For My Dream
5 V - Um alívio e mais uma ameaça.
Notas iniciais
Gente, desculpa a demora ;3; Sei que ainda é domingo, mas mesmo assim, sinto que devo desculpas T^T Eu estava escrevendo o cap, quase terminando, isso já era 15:30, por aí, então o que acontece? A energia acaba e a bateria do note bem no fimzinho. E só voltou agora a pouco T^T Achei que não ai conseguir postar e eu já "PUTA MEU, NÃO VOU POSTAR FIC NENHUMA ESSA SEMANA CARAI?" Q
AH! E MELIIN! MELIIN! MELIIN! OBRIGADA PELA RECOMENDAÇÃO DIVA ♥ LOVE YOU SUA TOTOSA ♥ Sério, eu e a Neko surtamos quando vimos cara T^T THANKS!
Well, voltando... q Sinto muito o atraso. Mas tá aí o cap que muita gente tava ansioso, ficou até grandinho e tals x3 Enfim! Desculpem se caguei ele ;---;
Enjoy!
Estava perplexo. Simplesmente não acreditava naquilo que via. Fechou os olhos e suspirou na esperança de que acordasse daquele suposto sonho. Talvez pudesse ser apenas uma miragem, tudo por causa de sua cisma com Enzo, por achar que é gay ou algo do tipo. Abriu novamente os olhos vendo a mesma imagem que o levou a outro mundo e o trouxe de volta: A ruiva, dona de um corpo esbelto, perfeito em todos os sentidos com os olhos arregalados, provavelmente tão pasma quanto ele, tremendo. Ele não via todo o seu corpo por conta do sabão e da quantidade de vapor contida no local.
—N-NÃO! – seu grito ecoou. Esqueceu-se até mesmo de disfarçar a voz, se bem que isso não adiantaria mais – Q-quer dizer... Não é isso, seu idiota! – achou que ela mesma era uma idiota depois daquilo. Não haveria mais jeito. Seu companheiro de quarto havia descoberto, nada mais daria certo.
Desligou o chuveiro no mesmo instante e pegou a toalha pendurada ao lado. Saiu do Box com pressa e de cabeça baixa. Passou ao lado do garoto, aparentemente estático, sentindo seus olhos marejar. Já se preparava para o pior. Sentiu algo apertar seu braço. Aquilo doeu de certa forma, não pelo aperto e sim pelo que viria. Ou pelo que achava que viria.
—Não minta pra mim. – ele sorriu de canto ao ver a garota virar o rosto para encará-lo – Acha que eu não sei reconhecer um belo par de seios?
A ruiva trincou os dentes não acreditando no que ele havia dito numa hora daquelas. Numa hora tão séria onde ela quase chorava por seu sonho estar ameaçado, ou já acabado. Virou-se bruscamente preparando-se para acerta-lo.
—Me solta seu pervertido idiota! – gritou mais uma vez. Esqueceu-se do fato de que o chão estava molhado. Eis o problema. Seu pé descalço e também molhado deslizou fazendo-a desequilibrar-se. Era para estar no chão se não fosse os braços fortes que haviam lhe amparado. Sentiu seu rosto esquentar. Ainda não entendia o porquê de aquilo sempre acontecer com ela. Empurrou o azulado e saiu do banheiro.
Chegou perto de sua cama e tirou a mala de baixo dela. Colocou rapidamente uma calça e uma blusa larga sem nem mesmo colocar roupas íntimas. Sabia que tinha de arrumar tudo e sair logo dali. Não conseguiu mais se segurar. Lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto. Não queria e nem podia acreditar que havia chegado tão longe e agora teria de sair desse jeito.
Jellal estava realmente apurado naquele momento o que o fez sair um pouco depois do banheiro. Cruzou os braços e recostou-se a parede perto da cama da ruiva e ficou observando-a. A mesma estava de costas mexendo em sua mala. Então, Enzo era uma garota. Sentiu-se o pior por ter pensado coisas ruins dele, ou melhor, dela. Tudo o que fizera então tinha motivos. A ouviu fungar e pôde vê-la levar a mão direita até o rosto e esfrega-la. Aproximou-se dela ainda sem dizer nada e cutucou seu ombro. Ela continuou o que estava fazendo sem olhá-lo. O azulado o fez de novo fazendo a virar. Agora foi a vez dele de corar. Ela estava com o rosto vermelho provavelmente pelas lágrimas sendo que algumas delas tentavam descer pela face sendo rapidamente enxugadas pela garota.
