Friendly Living

19 Capítulo XIX. Jack


Notas iniciais
E ai pessoas lindas e gatosas? Como vão? Perdoem-me pela demora, sim? Ultimamente eu estava com meu tempo muito corrido. Teve a minha festa dia 19 de outubro (15 anos, para quem não sabe), e no outro final de semana, no caso, 26 e 27 de outubro, eu fiz o ENEM. É. Legal. Mas ok. E, agora, a semana das penúltimas provas finais. As provas finais mensais. É muito tenso isso. Eu descobri que tenho que ficar com pelo menos 1,5 de biologia e inglês para passar; 1,0 de português; e 2,5 de literatura, do resto, posso vim com zero que eu passo; acredito. Mas ok. Hum, esse capítulo é dedicado a outras duas leitores que eu tanto amo. Carrrrrrooool e Naiiiit! ÊÊÊÊ. Desculpem-me por fazer um capítulo para ambas, mas, eu tinha que fazer a história rolar logo, vocês devem estar enjoados de tanta coisa chata. E, ultimamente eu ando escutando muito indie, ou indie rock, sei lá. Alguém tem dicas para esse gênero? Para eu poder escutar? É isso, espero que gostem do capítulo e tudo mais.

JACK FROST

Era obvio o que Jack queria. Mas sempre tinha um retardado que não entendia.

O albino bufou afundando-se cada vez mais na cadeira. Estava sentindo a falta de Henry e suas ajudas totalmente necessárias. Jack ajeitou o cabelo na frente e encarou o relógio que estava pendurado na parede. Faltavam alguns poucos minutos, e nada de Jack conseguir jogar naquela tarde.

Suspirou irritado, pronto para se levantar e gritar, tudo o que estava entalado na sua garganta, para aquele treinador idiota; quando foi interrompido por batidas rápidas na porta.

— Entra! – Hedge grunhiu com mais felicidade em sua voz que o normal. Jack se virou para encarar o ser que o tinha feito ficar na cadeira e garantir sua vaga no time, e se deparou com a loira. – Senhorita Corona, o que faz aqui? – Hedge perguntou surpreso por ver Rapunzel ali.

Jack a observou enquanto a menina revirava os olhos, entediada, e fechava a porta, vindo, logo em seguida, sentar-se na cadeira ao lado de Jack.

— Achei que já estivesse acostumado com a minha presença aqui. – A loira falou enquanto pegava uma caneta e rabiscava em sua mão alguma coisa.

— E porque estaria? – Hedge perguntou, sendo grosso com a menina. Jack olhou para Rapunzel, esperando uma reação fria e grossa também. No entanto, a menina apenas deu um meio sorriso e parou de rabiscar na sua mão, encarando Hedge logo em seguida.

— Oras, sou namorada do quarterback do time. – Falou com a voz calma e suave, como se estivesse cantando uma canção de ninar para um bebê dormir. Hedge bufou se ajeitando.

— Está dispensado Frost. – Hedge falou, sem ao menos olhar para Jack.

— Mas e o jogo?! – Jack perguntou ainda não acreditando que não iria jogar.

— O que tem o jogo? – O garoto ouviu a voz de Rapunzel com uma dose de dúvida e espanto. – É o de hoje? – Perguntou parecendo se alarmar.

— O que tem o jogo, Frost? – Hedge perguntou. Jack bufou. Ou o treinador se fazia de desentendido, ou ele era lerdo.

— Oh sim! – Rapunzel exclamou depois de um tempo. Jack virou o rosto para encarar a menina. – O deixe jogar. Jack sabe o que faz. – A garota argumentou ainda encarando Hedge.

Jack encarou a loira surpresa. Não esperava que a menina o ajudasse ainda mais. Para ele, Rapunzel estava pouco se importando com o que aconteceria com Jack no time. Afinal, ela já o havia ajudado.

— Corona, Corona, eu realmente não entendo você. – Hedge falou de forma indiferente. Jack fitou os dois, e sacou que tinha algo entre ambos, e que talvez, Flynn poderia estar envolvido em tudo aquilo.

— Ninguém entende. – A menina deu um meio sorriso para Hedge. Depois virou seu rosto na direção de Jack e o fitou, com o meio sorriso. – Vá jogar, e mostre para Hedge o seu potencial.

— Parece uma mãe falando. – Jack comentou.

— Vá se fuder! – Rapunzel mandou enquanto voltava a olhar Hedge.

Jack deu um sorriso divertido e se levantou, saindo dali. Andou por todo o vestuário masculino até chegar a seu armário. Tinha que se trocar rápido e sair dali, se quisesse jogar naquela tarde.

Abriu o armário e se deparou com todos aqueles equipamentos e o uniforme azul e branco. O menino bufou e retirou tudo dali, colocando tudo em cima de um banco qualquer. Retirou a blusa que estava e observou tudo, se preparando para vestir algum dos Pads. Suspirou entediado e escutou uma porta ser fechada.

