Notas iniciais
HELLOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO *--* E ai, como estão, fofoletes? Espero que bem... Então, antes de começar, vale avisar que quem está aqui agora é a Tiazinha (cara, alguém ainda se lembra dela? kkkkkkkkkkkk Eu tinha medo daquele chicote .-.)... Como eu dizia, a Tia Nívea Danadinha chegando aqui com tudo e tomando espaço, porque ela tá com fogo 66''
- Como eu espero, todos são grandinhos o suficiente para compreender o que é... Aquela coisinha maravilhosa... Não, não é My Little Poney... Estou dizendo do...
[Ligação cortada]
Bem, se divirtam e NÃO LEIAM PERTO DE SEUS PAIS. *risada maléfica*
Ai, ai, *lixa as unhas* Como eu adoro fazer isso ^^
Voalá, honeys.

[Música — Glad You Came — The Wanted]

Depois de muitos copos de bebida, outras duas competições das quais Atena ganhou (uma de Stuart, outra do próprio Poseidon) e um péssimo acesso de sede que a levou a tomar muito mai do que deveria, Atena parecia completamente fora do seu controle usual e nem se quer brigava com isso.

Nesse momento, após conseguir vencer um jogo com Dionísio, que ela mal recordava direito, Poseidon, rindo do que conversavam a levava em algum lugar em que ela somente o seguia, até compreender que era ao local onde deixaram a bolsa com comida e a maquina fotográfica.

- Então, ela passou por mim e Artemis bateu nela com a bolsa — contava Atena enquanto era segurada por mãos quentes na cintura dela. Apesar de seus pensamentos confusos, ela conseguia ver bem os olhos verdes divertidos e sentir seu corpo todo mais potente. Poseidon riu. E a risada dele era algo interessante para ela, algo que a fez aquecer. — Poseidon?

Um sorriso tomou conta do rosto bonito dele. Ele é lindo.

- Sim, Atena?

- Eu... — seu estomago roncou. — Acho que estou com fome.

Ambos riram de sua frase. Pedindo que ele a soltasse, Poseidon a segurou somente pelo braço, para não deixá-la cair, o que Atena não duvidava mais de acontecer, e, sendo apoiada, Atena abaixou-se, procurando alguma barrinha de cereal. Foi uma caça e tanto, pois tudo estava por cima, inclusive às latinhas de cerveja quente que ele trouxera e os iogurtes dela, no instante em que achou, abaixo de um gelo ainda derretendo, um retângulo de morango. Ela pensou que não fora tão difícil assim encontrar quando procurara para Poseidon, mas não reclamou, e abriu o pacotinho para comer. A comida caiu de sua mão ao sentir dedos quentes e calejados subirem por suas pernas, apertando devagar, sem transparecer qualquer pressa, somente a aquecendo. A respiração da garota de cabelos loiros sumiu.

- Poseidon?

- Hum? — isso soou sobre o pescoço dela. Os lábios quase pegando fogo colaram-se em sua nuca. — Sim, Atena?

- O que está... — suspirou. — Fazendo?

Ela sabia que ele sorria ao responder.

- Cobrando meu premio.

O maldito prêmio! Qual era o problema dela ter aceitado aquela estúpida aposta com... Os pensamentos, já enevoados dela, dissiparam-se ao notar que mãos bem experientes tocavam seus seios por cima da blusa. Ela arfou de surpresa, ciente demais do corpo dele atrás de si. Mas, o que sua mente de fato fazia era nada. Só sentia os dedos vagarosos, os lábios dele em seus ombros, o peito dele em suas costas. Só havia isso.

Então, um relampejo de racionalidade rompeu esse feitiço e ela tratou de afastar as mãos dele de seu corpo, segurando-as enquanto ele sorria para ela, como se soubesse bem o que se passava naquela mente. Trato era trato, e Atena nunca deixava de cumprir os seus, mesmo os piores. Ou, como seu corpo mostrava, melhores. Seu estomago se transformou em um viveiro de borboletas ao notar o que teria de fazer. Seus olhos apanharam os dele, verdes e nada calmos.

- Aqui não. — sua voz estava arfante. Corou. — Outro lugar.

- Seu desejo é uma ordem.

E com um beijo colado em sua bochecha, um ato fofo no meio de tanto sangue quente, Poseidon apanhou sem esforço a bolsa do chão, com as cordas e o que trouxeram dentro, e, segurando-a pela mão, puxou-a.

