Notas iniciais
UHUUUL, HANDS UP, GO, GO o/ o/ o/ o/ o/ o/
Férias, sua linda, você finalmente chegou *---* E já está batendo na porta daqueles que ainda estão estudando. É isso ai, só curtição, viver a vida a La Phineas e Ferb, sol, livros e dormir até tarde... Cara, eu posso me acostumar com isso. ASHUSUAUASHSAHU
Enfim, eu vim aqui, mais uma vez, postar pra vocês... E com essa felicidade que me domina, se acostumem, porque me irão me ver mais do que seus pais ^^
Como sempre, avisinho básico: Escritora pervertida e safada quem escreve essa fick, então, please, mentezinha abertas em completado estado de yoga e relaxamento e simborá, que quem vai ter o ponto de vista hoje é Poseidon 66'
Como é um homem (muito delicioso por dizer) tenha em suas mentes abertas a novos conhecimentos e cheios de desejo para estudos que ele pensa com a cabeça de baixo e não com a de cima #comentáriopunk.
MENTES ABERTAS *-----*
E... *risada maléfica*... Se divirtam, fofoletes ^^

[Música — Parachute — Cheryl Cole]

Poseidon sabia que havia algo em Atena que o fascinava e teve ainda mais certeza disso quando ligou a luz do seu estúdio, iluminando tudo em que ali havia, e o corpo pequeno dela esbarrar no seu. Se pudesse classificar em uma escala de zero a dez, aquela garota miúda, de cabelos loiro cacheados que caiam como um halo por seus ombros até o meio das costas e corpo curvilíneo com quadris não muito largo e nem muito pequenos, pernas torneadas e seios médios, a colocaria no número oito. Não por que houvesse erros nela, a mulher parecia quase perfeita, um pouco sem autoestima, mas a inteligência superava por isso, mas o fato dela ser tão quietinha que o atormentava entre pensamentos de como seria fotos dela com raiva ou com prazer. Não parecia que aqueles lábios rosados naturalmente, o que ele agradeceu, odiava aquela coisa liquida e gosmenta que elas inventavam de passar, fossem feitos para algo além de discutir com ele e beijar.

Ele mexeu-se inquietado, de repente ciente demais do corpo feminino dentro de seu estúdio, usando disso para trancar a porta, atravessar o cômodo principal e, escutando-a seguir seus passos, curiosa como ele notara, adentrar para o local onde ficavam os painéis brancos, as câmeras e todos os equipamentos que precisava. Além, logicamente, porque toda pessoa que trabalha o dia inteiro em um local precisa: uma cozinha pequena onde nada mais havia a não ser cerveja na geladeira, alguns salgadinhos em uma das estantes e uma máquina de café expresso. Ao passar pelo interruptor, trazendo a claridade para aquele local ao erguer um por um dos pinos, aproveitou para ligar a do aquecedor. Estava um pouco gelada aquela época do ano e ter sua convidada doente não era o que desejava. Ainda mais quando ainda tinha um ensaio de fotos pela frente. Dirigiu-se ao pequeno cômodo classificado como cozinha, em passos relaxados enquanto retirava os sapatos, ficando só de meias no chão de madeira polida.

- Quer um pouco de café? – questionou ele, olhando por cima do ombro para a mulher sexy que soltava Aquiles, o enorme lobo manso, da coleira. O animal logo se aprumou em um canto e não mais se mexeu. Mas a dona era um deslumbre só. Seu desejo, impensado e incontrolado cresceu ao vê-la sorrir em sua direção, os olhos acinzentados extremamente peculiares e chamativos para ele era um calmo dia de chuva, sem qualquer perigo de se molhar. Contudo, só agora, pois mais cedo, quando a chamara de bipolar, havia os visto quase soltarem raios para cima dele. Tinha de ser cuidadoso com ela, delicado para que pudesse pegar a expressão certa para a foto.

- Não – sua voz doce e suave sorria – Estou bem assim. Hum... Você vai querer começar agora?