Andou até o corredor e viu a garota loira vir andando rápido na sua direção. Na verdade, a menina caminhava em direção ao fim do vestuário, mas Jack estava no corredor, então... O menino passou a mão sobre o cabelo e entrou totalmente no corredor, fazendo a loira parar de andar brutamente.

— Medo de mim? – Jack perguntou com uma dose de sarcasmo na voz.

— Não. – Rapunzel respondeu enquanto tentava andar de volta ao corredor, no entanto, o garoto foi mais rápido que a menina, colocando-se na frente da mesma. – Me deixar passar Frost. – Rapunzel pediu.

— Não. – Jack respondeu colocando um braço na parede e se apoiando no mesmo. Rapunzel bufou e tentou passar de novo, se esquivando para o outro lado, mas, novamente, Jack foi mais rápido e se colocou na frente da menina, a fazendo bufar.

— O que você quer? – Rapunzel perguntou brava. – Já não te ajudei por hoje?

— Então quer dizer que você está me ajudando todos os dias? – Jack perguntou com um meio sorriso no rosto. Rapunzel bateu o pé no chão, demonstrando a irritação que sentia.

— Me deixa passar. – Pediu, novamente.

— Não.

— Frost, o que você quer?

— Me ajuda a por o uniforme? – Jack perguntou a primeira coisa que lhe veio na cabeça. Não que tivesse se esquecido de como se colocava o uniforme, mas, tinha que pegar a loira, não? Rapunzel deu um meio sorriso.

— Está brincando, não? – Perguntou com o meio sorriso no rosto.

— Não.

— Para de falar não! – A garota bufou irritada e se dirigiu até o banco em que se encontravam os equipamentos. – Vai ficar ai, ou vai vir? – A menina perguntou, deixando-se notar a sua breve paciência.

— Já estou indo. – Jack falou indo em direção à menina. Sentou-se no banco, ao lado dos equipamentos e observou enquanto Rapunzel pegava um shoulderpan. Jack a observou mexer naquele equipamento enorme, com certa dificuldade, e o pegou. A loira o olhou com curiosidade e depois terminou de abrir a lateral.

Ajudou Jack a vesti-lo e depois sorriu quando fechou a lateral do shoulderpan. A menina esfregou uma mão na outra e então sorriu, pegando o hip pads. A loira entregou na mão de Jack e olhou em direção ao banco.

— Não vai me ajudar a vestir? – O garoto perguntou.

— Você sabe muito bem vestir esse uniforme sozinho. – A garota falou de uma forma debochada ainda encarando os equipamentos que estavam em cima do banco. – Eu nem sei por que estou aqui.

— Porque você gosta de passar o tempo comigo. – Jack falou da forma mais convincente possível.

— Um dia você ainda vai quebrar a cara. – A garota falou enquanto pegava thigh pads e os examinava. Jack bufou, abriu o equipamento e colocou em volta da cintura, o fechando logo em seguida. Olhou para o seu membro protegido e depois encarou Rapunzel.

— Porque você veio falar com o treinador? – Perguntou, ignorando praticamente tudo o que a garota havia falado.

— Não é da sua conta. – Rapunzel respondeu fria. Jack deu um leve suspiro enquanto a menina ajeitava o equipamento na coxa do menino.

— Você falou com ele, como se você e o Flynn tivessem um segredo deles em mãos. – Jack analisou a situação, e a expos, encarando Rapunzel logo em seguida. A menina não mudou sua feição, mas Jack pode perceber que a loira deu uma leve alarmada. – Vocês o chantageiam? – O garoto perguntou.

Rapunzel parou de se mexer e depois voltou a fechar o knee pads com mais força, fazendo Jack contorcer um leve gemido dentro de sua garganta. A menina se levantou sem responder nada e pegou a blusa do time, entregando-a á Jack.

— O resto você sabe. – A garota falou se preparando para sair dali, no entanto Jack foi mais rápido. Com sua mão direita segurou a camisa, com a esquerda esticou o braço e pegou no braço fino da garota. A menina parou de se movimentar e encarou Jack, pedindo, com os olhos uma explicação.

— Eu te fiz uma pergunta. – Perguntou se aproximando da menina. Rapunzel soltou seu braço e passou as duas pequenas mãos pelo rosto.

— O que foi? – A garota perguntou, com um semblante raivoso. Jack observou enquanto Rapunzel se apoiava numa perna, tacando todo o peso do seu corpo para a mesma, fazendo sua cintura dar uma pequena volta, e cruzava os braços em cima do peito.

— Você e o seu namorado...

— Flynn. – Rapunzel o corrigiu.

— Você e o Flynn— Jack repetiu, dando ênfase, e mostrando o nojo que tinha em pronunciar a palavra ‘Flynn’. – Vocês chantageiam o Treinador?

Rapunzel abaixou a cabeça e soltou uma leve risada.

