For My Dream

6 VI - E tudo vai dando certo, ou quase.


Notas iniciais
Neko - OOOOOOOOI SEUS LIMDOS *O*
Então, darei uma comida de rabo em vceis, leitores fantasmas u.u sabe meus queridos, comentar não leva 2 minutos, então por que não comentar .-. ? nem pra falar que está uma merda, deixem suas marquinhas sim :'D ?
Bem, espero que gostem do meu cap ^^ Eu sei q vceis vão gostar HUAHUAHUAHUA =W=
Boa leitura Õ/

– ONII-CHAN! – a garotinha de cabelos azuis escuros e longos correu até ele. Jellal ficou de joelhos no chão e abriu os braços.

– WENDY! – a pequena voou sobre os braços do irmão, que quase caiu no chão, tamanha a força que a irmã o abraçou. O garotinha apertou o corpo do maior.

– Estava com muita saudades, onii-chan! – Wendy disse, com uma voz emocionada.

– Sim, o onii-chan também estava! – respondeu Jellal, igualmente emocionado. O azulado olhou para frente, podendo ver seu irmão gêmeo e sua mãe andando até ele.

– Então você aguentou todo esse tempo, Jellal? – disse o rapaz idêntico a ele.

– Jellal soltou-se de Wendy e levantou do chão, com as mãos dadas com a irmã – Claro Mystogan! Eu não sou um fraco feito você!

– Jellal, não fale assim do Myst! Ele só tem um objetivo diferente do seu! – disse a mãe dos garotos, uma mulher baixinha de cabelos loiros compridos e cacheados.

– Você sempre defende ele não é mãe? – perguntou Jellal.

– Claro, afinal eu sou muito melhor do que você! – disse Mystogan, se gabando.

– Cala a boca!

– Ei! Parem de brigar! – disse Wendy – Eu não gosto de ver vocês brigando!

Jellal e Mystogan cruzaram os braços, ambos com um bico emburrado. Eles eram gêmeos idênticos, impossível não confundi-los, a única diferença era que Mystogan tinha mais cabelo. Mystogan gostava de jogar na cara de Jellal que ele era mais velho, porque sempre tem o gêmeo que nasce primeiro, e esse foi Mystogan. O azulado mais velho estudava medicina. Eles brigavam muito, mas sempre se ajudavam quando era necessário.

Wendy era a irmã caçula, tinha doze anos. Amava os irmãos incondicionalmente, e desejava ser uma médica também. A pequena chorou muito quando Jellal decidiu entrar para o Exército, mas decidiu que quando se formar, ela também entrará para o Exército como médica.

Mavis era a mãe dos três, apoiava seus filhos em todas as suas decisões, ao contrário de seu marido Zeref, que sempre foi contra Jellal seguir a carreira militar, tanto que ele nem fora visita-lo, mas o azulado nem ligava mais.

– E ai filho, como estão as coisas aqui? – perguntou Mavis, sorrindo. Mavis era linda, trazia paz a onde quer que vá.

– Estão indo bem mãe! O meu grupo é muito legal, se bem que tem dois garotos que são idiotas, mas eu não me importo – então ele lembrou-se de Erza – E... Bem misteriosas também.

– Misteriosas? – perguntou Wendy.

– Esqueça! Não é nada demais! – Jellal balançou a cabeça, deixando aquilo de lado.

– Você não esta dando em cima das médicas não né safadão? – perguntou Mystogan, dando um sorriso pervertido.

– Vai chupar limão cara! Se bem que as médicas são bem bonitas... Mas não me interesso por nenhuma delas! – o azulado deu um sorrisinho – E você, vai como suas aulas?

– Vão normais! Tem uma ruiva muito bonita lá! – Mystogan ficou levemente corado.

– Ruiva? – outra ruiva? Aqueles dois tinham fetiche por ruivas, era isso?

– Sim! Muito linda ela, só que ela é muito brava! – Mystogan cruzou os braços, fazendo Jellal rir.

– Força cara, você consegue!

– Myst tem namorada! – disse Wendy, apontando para o irmão.