E Atena não sabia onde pararia aquela noite.

Poseidon começou os amassos com Atena bem antes dela saber onde pararam. Suas bocas tocando-se, fortes, firmes, cheias de uma luxuria descompensada, que ocorreu durante todo o caminho, com três paradas quando tinham de durar mais, até que Atena, dessa vez, decidiu que estavam indo longe demais em um local publico. Não era uma dessas garotas, não era de fazer isso, mas finalmente compreendia porque aquilo acontecia. Era um tipo de mágica que acorrentava e faziam-na suspirar mesmo em instantes em que não devia ao mesmo tempo em que Poseidon parecia completamente normal. Era... Incrível.

Afastando-o um pouco, completamente sem ar, com um Poseidon sobre ela sorrindo, Atena respirou profundamente, em goles e mais goles enquanto ele não parava, tocando seu pescoço, aspirando atrás de sua orelha... Técnicas de mestre, ela sabia.

- Onde... Estamos?

- Minha garagem.

Deixando-o brincando com seu corpo, Atena passou a olhar os lados daquele cômodo escurecido, só com a luz de uma porta trazendo claridade ao grande cômodo. Varias peças estavam presas às paredes, estantes cheias de livros (o que a teria surpreendido em ocasiões normais) e muitas ferramentas sobre duas mesas e espalhadas pelos locais. Uma clássica garagem americana. Interessante.

- Aqui?

- Não. — murmurou ele mordiscando sua veia devagar. Seu sangue agitou-se. — Aqui não. Quero te ver.

E com essas palavras, Atena sentiu seu corpo sendo erguido por braços fortes e segurou-se a ele quando esteve começou a andar, com as mãos em suas nádegas para não deixá-la cair. Se era para demonstrar, outra vez, que conseguia levá-la sem esforço, dessa vez funcionou. Pela primeira vez, Atena não disse nada enquanto era carregada como uma criança dentre os bonitos cômodos onde Poseidon acendia a luzes ao passarem. Haviam entrado pela cozinha, desembocaram em uma sala enorme, cheia de fotos, depois subiram para outra muito mais confortável, caminharam pelo corredor até a quarta porta a esquerda, tudo isso ao mesmo tempo em que Poseidon a apertava contra si, beijando-a nos ombros, no pescoço, mordia sua bochecha de leve, deslizava o nariz abaixo de sua orelha e muito mais, levando-a a perder noção de espaço.

Então, havia uma cama embaixo dela, um tecido que pensou ela ser seda antes da boca dele, a que tocava sua clavícula, tomar a sua em um beijo. O beijo mais quente que ela já havia dado. Quase machucável, Poseidon a beijava, jogando todo seu peso sobre o pequeno corpo dela, mordendo o lábio inferior da mesma em brutos colares de bocas. E, logo, ele pedia passagem com a língua para a sua boca. Atena suspirou, segurando-se nos cabelos da nuca dele enquanto permitia, apreciando a pericia dele naquele campo. Só com aquele beijo, ele poderia deixar qualquer mulher aos seus pés. Afinal, Atena havia feito o certo em mantê-lo longe de sua boca por tanto tempo.

Mas, que, agora, cobrava sua recompensa.

Empurrando-o com o que podia, Atena ficou em cima dele, sabendo que Poseidon havia deixado que tomasse a iniciativa, pois ao contrario, a força dele a teria impedido, e deu mais acesso ao seu corpo. De alguma forma, seu jeito de pensar havia ido para o ralo e deixado para cuidar de sua vida somente aqueles sentimentos bizarros e os hormônios loucos. Como aquele que a fazia morder o lábio dele. Era... Novo para ela aquele contato. Sem forçar, sem necessidade, somente por contato. Um contato que ela notou precisar muito.

Apanhando as mãos dele nas suas, uma coragem oriunda de algum lugar da galáxia desconhecida, Atena pousou-as sobre suas pernas, empurrando o vestido para cima ao notar o que desejava. E nenhuma reclamação veio dos lábios que a beijavam. Enquanto Atena sentia-o subir os dedos para seu quadril, ela sentia o peito dele sobre suas palmas. Quentes, firmes e fortes, como todo homem deveria ser, muito mais do que apenas estética, um tipo de... Calmante interessante, ou era assim que tentava pensar. Mas, de uma coisa ela tinha certeza, que ter a situação era bem melhor. E quando aqueles dedos, tão seguros do que faziam, tocaram seus seios, pressionando-os com desejo puro, ela quase descongelou ali mesmo, sendo segura por ele ao sentir os cotovelos tremendo ao apoiar-se no peito do mesmo. Poseidon sorriu ao separaram-se, aqueles olhos verdes mais agitados que tsunamis, estranho e... A linha de raciocínio dela acabou no instante em que ele retirou seu vestido e a blusa dele juntas. Estava outra vez, seminua, na frente dele. E não soube o porquê corou.