Enquanto ela falava, ele apanhava dentro do frigobar uma garrafinha verde de cerveja, só para então abri-la e tomar um gole antes de virar-se para ela, sorrindo. Ela me faz sorrir muito. Como pode uma garota tão bonita assim sentir-se tão mal? Eu é que devia, acabei de levar um toco. Calmo e calculista como um leopardo, Poseidon, você vai ter que ser mais esperto que a leoa ai para fazê-la desarmar as defesas.

E era bem obvio o que ele pensava, uma vez que Atena encontrava-se corada e quieta, de braços cruzados escorada na parede que dividia aquela sala do hall de entrada. Ainda que tivesse relaxada. Poseidon deu dois goles grandes, sabendo que precisaria daquilo para não cair em tentação, para segundos depois encaminhar-se até onde ela se encontrava, tentando passar a maior tranquilidade possível. Os olhos acinzentados os saudaram com uma expressão enigmática que ele estava começando a gostar tanto nela. Esse quebra-cabeça muito bonito, admitiu com um sorriso.

Atena deu um passo para trás assim que parou a sua frente. Você é uma leoa, não uma gazela.

- Vem cá. – pegou a mão dela, pequena e feminina, com unhas ruídas, mas tão macias quanto algodão. – Preciso que se sinta bem. Jogue um pouco o cabelo para o lado. Você está deliciosa assim, Atena. Você é tão facilmente corável que me surpreende, mas ficou com as bochechas do modo que pensei. Agora. – ele apanhou a maquina mais próxima que tinha e sorriu para ela que se encontrava de cabeça abaixada e as maças do rosto tão avermelhadas quanto uma cereja. Clique. Clique. – Atena, você está parecendo uma estátua, você é uma Arquiteta, não um projeto. – clique. Um sorriso dela de zombação. Clique – Bem melhor. Quer que eu converse com você?

Os olhos dela apanharam os seus entre uma foto enquanto ela dava um sorriso de canto de quem caçoava em pensamento o que ele dizia. E era uma das melhores expressões que ele arquivou que ela detinha naquele potinho de surpresas, um Kinder Ovo formidável e irrequieto.

- E vai fazer diferença de se eu disser não?

Ele sorriu da pergunta direta e reta, sem qualquer floreio, que estava acostumando-se a ver, quase que inerente a ela. Os cílios dela eram longos e faziam pequeninas sombras quando ela fazia aquele movimento de deboche. E a câmera dele ia à loucura. Em menos de três minutos e já tinha varias fotos dela.

- Eu te disse qual é o curso que faço? – questionou ele, puxando papo enquanto dava uma retocada aqui e acolá. Ela ainda está muito nervosa. – Atena, eu não vou te morder.

Ignorando a segunda frase, ainda que corasse muito, ela negou com a cabeça.

- Você só disse que não era o mesmo que o meu.

Clique. Clique. Clique.

- Faço Engenharia Naval. – Poseidon simplesmente amava o mar demais para decidir que definitivamente queria viver dele e morar perto de um, como tinha por ali, o que ele já provara ao ir surfar a algum tempo atrás, só sabia que fora antes das provas. A curiosidade brilhou, indomável, nos olhos hora azulados, hora acinzentados dela. – Estou no quarto semestre.

- Mas você não fez aqui, fez? – um biquinho de quem pensava. Clique. Ela não nota mais a câmera, ou ao menos tenta esquecê-la. Já é um futuro. – Quer dizer, você acabou de voltar do Alaska.

- Não, eu comecei por lá ao decidir que era construir navios e tirar fotos era o que eu queria. – clique. – Poderia virar o rosto um pouco para lá, por favor?

- Assim?

- Isso.

Ele abaixou-se para pegar um melhor ângulo das bochechas proeminentes e rosadas dela, aproveitando-se da luz amarelada que dava um tom um pouco mais dourado na pele alva da mulher de olhos tão sedutores. Clique. Deu enfoque aos cinzas. Clique.

