Notas iniciais
Bem, pelo número de pessoas que deixaram um rewis, eu venho postar um capítulo antes da hora ASHUASUHASHUSAU
Anyway, eu peço que tenham uma mente aberta e safada, porque eu acho que tava com fogo quando escrevi esse capítulo aqui. Leiam longe de seus pais, riam muito e se divirtam que aqui vai a pervertida da Nivea postar HASHUASHUSAUAH
Espero que gostem.
Ps: Cuidado, se não quer cenas punks, não leia MUUAAAHHAA *risada safada*
Como eu queria ter um sexfriend desses!

[Música — Sexyback — Justin Timberlake]


Ainda batucava com o porquê de estar inquieta com Poseidon, como tantas vezes fizera durante o banho, no instante em que se deitou, desligando a luz ao lado de sua cama de casal, assim como as dos seus companheiros de apartamento, e suspirou. Estava fria demais, e sabia que teria alguém para aquecê-la se quisesse, só não queria isso.

E nem devo, amanha tenho prova, tenho que dormir, sussurrou para si mesma, virando de lado, para tentar cair nos braços de Morfeu e de fato tentou. Mas já passava de duas da manha e nada de dormir, foi quando escutou sua porta ser trancada por dentro e logo após um corpo quente deitar-se ao seu lado, passando um braço ao seu redor.

— Eu não conseguia dormir — Sussurrou Apolo, quietinho na dele. — Sem Hermes lá é difícil, me acostumei.

Atena sorriu da brincadeirinha dele e virou-se para vê-lo. Esse se achava só com suas usuais calças de moletom, o corpo bem definido nu da cintura para cima e os cabelos bagunçados evidenciando que falara a verdade. Apolo não costumava mexer-se muito enquanto dormia, e ela sabia muito bem disso.

— Eu também não.

Os olhos azuis dele apanharam os seus. Meu melhor amigo.

— Por que não, Atena?

Ela suspirou.

— Acho que o de sempre, sabe. — Tentou fazer uma brincadeirinha. — Só aquele lance. Eu sabia que devia ter aceitado o convite de Aquiles pra dormir. — Mas ele não sorriu, somente a olhou. — Para de me olhar assim, parece que tá me analisando.

— Só não consigo entender porque mulheres bonitas como vocês têm tendências a se acharem feias.

Atena revirou os olhos, sorrindo.

— Porque se não, não somos mulheres. Adoramos reclamar de nos mesmas e falar que a outra é mais bonita. Algumas vezes, isso é verdade.

— Mas, Atena, você é uma mulher linda — E ela sentiu dedos fortes por dentro de sua blusa de dormir folgada, uma vez que só dormia com isso e com calcinha, era mais confortável. — Você é gata. Gostosa. Formidável. — Ela tremeu ao sentir os dedos dele em suas costas a puxando para mais perto até tocar seu peito ao dele. — Além de inteligente e divertida. E a melhor amiga que tenho, além de minha irmã, o que mais você quer?

Sorrindo, ela o puxou para cima de si, tirando a blusa no caminho e o acomodando contra seu corpo. E ele estava extremamente excitado, ela pode notar.

— Vocês pegadores são sempre bons de lábia assim, Apolo? — Brincou enquanto o trazia mais para perto, para morder de leve o ombro dele, local que ela sabia que ele adorava.

— Eu não sou um pegador agora, Atena — Afastou-se para fitá-la, sorrindo. — Eu sou o seu melhor amigo e sexfriend. E adoro essa garota louca.

Ela riu, sentindo-se completamente à vontade ao lado dele e revirou os olhos.

— Quantas sexfriends você tem?

Enquanto ela perguntava, ele abaixou-se, pousando seu peso contra seu pequeno corpo que arfou, mas continuou com a linha de pensamento, até Apolo começar a beijar perto de seus seios.

— Seis, eu acho — Assoprou o local onde havia beijado. — Perdi as contas.

Uma vez mais ela riu, trêmula e de olhos fechados, permitindo que ele divertisse-se consigo.

— Quantas amigas que você tem?

Dessa vez ele retirou a boca de sua barriga recolhida e a fitou, um pouco sério.