E nem teve tempo de descobrir o porquê.

Assim que se viu livre das roupas úmidas e do sutiã, Poseidon somente sentou-se, com ela ainda no colo, e Atena foi empurrada com força contra ele, a ponto de imaginar que não teria mais nenhum ar, sentindo alguma coisa que ela sabia bem o que era em sua coxa. Mas, que a fez esquentar mais. Ele a desejava, tanto quanto ela o desejava, e isso já valia muito. Então, contra qualquer ideia que fosse possível para ela, os lábios quentes dele tocaram seus seios e tudo sumiu de sua mente. Outra vez, só havia a língua dele, as risadas dele quando ela suspirava, as mãos dele em suas costas, as mordidinhas dele e as suas próprias unhas segurando-se nos ombros dele, prendendo-o no lugar. Era uma verdadeira lavagem cerebral de prazer. Sua barriga encolheu-se ao notar que uma mão dele descia para seu quadril, que brincava com a tira de sua calcinha e que, com sua ajuda, a tirava.

Devagar, assim que ele parou de brincar com seus seios, mordendo com força seu pescoço em troca disso, ela o parou um pouco.

- Você... Está... Vestido... Demais — sussurrou ela, com a voz rouca.

A dele, não estava muito diferente, só mais divertida.

- Sinta-se a vontade a tirar.

Uma onda, daquela que sentimos na montanha russa, tocou sua barriga diante de tais palavras. Com um grande gole de coragem, deixando-o a mordê-la perto do queixo, Atena deslizou as mãos trementes pelo peito dele que vibrou sob seu toque até o botão da bermuda bege.

- Se continuar desse jeito. — sussurrou ele, com tom brincalhão. — Não vai conseguir abrir.

E ela sabia que ele se referia ao fato de encontrar-se sem força e com as mãos tremendo como se tivesse Mal de Parkson. Então, parando um pouco o que fazia, Atena sentiu as mãos de Poseidon sobre as suas, trançando-as, acalmando-a, e com um passe de mágica, até o zíper tinha sido aberto.

- Pegue a camisinha na carteira — sussurrou ele, contra seu ouvido, soltando os dedos dela para continuar o que fazia: apalpando as suas nádegas, as suas coxas e a sua cintura. — Não vamos ser idiotas.

Atena sorriu daquele raciocínio que ela admitia não ter tido com os hormônios loucos e curtindo a festa daquele jeito. Ela recebeu ajuda quando puxou a roupa dele, deixando-o tão nu quanto si mesmo e para não erguer-se muito, aproveitou para apanhar o pequeno quadradinho frio entre os dedos. Seu corpo tremeu ao perceber o quão perto estava. Podia sentir o que o tornava homem contra seu ventre, deixando-a ciente da ultima vez que esteve com ele. Prazer e medo. Eram sempre esses dois que a seguiam quando estava junto daquele cara.

E, com outro flash, Atena viu-se abrindo o pacotinho atrás das costas dele, uma vez que tinha os braços em torno do pescoço para que o deixasse morder seu ombro sem obstáculos e logo devolvia a ele o conteúdo. Não chegou a olhar enquanto Poseidon o colocava, pois temia demais para aquilo, mas sentiu o instante em que ele terminou, trocado as mãos dele entre os dois para as nádegas dela.
Então, a beijando. Dessa vez, foi mais carinhoso, não menos luxuriante, mas não chegava a amável. Havia na língua dele a promessa de algo mais forte que apenas carinho, um lobo uivando dentro daquele peito que a envolveu. Pequena como era, ou ao menos na perspectiva dele, Atena pôde apreciar a força dele e então, erguendo-a, puxando-a para cima, seus peitos arrastando-se um contra o outro, até Atena ter abaixar a cabeça para beijá-lo, com as suas mãos femininas segurando-se pelos ombros e sentir algo quente entre suas pernas.

- Me avise se doer.

