Notas iniciais
Leitoiras queridas, obrigada pelos reviews e pelo apoio de sempre. Hoje é meu aniversário ♥ ♥ ♥ O que mais desejo ganhar de aniversário? Mais e mais reviews, claro! Talvez uma nova recomendação... Nunca se sabe! Pode ser que eu esteja com sorte hoje, né?a hahahaha

Bem de toda forma, preciso adiantar algumas coisas, porque não aguento hahahaha.

Daryl tem um motivo consistente para querer um bebê e não é só porque ele teve uma péssima família ou porque ama demais Luna. É algo guardado em seu subconsciente. Vamos ver isso se revelar e será um momento de muita, muita emoção.

Outra coisa, SPOILER IMPORTANTE: Rick vai confundir alguns sentimentos e enfim... Ele deixará Daryl realmente chateado, por um tempo.

É isso, gente. Em breve, Luna e ficará cara a cara com o Governador. E como será que Yago se sentirá quando descobrir que esteve o tempo todo apoiando o algoz de Luna, hein?

Fora isso, Carol aprontará uma terrível... Quantas coisas, Deus! Preciso escrever tudo logo.

Muito obrigada por me acompanharem. E espero que este capítulo as deixe tão feliz quanto à mim!

beijos enormes da Amora

- Daryl... – Luna deixou escapar um sussurro meio gemido.

- Diga o que você quer, Forasteira. Qualquer coisa... Eu providencio. – Daryl estendeu seu corpo por cima das costas de Luna e continuou a beijar seu pescoço, sua nuca. Ele sentia as curvas da garota de um novo ângulo. Ele ousou acariciar a bunda dela. Era uma experiência absolutamente nova para o caçador, que estava absolutamente extasiado. Aquela era uma parte da anatomia feminina que simplesmente ignorava antes de trombar com a cigana. As outras mulheres com quem transara eram quase chapadas, não tinham a mesma silhueta. Merle sempre falava que o que interessava mesmo eram peitos. ”Peitos grandes rendem sempre uma boa espanhola”, ele falava. E fato: Daryl sempre gozava como um touro quando podia praticar aquela modalidade de sexo. Com Luna, estava claro que seria impossível. Seus seios eram pequenos, delicados, doces... Como os de uma boneca. Eram lindos, graciosos. Mas não rolava espanhola. Em contrapartida, Luna tinha aquela bunda maravilhosa. Não era grande de forma desproporcional. Nada disso. Mas era projetada, redondinha e tinha uma pele lisa e macia. O resultado desta experiência? Daryl sentia seu pau latejar e pulsar contra o jeans surrado. A dor foi tão grande que ele precisou se erguer e se livrar da calça rapidamente. Quando acabou, Luna havia se virado de barriga para cima. Seu rosto estava rosado e seus lábios pareciam mais entumecidos do que o normal. Pareciam cerejas maduras, totalmente convidativas.

- Preciso beijá-la agora. – ele a agarrou e a puxou pelos braços fazendo com que ela se sentasse em seu colo. Luna envolveu a cintura de Daryl com suas pernas e passou os braços em torno do pescoço do caçador que, por sua vez, acariciava as costas da cigana.

- Quando Hershel me costurou, quase ficamos nessa mesma posição... Eu estava morta de vergonha. Lembra? – antes de responder, Daryl beijou o colo de Luna e inalou o cheiro de incenso, canela, mel e cravo que a pele da moça exalava. Deliciosa. Completamente irresistível.

- Claro que lembro. Você me pediu para não olhar para o seu corpo. Eu não olhei. Mesmo. – Disse fitando-a nos olhos.

- Mas teve vontade?

- Meu Deus... Eu quase surtei. Estava gostando de me torturar não é, Luna Sara Kali? – perguntou de um jeito malicioso.

- Não. Eu já gostava de você...

- Também já gostava de você, cigana.

- Quando foi?

- Quando foi o quê?