- Estou aqui faz apenas três meses – continuou ele o que dizia enquanto não parava de tirar as fotos. – Não deu muito tempo para conhecer pessoas no primeiro mês, estava envolvido em algumas exposições que eu mandava para os meus agentes. Tirei os trinta dias para descansar depois de tanto tempo fora de casa. Ficaram ótimas, Atena.

- Eu posso parar de sorrir?

Ambos riram da brincadeira dela, o clima ficando de repente bastante agradável e sem qualquer pressão da parte de nenhum dos dois. O entusiasmo dela para saber como saíram às imagens de sua pessoa fizeram os olhos cinza brilhando fracamente ao mesmo tempo em que passava foto por foto, notando os erros aqui e ali de luz, de ângulo, de cor. E de roupa. Ele franziu o cenho para isso. O tactel não estava batendo com o que ele queria, Atena parecia uma menina comum com o tecido e de maneira alguma aquela mulher ao seu lado era comum.

Com uma ideia súbita na mente, ele a puxou pelo pulso através do cômodo até o hall e a deitou em um divã após posicionar o móvel negro até a enorme janela de parede inteira que dava uma visão de milhares de quadrados acesos nos demais prédios a sua volta. Puxando um tripé, ele arrumou a câmera em cima dele e soube o que queria fazer para expressar aquela mulher única a sua frente, meio deitada, meio sentada, e completamente tensa sem saber o que fazer.

Mas não fora a toa que Poseidon, nosso querido e lindo Poseidon, havia ganhado tantos concursos que participara ao fazer as pessoas parecerem espontâneas em suas mãos e Atena não seria diferente, ainda que os olhos dela ficassem muito curiosos com sua aproximação. Ele sabia que seria um pouco difícil, ainda assim, iria tentar. Era a chance perfeita. E a luz atenuada (por que ele a abaixou) refletindo na pele ébano dela, juntamente com a cor de escuridão de onde ela estava e o chão polido refletindo as luzes do lado de fora era o que ele mais queria dentro de uma foto. Com uma condição. Essa que poderia definir todo o seu trabalho, pois não tinha mais duvida, depois de conversar com aquela racional e inteligente mulher que era ela quem ele procurava para ser sua modelo.

Poseidon agachou-se a frente dela, ficando a mesma altura dos olhos, e sorriu, seus olhos segurando os delas para passar toda a confiança que ela precisava sentir para quando ouvisse o que iria lhe dizer agora.

- Atena – amaciou o nome, gostando de como soava em sua língua. – Eu preciso de mais uma ajudinha sua.

Mordendo o lábio inferior, o que ele passara a notar que fazia todas as vezes que se encontrava nervosa, ela anuiu, visivelmente aberta para escutar o que ele tinha a falar. Ele afastou os cachos dos ombros dela.

- Já ouviu falar sobre Fotografia Nua – escolheu as palavras com cuidado. – Ou Nudismo?

As bochechas dela coraram violentamente e ele se perguntou se ela era puritana demais para escutar aquilo. No entanto, ela assentiu.

- Estudei isso quando fiz Artes Visuais.

- Você fez Artes Visuais?

- Há um ano – mordiscou o lábio timidamente, em um movimento sexy. – E aprendi o suficiente para compreender o que você diz. Mas eu não sei se consigo.

Erguendo as mãos no ar, ele fez sinal de pare e piscou para ela, tentando ser calmo. E mesmo se repreendendo, o que mais desejava fazer era provar aquela boca, aquela nuca e... Um guepardo, Poseidon, não um coelho. Pense com a cabeça de cima. Mas era difícil ignorar a de baixo com uma mulher tão bonita fitando-o com seriedade. Procurou não demonstrar nada.

- Eu prometo não te influenciar a escolher. – sorriu seu sorriso mais relaxado. – Apenas quero que saiba que tem potencial e que seria uma honra se você deixasse isso.

Uma sobrancelha loira e fina dela arqueou-se graciosamente para cima.

- E você espalharia isso para todos?

Às vezes você me dá raiva, Atena. Mas controlou-se, não se deixando ser levado no sentimento de que ela não acreditava que levava a serio o seu trabalho.

- Só para meu promotor caso decidamos que a sua foto irá para a exposição.

