vai me matar, ou algo do gênero? – o albino lembrou-se de quando conversou com Rapunzel, e de quando a menina o xingou, o bateu e de como havia ficado brava com ele. E, com certeza, ela tinha lá seus motivos. Mas Jack não queria perder Merida. Ela era uma grande amiga.

Merida apenas deu um sorrisinho e baixou a cabeça, mexendo na roda de seu skate, parecendo tentar encontrar a palavra certa, a frase certa, para começar aquela conversa que parecia não querer ter início nem fim.

— Não, eu não vou te matar – falou por fim, dando um sorriso de canto. Jack devolveu o sorriso, por mais que a menina não pudesse ver tal sorriso. Seu coração pulou quando ele lembrou-se de que ela também já sabia a verdade sobre a amizade entre ele e Soluço, e Jack se indagou se Merida faria o garoto dar uma boa explicação sobre isso.

— O que houve, ruiva? – o atual capitão do time de futebol perguntou, e Merida soltou um suspiro, como se não quisesse falar sobre o real motivo de estar ali; e sim de qualquer outra coisa. Mas mesmo assim, parecia obrigada a falar sobre uma coisa que não queria no momento. Jack não queria forçar a barra, mas começava a ficar impaciente.

— Sabe quando você acha que está tudo dando certo e então de repente as coisas começam a ficar de ponta cabeça? – falou com a voz um pouco mais baixa que o normal e o sorriso desmanchando. O vento batia em seus fios ondulados e ruivos fazendo alguns baterem em sua face, escondendo as pintinhas vermelhas que estavam espalhadas pelo seu rosto delicado, e ao mesmo tempo, forte.

— Com certeza eu sei – Jack falou dando um sorriso de canto e mirando a menina, que baixou o olhar novamente, criando coragem para falar o que fosse falar.

— Soluço e Rapunzel sabem que nós nos beijamos – Merida sussurrou, mas Jack não expressou sentimento nenhum. Na verdade, ficou até um pouco assustado quando ouviu ‘nós nos beijamos’, não ‘você me beijou’. Na real, Jack não estava nem mais ligando para esses dois. Já havia brigado com Soluço, e o moreno não havia nem tentado escutar o Jack! E agora havia brigado com Rapunzel. Oras, mas ele já havia a beijado, certo? Pois bem, já estava mais do que satisfeito.

— Eu não vejo problema nisso! – Jack exclamou normalmente, e isso pareceu ativar um lado da Merida, que até então estava dormindo. A menina ergueu o olhar. Seus olhos azuis tempestuosos.

— Eles são meus amigos, Jack! – a menina rebateu, e o garoto assentiu, já sabendo disso. – Soluço está chateado comigo!

— Oras, eu não vejo motivo! – o rapaz de fios brancos rebateu passando a mão no cabelo. Fazia uma semana que havia dado mais uma descolorida nos fios para não ficar com um tom amarelado, e ficar realmente branco como gostava. – Soluço tem namorada, e você é livre para beijar quem quiser – Jack afirmou fitando a garota, que mantinha o olhar erguido.

— Eu beijei o cara que ele mais odeia no momento – Merida reafirmou com a voz firme, e Jack sentiu as palavras baterem em seu peito. – Como você se sentiria se a sua amiga beijasse o cara que você mais odeia? – a garota perguntou, e Jack já estava pronto para responder, quando Merida prosseguiu. – Rapunzel é minha melhor amiga... Sei que ela me perdoou, mas mesmo assim! Beijar duas amigas na mesma noite é um absurdo, ainda mais quando elas são melhores amigas! – a ruiva falou com tanta voracidade, com tanta vontade que Jack até se assustou um pouco. Principalmente porque Merida estava sabendo que Jack havia beijado Rapunzel. E isso o levava a pensar que Rapunzel havia falado para Merida, consequentemente, não havia esquecido o beijo.

Ou realmente estava imaginando as coisas.

— Merida, não se preocupe, eu nunca mais irei encostar um dedo sequer em você – o albino falou pensando em acabar logo com aquilo. Achou que o papo seria mais direto, menos chato. Tinha um jogo para jogar, e precisava necessariamente ir extremamente bem nele, já que esse jogo lhe abriria portas para universidades.

— Ficarei muito grata se fizer isso! – a ruiva bufou e então se levantou. Jack revirou os olhos, voltando a deitar-se sobre a grama gostosa e fresca, sentindo um formigamento em seu pescoço. A sensação de que talvez houvesse perdido mais um amigo lhe batia no peito como um comprador necessitado de ganhar algum dinheiro. E isso era horrível. Principalmente porque ele não queria se preocupar com nada.