— Duas, apenas.

E ela não conseguiu dizer mais nada no momento em que ele mordiscou na encosta de seu seio, e um suspiro saiu. Atena adorava ser uma das sexfriends de Apolo. Quem melhor para te fazer se sentir desejada do que seu melhor amigo?

As mãos habilidosas e másculas dele a trouxeram para mais perto enquanto o mesmo lambia e sugava devagar o seu mamilo, a boca quente sendo suave, mas extremamente atiçadoras, o suficiente para Atena esquecer qualquer problema que tinha e prender os dedos aos fios loiros, ao mesmo tempo em que ele dividia as atenções, às vezes rindo baixinho, entre os seios, hora mordendo, hora brincando com eles. E afinal, ela soube que de fato, seios são seios, independente do tamanho.

Então, ele subiu para alcançar o pescoço de Atena já perdida pelo desejo que nem sabia que guardava, e mordia, uma vez forte, outra fraca para aproveitar e tirar a calcinha dela, que inclusive o ajudou ao final. Atena empurrou como costumava fazer com ele, as calças, que assim como ela, ajudou, e logo os dois encontravam-se gloriosamente nus.

Atena tremeu de prazer ao sentir o amiguinho dele contra seu ventre e ergueu-se para apanhar a boca de Apolo, colando seus lábios aos dele. Só havia tesão entre eles, algo que havia descoberto desde que se conheceram e quando perceberam que nada mudava, só o desejo continuava, que se tornaram sexfriends. E os beijos eram só uma complementação a isso. Mas Atena, mesmo sem sentir algo além de luxúria pelo maravilhoso corpo trabalhado sobre o seu que a prensava sobre a cama e que tinha as mãos dele apalpando seus peitos, sabia que seu amigo beijava como ninguém. E não seria diferente dessa vez.

A boca era máscula e meio bruta contra a sua, contudo, era uma das coisas que ela mais gostava nele, o jeito meio insensível que os dois detinham na cama. Ele mordeu seu lábio, ela, a sua língua, as mãos delas pousadas em seus ombros, as dele nos seios dela levando-a à loucura, ambos a sentirem o quanto queriam aquilo, sem qualquer preocupação de se arrependerem depois.

Então, Atena guiou o membro pulsante de Apolo, fazendo-o gemer enquanto mordiscava o pescoço — o alvo da garota, e sentiu a cabeça dele contra sua abertura. Segurando uma de suas nadegas, ele a penetrou, escorregando todo seu membro bem dotado para dentro, pouco a pouco, fazendo-a gemer, até o final, e Atena arfou, adorando o abençoado que havia feito o sexo. O suor escorria entre seus corpos juntos.

— Eu adoro seu corpo — Sussurrou ele, meio sufocado, saindo de dentro dela, levando-a a gemer, só para então adentrar outra vez, e sair, e entrar, bem devagar, os dois indo à loucura juntos. Atena tremeu quando ele a preencheu mais uma vez e a boca dele abocanhou um de seus seios. Ela não sabia quanto mais poderia aguentar naquela velocidade, no instante em que ele começou a estocar mais forte, tanto que se segurou nele, o beijando e aumentou a velocidade. Ele ergueu seus quadris, levando seu corpo para mais perto e adentrando mais fundo, fazendo-a gemer e suspirar contra a boca máscula que exigia por mais.

— Mais, mais, mais — Entoou ela, com ele respirando alto em seu ouvido, mordendo sua nuca, apertando com força seus seios o que a fazia querer mais e com seu membro entrando e saindo com mais velocidade. Ela gemeu ao senti-lo tocar lá no fundo, seus seios escorregando no ritmo do peito dele, suas mãos arranhando suas costas, sua boca deixando marcas em seus ombros e então suas bocas trocando beijos outra vez. Para então, como um desfecho gratificante, ela sentir seu corpo estremecer ao chegar ao clímax e ele cair sobre si, ambos sem respiração, com o membro dele ainda dentro dela, e os braços pequenos de Atena o segurando em cima de si enquanto olhava para o teto, sem acreditar como podia haver algo melhor que sexo. — Eu que adoro seu corpo, Apolo.

