Notas iniciais
Minhas leitoras amadas. Eu me derramei neste capítulo. Estou cansada como uma mãe que ficou 48 horas em trabalho de parto. Sem delongas, vamos à leitura e espero que esteja à altura de todas vocês, maravilhosas!

beijos enormes da Amora. ♥ ♥ ♥

A versão soft de Daryl Dixon era uma edição limitada, para colecionadores. Luna sabia. E se perguntava o que faria e como escaparia dele no momento em que os seus carinhos contidos e seu autocontrole fossem esgotados. Essa era uma das razões pelas quais ela guardava uma certa distância, ainda quando queria agarrá-lo e unir seus corpos enquanto se beijavam. Tinha medo de contribuir para que o animal selvagem e ferido que vivia dentro do caçador percebesse uma brecha na jaula que os mantinha em segurança. Luna sabia que a primeira providencia daquela fera seria pular em seu pescoço e cravar as presas na sua jugular. Então, ela poderia gritar e se debater e mesmo assim morreria ali, bem debaixo do ataque de Daryl.

Bem, se ela pretendia se defender de alguma forma este era um plano que havia falhado. Pois ela tinha entrado na toca do leão desarmada, cheirando a carne fresca e agora precisava lidar com isso.

Era estranho como cada passo que dera na vida pareciam ter sido planejados para leva-la até ali. Mesmo sabendo que era teoricamente errado. Era devastadoramente errado e repulsivo.

Ela nunca vira o corpo nu de um homem. Não dos adultos. Suas amigas que casaram disseram-lhe que eles eram feios e grotescos como aberrações. Que sentiam vontade de vomitar algumas vezes ao ver suas sombras rondando o quarto. Pois sabiam que precisariam abrir as pernas para eles, mesmo não querendo.

A cigana lembrou-se também de estar no rio tomando um banho de cachoeira com Sumaya, a mãe de Yanka. Ela estava grávida de pouco mais de 4 meses. E elas gostavam de ir à uma cachoeira secreta. Ali despiram-se quase completamente, ficando apenas com a calcinha e nadaram como peixes livres. Era a melhor sensação do verão. Então, Luna aproximou-se e repousou a mão sobre o ventre dela e perguntou como era. “Como é o quê?”, quis saber Sumaya. “Fabricar um bebê é tão bom quanto segurá-lo nos braços?”, perguntou de forma espontânea, honesta e transparente. E Sumaya disse “Ás vezes pode ser dolorido...”. “Por quê?” e a mãe de Yanka explicou-lhe a mecânica. Disse como as coisas precisavam se encaixar e como era o tamanho de um pênis ereto. Isso ela desenhou na terra das margens do riacho, enquanto tomavam sol para se secar.

Luna levou um susto. Não esperava aquelas dimensões. Ficou sentada, de pernas cruzadas, de calcinha e os seios à mostra, como Sumaya. E só conseguia repetir que era impossível, que ela era muito pequena para que algo daquele tamanho pudesse entrar assim... E Sumaya concordou.

“Você deve ser inda menor que nós... Tão bonita e delicada. Tenho certeza que Santa Sarah a fez à prova de defloramento. Você deve ser pequena como uma criança”, disse apontando para a intimidade de Luna.

O pensamento daquela tarde junto com a conclusão de que estava cara a cara com um Daryl Dixon indomado por cima do seu corpo, beijando-a e tocando-a em lugares que nunca imaginou ser tocada deixaram-na sem fôlego. Ao mesmo tempo, toda vez que o caçador a estimulava em algum ponto, sentia sua alma ser beijada por labaredas de fogo. E queimava de desejo por ele. Queria mais, mais e mais.

O rapaz parecia ter oito mãos porque segurava seu rosto enquanto invadia sua boca com a língua dele ao mesmo tempo em que apertava seu quadril contra o dele, tocava seus seios modestos com a ponta dos dedos, alargava a distância entre seus joelhos flexionados para que ele próprio pudesse se encaixar no vão formado entre uma perna e outra...

Estava óbvio que ele era muito experiente e que sabia aquilo de cor e salteado. Quando parou de beijá-la, ou melhor, de tentar engoli-la, ele salpicou-lhe beijos no pescoço, nos ombros e... Não, ele não ia realmente, né? Não era possível que ele estivesse planejando...? E quando ainda tentava entender que caminho confuso era aquele que a boca de Daryl desenhava, senti-o segurar com cuidado um dos seus seios e beijá-lo e depois suga-lo, com uma pressão confortável.

