Forest Lake 2

4 Capítulo Quatro: Casos Abertos


Notas iniciais
!Hey gente, mas um capítulo saindo, Boa Leitura ;)

Na hora, Luna sai de seu quarto:

–O que tá havendo aqui? Oliver?

–As duas precisam vir comigo.

–Fala o motivo. –Luna falou.

–Cite argumentos. –Velma disse cruzando os braços.

–Nos convença. –Uma das ruivas disse.

–Vocês vão morrer de qualquer jeito um dia, procede?

–Procede. –Elas falaram em uníssono.

–Então, se as duas não me acompanharem, a morte será a próxima a bater na porta das duas.

–Pois eu não abro para ela quando bater! –Velma respondeu.

–Ela vai ficar batendo, até você desistir e destranca-la.

–Eu resisto! –Disse Velma ficando nervosa com o assunto. Luna não parecia entender muita coisa.

–Ela arromba a porta!

–Do que estão falando? –Luna não estava entendendo o papo dos dois.

–DA MORTE! –Velma e Oliver responderam em uníssono.

–Enfim, todo este estresse pode ser evitado se você e sua companheira de útero me acompanharem.

As duas ficam sem ação e em seguida Velma grita:

–Christopher! –O mordomo da casa aparece. –Vamos sair agora.

–Tudo bem, mas hoje é o velório da tia-avó de vocês. –Ele disse.

–Oh, desculpe, não sabia, te chamamos outra hora então. –Oliver sentiu-se envergonhado.

–Não, vamos com você, o corpo não vai abrir o caixão e sair andando. –Velma disse esbarrando em Oliver e indo em frente. Luna ficou sem graça, mas não disse nada, só seguiu os dois. O mordomo Christopher fecha o portão e sobe as escadas da casa.

Os três entram na nova van de Diana e Velma não fecha a porta.

–Oi Luna. –Hako falou sorrindo.

–Oi Hako. –Luna o beija na bochecha –Sandy, oi. –Luna sorri deixando seus fios de cabelo laranja invadirem o espaço de suas bochechas.

–Oi, Will... –Velma disse lançando um olhar apaixonante, Will sorri para ela, fazendo Sandy sentir ciúmes e ajustar o cinto para se aproximar de Will.

–Enfim... O Oliver os avisou sobre irmos conversar sobre aquele dia? –Simon perguntou.

–Sim, mas... É que eu não tô pronta... –Luna disse– É que, eu... Eu não quero morrer... –Luna começa a chorar.

–Hey, calminha garota! –Diana disse –Sabemos que não será fácil, mas, se desesperar, não vai nos ajudar a continuarmos vivos, está bem? –A garota continuava a choramingar.

–Está bem?!

–Está... –Luna enxuga uma lágrima e se recompõe –O que devemos fazer?

–Venham conosco, e fechem a porta da van, por favor. –Diana pede, logo em seguida ela dirige até sua casa.

Minutos depois...

Sophie estava reflexiva, sobre sua premonição, sobre se todas as teorias que Oliver e os sobreviventes estavam apresentando, sobre se tudo aquilo era extremamente importante ou, se todos aqueles naquela sala estavam agindo como loucos procurando um jeito de livra-los da morte. Foi aí que Sophie teve um estalo. Como Diana estava viva se a van explodiu com ela dentro? Sophie acabou soltando essa pergunta no meio da sala enquanto Oliver e Sandy estavam em pé explicando a cada um os meios e conceitos da situação de todos até então.

–Espera... Como a Diana sobreviveu? –Sophie perguntou. Todos se viraram para ela.

–Bem, ela jogou-se para fora da van antes da explosão quando você gritou o nome dela. –Sandy disse sorrindo para Diana. –Brilhante, não acha?

–Impossível. A van capotou com a explosão. –Sophie disse curiosa, pois na premonição a van seria lançada contra a placa do supermercado após incendiar.

–A van não capotou, Sophie. A van só balançou-se uma vez na explosão, por isso eu fui parar embaixo dela, mas ela caiu retinha, só inclinou-se em cima de mim. –Diana explicou a Sophie.

–É que na premonição... A van capotou...

–Sophie, pode nos dizer exatamente como foi sua premonição?

–Bem... Estava um clima bem estranho, todos estavam paranoicos por minha causa, até que a Diana ficou irritada, saiu da van e a Luna ficou lá dentro. Foi aí que a Luna achou o cigarro ao lado da bomba de gasolina e a Diana pisou nele, impedindo a explosão por esta causa, foi aí que um celular começou a tocar, e em seguida o alguém acabou atendendo, assim o posto explodiu. Diana morreu queimada, e Luna morreu depois, pois ela estava dentro da van, que por sua vez, pela explosão violenta capotou e parou em frente ao supermercado. Depois disso, um caco de vidro muito grande entrou na cabeça da Velma, então...

–Foi tipo um espetinho de Velma. –Hako atrapalhou. Sophie não deu importância.

–Então, você, Hako, foi esmagado por um outdoor e...

–Foi tipo, um purê de Hako. –Velma atrapalhou, e o sorriso estampado no rosto de Hako desapareceu na mesma hora.

–Gente! –Simon reclamou. –Continua Sophie.