- Que percebeu que... Você sabe...

- Que percebi que gostava de você?

- Isso! – respondeu ela apoiando a cabeça no ombro do caçador.

- Foi aos poucos. Mas nossa conversa na fogueira lá no acampamento me deixou baqueado.

- Você já sabia da promessa, né?

- Já.

- Não achou estranho?

- Não. Só me preocupava com o fato de que não podia encostar em você e também fiquei mal por não poder ter filhos.

- Você é tão doce, Daryl. Quero ter um filho com você... – cochichou em seu ouvido.

- É a coisa que eu mais quero fazer com você.

Ela assentiu e ele abriu seu sutiã, liberando os seios pequenos. Beijou-os e acariciou-os arrancando suspiros e gemidos de Luna. Aquele carinho, apesar de ter parecido estranho à primeira vista, era delicioso. Daryl era gentil, mas provocante, ao mesmo tempo. Depois, subia a boca pelo seu pescoço até abocanhar seus lábios, sugando-os intensamente. As mãos grandes apertavam de leve sua cintura e suas costas. A pressão parecia demonstrar o quanto o caçador estava desesperado por mais contato físico.

- Forasteira, preciso saber se seu gosto é tão bom quanto imagino. – Avisou, deitando-a na cama de barriga para cima. O coração de Luna simplesmente batia forte em sua garganta. Tinha certeza que iria cuspi-lo para fora de seu corpo a qualquer instante. Sentiu Daryl erguer seu quadril de leve e puxar a calcinha pelas suas pernas. Estava oficialmente e completamente nua de novo. E não conseguia se acostumar com isso.

- Minha sereia cigana... – ele sussurrou baixinho. Daryl amava seu corpo e dizia isso o tempo inteiro. E Luna tentava se apegar a essa ideia com unhas e dentes. Deixá-lo observá-la sem roupa alguma era uma prova de resistência. Talvez até uma verdadeira prova de amor. E só conseguia permitir aquilo estando de olhos bem fechados. Desde que era criança, a garota usava este “truque”. O vovô Aguilar dizia que a pequena Luna podia atravessar toda uma floresta sem ser vista pelos animais selvagens ou por homens ruins tornando-se invisível. Quando a neta lhe perguntou como ficar invisível, o senhor apenas respondia: “Feche os olhos. Se você não consegue enxergar, então ninguém poderá também”. Um velho hábito que ela ressuscitou desde que conhecera Daryl Dixon. Ou melhor, desde que o caçador começou a cercá-la e cortejá-la insistentemente.

O rapaz ajoelhou-se entre as pernas da cigana, que agora estavam flexionadas. No fundo de seu inconsciente a pergunta que não queria calar era se a segunda vez doeria como a primeira. Será que aquele incômodo e a sensação de pele ardendo e sendo rasgada persistiriam? Esperava que não! E antes de ter certeza, Luna foi acordada dos devaneios com um intenso choque elétrico que partia do baixo-ventre e percorria todo o seu corpo, fazendo-a convulsionar de prazer, tensão e loucura. O que tinha mudado? Quando foi que as coisas ficaram tão gostosas assim? “Meu Deus... O que está acontecendo e em que planeta estamos?”. Nenhuma resposta, mas um novo choque, ainda mais forte. E então ela precisou abrir os olhos para entender... E o que viu a chocou. Daryl estava mergulhado entre suas pernas, beijando-a LÁ! “Isso existe?” foi a primeira questão que se fez. Os mesmos movimentos que ela o sentia fazer dentro de sua boca, desde a dança frenética com a língua até as pequenas mordiscadas, estavam sendo repetidos, desta vez diretamente em seu sexo. Não sabia o que pensar. Era certo? Era normal? Ele estava gostando?

Antes de Daryl começar a beijar a barriga dela de novo, gemeu forte, quase urrando.