—Ei, vamos conversar. – tentou parecer o mais gentil possível. Não queria deixa-la mais desconfortável.
—Não temos nada para conversar! – disse ríspida – Você vai me dedurar, eu vou me ferrar e vou embora. Fim. – virou se novamente voltando a mexer na mala.
—Errada. Nós temos muito que conversar. – agora ele estava sério.
Ela continuava de costas para ele ignorando-o.
Jellal não queria aceitar ser ignorado. Não queria que fosse daquele jeito, queria ajuda-la mesmo sem saber como. Não queria ter que tomar medidas drásticas. Puxou a garota pelo ombro e a fez virar, em seguida a empurrou fazendo-a sentar na cama. Ficou diante dela encarando-a. Erza nunca tinha visto aquele olhar. Conhecia ele há pouco tempo, mas ainda assim, era estranho e um tanto medonho para ela.
—Eu realmente não sei o que você quer conversar. – sua voz estava chorosa. A ruiva sentia-se, de alguma forma, desesperada – Está tudo acabado agora. Eu fui idiota de achar que daria certo correr atrás de meu sonho. Esse ridículo sonho. – disse limpando mais uma lágrima teimosa.
—Eu não vou te entregar. Eu não vou acabar com o seu sonho, é impossível para qualquer um fazer isso a não ser você mesma, então, por favor, pare de chorar. – Jellal suspirou – Para mim, é horrível te ver você assim. É estranho, mas no mesmo momento em que disse aquilo hoje não fui capaz de te odiar, de simplesmente te deixar de lado. Vou continuar me importando mesmo que você esteja... Diferente. – ele esbanjou um sorriso para quebrar um pouco o clima que se formara – S-sabe, isso é até ótimo porque eu já estava começando a me sentir atraído por você. – falou desviando o olhar assim não podendo ver o travesseiro voar em sua direção acertando-lhe. Ele olhou para a ruiva que desviava o olhar corada. Estava aparentemente mais calma – Não entenda errado! Eu não vou fazer nada, só achei que eu fosse gay – terminou dando uma leve risada.
—Bem, eu... Não entendi o que quis dizer com “ninguém pode acabar com seu sonho a não ser você mesma”, algo assim. – ela finalmente o encarou. Sentia-se aliviada, porém, ainda preocupada. Sentia confiança em Jellal, mas tinha medo do que pudesse acontecer.
—Não se preocupe... O sonho nunca vai acabar. Contanto que você não desista... Ninguém, absolutamente ninguém vai poder tirá-lo de você. – por fim sorriu novamente.
Erza não poderia pedir mais nada depois de ouvir aquilo e ver aquele sorriso. Sentiu-se extremamente confortável e confiante com aquilo. Ela acabou sorrindo também. Não era o fim, não ainda. Ou melhor, não teria fim. Ela conseguiria aquilo.
O azulado corou ao ver o sorriso da ruiva. Ela era tão linda. Perfeita, em todos os sentidos. Era estranho para ele ter que dormir no mesmo quarto que uma garota, iria até tentar não agir como um pervertido. Não que ele fosse um, mas todo mundo tem um pouco disso. Até mesmo ela poderia ter. Lembrou-se de que ela o viu se trocando muitas vezes. Aquilo fez seu rosto ficar ainda mais vermelho.
—Agora entendo... – direcionou seu olhar de volta a ela que estava confusa – Entendo o porquê de você ficar daquele jeito quando eu me trocava. Você é uma pervertida?
A cor do rosto da ruiva se igualou ao seu cabelo. Ela não era uma pervertida. Até evitava olhar quando ele se trocava, mas era impossível, até porque tinha de fingir ser um homem. E ela não fazia ideia de como um homem agiria numa situação daquela. Ela se levantou com raiva o encarando.
