Friendly Living

21 Capítulo XXI. Hiccup


Notas iniciais
Hey, hey, hey. Desculpem-me pela demora, mas, digamos que eu estou passando por uma fase estranhamente estranha da minha vida. Então, está extremamente complicado escrever, e conseguir uma coisa boa com o que eu escrevo. Well, estou vendo Doctor Who desde a primeira temporada, e maybe irei ver a série clássica algm quer me dar um capitão jack de presente? estou aceitando... Mas ok. ALERTA: Antes de vcs lerem esse capítulo, fiquem cientes de que isso não está legal. Estou acelerando a história - já que ta tudo mto parado - e tinha que ter esse capítulo ai, acho que o próximo sairá mais legal, creio eu. agora, leiam e não me matem

HICCUP HADDOCK HORRENDOUS

Soluço desceu as escadas e encontrou Jack sentado no sofá com o controle em mãos. O moreno se dirigiu até a cozinha, e pegou dinheiro que seu pai havia deixado.

— Vou comprar umas coisas para a festa da Punz com as meninas, quer vir? – o moreno perguntou. Sabia que Jack não resistiria. Afinal, seu melhor amigo queria ficar com sua melhor amiga. E, por mais que Soluço não apoiasse isso, era melhor Jack á Flynn.

— Não – Jack sussurrou enquanto trocava de canal. Soluço encarou o amigo assustado.

— Porque não? – perguntou enquanto se aproximava de Jack. O albino levantou seus olhos e deu um meio sorriso.

— Rapunzel não é a minha prioridade. Tenho que passar de ano, e para isso fazer trabalhos – explicou enquanto voltava a se concentrar na televisão. Soluço arqueou uma sobrancelha. Desde quando Jack estava tão estudioso e empenhado nos estudos?

— Bem, eu já vou indo, qualquer coisa, me ligue – falou enquanto se dirigia a porta. Pegou sua chave reserva e a trancou, colocando o pé para o lado de fora.

O moreno se dirigiu até a casa da loira, meio sorrindo. Sentia falta de sair com Merida e Rapunzel, por mais que não admitisse isso para as duas. Era divertido sair com ambas, Soluço se alegrava e o dia parecia sorrir depois.

Tocou a campainha duas vezes seguidas, seu toque tradicional. A porta se abriu, e Soluço sorriu ao ver Merida ali.

— Hey, Soluço! – a ruiva exclamou sorrindo, dando espaço para o moreno entrar. – Rapunzel está agindo que nem uma louca, ainda bem que chegou.

— O que ela anda aprontando?

— Falta de grana – Merida bufou. – E, para piorar ela não quer aceitar meu dinheiro.

Soluço bufou e subiu as escadas, ouvindo a porta ser fechada. O menino andou pelo curto corredor que tinha ali e parou na última porta, a do quarto da loira. O garoto entrou, e encontrou Rapunzel tacada em sua cama, com os fios louros bagunçados e a respiração pesada e lenta.

— Ah, oi Soluço – a garota falou sem animação aparente. O moreno sentou em sua cama, fazendo Rapunzel o encará-lo.

— Você vai fazer dezoito anos mês que vem, irá dar uma festa enorme, e não tem nada pronto? – o garoto perguntou. Rapunzel bufou.

— Os convites já estão prontos – sussurrou.

— Mas, o que é uma festa sem as coisas da festa? Os convites poderiam ser dados por voz mesmo. O povo quer a festa, senhorita – falou enquanto encarava os olhos verdes de Rapunzel. A loira suspirou antes de responder.

— Se eu tivesse dinheiro, tudo daria certo.

— Mas, e o dinheiro que você ia pegar com sua mãe?

— Ela se esqueceu de deixar aqui em casa e saiu para trabalhar. Não voltou até agora, e esqueceu o celular.

— Certo, mas, você tem seus amigos! – o garoto exclamou enquanto sentia a presença de Merida.

— Não irei pegar o dinheiro de vocês! – a loira exclamou enquanto se sentava. – E aliás, amanhã eu poderia comprar.

— Rapunzel você sabe muito bem que essa semana, e semana que vem, tudo estará por volta do SAT.

— E minha mãe começara a correr atrás das coisas do casamento – a loira sussurrou e tacou-se para trás. Soluço olhou para Merida, buscando uma explicação concreta. No entanto, a ruiva só deu de ombros.

— Gothel irá se casar? – Soluço perguntou enquanto encarava a menina. Rapunzel ergueu o polegar.