Deus, ela achou que só os bebês tinham permissão para fazer algo remotamente semelhante. Ele alternava beijos em torno das auréolas com lambidas e a sucção suave dos mamilos rosados da cigana. Ela sentia que algo estava sendo explodido dentro dela. Sentia como se toda a pressão do mundo tivesse sido depositada sobre sua pélvis. E quando ele mudou de seio, ela segurou-o pelos cabelos, arfando e gemendo.

O rapaz segurava sua cintura com uma das inúmeras mãos. Parecia querer ter certeza das fronteiras do corpo dela.

– Você é tão pequena e delicada, Luna! – gemeu para o absoluto desespero dela.

Queria parar e exigir que ele lhe garantisse que não tentaria colocar dentro dela nenhuma coisa do tamanho que Sumaya descreveu... Mas agora já era tarde. Seus músculos não mais obedeciam as ordens do seu cérebro. Era como se cada centímetro de pele tivesse se rebelado contra ela e exigisse mais de Daryl Dixon. Quanto maior a área que ele conseguir cobrir de beijos, melhor. Era isso.

Ele continuou a lamber e beijar o ventre dela, alternando sua boca entre a região do umbigo e seus seios. Sentiu as mãos do caçador levantarem seu quadril e apertar sua bunda com carinho e cuidado. Como aquilo era possível? Como? Ele era decidido. Um conquistador de primeira linha. E ao mesmo tempo fazia com que o toque áspero e forte de suas mãos transmitisse proteção, como se dissesse “Vou cuidar de você bem”.

Luna o olhou de novo. Os olhos azuis estavam de um azul quase bizarro, cintilando diferente. Na verdade, faiscando. Seu rosto não sustentava um sorriso. Ele estava tenso e... NERVOSO? Foi o que pareceu. Mas como?

As mãos de Daryl se movimentavam freneticamente debaixo dela... O que será que ele estava tentando... Então ele as tira dali, se ajoelha entre as pernas dela e passa as mãos pelo cabelo, como um cara desesperado faria.

– O que foi? – ela pergunta. – Fiz algo errado?

Ele a fita nos olhos e um sorriso aparece no seu rosto de homem sulista, com barba por fazer e um quê de Clint Eastwood.

– Fez. Você nasceu e cresceu assim... Ficando tão bonita e gostosa que não consigo me controlar... – ele estende as mãos no ar e mostra para a cigana como estão tremendo. Ela engole em seco. – Estava tentando fazer isso de um jeito mais meigo, mas não consigo... Eu sinto que isso eu preciso te perguntar.

– O quê, caçador?

– Você me dá permissão para que eu termine de tirar suas roupas?

– Quer que eu fique nua para você?

– É, parece que não inventaram outro jeito... ainda! – eles riram.

– Fique nu você primeiro, então... – disse, sentindo-se um pouco mais atrevida do que deveria.

Ele a olhou espantado. Então viu que, na verdade, não se tratava de nenhuma femme fatale que havia dominado o corpo da garota. Ela só queria ganhar tempo para o inevitável.

– Uma peça por outra peça, então?

Luna pensou... Era justo.

– Ok, aceito. – disse estendendo-lhe a mão. Em vez de simplesmente apertá-la, selando o acordo, Daryl a puxa pelos braços, erguendo seu tronco e se enroscando em um novo abraço, regado a mais beijos apaixonados, com direito a explorar as costas tão belas daquela cigana. Ele se separa um pouco da garota, mas deixa as mãos em torno do pescoço de Luna. O caçador olha para baixo como avaliando o corpo dela de um novo ângulo. Esperava algumas dobrinhas naturais se formando em sua barriga, agora que estava sentada. Ele já vira aquilo em 90% das garotas com quem transara. Mas ao inspecioná-la se surpreendeu com uma superfície lisa. A carne da cintura parecia ter sido sugada para dentro de seu abdome.

Primeiro vinham as costelas marcadas, então uma grande curva e por fim tudo voltava a se alargar próximo aso quadris. Não era esquálica e magrela como as modelos das revistas. Ao contrário, tinha uma aparência saudável. Sua pele era macia e tenra, indicando que sim, ali dentro tinha alguma camada de gordura, mas nada que deformasse sua silhueta de ampulheta.

– O que está fazendo?

– Admirando seu corpo.

– Não é tão bonito... – disse envolvendo-se com os braços. Ele a impede.

– Não, não é. É mais que bonito. É a mulher mais perfeita que já vi na vida.