– Quieta Wendy! – Mavis também riu, aqueles três se davam muito bem, o que ela agradecia. Ela queria que Zeref tivesse presente também, mas ele sempre fora assim. Eles tinham muito o que conversar, e muita saudade para matar também.


[...]

– Erza! – disse a mãe da garota, com os braços cruzados e uma expressão insatisfeita. Erza, vestida de Enzo, tinha uma tensão exposta na face. Será que sua mãe a denunciaria? – Por que fez isso? – o avô da garota olhou para a nora, e depois para a neta. Ele não diria nada por enquanto, tinha que deixar as duas se entenderem.

– Porque esse é meu sonho! – respondeu a ruiva, ainda fitando o chão. Não tinha coragem de olhar sua mãe nos olhos.

– a mulher de cabelos pretos segurou a gola da camisa que a filha usava – Por que Erza? Estava quase certo o seu casamento com o Sting Eucliffe, e agora você faz isso? Ele nunca mais vai querer se casar com você!

– Eu já disse que tenho nojo daquele Sting! – a ruiva soltou as mãos de sua mãe de sua camisa – Eu não me interesso por essas coisas mãe! Eu só quero seguir meu sonho, entende? Eu sei, é um sonho ridículo, mas é isso o que eu quero fazer. A senhora vai me dedurar, mas mesmo assim eu não caso! Quero casar com alguém que eu goste, e não com esse tal de Sting! – a imagem de Jellal surgiu na mente de Erza, o que a fez chacoalhar a cabeça. Por que isso aconteceu?

– Filha... Eu não vou te dedurar! – Erza olhou fundo nos olhos azuis-escuros de sua mãe. Ela não veio ali para tirá-la do Exército? – É claro que eu sou contra essa sua ideia maluca, mas eu ainda sou sua mãe, e toda mãe quer a felicidade de seus filhos, independente de qual ela seja. Não vou mentir, seu pai está bem bravo com você, tanto que eu nem deixei ele vir! – a ruiva engoliu seco.

– Obrigada mãe... – a garota sorriu. Ela estava com sorte, mas não podia deixar que mais ninguém descubra. Nem todas as pessoas são legais como Lucy, Jellal e sua mãe.

– Não precisa agradecer... E se um dia você quiser voltar para a casa, às portas estarão abertas!

– Não se preocupe mãe, a senhora vai ficar um bom tempo sem me ver, eu não vou desistir! Eu cheguei longe demais para desistir! Eu serei uma Coronel, igual ao senhor vovô! – a ruiva olhou para seu avô, que apenas assistia a cena com um sorriso.

– Eu sei que vai minha pequenina! – a garota abraçou o velho, ficando um tempo assim com ele. Amava tanto seu avô, a única pessoa que lhe deu apoio todos esses anos. Bem, agora podia contar com sua mãe também, mesmo que ela seja contra. Soltou o avô e abraçou sua mãe.

– Filha... Alguém já descobriu sobre você? – perguntou a mãe, soltando a filha do abraço. Erza estremeceu.

– Sim, duas pessoas... Mas eu posso confiar nelas! – Erza sorriu ao dizer isso, e sua mãe também.

– Fico feliz filha! Mas tome cuidado, nem todos os garotos aqui parecem ser legais!

– Eu sei, tomo todo o cuidado! – disse Erza, então um sinal é ouvido. Era hora dos membros voltarem ao trabalho – Preciso voltar agora!

– Entendo! Até mais filha! – a mulher abraçou Erza – Vou sentir sua falta!

– Eu também mãe! – sua mãe sempre fora muito carinhosa, mas ela não poderia imaginar que ela a apoiaria. Erza estava tão feliz, estava tendo o apoio de muita gente.

Despediu-se de sua mãe e de seu avô, dando um beijo nos dois e um abraço no velho. Voltou para o quartel, acenando para sua família. Logo ela se virou, e foi andando calmamente, sorrindo. Logo, ela sentiu alguém cutucar sua barriga nas laterais, assustando-a e a fazendo dar um pulinho.

– Jellal! – ela até esqueceu-se de disfarçar a voz, se arrependendo – Não faça isso! – agora ela disfarçou.

– Desculpa! – o azulado sorriu – Como foi lá com a sua mãe?