- Puta que pariu! Porque você tem que ter este maldito gosto e este maldito cheiro que são tão bons? – ele parecia estar ensandecido de prazer.

- Tenho mesmo? Ai? – ela nem sabia ao certo se devia perguntar...

- Você não tem noção, cigana. Você é feita de mel e canela. Tem pitadas de cravo e incenso, também. Mas basicamente mel e canela... Quente e gostoso.

Luna corou novamente. Como assim? Sempre ouviras as meninas dizendo que suas genitálias cheirava mal. Apesar de achar que nunca teria contato íntimo com ninguém, a cigana tinha muito cuidado com odores e higiene. Era uma obcessão. Antes do apocalipse, chegava a tomar três banhos por dia. Era incentivada a usar infusões. Precisava estar sempre impecável, afinal tinha sido tocada por Santa Sara e muitas vezes alguns ciganos vinham de longe apenas para ver a menina que tinha sido ressuscitada pela santa quando ainda era um bebezinho.

Rapidamente, Daryl se livrou da boxer e se deitou sobre Luna de novo.

- Eu a quero tanto, Luna! – gemeu em seu ouvido, inalando o perfume que agora vinha dos caracóis castanhos que caiam pelos ombros dela.

- Também quero você. – era verdade. Não sabia o nome daquilo, mas se sentia vazia sem Daryl. Talvez eles só fossem realmente felizes quando estavam dentro um do outro, quando estavam unidos.

As lendas ciganas que ouvira sobre a verdadeira ligação que o sexo representava nunca pareceram tão verdadeiras. Elas diziam que homem e mulher tinham sido feitos incompletos. E cresciam com a sensação de que nada era o bastante. Nem brincar, nem comer, nem se divertir. Sempre faltava algo. Então, vinha a adolescência e os corpos mudavam... O sangue fervia e era preciso se casar! Para os ciganos, o casamento tinha como uma das funções preencher o grande vazio que homem e mulher carregavam. Porém, em vez de se casarem apaixonados e irem se distanciando como os gadjés faziam, os romani se casavam puros e desinteressados e iam se apaixonando com o tempo. E, conforme se apaixonam, ambos sentem que sem o outro nada mais faz sentido.

- Então, Luna, me dê permissão para isso, por favor... – implorou.

- Somos casados, teoricamente. Não precisa me pedir permissão.

- Nunca vou encostar em você sem que não tenha vontade. Mesmo sendo minha mulher. Quero sentir que você quer tanto quanto eu! – ele ofegava, tentando articular as palavras.

Luna nem precisava pensar... Ela se sentia pronta. Claro, havia muitas dúvidas ainda na sua cabeça. Mas nada que fosse páreo para o dono dos mais belos olhos azuis que já vira. A cigana acariciou as costas dele, deixou as mãos invadirem seus cabelos e puxou delicadamente a cabeça do caçador de encontro ao seu corpo.

- Sendo assim, por favor, faça amor comigo, Daryl Dixon.

O coração do caçador parou por minutos. Ela havia dito. Ela tinha vencido mais uma barreira. Luna pedindo para que ele fizesse amor com ela. “Caralho! O que esta garota faz comigo?”, pensou sentindo seu membro latejar e arder em brasa. Mas Daryl sabia como apagar aquele fogo. Posicionou-se na entrada frágil da intimidade da cigana, mas não se moveu para dentro. Queria fazer isso olhando em seus olhos verdes profundos. Buscou-os, mas viu que estavam cerrados.

- Abra os olhos para mim. – murmurou, respirando quente em seu pescoço.

Ela era tímida e Daryl percebeu que lutava internamente contra sua vergonha. Talvez com medo de expor mais do que apenas o corpo que ela julgava cheio de defeitos. Uma bobagem. A realidade era que fora tão cobrada para ser perfeita o tempo inteiro que não tinha noção de que já atingira o patamar dos anjos. Sua alma e seu corpo, claro, eram belíssimos.