—E-eu não sou uma pervertida seu imbecil! Eu apenas não tinha escolha naquele momento, nem mesmo sabia o que fazer. Mas não tenho o menor interesse em você – disse cruzando os braços e virando-se de costas para o azulado – O único pervertido aqui é você, eu vi como olhava para os meus seios naquela hora.
—Como não olhar? Eu sou um homem e seus seios são lindos, e... Você tem aquela coisa? – ele foi interrompido por um tapa no rosto – Você é louca? – indagou massageando o local.
A ruiva usava os braços para cobrir os seios enquanto o encarava com o cenho franzido.
—Nunca mais diga isso! Você não tem tal liberdade!
—Tá, tá, desculpe... – ele voltou a sorrir – A sua voz é linda. – viu a garota mudar de expressão para uma de surpresa – Você faz uma voz horrível quando tenta disfarçar – riu quando ela fez uma cara emburrada – O seu cabelo... Ele é muito bonito também. Escarlate... Combina com você. – sorriu gentilmente para a garota.
—Obrigada, Jellal... – disse ainda sem olhá-lo – Por isso e... Por não me entregar...
—Por nada En... – ele parou pensando um pouco. Aquele não poderia ser o nome dela, era óbvio – Qual o seu nome de verdade?
—Eh? Ah sim... Meu nome é Erza.
Ele voltou a sorrir. Era de fato um lindo nome. Estava feliz por isso, por ter descoberto sobre ela. Talvez agora ela não tivesse mais problemas em conversar ou se aproximar e aquilo o deixava ainda mais feliz. Mas ainda tinha que saber muito sobre ela, sobre como e porque ela fora parar naquele lugar. Era impressionante. Nunca na história uma mulher se interessou ou deu as caras por ali. Aquela garota era totalmente incrível e ainda sim misteriosa. Aquilo o fazia almejar saber mais e mais sobre ela. E ele faria isso. Ainda tinham muito que conversarem.
~*~
O moreno andava tranquilamente pelo pátio. Não tinha medo de ser pego. Se isso acontecesse, tudo o que ele iria fazer era pedir perdão e fazer aquela pose julgada por ele como idiota e desnecessária ou inventar qualquer desculpa esfarrapada que ele pensaria na hora. Ele sempre fora daquele jeito e não estava disposto a mudar. Não tinha bem um propósito em entrar para o Exército. Talvez fosse ficar mais forte, mas ele nem mesmo tinha certeza daquilo. O clima estava um tanto frio, mas ele não se importava. Até achava melhor assim.
Caminhou até um lado no qual ele nunca tinha ido. Havia um prédio bem pequeno e bem distante dos outros. Era até parecido com o dormitório deles, mas o tamanho nem se comparava. Ficou se perguntando o que seria lá. A curiosidade era tamanha, e ele como sempre, não se importaria com qualquer punição. Aumentou a velocidade dos passos indo em direção ao local, mas teve que parar ao ouvir uma voz aguda lhe chamando. No mesmo momento reconheceu a vozinha determinada. Sorriu de canto até virar-se dando de cara com a baixinha com os braços cruzados e cenho franzido.
—Onde pensa que está indo? – disse enrugando mais ainda a testa.
Gajeel achou graça. Como poderia uma garotinha como aquela querer se achar tanto sendo que nem tamanho tinha. Riu debochadamente.
—Não tem medo de ser perder em um lugar tão grande, pequena? – disse ainda sorrindo da mesma maneira.
A azulada pigarreou. Parecia que ficou irritada só de vê-lo.
—Você preste atenção como fala comigo. Eu odeio rebeldes, e não estou a fim de aturar um agora. – fez questão de dar uma enorme ênfase na palavra “odeio”. Fechou os olhos tentando parecer superior – É melhor voltar para o seu dormitório antes que eu... – interrompeu a si mesma ao sentir a presença do maior bem próxima. Antes que pudesse fazer ou dizer algo, a enorme mão do garoto estava em sua cabeça. Ela gelou. Não sabia o porquê, mas sentiu medo do que ele pudesse fazer. Estavam sozinhos, em um local pouco iluminado. Seu poder mágico não era dos mais avançados.