Pelo menos, não naquele momento.

— X –

Jack soltou um suspiro fraco e o menos perceptível que conseguia. Seu coração retumbou mais forte e toda a sua mão voltou a suar como se não tivesse fim. Estava nervoso. E Jack odiava ficar nervoso. Principalmente para uma coisa que ele gostava de fazer; e não seria obrigado, e se sairia bem! Ou pelo menos ele confiava nisto.

Com todas as suas forças.

— Hei Capitão! – Henry aproximou-se. Seus fios loiros bagunçados. Havia acabado de sair da ducha, mas mesmo assim tinha gotículas de suor espalhado pelo peitoral. O albino forçou um sorriso para Henry. Se tinha uma coisa boa em Henry, é que ele conseguia captar as emoções de pessoas próximas a ele. Henry sabia quando você estava triste, ou não. Esse era um dos motivos que o fazia ser o mais adorado na escola. – Nervoso? – indagou abrindo seu armário que ficava ao lado do de Jack. O garoto deu um sorriso sarcástico.

— Irônico – falou de repente, fazendo o loiro ao seu lado lhe fitar de forma curiosa. – Eu sempre me dei bem com o futebol, e agora sinto que algo irá dar errado – admitiu mais para si mesmo do que para Henry. Sentiu sua boa ficar seca, e umedeceu os lábios logo em seguida, dando uma leve mordida no lábio inferior.

— Esse é o primeiro jogo na qual você tem uma chance de entrar para uma universidade, Jack – Henry falou e logo em seguida deu de ombros, pegando seu uniforme, com todos os equipamentos. – Eu também estou nervoso – confessou fazendo uma cara de desgosto. Jack soltou uma pequena risada e voltou a fitar seu armário fechado.

Com um suspiro, o abriu.

E de uma forma assustada, viu algumas latinhas dentro de seu armário. Latinhas de Coca-Cola. Estranhou assim que as viu, já que não as havia colocado-as ali. Pegou uma latinha na mão e se assustou com a temperatura da mesma. Estava extremamente gelada. Retirou uma latinha do armário e então fitou-a, ainda estranhando o fato dela estar ali e tentando lembrar-se se havia a colocado ali.

— Henry – chamou depois de alguns segundos. O menino, já com a calça apareceu ali em alguns segundos e fitou a latinha na mão de Jack. Hedge não gostava que os jogadores bebessem refrigerantes ou bebidas alcoólicas antes do jogo. – Você quem a colocou dentro do meu armário? – indagou fitando a latinha antes de mirar o loiro, que negou rapidamente.

— Eu nem sei a senha do seu armário! – Henry rebateu dando de ombros e então fechando seu próprio armário. – Porque acha isso, Jack?

— Nada – falou rapidamente e colocou a latinha em cima do banco que estava a sua traseira. O menino passou a mão no rosto e então voltou para seu armário, de onde retirou seu uniforme.

— Capitão, eu... – a voz de Flynn parou e Jack virou-se para encará-lo. Jack, ás vezes, sentia pena de Flynn. Havia conseguido roubar seu cargo no time, e ainda por cima beijar sua namorada. Isso não é para qualquer um. Mas, outras, sentia que fazia a coisa certa. Flynn não era o mais adequado para comandar um time. Não mesmo. – Já achei – falou sorrindo e pegando uma latinha de Coca.

Jack arqueou uma sobrancelha.

— Sabe que não pode bebê-la agora, você não sabe? – o menino de fios brancos perguntou e Flynn pareceu ignorá-lo, pegando outra garrafa e dando de ombros logo em seguida.

— Hedge não está aqui para supervisionar – o moreno rebateu abrindo a garrafa que tinha um líquido claro e tacando um pouco na latinha de Coca. Jack fitou o moreno um pouco atordoado. Ele estava rebatendo as ordens do capitão do time?

— Mas eu estou aqui – o albino falou com a voz firme e já perdendo a segurança. Flynn parou de colocar o líquido transparente na latinha, somente para dar um olhar frio na direção do Capitão e beber um gole da latinha.

— Aqueles caras não mentiram, Capitão – Flynn tinha sarcasmo na voz. O moreno balançou a garrafa com o líquido, e depois sorriu. – Isso daqui tira o gosto real da Coca – o atual running back deu mais um gole e se aproximou de Jack. – Eles falaram que você bebia isso – novamente o moreno chacoalhou o líquido transparente na frente de Jack.

