Forest Lake 2

5 Capítulo Cinco: Jeath Death's


Notas iniciais
Hey Leitores, passei só pra avisar que como eu fiquei sem internet, apenas com o meu querido WORD, escrevi inúmeros capítulos que vou postar a partir de hoje, já que eu consegui o wifi do vizinho o Então vou inventar um ESPECIAL do ano, onde eu posto vários capítulos de uma vez :3 Boa Leitura!

Era noite quando o mordomo postava uma travessa de vidro com uma massa de comida em um micro-ondas, e vai para o seu quarto para quando esquentar o suficiente ele tirar o alimento e servir para a sua patroa. Velma se maquiava em sua penteadeira querendo ficar o mais bonita possível para o show de sua banda favorita. Enquanto Velma passava blush, o telefone toca, e Velma atende com rapidez:

–Alô?! –Velma disse no telefone.

Alô, Velma?

–Oi Rose, já está pronta?

Mais do que pronta!

–Tudo bem, o Christopher já chamou a limusine.

E a sua irmã?

–Vai ficar aqui na mansão, ela gosta de ficar em casa.

Tudo bem, manda um beijão pra ela.

–Mando sim, até logo.

Tchau.

Velma pegou sua bolsa, passou pela porta do quarto de Luna falando com ela:

–Luna, tô indo para o show dos Jeath Death’s. – Luna usava um fone de ouvido, estava em sua cama em frente ao computador assistindo a um clipe de música. –Luna!

–Ah, oi irmã.

–Eu tô indo para o show do Jeath Death’s, sabe, aquele que fez um vídeo clipe de carros explodindo.

–Estou vendo o clipe agora.

–Ah, tudo bem, eu tô indo com a Rose, você não estará sozinha, com o nosso mordomo.

–Tudo bem, eu fico com o Christopher, ele é um bom companheiro, me protege... –Disse ela teclando em seu notebook de última geração.

–Tem certeza de que não quer ir ao show?

–Absoluta. Divirta-se.

–Até logo. –Velma sai pela mesma porta que entrou. Luna continua teclando em seu computador.

Enquanto Isso...

Sophie estava deitada em uma cama de casal, quando ela ouve um som. Era o da campainha. Ela se levanta, abandona seu livro no criado mudo e vai em direção à porta da entrada da casa.

–Quem é. –Ninguém responde. –Falei sério, quem é! –Sophie vai até a cozinha, pega uma faca, e pôde ver o rosto de Luna no reflexo de uma travessa de vidro que estava junto à faca. Ela hesita por um momento, e corre para a porta. Ela abre vagarosamente a porta e acha no tapete do lado de fora uma cesta de piquenique. Ela observa por um instante, e em seguida alguém com um terno branco surge de uma moita do nada lhe pregando um enorme medo:

–Oi Sophie...

–Você ficou louco, sabe que horas são?

–Hora de um bom filme–Ele tira do bolso do terno uma capa de DVD– acompanhado de pães de queijo. –Ele pega a cesta de piquenique do chão.

–Ah, Simon só você...

–É só pra aliviar a tensão, posso entrar?

–Com prazer... –Sophie sorri.

Após minutos, Sophie e Simon encontram-se no quarto de Sophie, ele está sentado no pé da cama, e Sophie deitada. Estão comendo pão e queijo e assistindo a um filme de comédia.

–Simon...

–Sim.

–Eu queria tanto que não tivéssemos naquela lista...

–Vamos dar um jeito... Costumamos fazer isso não é... Dar um jeito em tudo. –Sophie sorri, e Simon beija a garota. Ela hesita.

–Simon!

–Se você... Não quiser...

Ela o puxa pela gravata e o beija novamente.

Horas Depois, perto dali...

A porta da geladeira abre sozinha, batendo em uma jarra de vidro cheia de água, e fazendo-a estilhaçar no chão. Luna estava em seu quarto quando ouve um barulho de vidro quebrando. Ela não pensa duas vezes e sai do quarto para procurar a origem do ruído. Ela chama pelo mordomo, mas ele acabou dormindo em seus aposentos. Luna chama pelo nome de Christopher, mas ele não responde por ter um sono muito pesado. Ela supõe que alguém poderia ter entrado na casa e sequestrado o mordomo. Ela era esperta, e logo pega a maior das facas da cozinha e vai em direção ao estacionamento para ir até o show do Jeath Death’s para sentir-se mais segura. Entretanto, algum carro perto da esquina da mansão bate no poste, causando total queda de energia em toda a casa.

Com o susto, Luna sai correndo gritando desengonçadamente e a água da jarra de vidro estilhaçada no chão acaba fazendo a ruiva escorregar no meio do caminho. A queda fez com que o facão que ela estava segurando com as duas mãos para se proteger perfurasse a região do chão de madeira da casa. A primeira reação de Luna foi tremer de medo. Ela joga-se para o lado e tenta levantar-se, ela chama pelo nome do mordomo com medo, que continua dormindo por não ouvir direito a voz de Luna.

Foi quando o micro-ondas que Christopher tinha deixado esquentar começa a soltar fumaça inesperadamente. Luna vai ver o que é, acostuma sua visão no escuro e abre o micro-ondas, por pura azar de Luna, por causa do choque térmico, a travessa de vidro explodira no rosto de Luna. Resultando em grandes cacos de vidro perfurando angelical rosto de Luna. A ruiva gritou o nome de Christopher que acorda desorientado sendo guiado pelos berros de Luna, ele acaba e escorregando na água como Luna. Ela grita de dor e Christopher não entende o motivo.