Ele começou a gargalhar soltando a cabeça da pequena.
—Você tinha que ver a sua cara! – disse sem se controlar – Você é engraçada, baixinha. – foi cessando os risos com dificuldade – Ficou com medo?
—Idiota. – balbuciou emburrada. Ainda estava meio tonta. Aquilo lhe fizera lembrar-se de algo que lutou muito para esquecer. Balançou a cabeça afastando aqueles pensamentos. Tentou sair dali, mas foi impedida pelo maior que entrava em sua frente sendo para qualquer lado que ia – O que você quer?
—Saber como pode me odiar sendo que nem me conhece.
—Eu te odeio. Apenas percebi isso desde o primeiro momento. – disse mais nervosa – Agora saia da frente. – desviou dele e andou em direção à pequena construção.
—Você não pode dizer isso ainda baixinha! – quase gritou para a garota que andava em passos rápidos – Vamos ver se você vai me odiar daqui há algum tempo. – dito isso se voltou para o lado de seu dormitório.
~*~
Jellal acordou pelo som do sinal que os despertam todos os dias. Olhou para o relógio que apontava quatro e meia da manhã. Era o horário que levantavam antes da caminhada. Sentou na cama bocejando. Assim que “despertou”, lembrou-se da conversa com seu parceiro, ou melhor, parceira, na noite anterior. Ficaram um bom tempo papeando, ou melhor, ela falava e ele ouvia. Contou toda a sua história e o porquê de ter ido pra lá, tudo o que ele queria saber. Sorriu lembrando daquilo. Olhou para a cama da ruiva que estava vazia. Estranhou aquilo. Ela sempre acordava no mesmo horário que ele. Viu a porta do banheiro sendo aberta e a garota saindo de lá já vestida como Enzo.
Jellal olhou discretamente para o busto da ruiva não vendo nada. Começou a ser perguntar como ela conseguia esconder seios tão fartos. Seu coração falhou uma batida quando ela o pegou observando-a.
—O que foi?
—N-nada. – respondeu desviando o olhar – Bom dia, Erza.
—Bom dia – falou de volta sorrindo.
O azulado corou. Entrou para o banheiro para se aprontar também. Ficou pensando em como seria a relação dos dois daqui para frente. Queria se aproximar dela, mas sem parecer estranho. Se bem que pelo visto, não seria muita coisa diferente em relação a ela. Mas ainda sim, queria apoiá-la e ser seu amigo. Não demorou muito, como sempre, se arrumava rápido. Saiu vendo a ruiva na frente do espelho arrumando a boina na cabeça.
—Vamos? – perguntou a ele olhando-o pelo reflexo.
Ele assentiu e os dois saíram do quarto se juntando a alguns outros que já aguardavam o cabo para a caminhada. Natsu chamou Jellal para se juntar ao grupo de sempre e o azulado foi sem pensar duas vezes. Chegando junto aos amigos olhou para trás vendo que a ruiva ficara sozinha em meio às panelinhas que sempre se formavam. Ela não parecia ligar, mas ainda assim, aquilo era chato para Jellal.
—Ei Jellal! – chamou o rosado – Que cara é essa? Você não disse que não iria mais ligar? – disse franzindo o cenho.
—Não, mas... Nós meio que nos acertamos ontem.
—Isso tá ficando estranho. – debochou Gajeel.
—Quieto. – disse o mago de gelo – Chama o cara logo Jellal!
O azulado assentiu e foi até lá chamando a ruiva para juntar-se a eles. Ela recusou, mas foi praticamente arrastada por Jellal. Erza não gostava muito de Natsu, e tinha vontade de espancar Gajeel quando ele debochava dela, mas não pareceu ter escolha dessa vez. E olhando por um lado não era tão ruim. Jellal estava lá afinal.