— Eu não bebia Coca antes do jogo, eu sempre tive responsabilidade – Jack falou com raiva na voz. Sabia que Flynn estava tentando-o o provocar, e isso o irritava mais do que tudo. Queria poder jogar na cara do moreno que havia beijado Rapunzel, mas não achava certo fazer isso com ela. Jack sabia que qualquer hora, Rapunzel terminaria com Flynn, ai ele poderia provocar o moreno.

— Bem, eu acredito neles – Flynn deu de ombros dando mais um gole e logo em seguida esticando na direção de Jack. – Vamos, prove e me fale se você não bebia isso! – o jogador pediu. Jack negou com a cabeça cruzando os braços.

— Eu não bebia isso – afirmou novamente. – E nem você deveria beber – ordenou e logo em seguida pegou a latinha de Coca e a garrafa com o líquido transparente. – Não confie em pessoas estranhas, Flynn. Sua mãe nunca disse isso á você? – o capitão arqueou uma sobrancelha e então fitou o moreno, que baixou a cabeça.

— Se ela tivesse vivido tempo o suficiente para poder me ver, sim, ela provavelmente teria falado isso – afirmou e Jack logo se sentiu culpado. Ok, dessa parte ele não sabia. Não que ele devesse saber. Ninguém no time tocava no assunto. Para qualquer um. Não seria Jack que tocaria, principalmente porque ele não queria tocar. A garrafa e a latinha pesaram na mão do albino.

O menino, então, resolveu ver o que era aquilo. Aproximou a latinha de Coca de seu nariz, mas só conseguia sentir o cheiro de Coca-Cola normal. Não havia nada de diferente, para Jack. O capitão, vendo Flynn ainda de cabeça baixa, deixou a latinha em cima do banco e abriu a garrafa. Veria o que era aquilo. Dependendo do que era, Flynn não poderia entrar em campo. Algum reserva entraria em seu lugar.

Jack cheirou o líquido, mas nada sentiu. Parecia apenas água. Mas o menino não entendia porque seria apenas água. Água deixaria a Coca menos densa, consequentemente, estranha. Jack já havia bebido água com Coca, mas não antes do jogo, é lógico. Ele sabia o quão estranho ficava.

Viu Flynn pegar a latinha de Coca e beber, mas não ligou. Sua concentração em saber o que era aquilo era grande. Extremamente grande.

Com cuidado, virou um pouco a garrafa e colocou o líquido misterioso em sua mão. Deu mais uma cheirada, que novamente, não resultou em absolutamente nada de conhecimento. Então, o menino colocou a língua sobre o líquido.

Ele tinha um gosto... Diferente. Era meio docinho, com uma pitada de, pelo que parecia, limão. Tinha um gosto bom. Jack tinha de admitir. E, parecia delicioso. Realmente delicioso. O albino colocou a língua novamente, sentindo o bom gosto; e quando sua mão já estava vazia, Jack virou um gole da bebida em sua garganta.

Aquilo era ótimo! Não queimava sua garganta, não deixava um gosto ruim, ou amargo. Era ótimo, maravilhoso! Porque nunca havia descoberto aquilo antes?

— Vai beber tudo é? – Flynn perguntou deixando a latinha em cima do banco e cruzando os braços.

Jack deu de ombros.

— Preciso descobrir o que é – afirmou e virou mais um gole.

Notas finais
E aê? Gostaram do capítulo? Eu não sei se vocês viram a 'faísca', mas tudo bem. Vocês vão entender no próximo capítulo, que ai começa tudo, absolutamente tudo (como na 2ª Guerra, sabe? Aquele momento em que a Alemanha está ganhando, e do nada, ela perde tudo!). Bom, mas não se esqueçam: leiam e fiquem sabendo do presente que eu irei dar para vocês, o trechinho de um ano da fanfic (e virão mais, prometo), e falar o dia do aniversário de vocês. E me deem parabéns, porque eu adoro quando vocês, que nem me conhecem direito, me dão parabéns! É tão lindo!!!! E eu cortei meu cabelo curtinho, pessoal! O pessoal falou - na minha cara - que ficou legal. Quero só saber o que eles falaram nas minhas costas.... E eu quero agradecer a todas vocês que estão comentando, vocês estão alegrando o meu dia, e transformando o dia chuvoso - literalmente - em um dia alegre! Eu amo muitão todas vocês! E você que não comenta, pode comentar, ok? Eu não sou tão chata assim, qual é! Ou sou? Ok, tá chovendo (justamente no dia do meu aniversário, sacanagem, né?) e começou a trovejar e já são quase quatro e eu ainda não almocei - me falem se isso parece um aniversário decente. De qualquer jeito, estou indo. Beijos! http://ask.fm/niallerdude