–Então, o Simon foi levado por um caminhão pela gola da camisa até aquela estátua da cidade, e aí ele de algum jeito, que eu não me lembro bem, foi empalado pela lança do índio.

–A estátua do Cacique?! Que horror... –Simon interrompeu, e seus olhos vermelhos ficaram arregalados.

–Em seguida, Driss é imprensado por escombros e uma caminhonete cheia de botijões de gás.

–Depois, Oliver foi amassado pelo cilindro de metal que carrega gasolina do caminhão tanque, a Sandy e o Will pegaram fogo por causa da gasolina vazada pelo caminhão e o fogo do posto...

–Morremos queimados?! –Sandy perguntou.

–Não, boa parte da cabeça dos dois foram decepadas por um pedaço de ferro que não me lembro de onde veio, parecia ser do material que envolvia a gasolina no caminhão. –Os dois fizeram cara de surpresa. –E por fim, há uma explosão... E... E eu fui empalada por um limpador de para brisa...

–Como... –Sandy tentou perguntar.

–Não faço nem ideia... –Sophie falou olhando para baixo.

–Oh Deus... –Driss se assusta. –Muito criativa, você... Sua doente. –Driss se levanta sem querer ouvir o argumento de ninguém.

–Driss, está sendo infantil! –Oliver gritou.

–Será que vocês não percebem que ela tá inventado?! Eu tô vivo porque eu sou criança, e a Morte não pega crianças! E Sophie, bela imaginação, bela imaginação mesmo, você é muito criativa! Me liga um dia desses! –Driss sai pela porta dos fundos.

–Driss, volte, ou vai morrer! –Oliver alertou.

–Como você era amigo desse cara, Oliver? –Will perguntou.

–Ah, não me lembro, acho que é porque ele tinha a máscara original do GhostFace e a lâmina usada no filme.

–Acho que... Acabo de montar uma teoria, gente. –Diana disse sentada em frente ao computador.

–Montou? –Sophie perguntou.

–Eu acho que descobri o motivo da van não capotar. Na premonição, você foca no cigarro e eu acabo apagando procede? –Diana perguntou

–Procede.

–Só que, como na vida real, você não focou no cigarro, e sim na premonição que você acabara de ter, e assim o cigarro acabou sendo esquecido, procede?

–É, procede. –Sophie confirmou.

–Eu não pisei no cigarro ao lado da bomba de gasolina que me pareceu pelo que eu entendi era uma isca para eu morrer primeiro... Eu acho que a causa do acidente foi mudada.

–Mudada?

–Bom, de acordo com que eu achei na internet, há várias causas de explosões em postos de gasolina, mas... A explosão é extremamente mais forte quando ondas telefônicas são a causa da explosão, ou seja, se alguém atender o telefone em meio ao posto. Assim, como eu não apaguei o cigarro na vida real, a causa da explosão foi provavelmente...

–O cigarro... –Sandy complementou.

–Portanto, a explosão não foi tão forte, e consequentemente não foi o suficiente para a van ser jogada para frente como seria se alguém atendesse o celular. Eureca!

–Brilhante Diana! –Sophie exclamou.

–Por isso eu a amo. –Um homem alto, negro e de boa aparência falou na porta do salão da casa de Diana.

–Estevan! Há algo chamado telefone, sabia disso? –Diana disse rindo. Ela se levanta e os dois se beijam.

–É que... Eu ajudei uma vez e... Quero ajudar novamente.

–Muita gentileza de sua parte, Sou a Velma. –Ela disse baixinho lançando um olhar apaixonante para Estevan.

–Bom, já que a Diana já achou a explicação para isso, vamos para o próximo tópico: A Ordem para as Mortes. –Oliver falou.

–A ordem?! –Simon perguntou.

–Sim, claro, parece ser tolice, mas a Morte é extremamente organizada, e como sabemos, a ordem é a mesma do que deveria acontecer no acidente. –Oliver relembrou.

–No caso, a Lista já começara a agir, pois eu era a primeira, mas o Oliver me salvou, enfim... Até agora, estamos no controle. –Diana confirmou.

–Faz sentido. –Sandy disse. –Temos que continuar nesse ritmo.

–Então a próxima é a Luna. –Simon disse.

–Oh Deus, eu vou morrer?

–Ela vai morrer?! –Hako perguntou.

–Não se impedirmos, fique sempre perto de nós, isso lhe ajuda de acordo com as regras, e lembre-se, se ver algum número específico diversas vezes, fuja de onde você estiver, e lembre-se também que as piores mortes são sempre as instantâneas, e... –Oliver ficou tagarelando até Luna interromper a aula do Oliver.

–Oliver, desculpe mas eu... Preciso dar uma volta pra... Esvaziar a mente, para me preparar para o que está por vir, vem Velma. –Luna falou, se levantando e indo em direção à saída.

–Tudo bem, mas... Fique perto de sua irmã e... –A porta se fecha em meio a fala de Oliver.

–Gente, aproveitem enquanto ainda há tempo para se preparar, vão para suas casas, façam uma prece, que já está ficando tarde.

Todos recolhem suas coisas e vão para suas casas, pois não é só a Luna deve se preparar para o que está por vir, e sim todos eles. Qual será o plano da Morte para aquela Turma?!

Notas finais
E então? Gostaram do capítulo? Deixem seus reviews e até o próximo capítulo :D