— Porque acha isso? – A garota perguntou. Depois, fez menção de parar Jack e fazer outra pergunta. – E porque o nojo de falar Flynn? – Jack observou os lábios, de Rapunzel, se curvarem em um pequeno sorriso malicioso. O garoto se segurou, mas a vontade que tinha era de atacá-la ali mesmo; beijar seus lábios finos e rosados, e ser o cara mais feliz naquele momento.

— Não é legal ficar pronunciando o nome do namorado da garota mais bonita de toda a escola. – Jack falou, sua voz recheada de malicia e desejo. Queria sentir, compreender se Rapunzel sentia o mesmo pelo albino. Queria ter a certeza de que poderia atacar e não se arrepender depois. O menino foi chegando mais perto, fazendo a menina dar um passo para trás, no entanto continuar com sua pose de brava, irritada e desafiadora.

— Bem, se contente com isso. – A garota falou se aproximando de Jack, e deixando seus braços soltos. Jack conseguiu sentir o hálito de menta da garota, e sua vontade aumentou cada vez mais. O menino, sem se conter, segurou nos braços de Rapunzel e a trouxe para mais perto do seu corpo. A menina encarou seus braços presos e encarou Jack com uma cara meio assustada. – O que...

— Shiuu... – Jack pediu enquanto fitava os olhos verdes da loira. Aproximou seu nariz perto do pescoço de Rapunzel e inalou o cheiro doce que a menina tinha. Jack sentiu a nuca de Rapunzel se arrepiar e sorriu com isso. Depois, depositou seus lábios ali e os tirou, encarando os olhos verdes da garota novamente.

O fogo ardia dentro de Jack, o desejo implorava para que o menino selasse logo os lábios dos dois, e sua vontade era maior ainda. Queria sentir Rapunzel contra seu corpo, colocar suas mãos sobre a nuca da garota, e apertar sua fina e delicada cintura. Queria que a loira colocasse suas mãos na nuca do rapaz e passasse pelos seus fios descoloridos. Queria selar logo aqueles lábios, mas não conseguia.

Jack deixou suas mãos mais soltas, e por fim, soltou a garota. Rapunzel parecia estar em um transe, pois a menina não se mexeu, ficou ali, parada, como se os braços de Jack ainda a estivessem forçando a garota estar ali. Esse foi o sinal para o menino. Rapunzel queria tanto quanto Jack queria. Ambos queriam aqueles lábios selados.

O albino foi se aproximando, mas, no exato momento, Rapunzel acordou do transe, e com sua pequena mão bateu no rosto de Jack. O menino sentiu sua bochecha estalar, e o som pareceu ecoar por todo o vestuário.

O albino abriu os olhos e viu a loira na sua frente. Sua cara assustada, e seu semblante temeroso.

— Porque fez isso? – O albino perguntou enquanto passava uma mão sobre o local do tapa.

— Não dê mais em cima de mim! – A garota ordenou enquanto dava um passo para trás, ainda parecendo assustada. Depois saiu dali e voltou a andar pelo corredor.

— Isso, volta para o seu amor! – Jack gritou enquanto se virava para encarar Rapunzel. – Volta para o seu conto de fadas! – Explodiu, vendo a menina parar de andar. – Sabe por quê? Porque Flynn Rider é um sonho! – O garoto gritou. – Um sonho para uma bobona que não abre os olhos. – O albino observou a garota ficar estática, parada; com o cabelo todo caído na sua face.

Jack esperou que Rapunzel se virasse e desse outro tapa no menino, ou então que gritasse com ele; ou pior, pedisse para Flynn colocar Jack fora do time. Entretanto, a menina não fez nada disso. Ficou quieta, estática por alguns segundos, depois ergueu a cabeça e saiu andando. Andando como se nada tivesse acontecido. Jack pegou a camisa que estava no banco e tacou no chão, depois bateu na parede com a irritação que sentia.

Estava tão perto.

Notas finais
E ai, eu percebi que eu diminui a quantidade de palavras por capítulos, mas acredito que esteja numa quantidade boa. E, uma pergunta para vocês. Coo vocês acham que eu sou. Tipo assim, minha aparência, minha personalidade, meus gostos. Sei lá, falem ai, vamos nos divertir um pouco. E, me digam o dia do aniversário de vocês. Quero conhecer melhor meus leitores. A propósito, alguém aqui tem whatsapp? Ok, estou me soltando muito. Mas, vamos. Quero que todos vocês se soltem, e me falem. Até você que nunca comentou. Vamos, perca sua timidez, ou preguiça e comente neste capítulo: Como você acha que eu sou, quando é o seu aniversário, e se tem whatsapp. Pode sumir depois, eu deixo. Vou ficar triste, mas eu deixo. ENTÃO, APAREÇAM! Quero todos os meus leitores comentando, quero conhecer vocês, e quero que vocês me conheçam. Então, let's go! Ótimo, beijos, e até!