E ela mal teve tempo de engolir suas palavras quando o sentiu preenchendo-a, afundando-se em seu corpo que em nenhum momento recusou-o. Era estranho ver pelo ponto de que a própria Atena deu mais acesso para ele, que suas pernas o voltearam, ajudando-o e que usou a boca dele para não emitir nenhum som de dor. Pois ela sentia. Mas era como ódio que pode virar amor, como dor virava prazer. Ela nunca havia precisado de tempo para adaptar-se, não depois do seu primeiro namorado, contudo, foi o que precisou fazer. Sem ar, sentindo que não conseguiria acomodá-lo, Atena segurou-se aos ombros dele, com as mãos quentes de Poseidon a travando naquele lugar.

- Solte — sussurrou, quase inaudivelmente, para ele assim que sentiu que podia continuar. E ele o fez. Centímetro por centímetro, a partir daquele momento, Atena viu-se tremendo para poder tê-lo dentro de si, quente demais, grande demais e ela pequena demais. Até que, com um arfar de surpresa, ela sentiu-o por completo no instante em que Poseidon a puxou com tudo para baixo. Sua respiração praticamente sumiu, seu corpo vibrou em resposta e notou como as mãos dele apossaram-se de suas nádegas, firmes. Então, sem deixar que ela dissesse algo, o que ela pretendia, só não sabia o que, sua boca foi tomada pela dele, criando descargas elétricas em seu peito e puxada de volta para cima, retirando-o de si. A sensação de perda foi única pra ela.

E, em segundos, não havia mais outra coisa se não luxuria ao ser empurrada vagarosamente contra o amiguinho dele, seus olhos fechando-se de um prazer que nunca havia sentido antes.

E a velocidade tomou o lugar do devagar, suor escorria pelas costas dela, suas unhas arranhavam as costas dele, sua boca procurava mordê-lo, machuca-lo em algum ponto transformando aquilo em luta em momentos em que ele devolvia seus ataques, beijando sua boca, marcando seu pescoço com chupões ou as mãos no seu bumbum empurrando-a com mais força, fazendo-se entrar mais fundo. Nestes instantes, qualquer pensamento seu saia do controle. Só havia ele. Nem havia notado que chamava o nome dele sobre o ouvido do mesmo enquanto Poseidon parecia entretido em morder o encontro de seu pescoço com o ombro, forte, firme, de acordo com a velocidade que ele levava.

- Vou te ensinar algo. — sussurrou ele contra seu ouvido.

Atena abriu os olhos, meio perdida com aquela conversa no meio do sexo, quando se sentiu sendo erguida e girada, de modo a ter suas costas contra o peito dele. Estranhou o que ele fazia, mas achou que era mais um dos truques dele. E de fato, o era. Mas havia o fato de que não se seguraria daquela forma. Então, mostrando a solução de seus problemas, Poseidon deslizou a mão aberta sobre o ventre dela, prendendo-a no lugar correto enquanto continuava com os movimentos.

Aquilo era novo, ninguém nunca havia feito isso com ela, mas achou um prazer diferente com aquela posição. E, como que melhorando, Poseidon apanhou os seios da mesma com os dedos e acariciou-os. Se existia um livro para aquilo, Atena calculou, entre as mordidas dele com mais força ainda em sua nuca, na língua dele quando se beijaram e nos movimentos nunca errados dele, que quem o teria escrito teria sido Poseidon. O que parecia vulgar antes a ela, agora parecia... O paraíso.

E foi dessa forma que ele aumentou a velocidade, a respiração descompassada contra seu ouvido, no momento em que ambos, juntos, sentiram o clímax chegar. Com uma estocada mais profunda, Atena sentiu seu corpo tremer, as coisas saindo do lugar, e ele a segurando para não cair. O cansaço a apanhou.

Atena voltou a si um tempo depois. Suas articulações ainda vibravam sob grande peso e que se encontrava na mesma posição de antes, com os braços de Poseidon a sua volta, protegendo-a do frio e com aquele cara atrás de si, tão quieto e aproveitando aquele prazer como si mesma fazia. Nunca pensara que ele poderia desejá-la daquela forma quase animal, e até agora não acreditava, era meio bobo, sim, o era, mas algo que não saia de uma mente dependente da baixo-estima. Aos poucos, com essa linha de raciocínio, sua mente foi voltando a funcionar normalmente, seu corpo a sentir a gelada brisa marítima acarinhar suas pernas, seu rosto e sua respiração começar a ganhar a velocidade comum. Atrás de si, escutou Poseidon suspirar contra seu cabelo.