Fez uma adorável careta franzindo o nariz.

- O que significa grandes e profissionais fotógrafos analisando a minha foto.

E às vezes você me faz querer rir, Atena. Sorriu.

- Essa parte eu não posso negar. – encarou os olhos cinza donos de sabedoria. – Então, topa tentar? Se você não conseguir se sentir confortável a gente para e tentamos outro estilo de fotografia, uma que te deixe bem, o que importa é que você escolhe, Atena.

Durou um tempo, Poseidon segurando os olhos dela, respondendo todas as perguntas não ditas com sorriso e paciência até ela aceitar vagarosamente. Ele sabia que ela era culta e compreendia que não havia nada de indecente naquilo, só talvez o fato que estivesse desejando-a, mas ela não precisava saber disso. E arte, ambos entendiam bem, pelo visto.

Quem diria? Uma faculdade de Artes Visuais, pensou ele enquanto se posicionava atrás da câmera, fechando mais o diafragma e aumentando a claridade só na luz que a banhava, e Atena tirava vagarosamente à roupa, primeiro a blusa, a cintura fina se destacando contra o rubro do veludo abaixo dela, os braços magros e o busto bonito. Segundo a calça, deslizando-a por pernas longas e delineadas sem exagero. Pernas de modelo, percebeu ele ao mesmo tempo em que a via deixar cair no chão à peça, o pescoço da mesma ficando muito vermelho a cada hora que corava mais e mais com seus olhos nelas. Então, ela o fitou e Poseidon perdeu a respiração. Ela estava deslumbrante, ainda não nua ao completo, mas perfeita daquele modo. O rosto em brasas, os olhos tímidos, os dentes mordendo de leve o lábio inferior e o corpo meio deitado. Clique.

- Tiro o resto? – questionou ela, baixinho, procurando saber como agir.

Ele sorriu, dando de ombros.

- Só se você achar que pode, Atena. Você quem manda.

Engolindo a seco, ela assentiu devagar antes de levar as mãos atrás, nas costas, e ainda o fitando, abrir o sutiã que pulou ao encontrar-se mais folgado. Nessa hora os olhos cinza separaram-se dos seus enquanto ela descansava, junto do resto, os bojos, segurando com um braço os seios como que para escondê-lo e então retirar a calcinha. E qualquer ar ou controle que Poseidon tinham precisaram ser bem presos para não beijarem aquela mulher.

Atena era, sem sombra de duvida, a representante do sexo feminino mais maravilhosa que Poseidon tivera a chance, e olha que foram muitas. Mas não era apenas o físico incrível dela, muito pelo contrario, ele só complementava os olhares críticos e os sorrisos simplórios no rosto aristocrático da mesma.

Ela jogou os cabelos para frente, muito sem graça, antes de encará-lo, um pouco insegura.

- O que você quer que eu faça?

Me convide para deitar com você.

- Chame Aquiles. Eu falei que queria uma foto sua com ele, alem do mais, ele vai te deixar mais a vontade. – Clique. Clique. – Apesar de você está linda assim.

E as bochechas dela queimaram outra vez, entretanto, concentrou-se em assobiar para o animal que veio no mesmo minuto, caminhando como uma sombra branca até tomar o lugar ao lado da mulher das mexas loiras cacheadas, escondendo parcialmente um pouco da nudez dela.

Saindo de trás da maquina, ele caminhou até parar na frente dela e apontou para o braço dela. De cima, Poseidon a achara ainda mais linda, ainda mais enquanto tinha de erguer a cabeça para fitá-lo.

- Posso? Vou te enquadrar melhor na lente.

- Er... Hum... – engoliu a seco. – Sim.

Com muito cuidado, para não assustá-la, ele a segurou pela cintura, tentando não fitar os seios volumosos e rosados dela, enquanto a deitava de lado, ignorando como ela arrepiou-se ao seu toque, sendo profissional, e colocava uma perna delgada enroscado com o rabo do lobo que nem quer brigou ao ser tocado. Suavemente, puxou uma mão dela até parecer que abraçava Aquiles, os seios sumindo dentro os pelos espessos e brancos do animal ao fazer isso, mas em troca dando maior atenção as nádegas dela, e ergueu um pouco o rosto da mesma, que ainda corado, aceitou bem a posição colocada, afofando de leve os cabelos loiros em torno dos ombros esguios e femininos.