– Nunca comprou uma Playboy quando era menino? – ela disse divertida.

– Isso é muito melhor que qualquer coelhinha, cigana... – disse Daryl afundando o nariz na cascata de ondas negras que caem agora sobre os ombros de Luna. Ela se arrepia inteira.

Quando ele a solta se coloca em pé no chão, diante dela.

– Uma peça por outra peça. – diz abrindo o zíper da calça jeans surrada e deixando-a cair aos seus pés.

Luna está com a cabeça levemente abaixada. Morta de vergonha de invadir o universo particular de Daryl. Mas sua curiosidade grita ainda mais alto e ela começa a conhecê-lo de baixo para cima.

Primeiro seus pés de homem, as canelas e a panturrilha inchada, indicando que sua vida toda sempre fizera muito esforço físico. Depois, vêm os joelhos. Um deles tem uma grande cicatriz e os dois parecem ter sido ralados incontáveis vezes. Mais acima as coxas tonificadas, sim. Mas nada musculosas, com montes saltados onde não devia. A penugem loira é bastante rala. Sua pele clara é um dos indícios que corroboram a tese secreta de Luna: de que Daryl fora um garotinho muito loiro, com cabelos platinados e lisos. Conforme seu olhar continua a subir ela vê a cueca boxer preta. E o volume do que ela esconde a faz se afastar um pouco. O medo de que ele a machuque quadruplica agora. A cigana tenta espantar os pensamentos torturantes avaliando acima da cueca. Os músculos da barriga dele não eram trincados, nem seu oblíquo era marcado. Mas o contorno deles estava aparente, indicando que sua força não vinha de levantamentos ridículos de peso. E sim de uma vida dura, caçando na mata. Algumas cicatrizes ainda estão se fechando em sua pele.

Daryl Dixon é isso. É um homem no sentido mais purista da palavra. Um cowboy grosseiro, mas de bom coração, que parece saber a hora de piscar para a donzela, que correrá em sua direção e fugirá grudada em sua cintura, na garupa de um cavalo qualquer... Para ser deflorada por ele na terra vermelha e quente do velho oeste.

Ele dá um passo à frente e estende as mãos para tocar o rosto da cigana.

– Sua vez.

Como ela fará isso? Como ela tirará a saia para ele? Depois de ter visto aquele corpo de homem tão bem formado... Mas ele a força se levantar e senta-se no local onde ela estava há poucos minutos, vendo sua versão moderna de Clint Eastwood tirar as calças para ela.

De pé, Luna parece se sentir muito mais nua do que deitada. Então, para acabar logo com o sofrimento ela abre um colchete e o zíper na parte de trás da saia laranja salmão. Mas a peça não cai logo de cara porque tem a parte do quadril bem ajustada ao corpo. Ela sabe que precisa puxar para baixo, mas não consegue. Congela. Daryl parece entender. Ele se estica e com as mãos faz uma pressão rápida sobre a peça, que cai no chão, revelando uma calcinha branca de algodão. Simples. Nem pequena, nem grande. Lisa. Com laterais finas, mas não são tirinhas, como as lingeries dos catálogos da Victoria’s Secret.

É tão puro e perfeito que Daryl fica extasiado, sem palavras. Ele se aproxima e a beija na barriga, segurando-a pela cintura. Depois, apoia a cabeça no seu ventre e sente a cigana passar os dedos pelos seus cabelos lisos. Aquele cheiro de incenso, mel, canela e cravo é trinta vezes mais forte quando ela está seminua. Ele imagina se a intimidade dela tem o gosto de néctar que sentiu quando sugou seus seios.

Ele a arrasta para cama e a deita novamente. Posiciona-se por cima do corpo dela e começa uma sessão de beijos que começam na sua testa, passam pela sua boca, pelos seios, barriga, por cima da calcinha branca (causando um susto nela), coxas e pés. Ele passaria o resto da vida assim: beijando cada pedacinho do corpo dela, sem se importar. Se estava condenado ao inferno mas pudesse ter ISSO, então que venha os outros castigos. Daryl estaria preparado para tudo depois de fazer amor com a mulher que amava. A primeira e, ele sentia, seria a única.

Ele sentia a respiração ruidosa da menina, quando começou a baixar a lateral da calcinha branca. E parou.

– Está nervosa? – sussurrou.

– Muito – choramingou praticamente.

– Serei seu primeiro homem... E isso será, de longe, a coisa mais bonita que terei ganhado na vida. – disse no seu ouvido, beijando-a depois ainda mais forte.