Ele riu, rouco, ao deitar-se ao seu lado.

— Somos ótimos sexfriends — Brincou ele. Atena virou a cabeça para olhar nos olhos azuis de seu melhor amigo. — E eu já disse o quanto você é gostosa?

Foi a vez dela rir, jogando um travesseiro nele.

— Cala a boca.

— Acho que você ainda não compreendeu o que eu quero dizer.

— Apolo!

E ela já sabia que vinha segunda rodada quando tentou correr rindo e ele, calmamente, a derrubou no tapete, para logo depois estarem transando outra vez e indo à loucura juntos.


Atena encontrava-se doida quando acordou com a luz do sol sobre seus olhos no outro dia, seus seios, entre suas pernas, suas costas e inclusive seu pescoço. Ser sexfriend do cara mais quente e pegador da faculdade tinha lá seus preços, mas o prazer de tê-lo em sua cama, não tinha nenhum.

Sorriu, sentindo a respiração dele contra seu ombro, um dos braços a sua volta e o corpo dois graus acima do seu as suas costas, tão cansada quanto si própria estava e em um sono tranquilo. Inclusive, era por preguiça que não levantava. Teria de fazer café para o pessoal se fosse a primeira, e a única coisa que conseguia pensar era em como havia chegado ao orgasmo sete vezes em uma só madrugada com seu melhor amigo, nenhum desejo restara para poder dizer que estava querendo por mais e ambos aceitaram esse fato ao chegarem pela sétima vez ao “paraíso” contra a parede.

Era provável que até os vizinhos escutaram-nos, mas Atena não se sentiu culpada, não como das duas primeiras vezes em que dormiu com ele, na verdade, até precisou disso. Sentir-se desejada sempre era bom, ainda mais por aquele que era tão seu amigo. Se ela sabia se havia alguma probabilidade dele apaixonar-se por ela ou ao contrario? Nenhuma, eles já haviam tentado namorar, e não dera certo, o máximo que fazia de bom era sexo e para isso não precisava estar juntos, como marido e mulher ou algo do gênero, presos, de modo que ele podia pegar qualquer uma que ela nem chegava a se importar desde que ele estivesse lá para quando ela precisasse, caso ambos quisesse também. O divertido disso era que poucas vezes eles dividiam uma cama, mas quando acontecia... Bem, já compreendeu ao ver como Atena acordara aquela manhã, correto?

Apolo resmungou uma coisa qualquer que Atena não conseguiu compreender no instante em que a garota de cabelos leoninos, literalmente, desprendeu-se do abraço dele, perguntando-se como não sentira frio já que dormiram só um preso ao outro, e levantou, caminhando nua pelo quarto, pegando as roupas espalhadas e aproveitando para dobrar e colocar sob o pé da cama a calça de moletom dele.

Atena sorriu. Apolo dormia como uma criança, de bruços agora que ela havia saído, a boca um pouco aberta e o corpo dourado e bem trabalhado dele, com marcas de suas unhas nas costas, um pouco torcido, já que parecia não achar a posição correta, mas mesmo assim dormia. Sem dúvida, ter um homem daqueles na cama, não era para qualquer uma.

E o espelho lhe mostrou que eram verdade seus pensamentos. Estava ela tão louca de desejo quanto ele? Porque era só isso que ela conseguia pensar ao fitar as marcas, algumas arroxeadas, como as do pescoço e as dos seios, alguns arranhões ali ou aqui e o formato da mão dele em sua cintura, essa avermelhada e que talvez saísse dali alguns minutos. Seus cabelos eram um emaranhado de cachos e não sabia como aquelas atrizes acordavam sem a maquiagem borrada ou a boca vermelha depois de uma noite de sexo.

É porque elas não têm Apolo, brincou consigo mesma, dando as costas para o espelho, afim de não começar com a amolação de que era feia, porque estava feliz demais com aquela sensação de prazer desfeito, e adentrou no banho.

Escutou passos no momento em que tirava os shampoo dos cabelos.

— Deveria ter me acordado, minha irmã deve ter ficado com raiva por não dormir na cama dela — Apolo bocejou do outro lado do Box. — Eu vou ficar pobre desse jeito.