Para então voltar atrás da lente e suspirar. Uma leoa. Era isso que ele via expresso naqueles olhos que pareciam impetuosos na pouca luz, o corpo pequeno dela escondido entre Aquiles, mostrando somente alguns pontos necessários, a juba dourada emoldurando o rosto fino assim como os cílios emolduravam o cinza nem um pouco medroso. Destemidos, como uma verdadeira leoa. E ele nunca vira uma mulher com a personalidade tão forte ao ponto da sua maquina consegui enxergar. Clique. Clique. Clique. Vários Cliques seguidos. Até ela sorrir no momento em que Aquiles pulou, entediado daquela monotonia, indo embora e a deixando como veio ao mundo, relaxada e maravilhosa. Sua câmera foi loucura, a lente quase não se fechando com a rapidez que tirava as fotos no instante em que ela o fitou e sorriu, os olhos cinza brilhando junto, como se estivesse perfeitamente vestida. O coração dele errou um pulo com aquilo e viu-se retribuindo o sorriso, sem precisar ordenar ou escolher qual desejava mostrar, apenas... Sorrindo. A recordação de seu estado pareceu voltar à mente dela, mostrando isso ao ter a bochechas outra vez cobertas pela mesma tonalidade vermelha do divã. Seus pezinhos se bateram ao girar e ficar sobre o corpo, as costas delgadas vindas para o ponto principal. Como era possível uma mulher tão bela de todos os aspectos? E sem maquiagem ainda por cima?

- Poseidon? – sussurrou ela, dando uma tossidinha para conseguir dizer, antes de coçar a cabeça, os lábios franzidos. Clique. Clique. Clique. – Aquiles... Fugiu.

Ele sorriu por trás do eletrônico com os olhos verdes grudados nela.

- Notei.

- Hum... – deitou a cabeça na curva do divã, os cabelos caindo em cascatas enroladinhas do outro lado. – O que eu faço agora?

E uma ideia brotou em sua mente. Uma ideia deliciosa. Encontrava-se extremamente excitado, e olha que já se acostumara a ver muitas mulheres nuas em sua vida, mas aquela era diferente... Ele conseguia notar só de passar as fotos dela com o husk cor de neve. Seu estomago estava ansioso como a muito não ficava, suas mãos suando e seu amiguinho batendo continência diante de tal beleza peculiar deitado em seu sofá.

- Vire de barriga pra cima. – pediu enquanto arrumava as funções da maquina. – Jogue os cabelos para trás, deixe as mãos caídas e flexione o joelho esquerdo pra não mostrar muito.

- Mas... – ela tossiu. – Meus...

- Seios, sim. São eles que quero e forma de seu corpo contra a sombra.

Então achou o que procurava, ligando a função, ainda sem fitá-la, pois não sabia se poderia se controlar, e, após colocar uma camisinha, ele abaixou ainda mais a luz do local. E virou-se para vê-la enquanto caminhava em sua direção. Os olhos delas semicerraram-se, o cinza tornando-se curiosos e medroso ao mesmo tempo. E ele teve a certeza de que Atena não estava tão imparcial a aquele ensaio como parecia. O torso dela subia e descia com rapidez, com a nova posição, podia ver os seios dela eriçados, talvez de frio, mas apostou mais em desejo; as mãos se fechavam e no instante em que ele puxou a blusa de frio pela cabeça, jogando a roupa junto da dela, e retirou a calça de moletom, já pronto para ela, viu as pupilas dela dilatarem. E notar detalhes era seu forte.

- O que você está fazendo? – questionou ela bobamente, enquanto ele engatinhava por cima dela, as mãos pequenas em seus ombros como que para pará-lo e tomava o local entre as pernas delineadas e femininas dela.