Luna não entendeu bem como, pois estava tão absorta naquela carícia maluca, mas Daryl deu um jeito de despir aos dois. Agora, não precisava desconfiar. Ela sabia: ele era enorme para ela. O membro ereto dele se chocava contra a sua barriga. Uma pedra bateu em seu peito, levando todo ar que tinha para longe.

– Diga pra mim do que mais gostou até agora, Luna?

– Acho que não consigo raciocinar, Daryl?

– Preciso saber para deixa-la relaxada...

Ela tinha gostado muito da boca dele e em seus seios. Mas, como avisara, não conseguia articular nada muito bem naquele momento. Muito porque um avassalador sentimento de culpa invadira seu organismo por todos os poros possíveis. “Estou prestes a fazer sexo sem estar casada. Do casamento, Santa Sara não me liberou... Meu Deus! Mas agora não posso arrancá-lo de cima de mim!”. Ela quis chorar... Estava sem saída. Mas, no momento seguinte, sentiu: Daryl estava de novo com os lábios em torno dos seus seios, lambendo-os e mordiscando seus mamilos e ela sentiu que algo se desfazia e desgrudava dela, por baixo. Não é possível! Já estava sangrando? Ele já a havia penetrado? Ela levou a mão instintivamente até sua intimidade e sentiu-se úmida. Quando ergueu a mão viu que não era sangue. Era apenas umidade. Deus, isso é normal?

Daryl continuava enlouquecendo em seus seios. Mas, do nada, ele desceu uma das mãos e a tocou lá. LÁ! Quando seus dedos a acariciaram, Luna sentiu que podia morrer a qualquer instante. Uma onda de prazer tomou conta dela e suas costas arquearam. Ela expandiu os pulmões procurando por mais ar. Não havia! Daryl Dixon o roubara. Estava tudo nele. E Luna precisava pegar de volta! Então, o puxou para mais um beijo e percebeu que ele tremia.

– Acho que já está pronta – sussurrou quase sem fôlego e ainda sem sair de dentro da boca de Luna.

– Nunca estarei...

– Como assim, cigana? Por quê? – ele perguntou num solavanco, assustado e com medo de ter feito algo que a desagradara.

– Sou muito pequena... pra você. – disse sem graça apontando o membro de Daryl.

Ele entendeu. Ela era completamente e totalmente virgem, em um nível quase infantil. Não tinha a menor ideia de que para isso estava lubrificada e que o corpo é sábio e se expandiria para acomodá-lo dentro dela, cada vez com menos dor e incômodo.

Daryl a beijou, tomou fôlego e disse:

– Você é mesmo muito delicada, pequena. Tudo em você é assim – ele disse pegando sua mão e beijando cada um dos dedos finos dela. — Mas vai dar certo. Prometo. Estamos no caminho correto. Seu corpo responde muito bem a mim, Luna. – disse com um sorriso levemente sacana. Mas era verdade, oras. E aquilo era como se Luna dissesse “Eu te amo” para ele de outra forma. Muito tentadora. – Mas falta uma coisa... – ele disse, esticando-se para fora da cama e dando à Luna uma surpreendente visão do seu traseiro. Era bonito e másculo, como todo o resto dele.

– Daryl, não posso engravidar! – Um pânico repentino tomou conta dela.

– Eu sei. Trouxe algo que vai ajudar. Ou melhor, duas coisas... – ele se levantou e foi pegar na mochila. Céus, Daryl Dixon andando pelado era algo surreal. Luna fechou os olhos porque queria se concentrar. – Você pode escolher – disse balançando uma cartela de comprimidos e um quadrado prateado.

– O que são?

– Preservativo e a pílula do dia seguinte.

– Uau! Você planejou tudo isso aqui mesmo... — tinha um leve sarcasmo em sua voz.

– Queria que você pudesse ter todas as escolhas, como uma garota comum teria... Só isso! Não quis ofendê-la! – desculpou-se.

– Eu sei. Bom... Estou muito nervosa. Não sei se aguento mais algum movimento novo e enfim... Prefiro a pílula hoje. Funciona mesmo?

– 98% de eficácia – diz lendo a bula.

– Certo. Então agora acho que não nos esquecemos de mais nada – disse relaxando.

– Na verdade, tem outra coisa sim. — disse, se aproximando perigosamente dela e tocando sua barriga.

– O quê? – perguntou num sussurro.