— Ela diz ter conhecido o homem de sua vida – a loira contou. – Será no civil, mas, mesmo assim o cara quer tudo de luxo – a menina deu um suspiro, como se aquela ideia a apavorasse. – E, para piorar, o homem é pai da Emma.

— Emma? – Merida engasgou com suas palavras. Rapunzel se apoiou nos cotovelos e encarou a amiga.

— Emma. Ela mesma. A atual capitã das lideres de torcida. Emma – a menina deu um suspiro. – Serei a irmã postiça de Emma.

— Eu realmente não queria estar na sua pele – Soluço comentou enquanto recebia um travesseiro em sua cara, por parte da loira. A menina soltou uma risada pelo nariz.

— Ontem, no jantar, vocês deveriam ter vindo. Ela deu um chilique. Disse que o pai dela não poderia se casar, que isso era uma injustiça, que tudo aquilo era horrível e... xingou minha mãe. E, para piorar tudo. Assim que ela saiu de casa, correu para uma casa aqui perto que estava dando uma festa. Acreditem, eu nunca ri tanto na minha vida – a loira falou enquanto soltava um riso, acompanhada de Merida.

— Quem me dera estar aqui para ver aquela vadia dar um chilique – Merida comentou enquanto sorria e sentava-se ao lado de Rapunzel. – Iria ser o melhor dia da minha vida.

— Mas isso não mudou em nada – Rapunzel continuou, enquanto dava um suspiro, cansada. – O pai de Emma ainda se casará com minha mãe, e ainda terei como irmã postiça, Emma.

— Sua mãe não sabe o que ela fez com você, né? – o moreno perguntou enquanto olhava de uma forma triste para a loira. Rapunzel negou.

— Não posso encher minha mãe com meus problemas. Ela tem os dela, principalmente com uma escola – a garota deu de ombros.

— Se você contar, é bem provável ela cancelar o casamento – Merida concluiu. – Do jeito que ela pensa em você...

— E ai, ela ficará triste, porque perdeu o homem de sua vida – Soluço terminou enquanto soltava um longo suspiro. – Ou é isso, ou é aturar Emma.

— Belo amigos vocês, hein – a loira falou enquanto se levantava da cama e saia andando. Soluço seguiu a garota, com Merida em seu encalço.

— O que nós fizemos? – Merida perguntou.

— Nada, nada demais – Rapunzel falou enquanto terminava de descer as escadas. – Só estão piorando minha situação, e eu tenho uma festa daqui a um mês! – falou mais brava. Soluço suspirou. Como as garotas são difíceis!

— Rapunzel, aceite o nosso dinheiro, vamos fazer compras esquecer-se de Emma e companhia e quando a gente voltar, você resolve tudo, ok? – Soluço perguntou se aproximando da menina.

— Eu não posso – a loira negou com a cabeça enquanto sentava na poltrona.

— Ótimo! – Merida exclamou enquanto se aproximava. – Temos uma cabeça dura mais que eu! – gritou levantando os braços.

— Pelo menos demos um passo hoje – Soluço afirmou, recebendo olhares de dúvidas das duas meninas. – Merida admitiu ser cabeça dura – o moreno pronunciou sorrindo, com o rosto virado para a loira.

Assim que terminou de falar, recebeu um belo de um tapa no braço, olhando para o lado e vendo Merida com a cara enfurecida. Soluço riu e se aproximou da garota a puxando para um abraço. Merida deu dois socos no peito de Soluço, mas, depois sorriu e abraçou o menino.

— Pelo menos ela não é tão cabeça dura e me perdoa – o menino comentou sorrindo. Merida empurrou Soluço para o lado e soltou um sorriso.

Rapunzel deu um meio sorriso.

— Filha! – a porta se abriu e Gothel entrou com um monte de sacolas nas duas mãos. Soluço correu para ajudar a mulher, retirando metade das sacolas.

— O que é tudo isso? – Rapunzel perguntou enquanto pegava mais duas sacolas e entregava para Merida, pegando mais duas logo em seguida e fechando a porta com o pé.

— As coisas para a sua festa – Gothel respondeu retirando a bolsa de onde estava e pendurando em um gancho. Depois, retirou o colete que usava de professora substituta. – Achei que iria precisar.

Soluço abriu uma das sacolas, vendo copos vermelhos, pratos descartáveis e guardanapos. O menino levantou os olhos para Rapunzel, que sorria feliz. A loira se aproximou da mãe e a abraçou.