Eles começaram a caminhada no mesmo ritmo de sempre. O cabo às vezes gritava algumas coisas sem sentidos nas quais eles eram obrigados a responder, mas na maior parte do tempo eles conversavam normalmente. A única coisa que fazia Erza não se sentir excluída era o fato de que Jellal puxava assunto com ela hora ou outra, a mesma respondia apenas o básico o que deixava o azulado meio intrigado, porém ele imaginava o quão desconfortável deveria ser andar no meio de tantos garotos conversando coisas, na maioria, vulgares. Provavelmente ela se sentia desconfortável. Gray também falava com ela às vezes, e ela respondia o básico do básico. Se não conseguia conversar com Jellal, imagine com Gray? Mas a visão que ela tinha dele não era ruim. Ele parecia ser uma pessoa confiável. Natsu começava a mandar indiretas Gajeel ria dessas, já ela nem dava atenção, apenas ria de leve quando Jellal dava uma “patada” em resposta.
Jellal interrompeu a si mesmo quando viu Gray olhando fixamente para a ruiva que seguia olhando para o nada. Aquilo o deixou desconfiado de alguma forma. O azulado cutucou o mago de gelo.
—O que é isso Gray? – disse para que só ele ouvisse.
—O que mano? – perguntou confuso.
—Por que tá olhando para o Enzo? Tá virando gay?
—Não cara! — disse o empurrando de leve – Para de ser otário. – por fim riu perguntando-se qual era o problema de Jellal.
Todos estranharam a caminhada ser mais curta do que eles estavam acostumados. Segundo o cabo, eles tinham outra coisa para fazer. Voltaram e até mesmo tomaram café mais cedo, em seguida sendo impedidos de irem para o treinamento. Nenhuma explicação até então foi dada, até que o Cabo Macao tomou a frente e os guiou para o lado da entrada.
Chegando lá, um grande número de pessoas estava na frente do portão que foi aberto no mesmo momento.
—Ei... – começou Gray – Aquela ali é a minha mãe. – o moreno correu em direção à morena de cabelos curtos que sorria – MÃÃEE!
Os outros três riram da ação do moreno. Jellal logo deixou de sorrir, mais uma vez preocupado com ela. Aquilo era uma visita dos familiares ou amigos a eles, o que se tornou óbvio. E pelo o que ela havia contado, fugiu sem o consentimento dos pais. Aquilo seria um problema. Vendo que seus companheiros já haviam ido de encontro aos parentes, se virou para a ruiva visivelmente nervosa.
—Erza... – sussurrou.
—Tudo bem – ela sorriu fracamente – Vá encontrar seus pais, Jellal.
Ele assentiu e foi ainda preocupado com ela.
Tinha suas duvidas sobre alguém ter ido visita-la e seu pai, do jeito que era, seria capaz de arrumar um escândalo ali. Aquilo era um problema maior do que imaginava. Logo as suspeitas de que ninguém ter ido até lá foram canceladas. Avistou de longe seu avô sorrindo preocupado. Começou a andar até ele, mas parou no mesmo instante quando viu sua mãe. Ela não parecia feliz, e não queria mais do que ninguém que ela entrasse ali. Mordeu o lábio inferior e continuou caminhando ainda receosa. Logo se lembrou do que Jellal havia dito na noite anterior: “O sonho nunca vai acabar. Contanto que você não desista... Ninguém, absolutamente ninguém vai poder tirá-lo de você”. Suspirou e ergueu a cabeça. Poderia ser outra ameaça, mas tinha fé no que o seu companheiro havia dito. Estava preparada para aquilo. Não iria deixar que ninguém destruísse seu sonho.
Notas finais
Esse Jellal é um totoso, para meu ♥ *3* Amo ele =3= /novidade
Aff, GaLe é coisa linda de Jesus *Q* O Gajeel é um feioso, mas eu amo esse casal demais. Acho fofo demais os dois brigando.
Ah, quero agradecer às pessoas lindas que mandam reviews lindos pra gente ♥ Sério, vocês são gostosos demais aff *u* Obrigada mesmo gente, se não fossem vocês essa fic não iria pra frente. Peço que continuem mandando, eu estou amando escrevê-la junto da Neko-chan e parar seria muito chato ;3;
Tá, chega de falar HEUHEUHE' Kissus! (/o3o)/ ~ ♥
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