– Foi bem, ela não vai me dedurar! Disse que vai até me apoiar! – a garota voltou a sorrir.

– Fico feliz! Estava preocupado com você!

– a garota sentiu suas bochechas esquentarem – Não precisa ficar se preocupando comigo!

– Você é uma fofa! – disse Jellal sorrindo. Erza olhou o rosto dele. Ele era seu apoio ali dentro, e era tão lindo... Novamente balançou a cabeça, afastando aqueles pensamentos que poderiam ser sua ruína. Mas era impossível não pensar algo assim vendo uma pessoa como ele.


[...]

Já havia se passado um mês desde que Jellal descobriu a verdade sobre o companheiro de quarto. Tudo estava correndo bem, ela estava bem mais legal do que no tempo em que era apenas Enzo. Eles ficavam a noite toda conversando se deixassem, se davam muito bem. E Jellal estava tenso, cada vez mais sentia necessidade de estar perto dela, cuidar dela. Nos treinos, ele corria os olhos pelo campo, a procura dela. Era uma necessidade tão grande de ver se ela estava bem, e ele não parava de pensar no quanto ela era linda. Agora, durante a noite, ela deixava seus cabelos soltos, e retirava a faixa que esmagava seus seios. Ele se esforçava para não agir como um pervertido, mas as vezes ele se pegava olhando com desejo e possessão aquele volume que ela cobria com uma camisa larga, morrendo de vontade de vê-los de novo. Tinha que parar de pensar assim. Se Erza sequer imaginar que isso se passa pela cabeça dele, ela o chuta a vinte metros de distância.

Agora mesmo, eles estavam treinando, como fazem todos os dias. Corria os olhos procurando por ela, até que a achou, e ela estava... Conversando com Gray? Sim, ela e Gray estavam conversando! Caramba, por que? Ela nunca foi de falar com ninguém, e eles ainda estavam rindo! Que merda era aquela? Já tinha acusado Gray de ser gay aquele dia, ele ia acusar de novo! E por que ele estava assim? Estava com ciúmes? Sim, ele estava com ciúmes, admitia. O que não devia. Droga, ele não estava normal. Aquela garota não saía de sua cabeça, de dez coisas que ele pensa no dia, onze são sobre ela. Deve ser a necessidade de cuidar dela, sentia-se responsável por aquela ruiva.

Mas esse era o fato, ele estava com ciúmes, e ficaria irritado até o fim do dia. Até o fim mesmo.


[...]

Erza estava estranhando várias coisas naquele dia. Primeiro, ela percebeu que Jellal havia sumido do grupo, segundo, ela estava conversando muito bem com Gray. Gray era uma pessoa legal. Deve ser porque o apego dela com Jellal deve tê-la feito se soltar mais ali dentro.

Depois do fim do dia, ela correu para o quarto, Jellal só podia estar lá. Abriu a porta lentamente, e tudo estava escuro. Não achou o azulado. Bom, decidiu que iria esperar por ele. Retirou sua boina e soltou seu cabelo, depois retirou a farda, a camisa e atadura dos seios. Era um alívio tão grande quando ela fazia isso, aquilo doía muito. Pegou sua camiseta em cima da cama e a vestiu.

Jellal, que estava coberto dos pés a cabeça, ao ver Erza entrar, colocou só os olhinhos para fora. Ela estava de costas, e ele amaldiçoou por isso, tinha a esperança de vê-la de trocando. Logo, os olhos castanhos dela encontraram os dele, e ele corou por debaixo das cobertas.

– Jellal?

– O que? – perguntou ele, com uma voz chateada.

– O que faz com as luzes apagadas tão cedo?

– Estou com enxaqueca, e a luz me incomoda – mentiu ele. Sua enxaqueca tinha nome, ciúmes.

– Você não viu eu me trocando não é?

– Não.

– Erza franziu o cenho, ele estava muito seco para seu gosto. A garota ajeitou a calça larga de moletom e sentou-se na cama dele, retirando a coberta de sua cara, vendo sua face corada – Está com febre também?

– N-Não, por que?

– Suas bochechas estão muito vermelhas. – o rubor chegou também ao rosto da ruiva ao pensar no que tinha o deixado tão vermelho.