Ele sorriu, um sorriso de pura malicia.

- Não pergunte demais, Atena. – e abaixou-se para mordiscar um seio dela que arfou de surpresa, a barriga abaixo da sua encolhendo-se. – Irei te mostrar ao invés de explicar.

- Mas... – a reclamação se tornou um gemido no momento em que ele deslizou o polegar para dentro dela, sabendo como ela se encontrava em relação a si. Sorriu. Tão pronta como eu estou, mas ainda não. Então, afundou os lábios no pescoço dela, onde queria desde ao vê-la, e o beijou. Tinha gosto de sal, de frio e de luxuria sob sua língua. Trilhou depois um caminho pelo busto, pelos ombros pequenos, atrás da orelha, nos pulsos e para por fim ir brincar com os seios dela. Colou a boca nas encostas deles, escutando-a suspirar, sem qualquer lado racional que tanto vira nela, passou os dentes, mordeu de leve e deslizou mais um dedo para dentro do vértice dela. Atena tremeu. Foi então que, cansado de apenas ficar nas preliminares, decidiu que era hora e que Atena estava preparada o suficiente, não queria machucá-la em nenhuma hipótese, apenas recompensá-la por ter aceitado o tratado com prazer.

Ele acarinhou as pernas até os seios com suas mãos habilidosas e donas do conhecimento sobre anatomia feminina, até que se ergueu sobre ela para fitar os olhos cinza. Estavam nublados, mas mais para o azul do que o cinza em si, e o encararam de volta enquanto, sem nenhum momento beijá-la, Poseidon posicionou seu membro na entrada dela.

- Deixe seu corpo se expressar – murmurou, erguendo-a um pouco, de maneira a ficar curvada, as mãos pequenas segurando-se nas costas largas dele para não cair. – Não precisa pensar.

- isso não estava no acordo.

Ele mordiscou a orelha dela.

- Isso é o bônus.

E, erguendo a perna esquerda dela, ele adentrou vagarosamente, sentindo a entrada dela apertada a sua volta, não acostumado com seu tamanho. Ela o parou, arfando.

- Devagar – pediu Atena, os dedos dela presos em seus cabelos da nuca, as costas dela arqueadas em sua direção, os olhos fechados, a boca aberta para respirar ou arfar.

- Desculpe – murmurou de volta. Dessa vez, ao voltar a empurrar-se, ganhando espaço pouco a pouco no vértice dela, escutou-a gemer, polegada por polegada que adentrava, até para-lo mais uma vez, sem ar. E mesmo louco para afundar-se nela, ele sorriu contra o pescoço da mesma, adorando que ela tivesse de acomodá-lo aos poucos. Quando ela incentivou que continuasse, ele escorregou todo de uma vez, para acabar de vez com a dor dela.

- Poseidon – gritou ela, recebendo o impacto, contra seu ouvido, com ele completamente dentro de si, suas pernas tocando-se. Não havia respiração, para nenhum dos dois, nada alem dos corações pulando juntos e loucos. E a luxuria, é claro. Esperou-a relaxar, mordiscando os seios dela, antes de retirar-se, devagar, do local quente e úmido, ambos gemendo enquanto saia, unidos pelo mesmo desejo louco. Dessa vez, segurou o rosto dela, virando-o para roçar no seu com barba para fazer, e possuí-la mais fundo, mas não menos devagar.

- Não... Olhe... Pro lado – pediu ele, enquanto ela prendia a perna esquerda ao redor da sua cintura, dando melhor entrada e pressionava-a mais, sentindo a coluna dela arquear sob suas mãos assim que atingia o máximo. Mas o que ela fez foi ainda melhor, jogou a cabeça para trás, o cabelo dourado como o sol caindo pelos ombros, a boca entreaberta com um gemido escapando dela, os olhos fechado de prazer e mostrando um dos movimentos mais eróticos e instintivos que já vira. Era uma modelo nata. Ou a melhor mulher de cama.