Atena fechou os olhos para retirar a segunda camada de shampoo.

— Por quê?

— Sete camisinhas em uma só noite, assim você vai me matar, Atena!

— Deixa de drama, Apolo. — Ela riu, passando o condicionador. — Acho que você gastou mais de sete.

— Comprei um pacote com dez, esperando usar a semana toda, mas gastei nove em uma só noite — Suspirou — Assim vou ter de comprar por dia.

Ela riu, escutando um som metálico de quem cortava algo ou abria algo, antes de abrir os olhos, retirando o último restinho de condicionador, e sentir seu corpo ser erguido, como se não passasse de uma pena, indo contra o gelado azulejo da parede. Ele sorriu, segurando-a.

— E eu vou gastar o ultimo passaporte para a alegria agora.

E a beijou. Atena sabia que de nada adiantaria brigar ou reclamar, nem mesmo queria isso, e com as mãos dele contra si, poderia estar no inferno que gostaria. Duvida até mesmo que Apolo a fizera gostar daquilo depois do que acontecera consigo mesmo e às vezes até se recriminava por não amá-lo alem de um amigo, mas então tomava nota de que se o fizesse, sairia a mais machucada dos dois.

Apolo era um leão indomesticável, inquieto e insaciável, feito para o sexo. E era isso que ele sabia fazer de melhor, com aqueles dedos de músico. E no momento em que ele escorregou para dentro dela, afastando-se da parede e colocando ambos debaixo do chuveiro, ela arfou, segurando o rosto dele para então beijá-lo, às vezes gemendo na boca dele quando ele a subia e descia, com tanta facilidade que ela agradeceu por ele gostar tanto de malhar.

Apolo era afrodisíaco, ele e seu corpo. Ela prendeu com força as pernas envolta dele, o empurrando até o final, fazendo os dois gemerem, e o ajudou nos movimentos, deixando que ele ensinasse a ela os passos da sedução, o melhor professor que ela poderia ter, aquele em quem ela confiava e aceitava. Quando os dois chegaram ao clímax, as costas de Atena bateram contra a parede, e ele segurou-se nela, escorando a ambos contra a formação da casa, com o rosto dele entre seus seios. Atena mal conseguia respirar, de olhos fechados e gotas escorrendo por sua boca, o membro dele ainda entre suas pernas presas ao seu redor.

— Acho que estou te devendo dezessete dólares — Brincou ela, com as pernas tremendo ao ser colocada no chão. Ele sorriu para ela antes de colar um beijo mais calmo, selando aquela noite louca, na boca um pouco doída dela. —Ou não estou?

Apolo riu, puxando-a para a água.

— Não, não está. Por que acho que dessa vez vou comprar no atacado.

Ambos riram, finalmente tomando o banho.

Quando se encontram secos, vestidos e exaustos, mais uma vez, eles saíram do quarto e foram gratificados pela existência de Artemis que fizera o café. Atena deitou-se, na primeira oportunidade que teve, no sofá não ocupado por Hermes que trocava os canais da TV e nem no de Afrodite que dormia como um bebê, e acariciou Aquiles assim que esse veio aconchegar-se perto da garota vestida de short jeans e blusa gola alta a fim de esconder os chupões que levara de Apolo.

— Eu não compreendo — Começou Hermes virando-se para fitá-la, só de bermuda e com um sorriso que parecia muito com o do amigo. Os olhos castanhos brilharam. — Como é que funciona esse negocio de sexfriend?

As bochechas de Atena coraram e todos riram, inclusive Apolo que espantou Aquiles jogando uma bolinha para que o cachorro pegasse e roubou o local do animal, aninhando-se atrás de uma Atena sem graça. Ela agradeceu ao receber o copo de café. Apolo pousou uma das mãos grandes contra suas coxas, sem qualquer problema, que fez Atena corar ainda mais. Tomava seu café enquanto Apolo explicava.

— Sexo, sem compromisso e sem sentimentos.

— E sem minha cama — Reclamou Artemis, empurrando Afrodite que resmungou, mas não acordou, para o lado e sentando-se ali, com Aquiles já sob seus pés, a espera de carinho como todos os dias acontecia.