– N-Não sei porque...

– Erza deu um sorrisinho – Quer que eu te faça uma massagem?

– Jellal ficou ainda mais vermelho – M-Massagem?

– Sim, para sarar sua dor de cabeça! Não gosto de te ver assim!

– Claro! Se você insiste!

– Então sente-se! – pediu ela sorridente. Jellal se sentou na cama de costas para Erza, envergonhado e feliz. Não podia ter ciúmes dela, ela tinha direito de fazer outros amigos além dele. Logo, ele sentiu os dedos compridos dela em suas têmporas. Ela fazia movimentos circulares, e Jellal quase miava com aquilo. Era bom, muito bom.

Então, as mãos dela foram para os ombros e pescoço, e o azulado fechou os olhos num deleite quase bêbado. Aquela garota tinha mãos de fada, todo seu estresse estava se esvaindo. E seu coração estava batendo muito depressa, tinha medo que ela ouvisse. Ele só não sabia que o coração dela batia no mesmo ritmo que o dele.

Erza estava trêmula, e sentia que iria se arrepender do que estava fazendo. A pele dele era tão macia, e estava com vontade de afundar a cabeça naquele pescoço para sentir seu perfume. Era incrível a capacidade de Jellal de mexer com ela. Aonde que ela pediria para fazer massagem em alguém?

Ela deu uma leve arranhada em seu pescoço, e conseguiu ouvi-lo suspirar. Ouvir aquilo causava algo tão bom em Erza, queria ouvir muito mais daquilo. Viu que estava entrando em um campo perigoso, então ela parou, e ele se virou para vê-la.

– Cansou? – perguntou ele.

– M-Mais ou menos... Melhorou sua dor?

– Melhorou cem porcento! – a voz dele estava um tanto, sedutora? Erza encolheu-se, o que estava acontecendo ali. Seus olhos se encontraram, e eles ficaram assim um tempo, olhando profundamente nos olhos um do outro. Jellal aproximou-se mais de Erza – Obrigado, Erza! – e ele a abraçou.

Tão quente...” pensou a ruiva, retribuindo o abraço dele. Aquilo estava muito estranho, mas era bom, ela se sentia muito bem naquele abraço que ele lhe dera. E Jellal percebera que seus ciúmes era algo bobo. Eles se soltaram do abraço, e voltaram a se encarar. Jellal sentiu necessidade de sentir mais daquelas feições, o que o fez se aproximar mais, e mais, e mais... Até seus rostos estarem a centímetros e seus respirações se misturarem. Erza sentiu uma sensação entranha, uma sensação que fazia seus olhos pesarem e seus lábios entreabrirem, e estes doíam... Doíam de vontade de sentir os dele. A ruiva já estava com os olhos fechados, ela ia deixar mesmo isso acontecer? Só o que importava era que...

A realidade não tivesse lhe dado um tapa na cara. Um som de batidas na porta é ouvido, o que fez Erza instantaneamente virar o rosto, e Jellal depositou um beijo em sua bochecha. O azulado estava incrédulo. Por que agora? Só porque ele iria...

– JELLAL! ENZO! – era Gray. Tinha que ser, sempre ele. Maldito!

– Merda! – praguejou Erza, correndo para o banheiro para se esconder. Jellal continuava processando o que acabara de acontecer. Caramba, se Gray não tivesse aparecido, ele iria... Beijar Erza! E ela iria corresponder! Viu em seus olhos o desejo dela! Por que Gray, por que?

Jellal estava entendendo tudo. Essa necessidade de cuidar dela, de estar sempre com ela... A necessidade que sentiu de beijá-la agora...

Erza, será que eu estou apaixonado por você?

Notas finais
Myst e Wendy irmãos do Jelly, que ounti *O*
E essa cena do final aê, curtiram :'D ? A Bunny teve essa ideia quando foi dormir HUAHUAHUAHUA' créditos a ela Õ/
Jelly tá tdo besta já, que dlç =3= HUAHUAHUAHUAHUA'
Bem, esperando seus reviews *U* Domingo, Bunny aqi Õ/
Até cherosos ♥