Então ficou ainda mais quente, e ele deixou-se de preocupar com a maquina, empurrando-a contra o veludo, prendendo as mãos dela em cima da cabeça da mesma e finalmente tomando a boca dela na sua enquanto estocava-a com mais força, levando-a a gemer contra seus lábios, sua língua tomando espaço, seus dentes mordiscando o que ela tinha o costume de morder, seu gosto de morango, de alguma balinha. E havia a respiração em lufadas, no ritmo de seu entrar e sair, os seios deslizando por seu peito, e quando ela ergueu o quadril, ambos foram ao clímax, com Poseidon mordendo com força o pescoço dela ao mesmo tempo em que se liberava e ela tremia em seus braços, respirando alto com os olhos fechados.

O corpo quente e pequeno de Atena o acolheu, acomodando-o cuidadosamente, as pernas femininas ainda a sua volta, com seu amiguinho ainda dentro dela, os picos macios presos entre seus corações desgovernados e seus músculos exaustos.

E Poseidon tivera a certeza de que nunca chegara a um orgasmo daquela forma. Não com aquela força, de um jeito que o deixara de braços trementes e tão sensíveis aos dedos femininos dela, nem com aquele tempo tão longo que parecera ser. Atena era pequena e selvagem, uma leoa escondida atrás de livros e baixa estima. E, mesmo sendo feio o que fizera ao compará-la a Anfitrite, teve certeza que a sua ex não era nada comparada àquela entre seus braços.

- Eu tenho que ir – sussurrou ela, um tom de pânico na voz. Poseidon afastou-se para fitar os olhos cinza, agora sóbrios e temerosos. As mãos dela o empurraram. – Eu realmente tenho que ir.

Poseidon deitou-se ao lado dela que se levantou assim que pode, pegando as roupas com as pernas trementes, algo que deu orgulho a ele, caçando algo no chão. Dali mesmo, o homem de olhos verdes via o roxo que fizera ao chegar ao paraíso com ela, os quadris dela movendo-se com rapidez enquanto apanhava o sutiã e a calcinha. Eu a assustei.

Ainda gloriosamente nu, Poseidon colocou-se de pé e desligou a maquina, que deixaria para ver o resultado depois, antes de ir à direção dela. De costas como estava, ainda sem qualquer roupa, não notou a presença dele, mas quando percebeu era tarde demais. Com um só movimento ele a derrubou no chão, sem ser bruto ou machucá-la, esparramando os cabelos loiros no negro gelado que era a madeira, e deitou-se sobre o corpo pequeno e extremamente excitável só com o toque para colar sua a boca a dela, lutando aquela batalha com os lábios enquanto recebia alguns golpes, doidos, admitia, no peito. Não ia ceder, não ia deixá-la fugir, não agora. Quando ela começou a retribuir seu beijo, a língua dela respondendo ao contato com a sua e inclinando a cabeça um pouco para deixá-lo aprofundar, ele parou e sorriu, encarando a mulher sem ar e olhos espantados que o fitava de volta.

- O que você dizia? – brincou ele, tocando com os lábios e assoprando os seios dela, sentindo os dedos dela em sua nuca. – Algo sobre...

Um gemido ao acomodar-se outra vez dentro do corpo dela, dessa, sem esperar para que ela se acostumasse com o seu tamanho.

- Eu preciso... Ir... Embora – e o fitou, os olhos enluarados de prazer. – Poseidon.

E ele sorriu, para gemer com ela em seguida ao fazerem o movimento no mesmo ritmo.

- Cala a boca, Atena – e a beijou, levando-a outra vez para o paraíso.

E, para o que ele ainda não sabia, sua perdição.

Notas finais
Ui, calor! Boto fé, Poseidon, cala a boca da Atena com um beijo... Quer vir calar a minha também não? *risada* Esses homens de pegada, vou te falar ein...
Enfim, saindo da minha perversidade, espero que tenham gostado *--* E não se esqueçam dos meus rewis ou recomendações... Sabe, eu não me importo nem um tiquinho de recebê-los ^.^
Beijinhos, fofoletes.
Nivea
;D
Até a próxima.