- Estrela, se você puder abrir seus olhos saiba que vai fazer de mim um homem menos miserável, menos triste. Só preciso de você pra isso. – apelou e, conforme previra, sua enorme generosidade e bondade a fizeram abrir as pálpebras e se conectar imediatamente com os sentimentos mais profundos de Daryl.

Ele roçou os lábios de levinho nos seus e, ainda de olhos abertos, azuis nos verdes, o caçador deslizou facilmente para dentro do calor aconchegante de Luna.

- Eu te amo, Forasteira! – suspirou.

- Também te amo, Caçador.

Daryl notou que aquilo estava muito mais simples do que antes. O corpo dela não apresentava resistência. Ao contrário, timidamente e instintivamente, ajudava-o nos movimentos de vai e vem. Eles se seguraram um no outro, acariciando todas as partes do corpo um do outro e se beijando docemente.

A respiração de Luna acelerou e ela começou a emitir sons confusos e revirar os olhos. Seria possível? Aquela mulher maravilhosa daria a ele o presente de ter um orgasmo na segunda vez em que eles faziam amor? Daryl colocou suas mãos entre o colchão e a bunda dela, erguendo de leve seus quadris. Queria estimulá-la da maneira mais gostosa possível. Seu membro sentia a pressão dos espasmos produzidos pelo sexo da cigana. Sim, ela estava prestes a gozar. Não podia ter presenciados cena mais bonita que aquela. As mulheres que ele tinha comido ao longo destes 32 anos fizeram caretas, caras sacanas ou gritavam, pediam para Daryl fodê-las com força ou chamá-las de puta, cadela... coisas vulgares que, no fundo, ele não achava excitante. Pela primeira vez – mais uma primeira vez na história deles – encontrara a mulher ideal. Ela gemia o nome dele ou dizia o quanto estava gostoso, tudo de um jeito meigo e sedutor. Mordia de leve os lábios e fechava por um tempo os olhos enquanto sentia prazer. Essa era o jeito da cigana de atingir oi clímax.

- Meu Deus! O que é isso? Acho que meu coração está parando.... Oh, Daryl! – ela murmurou, cravando as unhas nos seus ombros largos.

- Linda, perfeita... Aproveite. Você está ainda mais bonita agora, sabia? – mal disse essas palavras e sentiu suas pernas adormecerem e seu membro pulsar, se liberando dentro dela. Precisou fechar os olhos porque não acreditava nisso. Quando o mundo era sadio, ele nunca pensou que encontraria uma mulher que amaria daquela maneira e com quem quisesse ter um futuro. Para quem esperava ser um homem melhor.

Eles relaxaram e ficaram abraçados apenas sentindo suas respirações.

Então aconteceu... Luna começou a chorar um choro diferente.

- Meu Deus, cigana... Porque está chorando? – Daryl questionou, preocupado, limpando seu rosto com as costas da mão.

- Não... É um choro de felicidade. Me desculpe! – disse tentando recuperar o fôlego.

- De felicidade, é?

- Sim! Sabe? Você me faz sentir que mereço ser amada... Que não sou intocável ou proibida. Não sei! Só me sinto mulher de novo. De carne e osso... Obrigada, caçador! – seus olhos verdes estavam claros agora, por conta das lágrimas. Ela estava iluminada, como as santas devem ser, pensou o rapaz.

- Não sei o que dizer... Eu é que devia agradecer. Sou um cara diferente e melhor, por você. – eles deram as mãos.

- Vou precisar de outro comprimido daqueles, Daryl... – ela praticamente murmurou, já se recuperando.

- Você quer evitar? – ele questionou.

- Não sei se seria bom colocar um ser inocente neste mundo horrível...

- Vamos tentar um bebezinho... – disse passando a mão por cima de sua barriga.

- Vou ficar com uma barriga grande... Talvez não seja divertido para você. Pensa só... – comentou Luna, divertida.