— Awn mãe – falou sorrindo. – Você é a melhor.

— Eu sei – Gothel deu um sorriso de convencida. – Agora, podemos ir comer? – perguntou. – Estou morrendo de fome.

— X –

Soluço chegou em casa mais tarde do que pretendia. Assim que abriu a porta com a chave reserva viu a casa inteiramente apagada e sem sinal de vida, o que fez o menino estranhar. Era quase impossível ver a casa assim à noite.

Soluço fechou a porta atrás de si e trancou a mesma. Depois, acendeu a luz da sala. O garoto reparou que a sala estava igual a quando saiu de casa. Sem coisas a mais, nem a menos. Isso fez Soluço estranhar mais ainda.

— Pai? – chamou indo em direção a cozinha. Acendeu a luz da mesma, encontrando um pequeno bilhete em cima da mesa. Era de Stoick. Soluço pegou o bilhete e engoliu as palavras. Seu pai iria dormir fora. Ótimo!

O garoto foi até a escada e gritou por Jack. No entanto, não obteve respostas. Pensou na possibilidade de Jack ter saído com alguma garota, ou com alguns amigos. Afinal, Jack já estava em Jerty fazia algum tempo. Soluço não seria o único amigo dele, seria?

O menino apagou a luz da sala, e voltou para a cozinha, onde manteve a luz acesa. O menino abriu a geladeira e retirou algumas coisas de lá de dentro. Depositou-as em cima do balcão que tinha ali e começou a preparar um lanche para si.

O rapaz viu um farol iluminar uma parte da sala, e estranhou isso. Tinha combinado de ver alguém? Soluço ouviu risos e mais risos, e lembrou-se que poderia ser de algum vizinho... Até ouvir a porta ser destrancada. O menino ficou na cozinha, e viu a porta se abrir.

— Amanhã, Frost! – Soluço ouviu uma voz. Espera, Flynn?— Temos que treinar para a semifinal! – gritou novamente.

— Pode contar comigo! – Soluço ouviu o grito na porta e soube que era a voz de Jack. O menino balançou a cabeça. Jack havia se tornado um jogador?

O moreno deu um meio sorriso para si. Se Jack tivesse se tornado um jogador, o albino falaria para ele. Contaria os detalhes, e como estava feliz. Falaria como fez quando entrou no time da antiga escola. Soluço comemorou com Jack.

O garoto ergueu o olhar e observou Jack, com uma mochila, e a jaqueta do time pendurado na mochila, ir até a escada. Soluço encarou aquilo abismado.

— Jack! – gritou indo em direção a sala. O moreno observou o amigo parar de andar e ficar estático por alguns segundos.

— Hey... Anh, oi Soluço – falou se virando e dando um sorriso torto. Soluço cruzou os braços.

— O que você estava fazendo? – perguntou.

— Estudando – Jack deu de ombros.

— Aham. Treinando, você quis dizer.

— Não. Estudando mesmo.

— Oh claro. Com Flynn, e com o resto do time, né? – perguntou da forma mais sarcástica que conseguia.

— Não, não Soluço.

— Jack, porque não me contou que está no time? – Soluço foi direto ao ponto. Já estava com saco cheio de ficar na embolação toda.

— Porque você disse que não gostava do povo do time, e eu não quis te chatear, dizendo que estava no time. Só isso – Jack deu de ombros.

— Ou é porque você queria esconder isso de mim o tempo todo. Para o nerd aqui não ficar sabendo de nada, e não ir encher o seu saco quando você estiver com seus amiguinhos – o moreno bufou. Jack soltou uma risada.

— Ah, por favor né Soluço. Eu não tenho vergonha de você, eu só não queria te ver assim – o albino deu de ombros.

— Mas você sabia que eu iria ficar assim, devia ter me avisado antes – o moreno bateu o pé e voltou para a cozinha.

— Ok, me desculpe. Só que não brigue comigo por culpa deles, ok? – Jack pediu esticando a mão por sobre o balcão. Soluço agarrou a mão do amigo.

— Ok.

Notas finais
Well... good. Ahn, estou sem o que falar. A única coisa importante no capítulo foi o fato de que o Soluço descobriu que Jack está no time. Mas, no momento, isso não significa nada. No entanto, será extremamente importante no futuro. Bem, irei tentar postar mais rapido o próximo. Ah, o que ganharam de natal? A propósito, feliz natal e ano novo! e comentem! É sério, comentem.