Daryl a ergueu novamente, deixando-a sentada. A cascata castanha ele ajeitou sobre os ombros dela. E seus cabelos eram tão longos que cobriam seus seios agora.

– Você já sabe que eu estou completamente apaixonado por você e estamos aqui para consumar isso. Mas tem algo que eu não sei de você e quero perguntar. Posso?

– Pode, cla-claro... – gaguejou a cigana.

– Luna Sara Kalí, a mulher mais linda em quem coloquei os olhos nesta vida, quer se casar comigo? Agora, neste momento, para fazermos amor na condição de Sr. E Sra Dixon? – disse estendendo as duas alianças diante da cigana.

O rosto de Luna se iluminou e ela estendeu a mão direita para ele.

– Mão errada, senhorita. Quero a esquerda. Quero chama-la de esposa, não de noiva... – sussurrou, puxando sua mão direita e erguendo uma sobrancelha à espera de uma resposta.

As lágrimas rolaram pesadas dos olhos de Luna. Tinha algum homem mais lindo por dentro e por fora do que Daryl Dixon, seu Client Eastwodd? Se tinha, certamente Luna não conhecia. Nem queria conhecer.

– Sim, eu quero me casar com você. Quero isso mais do que viver!

Então ele colocou o anel em seu dedo anelar. Ela viu o brilhantinho incrustrado ali se iluminar. Depois, a cigana pegou o anel maior, sem brilhante, e encaixou no dedo anelar de Daryl. Por alguns segundos, tudo o que ela fez foi olhar para suas mãos, marcadas agora pelo sinal do amor.

Então, ela avançou sobre ele e se abraçaram tão forte que caíram na cama. Daryl continuou beijando-a enlouquecidamente, enquanto abria caminho e se encaixava entre suas pernas. Luna sentiu o membro de Daryl começar a forças de leve sua intimidade. Procurou respirar e relaxar.

– Não quero que doa, mas se doer, me avisa, tá? – ele disse ofegante.

Ela assentiu.

Então, aconteceu. Em menos de segundos, o mundo todo ao seu redor se derreteu e sumiu. Só havia ela e Daryl na escuridão da noite. Ela sentira uma dor mínima quando ela arfou e conseguiu finalmente se mover para dentro dela, devagar. Ela gemeu um pouco. Um gemido que era misto de dor e prazer.

– Desculpe por isso... – ele murmurou. – Seu corpo é tão delicado e macio, cigana. Me sinto mal por não estar à altura. Seu corpo não me causa dor, só me causa prazer. Eu, por outro lado, não consegui escapar de te causar alguma dor, não é? Desculpa! – disse parado, dentro dela, beijando seu rosto todo.

– Tudo bem. Já passou, Daryl... – Luna sorriu e havia verdade em seu sorriso.

Então Daryl começou a se mover devagar. Para trás e para frente. Luna, instintivamente, flexionou os joelhos para facilitar as estocadas, que começaram devagar. A cada uma de suas investidas, Daryl ficava mais ofegante e dizia coisas desconexas como “Como você é gostosa, Luna”” ou “Eu sonhei com isso cada noite naquela prisão” e até “Amo você ainda mais... Meu Deus!”.

Luna também sentiu algo latejar e se comprimir dentro dela. Não conseguiu esconder outro gemido. Mas desta vez, este era de puro prazer. Era estranho! Ele estava inteiro dentro dela, como se pudessem se fundir um ao outro, e mesmo assim a garota sentia que queria que ele mergulhasse ainda mais fundo dentro dela. O ritmo acelerou e Daryl ergueu o rosto para beijá-la na boca. Um beijo tão íntimo que eles poderiam ter sugado os segredos um do outros daquela maneira. As luzes das estrelas lá fora começaram a se ampliar e Luna foi se snetindo cega, entorpecida de prazer e cravou as unhas nas costas dele, tendo espamos violentos e deliciosos no mesmo segundo em que ele chegava ao orgasmo também.

Os dois tremeram juntos e ofegaram juntos. Daryl não tinha coragem de se soltar dela. E Luna implorou para que ele não fizesse. Beijaram-se mais e maise adormeceram um nos braços do outro, como se tivessem nascido e vivido cada segundo para isso.


Notas finais
Meninas, quero reviews detalhados, porque estou nervosa. Não sei se fiz um bom trabalho, mas juro que foi assim que a coisa aconteceu na minha cabeça. Contem pra mim como vocês se sentiram e as coisas que mais gostaram, o que acharam mais sexy e se Daryl estava como vocês queriam?

beijos enormes da Amora