- Está com frio? — perguntou ele, a voz aproximando-se do usual, meio rouca, meio límpida. — Está bem?

Fechando os olhos, ela sorriu para aquele estranho instinto dele. Será que era normal os homens dizerem isso?

- Sshhh — fez ela, acomodando-se no peito dele. — Não estraga o momento de reflexão.

Ele riu baixinho.

- Sou mestre em fazer isso.

- Em qual dos dois? Estragar momentos ou sexo?

Assim que ouviu as palavras saírem de sua boca e dele gargalhando, Atena corou e muito.

- Em ambos os casos, acho.

O polegar dele afagava a sua barriga, cuidadosamente, quase um movimento inconsciente que ela gostou antes de deixar a cabeça cair para trás, usando o ombro dele como travesseiro, o que Poseidon aproveitou para ficar mordiscando seu pescoço exposto e suado. E nem isso ela achou nojento ao notar como o peito dele estava molhado.

- Divida paga?

Uma risada baixa contra sua bochecha.

- Não.

- Como não?

- Por que eu pedi para você dormir comigo, querida. — mordeu o lóbulo dela. — Temos uma noite inteira pela frente.

E ela tremeu com aquela perspectiva nada ruim.

- Isso vai estragar nossa amizade.

- Ou viraremos amigos para fazer sexo. Atena, eu poderia te ensinar muitas coisas.

Ela riu, sentindo a mão dele tocar o entremeio de seus seios.

- Pedindo assim, no calor do momento?

- E existe hora melhor do que quando está aqui, dividindo a cama comigo?

- Não, obrigada, Poseidon.

- Hum... — seio seu foi apertado por ele. Um suspiro involuntário saiu de seus lábios. — Tenho uma noite inteira para fazer você mudar de opinião, por isso, sem pressa.

E, como se nada tivesse acontecendo, como se o sangue dela não estivesse aquecendo outra vez, Atena foi retirada do colo dele e o viu levantar-se. Parou sentado na cama, de costas ela enquanto parecia procurar algo que ela não enxergava, pasma demais com aquele exótico homem, deitada contra as geladas almofadas que se apoiavam na cabeceira da cama, que ela notava, era enorme. Assim como o quarto também era. Todo em tons negro, marrom e branco, esbanjando masculinidade em cada objeto que compunha o lugar dele. Atena sentiu os olhos dele em si antes de voltar a fitá-lo, após uma inspeção geral do cômodo. De repente, sentiu-se tímida e meio... Sim, ela não escutava, feia. Mesmo com os lindos olhos cinza, Atena sentiu-se feia. Não, não era exatamente feia... Era vergonha por não ter mais carne, nem mais seios... Enfim, o lado triste da TPM a pegava naquele instante.

E sua barriga roncou enquanto encarava os olhos verdes inacessíveis, fosse por ela, fosse por ele.

- Acho que está com forme. — levantou-se, sem qualquer pudor. — Vamos, vou fazer algo. Acho que a bebedeira me deu fome também.

Aquele estranho Poseidon era interessante a ela, e pela primeira vez, viu-se sendo guiada, puxada para saber mais do que não devia sobre ele.

Notas finais
*Assobiando* Hot, hot... A-D-O-R-O *--*
Poseidon, meu querido, venha para minha, venha! Deus Maravilhoso dos Mares, salve-me desse pecado e volte para minha cama. 66''
Ai, ai, vou deixar vocês quentes e curtir um banho ali com Apolo.
Maaaaaas, antes, please, Poseidon adorará ler os rewis que voces me deixarem, pode deixar que mando para ele ^^ (Se não morrer pelas mãos de Atena, mas quem se importa? Só de olhá-lo o mundo fica mais bonito *-*)
Enfim, o que Poseidon e eu (e Apolo, MARAVILHOSO, RAWR!) queremos dizer é... Deixem um recadinho, belê?
Beijinhos.
E não esquece, ou vou ser malvada, gastar meu tempinho com o Deus Sol e demoraaaaaaaaaaaaar pra postar (Sim, eu sei ser malvada assim, aprendi um tantinho com a Anfitrite, aquela bitch!)
Então *voz malvada* não demorem a postar ou vou ajudar Gaia (MENTIRINHA! mas só a parte de ajudar Gaia, ok? O resto está valendo)
Recadiiiiiiiiiiiiiiiiinhos
=*