Atena sorriu para a amiga que fazia uma careta, o vestido negro de empresária lhe dando um ar sério. — Ainda não consigo acreditar que façam isso. Como podem dormir juntos sem qualquer sentimento? Ainda mais com meu irmão!

Atena escutou Apolo rir perto de sua orelha.

— Somos amigos e gostamos de sexo — Ainda que corada, Atena quem falou, dando de ombros. — Não há muitos segredos. E vocês sabem que tentamos namorar.

— E foi um fiasco — Concordou Hermes. — Vocês não servem para ficarem juntos.

— Mas servimos para outra coisa — Essa parte ninguém escutou alem de Atena, porque Apolo sussurrou sob seu ouvido, com um ar divertido. — E como servimos.

Uma risada saiu de seus lábios e os outros não compreendiam do que os dois pudessem estar rindo, mas ninguém perguntou, e logo todos estavam quietos, tomando seus cafés e comendo seus biscoitos só com o ronronar de Marta, um dos gatos de Hermes, quebrando o silencio calmo.

— E o irmão da Afrodite? — Quem perguntou isso foi Artemis, que teve de imediato a atenção da garota de olhos azuis. Atena franziu a boca. — Como foi?

— Ele é... — Olhou para Afrodite a fim de certificar que ela dormia antes de continuar. — Bonito e pode ate ser divertido. Mas não gostei, ele é o tipo de cara que eu não gosto.

— Típico Apolo?

— Hey!

— Desculpa, irmão, mas é a realidade — Todos riram da cara de ofendido dele, mas logo se voltavam para Atena. Isso daqui por acaso é um questionário?— Ele é do tipo pegador?

Só Artemis para compreender como aquilo funcionava.

— Sim, podemos dizer que sim. Prepotente e narcisista.

— E você conseguiu todas essas informações em uma hora de conversa com ele?

Atena revirou os olhos para a pergunta de Hermes que sorria, brincalhão.

— Sim, e foi em meia hora.

— Só?

— A primeira impressão é a que fica, ligeirinho. — Piscou — E não gostei muito.

— Aí, ela veio satisfazer seus desejos mais insanos com seu maravilhoso sexfriend.

Enquanto os três caiam na gargalhada, Atena bateu em Apolo com uma almofada fazendo-o se proteger, mas não demorou muito para ela também encontrar-se rindo daquela brincadeira. O relógio soltou suas cinco badaladas para o coração dela gelar. Assustada, olhou para Artemis.

— Art, que horas são?

— Hum, acho que duas da tarde — Deu de ombros. — Quase certeza, já que o relógio bateu e só faz isso em horas redondas. Então, sim, creio que são duas da tarde. Por quê?

Em pânico, Atena pulou do sofá, pousando em qualquer lugar o café e correu para o quarto para se arrumar. Vestiu o primeiro par de calças jeans, blusa branca simples e uma blusa de frio preta, ainda que não estivessem na época gelada do ano, apenas para simplesmente esconder as gorduras que Atena via em si mesma.

Saiu calçando as botas de cano alto, pulando como um saci pelo corredor até a sala onde todos a fitaram, surpresos. Assim que conseguiu e amarrou, pegou a primeira maça que viu, o celular que se encontrava dentro da cestinha no meio da mesa de centro juntamente com os dos demais e as chaves dentro do bolso da jaqueta de couro negra de Apolo que estava esparramada no chão.

— Alguém viu minha caneta? E minha bolsa?

— Por que a pressa menina? — Perguntou Hermes passando tranquilamente para ela ambos os objetos procurados. Ela apanhou rapidamente, jogando tudo lá dentro assim que pode. — Tá fugindo?

— Minha prova, eu estou atrasada — Explicou ela, indo com passos ligeiros para a porta e batendo-a após passar.

Notas finais
[betado]
Como eu disse: HOT ASHUSAUASHUSA
Ok, eu sei, sou uma depravada e pervertida, mas qual é a graça de Apolo sem tudo isso? ASHUASHUASHU
Enfim, vou indo e deixem rewis *--* Pleaseee ^^
Beijinhos,
Da Titia/Pervertida Nivea.