- Eu vou amar você ainda mais quando estiver carregando meu filho.

- Não sei, Daryl...

- Juro que vou proteger os dois. Não vou deixar nada acontecer à vocês.

- E eu poderia amamentar de novo... – Luna divagou.

- Pera ai.... De novo? Você já amamentou alguma vez? – ele estava chocado e não conseguiu esconder uma certa irritação. Como assim, ela já tinha tido um neném e... Mas de que jeito? Ela era absolutamente virgem!

- Sim. Yanka... Mas ninguém nunca soube. Quando ela nasceu, sua mãe ficou muito mal. Eu a levei para minha tenda e passei a cuidar da pequena. Queria que ela aproveitasse os primeiros dias de vida sem perceber que tinha chances de perder sua mãe. O bebê sente essas energias... Porém, apesar dos meus esforços, Yanka nunca aceitava a fórmula de leite que eu preparava e colocava em suas pequenas mamadeiras. Começou a perder peso e a adoecer. Um dia, ela teve febre e,, em desespero, rezei para que Santa Sara me iluminasse. O que eu precisava fazer para a bebê se alimentar e melhorar. Então, adormeci e tive um sonho. Neste sonho, Santa Sara me dizia “Luna, amamente Yanka”. Eu dizia “Não posso. Não tenho leite, tenho só 18 anos, nunca engravidei, nunca estive com um homem.” E ela só falava para eu ter fé e acreditar. Quando acordei, a pobrezinha berrava de fome e a febre já estava alta demais. Sem saber o que fazer, ergui a blusa que estava usando e aproximei a bebê do meu peito. Ela começou a mamar e, como num milagre, eu estava amamentando. Eu tinha leite. Foi a coisa que mais gostei de fazer na vida, Daryl! Ter um ser tão pequeno e frágil se alimentando de mim. Eu não sei explicar. Fiquei com ela por um mês e foi o mais feliz de toda a minha vida. Depois, precisei devolvê-la a Sumaya. Ela ficou com pena de mim. Quando lhe passei Yanka, fiquei destruída. Foi como se estivesse entregando meu próprio bebê. Então, ela batizou Yanka em minha homenagem.

- Meu Deus! O primeiro nome de Yanka é... – Daryl estava estupefato com aquela história fantástica.

- Luna. Isso mesmo. – ela completou um tanto melancólica.

- Vamos ter um filho, então. É isso! Eu quero e você quer... Não tome estas porcarias de remédio, Luna! Dê a chance da gente fazer isto juntos.

- Não sei se é a hora, Daryl... E se algo der errado? E se o parto der errado? – esta ideia assombrava Luna e ela tinha motivos para temer.

Céus! Ele nunca havia pensado nisso. O parto podia dar errado e ele corria o grave risco de perdê-la no processo. NÃO! SEM CHANCE. Como ele pôde ser tão babaca e egoísta? Luna podia engravidar e morrer por conta daquela ideia imbecil. Ele jamais se perdoaria. Levantou-se e pegou uma outra caixa na mochila. Abriu, sacou a pílula e levou para Luna com um pouco de água.

- Meu sonho é ver sua barriga crescer e saber que está gerando nosso bebê. Não me pergunte o porquê. Nunca senti vontade de ter uma família, de ter um filho. Mas agora é o que mais quero... Porém, cigana, se algo acontecesse com você... Se eu a perdesse no parto, eu teria que dar um tiro na cabeça, porque eu não saberia como seguir em frente. – Ele estendeu a pílula e a água para Luna.

- Vamos esperar a hora certa, Caçador. Não quero perder você agora que achei!

- O que achou?

- Achei o amor, Daryl. Encontrei em você. – disse ela engolindo o comprimido.

Notas finais
Gente, quero reviews detalhados de como foi esta nova noite de amor de Luryl. Eu achei tão emocionante.... Mas enfim. Contem o que acharam, tá?

beijos enormes da Amora