–Luna, me diga o que está havendo, eu estou aqui, fale porque tudo está desligado! –Ela grita ainda mais:

–MEU ROSTOOOO! Christopher, pega o telefone...

Quando a sua visão se acostuma com a escuridão, ele se assusta, então põe a mão no rosto de Luna, que ao sentir as luvas do mordomo o afasta com um tapa. O mordomo não perde tempo e vai tateando os móveis desesperadamente para achar o telefone pedir ajuda.

–Onde está o telefone?! –O mordomo pergunta com as mãos sujas de sangue.

–Lá... Em cima... –Ela diz agonizando. Logo, Christopher sobe desesperadamente os inacabáveis degraus à procura do telefone no primeiro andar da casa, entra no quarto de Luna, que por sua vez, vai andando vagarosamente em direção à saída da casa na intenção de procurar ajuda. O desesperado mordomo acha o telefone e corre para as escadas teclando os números da emergência:
–Graças a Deus, Luna fica calma, fica quietinha, você vai ficar beeeem! –Christopher torce o pé e rola na escada com violência, e no décimo terceiro degrau o mordomo quebra o pescoço, e quando acaba de rolar na escada, já se encontra sem vida. Luna sem saber da morte do mordomo continua a pedir socorro, foi quando ela é avistada por alguém. A motorista que bateu com toda velocidade a limusine no poste corre para acudir a garota:

–Oh Deus, Luna! Vem, vem comigo, vou te levar para o hospital. Luna, o que fizeram com você, Rose, me ajuda a levanta-la!

–Calma, Velma, eu tô muito bêbada... –Rose falou para Velma cambaleando, ainda não tinha visto o estado de Luna, que a esta altura, já estava caída no chão, respirando com dificuldade. Já havia perdido a visão e sangrava muito.

–Entra na limusine, Rose! Vem, irmãzinha querida... Vamos te levar para a urgência... –Velma carrega a irmã até dentro do carro. As três estavam dentro do carro, Rose estava no bando com passageiro e Luna, deitada no espaçoso banco de trás. –Qual o endereço... –Velma puxa do porta luvas do carro o cartão de saúde de Luna e em seguida uma gélida brisa de vento toma conta do carro e o cartão de saúde voa da mão de Velma e sai flutuando para fora do veículo. Velma não perde tempo, abre a porta da limusine, e após tropeçar em um forcado curvo que era sempre utilizado por ela para tirar as folhas da cobertura da mansão, corre para buscar o cartão de saúde que permitiria que Luna tivesse o melhor atendimento médico de Minnesota.

Porém, quando a esperta ruiva se abaixa para pegar o cartão de saúde de Luna, o poste que havia sido atropelado pela limusine por alguém muito bêbado acaba virando como uma árvore e com velocidade atinge o longo veículo, fazendo com que os cacos de vidros de diversos tamanhos que havia, perfurado o rosto de Luna entrasse mais em seu rosto e fazendo Rose começar a vomitar em um saco dentro do porta luvas.

Em seguida, quando Velma corre para acudir as duas, a limusine explode estrondosamente, jogando Velma para trás, fazendo-a cair no chão. O veículo pegava fogo cada vez mais, como se um meteoro tivesse atingido-o. Velma se levanta, e em seguida um caco de vidro pequeno que estava pregado no rosto de Luna voa da janela e para na testa de Velma, que tira facilmente o pequeno caco de sua testa. Velma observa o carro, cai de joelhos, e uma lágrima escorre de seu globo ocular:

–Eles... Estavam certos... Eles... ESTAVAM CERTOS! –Um trovão cai, e uma tempestade começa. Velma chora aos berros e soluços –Oh Deus... O que eu fiz... Eu quero... Eu quero minha irmã de volta... EU A QUERO DE VOLTA! –Ela corre em direção ao carro que pegava fogo para morrer junto a ela, mas um carro vermelho para bem em frente a ela e a faz parar. A motorista sai do carro na hora junto a seu namorado.

–Oh Deus... Velma, quem estava nessa limusine? –Sandy pergunta andando em direção a Luna.

A ruiva olha para ela e chora ainda mais. Sandy entende na hora.

–Droga... Não ficamos atentos o suficiente... Mas você não viu nenhum sinal? –Will perguntou.

–Danem-se os sinais... Eu quero morrer, agora é o que eu mais quero na minha vida. Não importa se doa... Eu só quero ver minha irmã de novo... –Ela chora no ombro de Sandy, que assistia aterrorizada ao show de horror. –Sandy... –Velma cochichou no ouvido da jovem.

–Pode falar...

–Eu sou a próxima, não sou?...

–Não é hora nem... Lugar para falar sobre isso vem, vamos sair daqui...

Velma vira de costas e observa novamente para o carro que pegava fogo e acaba lembrando:

–Não era desse jeito que ela morreria?

–O quê?

Notas finais
E então, gostaram desta Morte? Pois é, eu a mudei de última hora, nas curiosidades vocês saberão como Luna morreria hehe :3 Interajo com vocês nos reviews, e até o próximo capítulo que sairá agora mesmo :3 Curiosidades: No capítulo original, Luna escorregaria no sangue de Christopher e caía para frente, resultando na faca que ela usava para proteger-se perfurasse em cheio a região de sua bochecha. E nesta mesma versão, Rose, a secundária não morreria dentro do carro, a bebida dela voaria de sua mão, a afastando do carro, e fazendo Luna morrer só no veículo...